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Ventosidade intestinal….
6 de outubro de 2013 | Autor:

A pior audiência da minha vida

por Paulo Rangel Des. TJRJ

A minha carreira de Promotor de Justiça foi pautada sempre pelo princípio da importância (inventei agora esse princípio), isto é, priorizava aquilo que realmente era significante diante da quantidade de fatos graves que ocorriam na Comarca em que trabalhava. Até porque eu era o único promotor da cidade e só havia um único juiz. Se nós fôssemos nos preocupar com furto de galinha do vizinho; briga no botequim de bêbado sem lesão grave e noivo que largou a noiva na porta da igreja nós não iríamos dar conta de tudo de mais importante que havia para fazer e como havia (crimes violentos, graves, como estupros, homicídios, roubos, etc).

Era simples. Não há outro meio de você conseguir fazer justiça se você não priorizar aquilo que, efetivamente, interessa à sociedade. Talvez esteja aí um dos males do Judiciário quando se trata de “emperramento da máquina judiciária”. Pois bem. O Procurador Geral de Justiça (Chefe do Ministério Público) da época me ligou e pediu para eu colaborar com uma colega da comarca vizinha que estava enrolada com os processos e audiências dela.

Lá fui eu prestar solidariedade à colega. Cheguei, me identifiquei a ela (não a conhecia) e combinamos que eu ficaria com os processos criminais e ela faria as audiências e os processos cíveis. Foi quando ela pediu para, naquele dia, eu fazer as audiências, aproveitando que já estava ali. Tudo bem. Fui à sala de audiências e me sentei no lugar reservado aos membros do Ministério Público: ao lado direito do juiz.

E eis que veio a primeira audiência do dia: um crime de ato obsceno cuja lei diz:

Ato obsceno
Art. 233 – Praticar ato obsceno em lugar público, ou aberto ou exposto ao público:
Pena – detenção, de três meses a um ano, ou multa.

O detalhe era: qual foi o ato obsceno que o cidadão praticou para estar ali, sentado no banco dos réus? Para que o Estado movimentasse toda a sua estrutura burocrática para fazer valer a lei? Para que todo aquele dinheiro gasto com ar condicionado, luz, papel, salário do juiz, do promotor, do defensor, dos policiais que estão de plantão, dos oficiais de justiça e demais funcionários justificasse aquela audiência? Ele, literalmente, cometeu uma ventosidade intestinal em local público, ou em palavras mais populares, soltou um pum, dentro de uma agência bancária e o guarda de segurança que estava lá para tomar conta do patrimônio da empresa, incomodado, deu voz de prisão em flagrante ao cliente peidão porque entendeu que ele fez aquilo como forma de deboche da figura do segurança, de sua autoridade, ou seja, lá estava eu, assoberbado de trabalho na minha comarca, trabalhando com o princípio inventado agora da importância, tendo que fazer audiência por causa de um peidão e de um guarda que não tinha o que fazer. E mais grave ainda: de uma promotora e um juiz que acharam que isso fosse algo relevante que pudesse autorizar o Poder Judiciário a gastar rios de dinheiro com um processo para que aquele peidão, quando muito mal educado, pudesse ser punido nas “penas da lei”.

Ponderei com o juiz que aquilo não seria um problema do Direito Penal, mas sim, quando muito, de saúde, de educação, de urbanidade, enfim… Ponderei, ponderei, mas bom senso não se compra na esquina, nem na padaria, não é mesmo? Não se aprende na faculdade. Ou você tem, ou não tem. E nem o juiz, nem a promotora tinham ao permitir que um pum se transformasse num litígio a ser resolvido pelo Poder Judiciário.

Imagina se todo pum do mundo se transformasse num processo? O cheiro dos fóruns seria insuportável.

O problema é que a audiência foi feita e eu tive que ficar ali ouvindo tudo aquilo que, óbvio, passou a ser engraçado. Já que ali estava, eu iria me divertir. Aprendi a me divertir com as coisas que não tem mais jeito. Aquela era uma delas. Afinal o que não tem remédio, remediado está.

O réu era um homem simples, humilde, mas do tipo forte, do campo, mas com idade avançada, aproximadamente, uns 70 anos.

Eis a audiência:

Juiz – Consta aqui da denúncia oferecida pelo Ministério Público que o senhor no dia x, do mês e ano tal, a tantas horas, no bairro h, dentro da agência bancária Y, o senhor, com vontade livre e consciente de ultrajar o pudor público, praticou ventosidade intestinal, depois de olhar para o guarda de forma debochada, causando odor insuportável a todas as pessoas daquela agência bancária, fato, que, por si só, impediu que pessoas pudessem ficar na fila, passando o senhor a ser o primeiro da fila.

Esses fatos são verdadeiros?

Réu – Não entendi essa parte da ventosidade…. o que mesmo?

Juiz – Ventosidade intestinal.

Réu – Ah sim, ventosidade intestinal. Então, essa parte é que eu queria que o senhor me explicasse direitinho.

Juiz – Quem tem que me explicar aqui é o senhor que é réu. Não eu. Eu cobro explicações. E então.. São verdadeiros ou não os fatos?

O juiz se sentiu ameaçado em sua autoridade. Como se o réu estivesse desafiando o juiz e mandando ele se explicar. Não percebeu que, em verdade, o réu não estava entendendo nada do que ele estava dizendo.

Réu – O guarda estava lá, eu estava na agência, me lembro que ninguém mais ficou na fila, mas eu não roubei ventosidade de ninguém não senhor. Eu sou um homem honesto e trabalhador, doutor juiz “meretrício”.

