outubro, 2017

sudo apt-get install spamassassin amavisd-new

nano /etc/mailname

e colocar nele

antonini.psc.br

editar o arquivo:

nano /etc/default/spamassassin

mudar ENABLE=0 para ENABLE=1 e CRON=0 para CRON=1

/etc/init.d/spamassassin start

Configurar SSL

cd /etc/ssl/citadel
mkdir backup
mv citadel* backup

openssl req -new -nodes -newkey rsa:4096 -days 365 -keyout citadel.key -out citadel.csr

Preencher o certificado:

BR
Parana
Curitiba
Antonini
Website
ns1.antonini.psc.br
antonini@antonini.psc.br

chmod 600 citadel.key

openssl x509 -req -days 1000 -in citadel.csr -signkey citadel.key -out citadel.cer

cp -a citadel* /etc/ssl/webcit/

/etc/init.d/citadel restart

/etc/init.d/webcit start

Instalar ClamaV

apt-get install clamav

freschclam

service clamav-freshclam start

systemctl enable clamav-freshclam

ou

/etc/init.d/clamav-freshclam start

/etc/init.d/clamav-freshclam enable

Caso retorne esta mensagem de erro: ERROR: /var/log/clamav/freshclam.log is locked by another process

sudo service clamav-freshclam stop

sudo service clamav-freshclam start

e digite novamente freschclam

 

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O site “Tudo Sobre Todos”, que em 2015 causou grande repercussão por ser uma base de dados online dos brasileiros, está de volta. Dessa vez hospedado em um domínio da Suécia (diferentemente da versão de 2015 que era hospedado em no país africano Seychelles). Esse site permite que rapidamente CPF, telefone e endereço possa ser consultado, apenas digitando o nome da pessoa.

Durante a primeira fase do site uma enxurrada de críticas foram disparadas, inclusive debatendo a questão sobre de que forma esses dados foram colhidos. Na época o “Tudo Sobre Todos” se pronunciou dizendo obtidos através de cartórios, decisões judiciais publicadas, diários oficiais, redes sociais e consultas em sites públicos. 

Especialistas em direito digital explicam que o site pode ser considerado ilegal se essa base de dados fora colhida através do vazamento de dados sigilosos. Outro grande problema é que essa base de fácil acesso pode ser utilizada para esquematizar golpes, como de engenharia social, ludibriando as pessoas.

Assim como aconteceu em 2015, já está rolando um abaixo-assinado para que esse site seja retirado do ar. Até o fechamento dessa matéria 99 pessoas já haviam assinado. 

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Além do quilo, outras unidades de medidas básicas, como ampere, kelvin e mol, serão redefinidas.

[singlepic id=2882 w=240 h=320 float=left]A partir de 2019, 1 kg deixará de ser o que era.

Mas por quê?
É que o quilo consiste em uma das quatro unidades de medida básicas – juntamente com ampere, kelvin e mol – que serão redefinidas pela Conferência Geral sobre Pesos e Medidas (CGPM) em novembro de 2018, no que representa a maior revisão do Sistema Internacional de Unidades (SI) desde a sua criação em 1960.

O objetivo da mudança é relacionar essas unidades a constantes fundamentais e não arbitrárias, como tem sido até agora.

A decisão foi tomada na semana passada em uma reunião em Paris, na França.

A mudança é de grande importância para pesquisas científicas que exigem um alto nível de precisão em seus cálculos.

O novo quilograma
O novo sistema, que entrará em vigor em maio de 2019, permitirá que os pesquisadores realizem várias experiências para relacionar as unidades de medida com as constantes.

Tome, por exemplo, o caso do quilograma. Atualmente, essa unidade de medida é definida por um objeto: um quilograma é a massa de um cilindro de 4 centímetros de platina e irídio fabricado em Londres que é guardado pelo Escritório Internacional de Pesos e Medidas (BIPM em um cofre na França desde 1889.

Mas esse quilo original perdeu 50 microgramas em 100 anos. Isso ocorre porque os objetos podem facilmente perder átomos ou absorver moléculas do ar, então usar um para definir uma unidade SI é complicado.

Como todas as balanças do mundo são graduadas de acordo com esse quilo original, quando calculam o peso, acabam gerando dados incorretos.