Na altura da audiência eu já estava rindo por dentro porque era claro e óbvio que o homem por ser um homem simples ele não sabia o que era ventosidade intestinal e o juiz por pertencer a outra camada da sociedade não entendia algo óbvio: para o povo o que ele chamava de ventosidade intestinal aquele homem simples do povo chama de PEIDO. E mais: o juiz se ofendeu de ser chamado de meretrício. E continuou a audiência.

Juiz – Em primeiro lugar, eu não sou meretrício, mas sim meritíssimo. Em segundo, ninguém está dizendo que o senhor roubou no banco, mas que soltou uma ventosidade intestinal. O senhor está me entendendo?

Réu ¬– Ahh, agora sim. Entendi sim. Pensei que o senhor estivesse me chamando de ladrão. Nunca roubei nada de ninguém. Sou trabalhador.

E puxou do bolso uma carteira de trabalho velha e amassada para fazer prova de trabalho.

Juiz – E então, são verdadeiros ou não esses fatos.

Réu – Quais fatos?

O juiz nervoso como que perdendo a paciência e alterando a voz repetiu.

Juiz – Esses que eu acabei de narrar para o senhor. O senhor não está me ouvindo?

Réu – To ouvindo sim, mas o senhor pode repetir, por favor. Eu não prestei bem atenção.

O juiz, visivelmente irritado, repetiu a leitura da denúncia e insistiu na tal da ventosidade intestinal, mas o réu não alcançava o que ele queria dizer. Resolvi ajudar, embora não devesse, pois não fui eu quem ofereci aquela denúncia estapafúrdia e descabida. Típica de quem não tinha o que fazer.

EU – Excelência, pela ordem. Permite uma observação?

O juiz educado, do tipo que soltou pipa no ventilador de casa e jogou bola de gude no tapete persa do seu apartamento, permitiu, prontamente, minha manifestação.

Juiz – Pois não, doutor promotor. Pode falar. À vontade.

Eu – É só para dizer para o réu que ventosidade intestinal é um peido. Ele não esta entendendo o significado da palavra técnica daquilo que todos nós fazemos: soltar um pum. É disso que a promotora que fez essa denúncia está acusando o senhor.

O juiz ficou constrangido com minhas palavras diretas e objetivas, mas deu aquele riso de canto de boca e reiterou o que eu disse e perguntou, de novo, ao réu se tudo aquilo era verdade e eis que veio a confissão.

Réu – Ahhh, agora sim que eu entendi o que o senhor “meretrício” quer dizer.

O juiz o interrompeu e corrigiu na hora.

Juiz – Meretrício não, meritíssimo.

Pensei comigo: o cara não sabe o que é um peido vai saber o que é um adjetivo (meritíssimo)? Não dá. É muita falta de sensibilidade, mas vamos fazer a audiência. Vamos ver onde isso vai parar. E continuou o juiz.

Juiz – Muito bem. Agora que o doutor Promotor já explicou para o senhor de que o senhor é acusado o que o senhor tem para me dizer sobre esses fatos? São verdadeiros ou não?

Juiz adora esse negócio de verdade real. Ele quer porque quer saber da verdade, sei lá do que.

Réu – Ué, só porque eu soltei um pum o senhor quer me condenar? Vai dizer que o meretrício nunca peidou? Que o Promotor nunca soltou um pum? Que a dona moça aí do seu lado nunca peidou? (ele se referia a secretária do juiz que naquela altura já estava peidando de tanto rir como todos os presentes à audiência).

O juiz, constrangido, pediu a ele que o respeitasse e as pessoas que ali estavam, mas ele insistiu em confessar seu crime.

Réu – Quando eu tentei entrar no banco o segurança pediu para eu abrir minha bolsa quando a porta giratória travou, eu abri. A porta continuou travada e ele pediu para eu levantar a minha blusa, eu levantei. A porta continuou travada.

Ele pediu para eu tirar os sapatos eu tirei, mas a porta continuou travada. Aí ele pediu para eu tirar o cinto da calça, eu tirei, mas a porta não abriu. Por último, ele pediu para eu tirar todos os metais que tinha no bolso e a porta continuou não abrindo.

O gerente veio e disse que ele podia abrir a porta, mas que ele me revistasse. Eu não sou bandido. Protestei e eles disseram que eu só entraria na agência se fosse revistado e aí eu fingi que deixaria só para poder entrar.

Quando ele veio botar a mão em cima de mim me revistando, passando a mão pelo meu corpo, eu fiquei nervoso e, sem querer, soltei um pum na cara dele e ele ficou possesso de raiva e me prendeu. Por isso que estou aqui, mas não fiz de propósito e sim de nervoso.

Passei mal com todo aquele constrangimento das pessoas ficarem me olhando como seu eu fosse um bandido e eu não sou. Sou um trabalhador. Peidão sim, mas trabalhador e honesto.

O réu prestou o depoimento constrangido e emocionado e o juiz encerrou o interrogatório. Olhei para o defensor público e percebi que o réu foi muito bem orientado. Tipo: “assume o que fez e joga o peido no ventilador. Conta toda a verdade”. O juiz quis passar a oitiva das testemunhas de acusação e eu alertei que estava satisfeito com a prova produzida até então.

Em outras palavras: eu não iria ficar ali sentado ouvindo testemunhas falando sobre um cara peidão e um segurança maluco que não tinha o que fazer junto com um gerente despreparado que gosta de constranger os clientes e um juiz que gosta de ouvir sobre o peido alheio. Eu tinha mais o que fazer. Aliás, eu estava até com vontade de soltar um pum, mas precisava ir ao banheiro porque meu pum as vezes pesa e aí já viu, né?