Mesmo imperceptíveis na vida cotidiana, essas diferenças mínimas são importantes em cálculos científicos que exigem extrema precisão.

A nova unidade, no entanto, será medida com a chamado “balança de Watt”, um instrumento que permite comparar energia mecânica com eletromagnética usando duas experiências separadas.

Essa maneira de medir o quilo não muda, como pode acontecer no caso de um objeto físico.

Além disso, uma definição baseada em uma constante – não um objeto – resultaria na medida exata do quilo, pelo menos em teoria, disponível para qualquer pessoa em qualquer lugar do planeta e não apenas para aqueles que têm acesso ao quilo original guardado na França.

Outras unidades
A maneira de definir o ampere (unidade de corrente elétrica) também mudará.

Passará a ser medido com uma bomba de elétrons que gera uma corrente mensurável, na qual os elétrons individuais podem ser contados.

O kelvin (unidade de temperatura) será definido a partir do novo sistema com termometria acústica.

A técnica permite determinar a velocidade do som em uma esfera cheia de gás a uma temperatura fixa.

O mol, a unidade usada para medir a quantidade de matéria microscópica, é atualmente definido como a quantidade de matéria de um sistema que contém tantas partículas quantos átomos existem em 0,012 kg de carbono-12.

No futuro, será redefinido como a quantidade precisa de átomos em uma esfera perfeita de silício puro -28.

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Primeiro, instale o sudo (se não tiver o pacote): 

apt-get install sudo 

Depois, adicione o seu usuário ao grupo “sudo”. Para adicionar o usuário “xyz” ao grupo “sudo”: 

gpasswd -a usuário sudo 

ou

addgroup nome_do_usuario root

Se quiser fazer do usuário o único com acesso SUDO: 

nano /etc/sudoers 

# Allow members of group sudo to execute any command
%sudo  ALL=(ALL:ALL) ALL

No lugar de “sudo”, substituir pelo nome do usuário. Neste exemplo, xyz

# Allow members of group sudo to execute any command
%usuário  ALL=(ALL:ALL) ALL

Pronto! 

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Postgres é um sistema de gerenciamento de banco de dados com ênfase na extensibilidade e na conformidade de padrões. Como servidor de banco de dados, suas principais funções são armazenar dados de forma segura e devolver esses dados em resposta a solicitações de outros aplicativos de software.

MySQL é um sistema extensivamente utilizado, no entanto, o fork MariaDB tem conquistado seu espaço dentro do meio empresarial e por desenvolvedores de softwares livres no mundo todo. Tal fato tem permitido que o seu desenvolvimento fosse mais acelerado do que o MySQL. Mas outras soluções robustas e de custo 0, são oferecidas e com vantagens no gerenciamento e usabilidade.

O banco de dados Postgres tem muitas características desejáveis que esses sistemas ainda estão em desenvolvimento. Sua comunidade tem se mostrado atuante no desenvolvimento de novas funcionalidades. Uma de suas características marcantes é o gerenciamento de schemas dentro de uma database, especificamente.

Ainda que muitas empresas e desenvolvedores matem bases de dados MySQL pela praticidade e por ofertas de sistemas ou hosts de hospedagem. Entretanto, com advento de hosts dedicados, esse cenário tem sofrido levemente alterações e tendências futuras de uso de banco de dados de cunho específico tornará uma realidade.

Certamente, empresas e grandes organizações tendem a migrar seus bancos de dados para tecnologias capazes de armazenar grandes volumes de dados na ordem de TB. Atualmente, postgres suporta 32TB de dados.

A seguir, são apresentados na prática uma forma simples e rápida de realizar a migração de bancos de dados MySQL para PostgreSQL. Para realizar esse procedimento nós iremos utilizar o script de Lanyrd’s (MySQL to PostgreSQLconversion script), por favor, não deixe de visitar a página:
GitHub – lanyrd/mysql-postgresql-converter: Lanyrd’s MySQL to PostgreSQL conversion script

Download de Mysql-postgresql-converter:

git clone https://github.com/lanyrd/mysql-postgresql-converter.git

cd mysql-postgresql-converter

Extrair banco de dados compatível com Postgres:

mysqldump –compatible=postgresql –default-character-set=utf8 -r plant_data.mysql -u root p d plant_data

Converter padrão de MySQL para Postgres:

python db_converter.py plant_data.mysql plant_data.psql

Crie um banco de dados no Postgres e, em seguida, faça a importação dos dados:

su postgres
psql
cretate database plant_data

Sair do banco de dados:

q

Importar a base de dados:

psql d plant_data -f plant_data.psql

Sua base de dados será importada para o banco de dados Postgres.

Conclusão
Esse é um processo simples e fácil de migrar de um banco de dados de MySQL para Postgres, sem complicações.

Outras maneiras de realizar o mesmo procedimento são oferecidos e podem ser sugeridos nos comentários abaixo. Esse procedimento foi utilizado para migrar uma modesta base de dados de 6 GB com sucesso e atendeu às necessidades para o momento.

Sobre o autor José Cleydson Ferreira Silva, possui mestrado em Ciência da Computação e atualmente doutorando em Genética e Melhoramento pela Universidade Federal de Viçosa/UFV. É usuário do Linux por filosofia.

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Raspberry Pi: configurando o cliente no-ip
25 de outubro de 2017 | Autor:

O NOIP é um provedor grátis de DNS dinâmicos. O DNS dinâmico é um sistema que permite que um nome de domínio Internet (algumacoisa.com) possa ser atribuído a um endereço IP dinâmico (que muda e não é sempre o mesmo). Uma vez que as mudanças dinâmicas de endereço IP ocorrem, o DNS dinâmico torna possível que os outros computadores na Internet estabeleçam conexões com essa máquina sem precisar saber o endereço IP real/atual.

O endereço IP é monitorado usando o software cliente de atualização dinâmica (DUC) do No-IP.com. Quando ocorrem as mudanças de endereço, o registro DNS é atualizado automaticamente e conexões feitas ao nome de domínio são enviados para o endereço IP correto, independentemente do qual seja esse novo endereço IP.

Este pequeno tutorial irá ajudá-lo a instalar o cliente NoIP no seu Raspberry Pi. Antes de prosseguir, você precisa visitar o site do NoIP (http://www.no-ip.com) e criar uma conta. Será necessário o nome de usuário e senha durante a instalação.

As instruções a seguir foram baseadas em um Raspberry Pi com o sistema operacional “blindado” conforme descrito no post “Raspberry Pi: tornando o Raspbian mais seguro“, ou seja, todos os comandos foram executados com a conta root. Caso o Raspberry Pi em questão esteja com o sistema operacional padrão, deve-se utilizar sudo antes dos comandos.

1. Criar um diretório para instalação

cd noip

2. Baixar o software cliente

cd noip2.1.91

4. Compilar e instalar o software

make install
 
Durante a instalação o software irá solicitar que seja digitado o seu nome de usuário e senha. Uma vez feito isso ele irá pedir o intervalo de atualização. Mantenha o valor padrão. Você será obrigado a responder a mais algumas perguntas…

5. Iniciar o cliente 

/usr/local/bin/noip2

6. Iniciar automaticamente o cliente durante o boot

Para conseguir que o software inicie automaticamente durante a inicialização do sistema, é necessário modificar o arquivo rc.local:

Insira a linha abaixo entre estas linhas:

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Eu sempre tive problemas para conectar o Zenfone 3 no Computador. Basicamente eu precisava conectar via MTP (Media Transfer Protocol) criado pela Microsoft para fazer transferências de dados no Windows XP! Bem, eu estou com Windows 10 e esse protocolo somente emula a memoria interna do aparelho e somente a pasta DCIM (pasta de imagens), o que me dava um grande trabalho, pois ou eu copiava as coisas pra essa pasta e depois pegava com um gerenciador de arquivos no Android, ou eu enviava e recebia os arquivos usando o Share Link da Asus, o que ainda assim é demorado e travado!

Para resolver o problema de conexão com o PC é simples, mas você precisa saber de algumas dicas antes:

Dica #1 – Certifique-se de usar o Cabo USB-C certo!
Caso você conecte o seu celular no Computador e ele não seja detectado, existe uma grande chance de você estar usando o Cabo USB-C errado. Se você comprou um cabo para carregar o seu celular, pode acontecer de esse mesmo não cabo poder fazer transferência de dados.