No fundo eu já estava me solidarizando com o pum do réu, tamanho foi o abuso do segurança e do gerente e pior: por colocarem no banco dos réus um homem simples porque praticou uma ventosidade intestinal.

É o cúmulo da falta do que fazer e da burocracia forense, além da distorção do Direito Penal sendo usado como instrumento de coação moral. Nunca imaginei fazer uma audiência por causa de uma, como disse a denúncia, ventosidade intestinal. Até pum neste País está sendo tratado como crime com tanto bandido, corrupto, ladrão andando pelas ruas o judiciário parou para julgar um pum.

Resultado: pedi a absolvição do réu alegando que o fato não era crime, sob pena de termos que ser todos, processados, criminalmente, neste País, inclusive, o juiz que recebeu a denúncia e a promotora que a fez. O juiz, constrangido, absolveu o réu, mas ainda quis fazer discurso chamando a atenção dele, dizendo que não fazia aquilo em público, ou seja, ele é o único ser humano que está nas ruas e quando quer peidar vai em casa rápido, peida e volta para audiência, por exemplo.

É um cara politicamente correto. É o tipo do peidão covarde, ou seja, o que tem medo de peidar. Só peida no banheiro e se não tem banheiro ele se contorce, engole o peido, cruza as perninhas e continua a fazer o que estava fazendo como se nada tivesse acontecido. Afinal, juiz é juiz.

Moral da história: perdemos 3 horas do dia com um processo por causa de um peido. Se contar isso na Inglaterra, com certeza, a Rainha jamais irá acreditar porque ela também, mesmo sendo Rainha… Você sabe.

Rio de Janeiro, 10 de maio de 2012.

Paulo Rangel
(Desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro).

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Velório da Loira
6 de outubro de 2013 | Autor:

Estava de passagem por uma capela moderníssima toda em cor de rosa, quando percebi que uma pessoa havia morrido..

… Fiquei curioso para saber como eram os velórios naquela capelinha.

Ao chegar, vi milhões de buquês de flores – das mais variadas e mais sofisticadas às mais kits – e notei que no caixão estava a morta inteiramente nua, loiríssima, e ao lado um grande pote cheio de creme muitíssimo perfumado, do qual cada uma das presentes – também loirézimas reluzentes – pegava um pouquinho e passava na defunta.

Surpreendido pela cena, coisa inusitada, aproximei-me de uma das mulheres eperguntei:
– Desculpe-me a ignorância, mas porque estão passando creme na defunta? É tradição aqui?

A moça respondeu:
– Não! É inédito! Nunca fizemos isso. Ela é que pediu para ser cremada!!!!!!!!!!

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Um exemplo de caráter: O Burocrata
6 de outubro de 2013 | Autor:

O burocrata acorda e abre a boca, segundo ordena a RIPD – Regras Imediatas Para o Despertar. Confere os botões do pijama, vê que está faltando um, anota a quantia deles numa folha ao lado, data, assina e carimba.

Tranca-se no banheiro, até que lá fora se forma uma fila imensa (mulher, empregada e cinco filhos) que começa a agitar. O burocrata dá um sorriso (ele só consegue sorrir diante de filas insatisfeitas). A mulher grita: “escova os dentes”. E ele escova. “Toma banho”. E ele toma. O burocrata adora cumprir ordens. Confere o número de furos do chuveiro, anota, data, assina e carimba.

Senta-se à mesa da copa, também chamada de RDPD – Repartição Doméstica do Pão Diário, lê seu jornal favorito – o Diário Oficial da União. Encaminha um ofício à empregada solicitando um pedaço de pão com manteiga. A manteiga vem estragada e imediatamente é instaurado um inquérito administrativo. Em seguida ele palita os dentes e com o palito confere o número de molares, pré-molares e caninos. Anota, data, assina e carimba.

Deixa com a esposa o dinheiro, também chamado de previsão orçamentária – do dia: um real. O burocrata é notoriamente um pão-duro.

A mulher quer beijá-lo, mas ele olha o relógio – oito horas – sente muito, o expediente está encerrado, agora só amanhã, pois agora tem que ir para a repartição e aguentar aquela monotonia o dia inteiro.

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Tá explicado!
6 de outubro de 2013 | Autor:

Isso sim é uma forma didática e simples de explicar a crise americana.

É assim: O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça “na caderneta” aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados. Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo suposto crédito).

O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi nos EUA, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.

Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO , CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro e que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capítais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (mas seriam as tais cadernetas do seu Biu ).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

Até que alguém descobre que os bebum da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as suas contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E arrastra toda a cadeia de créditos fajutos……. Afinal sifu quem acreditou ….

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Ocê gósdevinho?
6 de outubro de 2013 | Autor:

Degustação de vinho em Minas

– Hummm…

– Hummm…

– Eca!!!

– Eca?! Quem falou Eca?

– Fui eu, sô! O senhor num acha que êsse vinho tá com um gostim estranho?

– Que é isso?! Ele lembra frutas secas adamascadas, com leve toque de trufas brancas, revelando um retrogosto persistente, mas sutil, que enevoa as papilas de lembranças tropicais atávicas…

– Putaquepariu sô! E o senhor cheirou isso tudo aí no copo?!

– Claro! Sou um enólogo laureado. E o senhor?

– Cebesta, eu não! Sou isso não senhor!! Mas que isso aqui tá me cheirando iguarzinho à minha egüinha Gertrudes depois da chuva, lá isso tá!

– Ai, que heresia! Valei-me São Mouton Rothschild!

– O senhor me desculpe, mas eu vi o senhor sacudindo o copo e enfiando o narigão lá dentro. O senhor tá gripado, é?