Quando você compra um ZenFone 3, você recebe um cabo USB-C junto, esse cabo esta preparado para carregar e transferir arquivos.

Se você por algum motivo perdeu o cabo ou seu cachorro comeu, você pode comprar outro, mas se certifique de comprar um cabo de boa qualidade.

Dica #2 – Ativar o armazenamento no seu Aparelho
Essa pode ser a mais simples de todas, ativar o armazenamento para que o seu aparelho comunique com o computador. Quando conectamos o aparelho a primeira vez no computador, ele somente irá carregar o dispositivo e para poder transferir arquivos, você precisa ativar a transferência.

1.Conecte seu aparelho no computador;
2.Desça a barra de notificação do seu Android;
3.Selecione USB Carregando Dispositivo;
4.No menu seguinte, selecione Transferência de Arquivos;
5.Se mesmo assim não funcionar, selecione Transferir Fotos (PTP);
6.Com isso, você será capaz de transferir arquivos do seu celular para o seu computar e vice-versa.

Dicas #3 – Conecte em outra porta USB
Se tudo até agora não funcionou pra você, suas opções estão chegando ao fim.

As vezes, em computadores mais antigos ou mal conservados, as portas USB apresentam defeito ou estão “fracas” para trabalhar direito, o jeito então é mudar a porta USB.

Evite as portas USB frontais, aquelas que ficam na parte da frente do seu Gabinete, elas não são ligadas diretamente a placa mãe e podem estar causando esse problema.

Nunca conecte em um HUB USB, principalmente se você esta transferindo arquivos grandes ou fazendo alguma modificação no sistema do seu Android.

Conecte o cabo na porta traseira do seu gabinete, as portas USB traseiras são ligadas diretamente a placa mãe e dificilmente apresentam problemas, tendo uma ligação direta, elas são mais seguras e estáveis na hora de transferir arquivos.

Cuidado com as portas USB 3.0, apesar de serem mais novas, se o seu computador não estiver com os drivers devidamente instalados e com o sistema atualizado, você pode ter instabilidade e até falhas gravas nas transferências.

Dica 4# – Forçando a escolha do Driver no Windows
Muitas vezes o Windows não reconhece os drivers dos aparelhos Android, sendo assim os fabricantes disponibilizam programas executáveis com os drivers para você adicionar manualmente. Bem, com o meu Zenfone 3 não foi assim, a Asus disponibiliza um conjunto de dll’s para serem adicionadas manualmente e mesmo assim não funciona. Eu consegui essa dica do Fórum do Zentalk da Asus e agradeço ao Adybayu.434 por disponibilizar. Eu trouxe o tutorial bem explicado para todos entenderem.

1.Conecte seu Zenfone 3 no computador;
2.No Android, desça a barra de notificação e selecione Transferência de Arquivos;
3.No computador, clique com o botão direito do Mouse em cima do Meu Computador e selecione Gerenciador (meu Windows esta em inglês, mas o processo é o mesmo)

4.Essa é a tela de gerenciador de drivers do Windows, note que o driver MTP estará com um triangulo ao lado, indicando algum problema;

5.Clique com o botão direito do Mouse sobre o driver MTP e selecione Atualizar Driver…;
6.Selecione a segunda opção Procurar software de driver no computador;
7.Em seguida, selecione a ultima opção Permitir que eu escolha em uma lista de drivers de dispositivo no computador;
8.Será aberto uma grande lista, com vários tipos de dispositivos, essa parte pode mudar de computador para computador, no meu caso, eu selecionei a opção Asus Android Device, mas para você pode aparecer a opção MTP USB Device;

9.Selecione e aperte em Próximo, você verá uma lista de Drivers, selecione MTP USB Device;
10.Aguarde o final de instalação;

11.Feito isso, seu Zenfone 3 estará conectado ao computador e com tudo funcionando.

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Chamado de Connect Tag, acessório pode ser usado para saber a localização de ente querido, bicho de estimação ou objeto de valor.