– Não, meu amigo, são técnicas internacionais de degustação entende? Caso queira, posso ser seu mestre na arte enológica. O senhor aprenderá como segurar a garrafa, sacar a rolha, escolher a taça, deitar o vinho e, então…

– E intão moiá o biscoito, né? Tô fora, seu frutinha adamascada!

– O querido não entendeu. O que eu quero é introduzi-lo no…

– Mais num vai introduzi mais é nunca! Desafasta, coisa ruim!

– Calma! O senhor precisa conhecer nosso grupo de degustação. Hoje, por exemplo, vamos apreciar uns franceses jovens…

– Hã-hã… Eu sabia que tinha francês nessa história lazarenta…

– O senhor poderia começar com um Beaujolais!

– Num beijo lê, nem beijo lá! Eu sô é home, safardana!

– Então, que tal um mais encorpado?

– Óia lá, ocê tá brincano com fogo…

– Ou, então, um suave fresco!

– Seu moço, tome tento, que a minha mão já tá coçando de vontade de meter um tapa na sua cara desavergonhada!

– Já sei: iniciemos com um brut, curto e duro. O senhor vai gostar!

– Num vô não, fio de um cão! Mas num vô, messs! Num é questão de tamanho e firmeza, não, seu fióte de brabuleta. Meu negócio é outro, qui inté rima com brabuleta…

– Então, vejamos, que tal um aveludado e escorregadio?

– E que tal a mão no pédovido, hein, seu fióte de Belzebu?

– Pra que esse nervosismo todo? Já sei, o senhor prefere um duro e macio, acertei?

– Eu é qui vô acertá um tapão nas suas venta, cão sarnento! Engulidô de rôia!

– Mole e redondo, com bouquet forte?

– Agora, ocê pulô o corguim! E é um… e é dois… e é treis! Num corre, não, fiodaputa! Vorta aqui que eu te arrebento, sua bicha fedorenta!..
Luiz Fernando Veríssimo

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Nostradamus conhecia Lula
6 de outubro de 2013 | Autor:

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Em suas Centúrias, Nostradamus escreveu com tamanha exatidão, que nos faz acreditar que conhecia o Lula.

Fragmentos de um texto de Nostradamus:
‘…e próximo do terceiro milênio, uma besta (seria o Lula????) barbuda (céus,é ele!!!) descerá triunfante sobre um condado do hemisfério sul (Brasil???); espalhando desgraça e miséria .’ (acho que se trata da reforma da previdência ou a corrupção institucionalizada ou, ainda, o mensalão).

‘…Será reconhecido por não possuir seus membros superiores totalmente completos.'(epa!!! Cadê o dedinho?)

‘…Trará com ele uma horda (faz sentido: Dilma,Palocci, Zé Dirceu, Dulci, Genoíno e Cia Ltda) que dominará e exterminará as aves bicudas (já tô ficando assustado…PSDB = Tucanos = ave bicuda!!!); e implantará a barbárie por muitas datas (REELEIÇÃO???) sobre um povo tolo e leviano.'(PUTA QUE PARIU, é “nóiiiiiiis”!!!)…

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Mineirez
6 de outubro de 2013 | Autor:

29 de abril de 2009 | Autor: heinz | Editar

Quem entender esta mensagem é um verdadeiro mineiro.

“Sapassado, era sessetembro taveu na cozinha tomandu uma pincumel e cuzinhano um kidicarne cumastumate pra fazer uma macarronada com galinhassada.

Quascaí de susto quanduvi um barui vindo denduforno paracenum tidiguerra.

A receita mandopô midipipoca denda galinha prassá; o forno isquentô, o mistorô e o fiofó da galinhispludiu!

Nossinhora! Fiquei branco quinein um lidileite. Foi um trem doidimais!

Quascaí dendapia! Fiquei sensabê dondovim, nocotô, proncovô.

Ópacevê quilocura! Grazadeus niguém simaxucô”

Tradução

“Sábado passado era sete de setembro. Eu estava na cozinha tomando uma pinga com mel e cozinhando um quilo de carne com massa de tomate para fazer uma macarronada com galinha assada.

Quase caí de susto quando ouvi um barulho vindo de dentro do forno, parecendo um tiro de guerra.

A receita mandou por milho de pipoca para assar dentro da galinha; o forno esquentou, o milho estourou e o “fiofó” (a cloaca) da galinha explodiu!

Nossa senhora! Fiquei branco igual a um litro de leite. Foi uma loucura!

Quase caí dentro da pia! Fiquei sem saber de onde vim, onde eu estava e para onde eu iria.

Veja só, que loucura! Graças a Deus ninguém se machucou.

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Lição do Rato
6 de outubro de 2013 | Autor:

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.

Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.

Ao descobrir que era ratoeira ficou aterrorizado.

Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
– Há ratoeira na casa, ratoeira na casa !!

A galinha:
– Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e:
– Há ratoeira na casa, ratoeira !
– Desculpe-me Senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer; a não ser orar. Fique tranqüilo que o Senhor será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca e:
– Há ratoeira na casa !
– O que ? Ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou abatido para casa; para encarar a ratoeira.

Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.

A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher…

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.

Ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.

Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo.

Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos!

PS: excelente fábula para ser divulgada na família e em grupos de trabalho!
“Nós aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos a conviver como irmãos”.

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Hemorróidas… Ardem!
6 de outubro de 2013 | Autor:

Vejam o que um amigo me mandou. O pai dele operou e escreveu!

Sem comentários … esse texto foi feito pós-operação do traseiro dele !!!!

Deixei exatamente como ele mandou. Afinal são pequenas palavrinhas sem maldade… Ri demais…

HEMORRÓIDAS

Ptolomeu em 150 d.C. falava que a terra era o centro do universo e que tudo girava em torno dela, foram precisos cerca de 1400 anos para esta teoria ser rebatida por Nicolau Copérnico provando para a humanidade que o Sol sim era o centro.

Eu, simplesmente eu, descobri em apenas três dias, após 56 anos, que ambos estavam redondamente enganados: o centro do universo é o cú. Isso mesmo, o cú!

Operei das hemorróidas em caráter de urgência algumas semanas atrás. No domingo à noitinha, o que achava que seria um singelo peidinho, quase me virou do avesso.

É difícil, mas vamos ver se reverte, falou meu médico. Reverteu merda nenhuma, era mais fácil o Lula aceitar que sabia do mensalão do que aquela lazarenta bolinha (?) dar o toque de recolher.

Foram quase 2 horas de cirurgia e confesso não senti nadica de nada, nem se me enrabaram durante minha letargia!

Dois dias de hospital, passei bem embora tenham tentado me afogar com tanto soro que me aplicaram, foram litros e litros; recebi alta e fui repousar em casa.

Passados os efeitos anestésicos e analgésicos, vem a primeira vez. PUTA QUI PARIU!!! Parece que você ta cagando um croquete de figo da Índia, casca de abacaxi, concha de ostra e arame farpado. É um auto-flagelo.

Por uns três dias dói tanto que você não imagina uma coisinha tão pequena e com um nome tão reduzido (cú) possa doer tanto. O tamanho da dor não é proporcional ao tamanho do nome, neste caso, cú deveria chamar dobrovosky, tegulcigalpa, nabucodonosor.

Passam pela cabeça soluções mágicas:
– Usar um ventilador! Só se for daqueles túneis aerodinâmicos.
– Gelo! Só se eu escorregar pelado por uma encosta do Monte Everest.
– Esguichinho dagua! Tem que ser igual a da Praça da Matriz, névoa seguida de jatos intercalados.

Descobri também que somos descendentes diretos do bugio, porque você fica andando como macaco e com o cú vermelho; qualquer tosse, movimento inesperado, virada mais brusca o cú dói, e como!

Para melhorar as idas à privada, recomenda-se dieta na base de fibras, foi o que fiz: comi cinco vassouras piaçaba, um tapete de sisal e sete metros de corda. Agora sei o sentido daquela frase: quem tem medo de cagar não come!

Tudo valeu, agora já estou bem, cagando como manda o figurino, não preciso pensar para peidar, o cú ficou afinado em ré menor, uma beleza!

O foda é que usei Modess por 20 dias após a cirurgia e hoje to sentindo falta dele!

Meu Deus !!!!

Professor Sérgio L. Lacerda
MICTMR

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Frases sinistras… Ótimas
6 de outubro de 2013 | Autor:

… Liquidação de Muletas – Venha correndo!

… A febre tifóide é aquela febre que, ou você cura ou ela ti fóide!

… Mamãe, por que você bateu naquela mulher que a gente viu chorando no túmulo do papai?

… O amor é como a gasolina da vida. Custa caro, acaba rápido e pode ser substituída pelo álcool.

… Ex-namorado é que nem vestido: você vê em foto antiga e não acredita que teve coragem de um dia sair com aquilo!.

… Eu sempre quis ter o corpo de um atleta. Graças ao Ronaldo isso já é possível.

… Espermatozóides se cumprimentando: E aí, seu porra?!.

… Troque seu coração por um fígado, assim você se apaixona menos e bebe mais.

… Os ursos polares adoram o frio. Os bipolares às vezes adoram, às vezes não.

… Antes eu não era perfeito. Faltava-me a modéstia.

… Gostaria de saber o que esse Jeová fez de errado pra ter tantas testemunhas assim…

… O amor não é aquilo que te pega de surpresa e te deixa totalmente sem ar. O nome disso é asma.

… O amor não faz brotar uma nova pessoa dentro de você. O nome disso é gravidez.

… O amor não torna as pessoas mais bonitas. O nome disso é maquiagem.

… Se beber fosse pecado, Jesus teria transformado água em Fanta Uva!.

… Se você não quer ouvir reclamações, trabalhe no SAC da empresa que fabrica paraquedas.

… Calculei meu IMC e constatei que minha altura está 20 cm abaixo da ideal.

… Leio a Playboy pela mesma razão que leio a National Geographic: Gosto de ver fotografias de lugares que sei que nunca irei visitar.

… Dizem que a bebida resolve todos os problemas. Pra mim ainda não resolveu, mas eu sou brasileiro e não desisto nunca!.

… As melhores crianças do mundo são as japonesas. Estão a 20 mil quilômetros de distância e quando estão acordadas eu estou dormindo.

… Se acupuntura adiantasse, porco-Espinho viveria para sempre.

… Calorias são pequenos vermes inescrupulosos que vivem nos guarda-roupas, e que a noite ficam costurando e apertando as roupas das pessoas.

… Se você se lembra de quantas bebeu ontem, então você não bebeu o bastante.

… Se vegetarianos amam tanto assim os animais, por que eles comem toda comida dos pobrezinhos?