A Samsung anunciou nesta semana, durante evento nos EUA, um novo acessório de rastreamento que permite aos usuários saberem com facilidade a localização dos seus familiares, bichinhos de estimação e objetos de valor.

Chamado de Connect Tag, o gadget tem dimensões pequenas, com 4,12 cm de largura e 1,19 cm de espessura e peso de apenas 25 gramas, podendo ser colocado na mochila de uma criança ou preso à coleira do seu cachorro ou gato, por exemplo.

O dispositivo de Internet das Coisas roda o sistema Tizen, da Samsung, e utiliza GPS, posicionamento baseado em Wi-Fi (WPS) e identificador de célula para fornecer localizações precisas em ambientes externos e internos.

Como não poderia deixar de ser, o dispositivo conta com uma bateria de alta duração (de 300mAh), com capacidade para até sete dias com uma única carga, segundo a Samsung. Além disso, o Samsung Connect Tag é resistente à água e poeira, contando com certificado IP68, garantindo assim uma maior durabilidade.

Como funciona
De acordo com a empresa sul-coreana, o Tag também pode ser um bom companheiro quando o usuário esquecer onde estacionou o carro em um shopping ou local aberto, por exemplo. Em casos como esse, basta ativar a função “sob demanda” ao pressionar um botão smartphone e pronto, você encontrará seu veículo – desde que o acessório esteja no automóvel, é claro.

O aparelho conta ainda com uma funcionalidade “Enviar Minha Localização”, que permite que a pessoa, mesmo uma criança pequena, possa informar exatamente onde está para ser buscada pelos pais ou responsáveis.

Também é possível programar o aparelho para enviar notificações de localização periódica, que mostrarão uma identificação atualizada do local onde está o seu ente querido, e acionar a ferramenta de barreira geográfica, que notifica os dispositivos escolhidos pelo usuários quando o Tag passar por uma determinada zona pré-definida – seja uma criança entrando no pátio da escola ou um cachorro pulando a cerca de casa.

Disponibilidade
O Samsung Connect Tag chega primeiro à Coreia do Sul, terra natal da fabricante, onde será lançado nos próximos meses. A companhia diz que o produto desembarca “em breve” em outros países selecionados, que não foram revelados.

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Postado Por Carlos Cardoso em 21 10 2017 em Biologia, Medicina

Conta-se que Alexandre o Grande certa vez encontrou o filósofo Diógenes remexendo em uma pilha de ossos. O Rei perguntou o que ele fazia. Diógenes respondeu: “estou tentando separar os ossos de vosso pai, mas não consigo diferenciá-los dos de um escravo”.

Hoje em dia a antropologia forense com algum esforço até conseguiria identificar o rei morto, dependendo do osso, em outros casos é apenas impossível sem exames de DNA. Algumas estruturas são idênticas, independente de etnia, ou mesmo gênero. Não existe “dente feminino”, por exemplo.

Outro campo onde imaginava-se que não havia diferença de gêneros era no sangue. Claro, o DNA do doador deixa claro o gênero dele mas o sangue em si, bem, sangue é sangue, certo?

Não exatamente.

Em um estudo que envolveu 986.264 pacientes um grupo de cientistas correlacionou diversos fatores entre doadores e receptores de sangue, atrás de variações na sobrevida dos pacientes. Outro estudo, com 9.907 casos pesquisou especificamente doações envolvendo gêneros diferentes.

O resultado
Homens que recebem sangue de mulheres têm 1,5 vez mais chances de morrer do que homens que recebem sangue de homens. Os estudos acompanharam os pacientes por 12 anos.

Calma que fica mais bizarro ainda: o efeito danoso só aparece se a mulher doadora estiver grávida ou já tiver tido filhos.

Ficou confuso? Caso o receptor do sangue tenha mais de 50 anos, o efeito danoso desaparece e não há variação de mortalidade.

Ou seja: ão só sangue de mulheres e homens não é idêntico, como — especula-se — a gravidez faz com que o corpo da mulher crie uma série de anticorpos que eventualmente se mostram prejudiciais para homens, mas não para outras mulheresfonte.