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Direto de Portugal
6 de outubro de 2013 | Autor:

Diz a mãe à filha:
‘Minha filha… as vizinhas andam a dizer que andas a deitar-te com o teu noivo!’
‘Ai, mamã, esta gente é muito maldizente… A gente deita-se com um qualquer e dizem logo que é noivo…’

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‘ Maria, o teu marido vai atirar-se da janela.’
‘Diz ao tarado que eu só lhe puz os chifres e não as asas’

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‘Carmen, estás doente?… Pergunto-te isto porque hoje de manhã vi um médico sair da tua casa…’
‘Olha, minha amiga, ontem de manhã vi um militar sair da tua casa e não é por isso que estás em guerra, pois não?’
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– Diga-me uma coisa: Qual é o motivo por que quer divorciar-se do seu marido?
– O meu marido trata-me como se eu fosse um cão.
– Maltrata-a, bate-lhe ?
– Não, quer que eu lhe seja fiel…

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A meio de um assalto um ladrão grita para o outro:
– Vem aí a policia!
– E agora o que fazemos?
– Saltamos pela janela!
– Mas estamos no 13º andar!
– Este não é o momento para supertições!

—————————————————

Numa festa um empregado aproxima-se e oferece mais whisky a uma rapariga:
– Menina, aceita outro copo?
– Não, muito obrigada, faz-me mal às pernas.
– Adormecem?
– Não. abrem-se!

—————————————————

Uma jovem rebelde e muito liberal entra num bar, completamente nua. Pára em frente do barman e diz:
– Dê-me uma cerveja bem gelada!
O barman fica a olhar para ela sem se mexer.
– O que é que se passa? -diz ela- Nunca viu uma mulher nua ??
– Muitas vezes !
– E então, está a olhar para onde ???
– Quero ver de onde é que vai tirar o dinheiro para pagar a cerveja !
—————————————————

Um passageiro toca no ombro de um taxista para lhe fazer uma pergunta.
O taxista grita, perde o controlo do carro, quase choca com um caminhão, sobe o passeio e entra por uma porta adentro partindo o vidro em pedaços.
Por um momento não se ouve nada dentro do táxi até que finalmente o taxista diz:
– ‘Olhe amigo, não volte a fazer isso nunca mais! Quase que me matou com o susto!’
O passageiro pede desculpa e diz:
– ‘Nunca pensei que fosse assustar-se tanto só porque lhe toquei no ombro’
Responde o taxista:
– ‘O que se passa é que hoje é o meu primeiro dia de trabalho como taxista’
– E o que é que fazia antes?
– Fui condutor de um carro funerário durante 25 anos’

——

AVISO: É proibido ficares com as anedotas só para ti, os outros também querem rir.

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Uma opinião sobre a Maçonaria
6 de outubro de 2013 | Autor:

Responder até Mario Santos em 5 janeiro 2012 at 12:03

De fato, a democracia moderna é filha do século das revoluções. O modelo ideológico fundado pelos iluministas foi muito bem encaixado às visões contrárias aos regimes opressivos à classe ascendente, o que permitiu uma escorreita adequação (em sentido pragmático) ao instituto político grego.

A maçonaria, por sua vez, desconsiderando-se todos os mitos que a contornam quanto a seu advento, soube muito bem mesclar duas vertentes importantes da história humana: o misticismo (suas lendas, estórias e alegorias que causam o torpor da reverência ao desconhecido absoluto) e o apelo à ciência (com os métodos avançados de conhecimento, filosofia, a crença na razão, etc.). Neste ínterim, a maçonaria aliou à suas bases de formação os ideais defendidos pelos iluministas, bem como os ritos e cerimoniais presentes na vida religiosa do homem desde mesmo a primitividade. Isto tudo encanta. Eis o poder atrativo da maçonaria. Eis as razões elementares, é bom que se diga, de seu ápice no dito “século das luzes”. O maçom era aquele que não estava mais sob o domínio exclusivo da “Rainha da Noite” (Mozart que o diga!).

Assim, ser maçom não era tão-somente pertencer a uma irmandade secreta com influências políticas. Ser maçom seria mais do que tudo estar na moda. Bem encaminhado nas raias do mundo intelectual de então. Desse modo, não podendo ser diferente, não podemos reputar por acertada a afirmação de que “o Brasil é uma invenção da maçonaria”. Assim como os usos europeus, moda da época, “pegaram” no Brasil, a maçonaria, moda da época, também “pegou”. Sim, nossos maiores líderes foram maçons, sim, nossos princípios constitucionais, por isso maiores, estão pautados nos princípios ensinados sob a “luz da maçonaria”, no entanto, é forçoso lembrar: esses princípios foram erigidos por uma burguesia ascendente que desejava mais do que tudo o poder político e a liberação econômica, e eram esses escopos que definiam os significados das palavras “liberdade”, “igualdade” e “fraternidade”.

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Essa é uma tremenda puta. Deu para o Pelé, que alavancou sua carreira artística; para o Ayrton Senna. Teve uma filha com o Zafir. Fez filme pornô com garoto de 12 anos e ainda tem a cara de pau de dizer que foi abusada dos 8 aos 13 anos. Ainda se intitula rainha dos baixinhos.

 

Trinta anos antes de Ronaldinho, Xuxa já comandava Carnaval do Galo

UOL Esporte
23/08/2013 10:39
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Crédito: Reprodução

Circulou e fez sucesso pelas redes sociais um vídeo em que a apresentadora global Xuxa Meneghel, comandou o Carnaval do Atlético-MG trinta anos atrás, quando o meia Ronaldinho Gaúcho tinha apenas três anos.

No vídeo, Xuxa aparece apenas de biquini segurando a bandeira do Atlético-MG em cima de um carro alegórico durante o Baile do Galo, realizado no Mineirinho e transmitido pela TV Bandeirantes.

Na época do Baile, Xuxa tinha apenas 19 anos e iniciava sua carreira como apresentadora na TV Manchete, conciliando com o seu ofício de modelo.

Confira o vídeo:

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Não foi esta atleta que “chocou” o mundo ao revelar, no dia da morte do seu técnico, que ele tinha abusado sexualmente dela quando ela era criança?

É moda as mulheres acusarem técnicos de as terem abusado para esconder ou justificar seus fracassos atléticos.

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A ex-nadadora Rebeca Gusmão está internada na UTI do Hospital Regional de Saúde de Samambaia, situado no Distrito Federal.

A informação foi confirmada ao UOL Esporte por uma pessoa do setor, que disse estar proibida de dar mais notícias a pedido da família de Rebeca Gusmão.

De acordo com o blog Eixo Capital, existe a suspeita de que ela tenha sofrido envenenamento. O estado de Rebeca Gusmão é grave.

Rebeca foi um dos grandes nomes da natação brasileira até 2007. Dona do primeiro ouro feminino da natação brasileira em Pan-Americanos, a atleta foi pega no exame antidoping por uso de esteroides anabolizantes. Desde então, enfrentou uma série de batalhas judiciais e terminou banida do esporte.

Rebeca sempre alegou inocência. Ela acusa a comissão antidopagem brasileira de manipulação de uma das contraprovas e questiona os relatórios que fizeram o TAS (Tribunal Arbitral do Esporte, instância máximo do setor) a encerrar a carreira dela.

http://esporte.uol.com.br/natacao/ultimas-noticias/2013/08/30/ex-nadadora-rebeca-gusmao-esta-internada-na-uti-no-distrito-federal.htm

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Essa é para a vida toda
6 de outubro de 2013 | Autor:

Um professor de filosofia parou na frente da classe e sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e o encheu com pedras de uns 2 cm de diâmetro. Olhou para os alunos, e perguntou se o vidro estava cheio.

Todos disseram que sim.

Ele então, pegou uma caixa com pedregulhos bem pequenos, jogou-os dentro do vidro agitando-o levemente, os pedregulhos rolaram para os espaços entre as pedras.

Tornou a perguntar se o vidro estava cheio.

Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio!

Dessa vez, pegou uma caixa com areia e despejou dentro do vidro preenchendo o restante.

Olhando calmamente para as crianças o professor disse:

– Quero que entendam, que isto, simboliza a vida de cada um de vocês.

As pedras, são as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a vida.

Os pedregulhos, são as outras coisas que importam: como o emprego, a casa,um carro…

A areia, representa o resto: as coisas pequenas…

Experimentem colocar, a areia primeiro no vidro, e verão que não caberá as pedras e os pedregulhos…

O mesmo vale para suas vidas.

Priorizem, cuidar das pedras, do que realmente importa.

Estabeleçam suas prioridades.

O resto é só areia!

Após ouvirem a mensagem tão profunda, um aluno perguntou ao professor se poderia pegar o vidro, que todos acreditavam estar cheio, e fez novamente a pergunta:

– Vocês concordam que o vidro esta realmente cheio?

Onde responderam, inclusive o professor:

– Sim está!

Então, ele derramou uma lata de cerveja dentro do vidro.

A areia ficou ensopada, pois a cerveja foi preenchendo todos os espaços restantes, e fazendo com que ele, desta vez ficasse realmente cheio.

Todos ficaram surpresos e pensativos com a atitude do aluno, incluindo o professor.

ENTÃO ELE EXPLICOU:

NÃO IMPORTA O QUANTO SUA VIDA ESTEJA CHEIA DE COISAS E PROBLEMAS, SEMPRE SOBRA ESPAÇO PARA UMA CERVEJINHA !!!!!!

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[singlepic id=2912 w=240 h=320 float=left]”Depois de muitos anos, descobri nos videoclipes da época que o imaginário visual que tornou a lambada uma febre havia sido criado por um cineasta francês, que passava férias nessa cidade perdida ao sul da Bahia”, contou em entrevista ao Virgula, em São Paulo. Segundo ele, Olivier Lorsac ficou deslumbrado com um casal de crianças que, tarde da noite, na década de 1980, dançava na praia. Olivier viu ali um possível hit para o verão europeu e montou a banda ao lado do francês Jean Karacos e do diretor musical Jean-Claude Bonaventure.

A vocalista Loalwa, hoje em carreira solo, foi encontrada em audições na França. Já o corpo de baile foi, primeiramente, recrutado em São Paulo. Não deu certo. Olivier queria que a dança tivesse sensualidade genuína, e portanto, voltou a Porto Seguro, onde encontrou Marilei da Silva e os irmãos Brás e Didi dos Santos, que dão seus depoimentos no filme.

No curta-metragem, rodado de forma independente com apoio de amigos e familiares, os integrantes do Kaoma falam do sucesso mundial – eles se apresentaram em mais de 110 países e venderam 30 milhões de discos, transformando a vocalista Loalwa em uma das 20 vozes mais ouvidas do mundo. A bem-sucedida estratégia de marketing dos franceses para promover – e lucrar – com o imaginário de um lifestyle tropical também é citada pelos ex-integrantes, muitas vezes com certo ressentimento.

Outra questão abordada é a origem de Chorando se Foi, uma versão não autorizada da dupla boliviana Los Kjarkas. Após um processo por plágio, os autores foram indenizados e receberam direitos autorais.