Dada a quantidade de transfusões feitas no mundo, um dos cientistas envolvidos na pesquisa sugere que seja feita uma separação do sangue usado em transfusões, enquanto novas pesquisas confirmam ou refutam os resultados das anteriores.

É uma questão de prevenir, pois se as pesquisas estiverem certas muita gente será salva com ações tomadas o quanto antes.

A dificuldade é que isso limita o universo de doadoras, resumindo-o a mulheres que nunca engravidaram, e como muitas vezes há fecundação mas a gravidez não segue adiante e a mulher nem percebe, é preferível sangue de doadoras com pouco ou nenhum contato sexual, e não há tantas jogadoras de Magic assim no mundo.

Fonte: New Atlas.

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Desinstalar LXDE e XORG
20 de outubro de 2017 | Autor:

Para desinstalar somente lxde do Debian 9 (Stretch) execute no terminal:

sudo apt-get remove lxde*

Desinstalar lxde e os pacotes dependentes
Para desinstalar o pacote lxde e quaisquer outros pacotes dependentes que não sejam mais necessários do Debian Stretch.

sudo apt-get remove –auto-remove lxde*

Expurgar lxde
Se você também deseja limpar as configurações e/ou dados de lxde do Debian Stretch então use este comando:

sudo apt-get purge lxde*

Para limpar as configurações e/ou arquivos de dados do lxde e de seus pacotes dependentes do Debian Stretch execute:

sudo apt-get purge –auto-remove lxde*

Desinstalar x-org

apt-get remove xserver-xorg

ou

tasksel remove desktop*

Finalizando:

apt-get autoremove

reboot

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Categoria(s): Informática |  Comente
Android TV – H96 PRO Octa Core TV Box
18 de outubro de 2017 | Autor:

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Categoria(s): Vídeos |  Comente
Hanine – Arábia (2016)
16 de outubro de 2017 | Autor:

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Ditadura da balança
7 de outubro de 2017 | Autor:

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Veja como fazer a bateria do celular durar mais.

São Paulo – Poucas coisas são mais frustrantes do que ficar sem bateria no celular, não é mesmo? Você não pode usar nenhum aplicativo e o seu belo smartphone vira um verdadeiro peso de papel. No longo prazo, a duração da bateria diminuiu e isso acontece cada vez mais com você. Mas e se você pudesse evitar que isso aconteça?

A equipe por trás do site Battery University, especializado em baterias, criou uma lista de dicas para você carregar o seu celular do jeito certo. Ao contrário do que muitos acreditam, é melhor carregar o seu aparelho várias vezes por dia e por pouco tempo do que de uma vez só.

E mais: seria melhor que a sua bateria nem atinja 100%.

A longevidade das baterias é medida em ciclos e quanto mais vezes ela for de zero a 100%, mais rápido seu desempenho vai cair.

Manter o smartphone na tomada por longos períodos prejudica a bateria. É por isso que a Sony tem a tecnologia Qnovo nos seus aparelhos. Ela aprende com o seu uso para evitar que a energia continue a ser passada aos produtos após eles chegarem a 100% de carga. Com isso, se você tiver um smartphone Sony topo de linha, como o Xperia XZ1, nem precisa se preocupar tanto com essas dicas.

Se não tem, a Battery University indica que você coloque seu aparelho para carregar quando a carga estiver em 10%. Um pouco antes de chegar à carga total, é bom desplugá-lo.

Outra dica importante é ficar de olho na temperatura do smartphone durante o carregamento. Se ele ficar quente, como acontece muito com carregadores Fast Charging, é bom desconectá-lo.

O melhor, aliás, é usar carregadores com menos amperagem ou mesmo ligar o seu smartphone à porta USB de um computador. O processo será lento, mas mais saudável para o seu produto.

Um bom app para ficar de olho no consumo de bateria é o AccuBattery, disponível para Android.

Essas dicas, é claro, não podem ser aplicadas o tempo todo. Elas são apenas trilhas e não trilhos. Os smartphones estão sempre conosco e não é em todo lugar que temos uma fonte de energia. Ainda assim, se você seguir essas dicas quando puder, a bateria do seu celular pode viver por mais tempo.

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Brothers Johnson – Stomp (1980)
7 de outubro de 2017 | Autor:

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