Após o lançamento em Porto Seguro, previsto para o fim de 2013, o plano é disponibilizar o documentário na íntegra na internet. “Acho importante fazer esse resgate neste momento, precisamos nos reapropriar desse fenômeno cultural e dar o devido valor a esses personagens”, conclui Yuri.

http://virgula.uol.com.br/diversao/cinema/documentario-sobre-lambada-conta-historia-do-genero-e-paradeiro-de-integrantes-do-kaoma

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Asteroide matador é do Brasil-sil-sil!
6 de outubro de 2013 | Autor:
Você enxerga a cratera de Araguainha nessa imagem feita por um satélite Landsat, da Nasa? - clique para ampliarVocê enxerga a cratera de Araguainha nessa imagem feita por um satélite Landsat, da Nasa? – clique para ampliar

Olha só: nunca antes na história deste país se teve notícia de uma tragédia parecida. A maior extinção em massa de todos os tempos pode ter começado a partir de um impacto de asteroide no Mato Grosso, cerca de 254 milhões de anos atrás.

A hipótese foi levantada por um grupo internacional de pesquisadores liderado por Eric Tohver, da University of Western Australia, e rendeu a capa da revista Pesquisa Fapesp deste mês, em competente reportagem do meu chapa Marcos Pivetta.

O trabalho, feito em colaboração com geólogos da USP, investiga a cratera de Araguainha, a maior das cicatrizes deixadas por asteroide no nosso Brasilzão. Eles estimam que um objeto de cerca de 4 km se chocou contra o nosso planeta naquela região e iniciou a cadeia de eventos que levaria à mais severa extinção em massa da história da Terra, com perda de 96% das espécies marinhas e 70% das espécies vertebradas terrestres.

Esse episódio de matança indiscriminada, conhecido também como a Grande Matança, ou evento de extinção do Permiano-Triássico, deixou a que aconteceria mais tarde — e acabaria com os dinossauros — no chinelo.

O que é curioso é que a morte dos gigantes lagartos (ou avós das galinhas, como queiram), ocorrida 65 milhões de anos atrás, foi ocasionada por um asteroide bem maior, com pelo menos 10 km de diâmetro. E, por incrível que pareça, foi menos severa do que a ocasionada pelo impacto de Araguainha, com um objeto menor.

Por quê? Ao que parece, a grande tragédia do impacto brasileiro foi ter acontecido num terreno com muito carbono orgânico armazenado. A pancada (que gerou a cratera que vemos hoje, com respeitáveis 40 km de diâmetro) liberou uma quantidade brutal de metano na atmosfera, causando um aquecimento global violento e quase instantâneo. Sem tempo para se adaptar, muitas espécies morreram, causando o colapso da cadeia alimentar.

Vale lembrar que a hipótese de que a extinção do Permiano-Triássico teria acontecido pelo impacto brasuca ainda é controversa. Até agora, o único episódio de morte maciça de espécies indubitavelmente ligado ao impacto de um pedregulho espacial, dos sete conhecidos, é mesmo o que acabou com a festa dos dinossauros.

De toda forma, o estudo é um lembrete que, quando um asteroide de grande porte cai por aqui, as coisas não costumam caminhar bem. Ignorar os assuntos espaciais é pedir para que algo assim aconteça de novo. Como dizia Arthur C. Clarke, “os dinossauros morreram porque não tinham um programa espacial”.

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Nhoque de Espinafre e Ricota à Fiorentina
6 de outubro de 2013 | Autor:

Nhoque

  • 1 xícara(s) de chá de espinafre cozido
  • 1 xícara(s) de chá de ricota fresca (200 g)
  • 1 colher(es) de sopa de cebola cortada finamente
  • noz-moscada a gosto
  • pimenta-branca moída na hora a gosto
  • queijo parmesão ralado na hora
  • ciboulette finamente picada, a gosto
  • 1 gema de ovo
  • sal refinado a gosto
  • 1/4 xícara(s) de chá de farinha de trigo (80 g)

Molho de manteiga

  • 1/2 xícara(s) de chá de manteiga (100 g)
  • 36 folha(s) de sálvia fresca
  • pinoles a gosto
  • flor de sal a gosto

Modo de preparo

Nhoque

Em uma tigela, junte o espinafre, a ricota ralada, a cebola, a noz-moscada, a pimenta-branca moída na hora, o parmesão, a ciboulette e a gema. Acerte o tempero com o sal, e misture tudo até formar uma massa homogênea.

Adicione a farinha de trigo e misture bem. Faça pequenas bolas e cozinhe em uma panela de água salgada fervente. Quando os nhoques emergirem da água, é sinal de que estão prontos. Remova-os da panela e coloque-os em um prato.

Molho de manteiga

Derreta a manteiga e uma panela até obter uma coloração dourada e forme espuma. Adicione as folhas de sálvia e retire do fogo.

Sirva os nhoques com a manteiga misturada com a sálvia, o parmesão ralado na hora e os pinoles. Salpique a flor de sal por cima antes de servir.

Receita do restaurante Benedictine
Rua Dr. Mario Ferraz, 37, São Paulo, SP
Tel.:  (11) 3034-3125

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Antes de mais nada… A verdade!
29 de setembro de 2013 | Autor:

A Samsung lançou seu relógio “inteligente”, o Samsung Gear, antecipando-se à Apple que, segundo rumores, está preparando o iWatch, mas antes que qualquer das duas tente enganar o usuário leigo dizendo que é a “dona” da ideia, aqui vai a verdade: o relógio inteligente já existe a muito tempo. Um dos pioneiros foi o WatchPad 1.5 da IBM, lançado lá pelo ano 2001, com sistema operacional Linux. Leia mais…

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Será que isso funcionará, mesmo? O câncer nem é doença. É um distúrbio do sistema imunológico que deixa de reconhecer as milhares de células anômalas (cancerosas) produzidas todos os dias pelo organismo humano e pode aparecer em qualquer pessoa e também por causas externas, como por exemplo radiação ionizante. Leia mais…

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