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INTRODUÇÃO
A rede Tor é o que comumente chamamos de deep web, onde é possível encontrar diversos sites que não são indexados pelo Google e algumas outras ferramentas. A rede Tor é composta por um grupo de servidores voluntários que permite que as pessoas naveguem com privacidade e segurança.
Quando um usuário usa o navegador Tor, são realizadas diversas conexões com túneis virtuais até a destino original ser alcançado. Isso permite que você navegue em redes públicas sem comprometer a sua privacidade na rede. Na rede Tor é possível que você publique seu site sem precisar revelar sua atual localização. A principal ideia do Tor Project é ajudar as pessoas em países onde existe censura e monitoramento da internet, possibilitando assim que você se conecte de forma anônima.
Nesse artigo não é abordado como realizar o download e a instalação do navegador Tor, para isso você pode verificar nesse link:
MANTENDO O ANONIMATO
A deep web contém diversos conteúdos que podem ser usados de maneira útil, mas também possui uma gama de sites com conteúdos inapropriados. É extremamente fácil acessar a dark web e detectar se você não está tomando as precauções certas. O Tor não pode resolver todos os problemas de anonimato, é focado em proteger o transporte dos dados, então, é necessário tomar algumas outras precauções. Não coloque seu nome ou qualquer outra informação pessoal em formulários web. Desabilite o JavaScript do navegador. Quando realizar o download de um arquivo, é aconselhável que você abra ele enquanto não estiver conectado na internet. Caso queira uma proteção a mais, pode usar VPN em seu computador.
TERMINAÇÃO .ONION
A terminação .onion é semelhante ao conceito de .bitnet utilizado antigamente. A terminação é utilizada para sites e serviços que estão dentro da rede Tor . Esses endereços não são DNS reais, mas com o navegador adequado, é possível acessar sites com terminação .onion através do envio de pedidos pela rede Tor.
POR ONDE COMEÇAR
A quantidade de informações que podemos encontrar na rede Tor é vasta, ainda mais que os conteúdos não são indexados, isso torna as coisas um pouco mais complicadas em quesitos de localizar informações e a transforma em um terreno pouco explorado. Digamos que podemos encontrar de tudo, como notícias, fóruns de discussões, artigos de variados temas, documentos sigilosos de guerra, grandes bibliotecas etc.
Não espere encontrar sites com HTML e CSS avançados, a maioria dos sites possuem aparência de 10 anos atrás. A navegação na rede Tor é feita através de links, existem páginas que contém uma série de links para serem explorados. Um exemplo, é o The Hidden Wiki, um dos mais famosos sites de links. Nele é possível achar os links de acordo com as categorias e artigos em formato wiki.
Link para o The Hidden Wiki: http://kpvz7ki2v5agwt35.onion
E-MAILS ANÔNIMOS
A rede Tor é repleta de serviços de e-mail que garantem total anonimato em enviar e receber e-mails. Abaixo temos uma lista de e-mails anônimos, lembrando que alguns e-mails só podem ser acessados na rede Tor.
Mail2Tor
Mail2tor é um serviço de e-mail da rede Tor que permite mandar e receber e-mails de modo anônimo. Mail2tor garante completo anonimato e comunicação privada para qualquer um que manda e recebe e-mails. O serviço surgiu com o Tor Project, suporta SMTP, IMAP e POP3. Nenhum e-mail fica armazenado nos servidores do Mail2Tor.
Link Mail2Tor: http://mail2tor2zyjdctd.onion
ProntonMail
ProtonMail é um serviço de e-mail criptografado, lançado em 2013 após as revelações de Edward Snowden sobre a NSA. O ProtonMail oferece um serviço de autodestruição das mensagens e criptografia simétrica.
Link ProtonMail: https://protonirockerxow.onion
Guerrilla Mail
Guerrilla Mail fornece e-mails temporários, sem registro e gera um e-mail anônimo para uso. Todos os e-mails enviados são apagados em 24 horas. Guerrilla Mail não precisa ser necessariamente acessado pela rede Tor.
Link Guerrilla Mail: http://grrmailb3fxpjbwm.onion
SEGURANÇA NA REDE
Conforme mencionado acima, o navegador Tor não vai garantir 100% de anonimato. Então, para alguns usuários que necessitam de mais privacidade, é possível criar um ambiente que seja descartado após o uso. Usamos o chamado Tails(The Amnesiac Incognito Live System).
Trata-se de uma distribuição Linux baseada no Debian que simula um sistema operacional, que após o uso pode ser descartável. A rede Tor está cheia de conteúdos ilícitos, você é responsável pelos seus atos e existem investigações na rede. Use o conhecimento para o bem, existem milhares de bibliotecas e artigos úteis na rede Tor.
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SSD Kingstom 240GB em 24 de agosto de 2018 [nggallery id=156]
HD Kingstom 2TB em 24 de agosto de 2018 [nggallery id=157]
1 URV = CR$2.750,00 = R$1,00
CR$ = Cruzeiro Real.
Conheço um jeito bem mais fácil e gostoso de frazer uma tetinha crescer: CHUPANDO!
E já que a garotinha está peladinha, chupar a bucetinha dela até fazê-la gozar, ajudará a crescer.
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É possível detectar problemas no HD antes de o equipamento dar defeito. Como HDs são uma das principais formas de armazenamento de dados digitais, eles são parte essencial do funcionamento de um computador. O que muitas pessoas não sabem é o que o dispositivo é muito sensível. Fixado em um notebook ou desktop, o disco rígido tem vida média de cinco a 10 anos, dependendo da fabricante e do ambiente.
Com os modelos externos, pode ser ainda menor, uma vez que ficam em movimento o tempo todo. Assim, são esperados apenas de três a cinco anos de vida para aparelhos do tipo. Após a falha, não há o que fazer: a única opção é comprar outro. As informações, por sua vez, dificilmente serão recuperadas – e por um alto custo.
Para garantir que arquivos importantes se mantenham a salvo, é preciso tomar alguns cuidados. É sempre bom estar em dia com os backups e usar outros espaços de armazenamento, incluindo a nuvem. Serviços com o Google Drive, o Dropbox, o iCloud e o OneDrive são grandes aliados nessa hora.
Mas essas medidas são especialmente importantes quando o fim da vida útil do disco rígido é eminente. A boa notícia é que muitas vezes os HDs “morrem” gradualmente, apresentando com antecedência indícios de que problemas graves estão a caminho. Confira a seguir como identificar se seus dados estão em perigo.
1. Lentidão e travamentos frequentes
Caso sua máquina trave e reinicie sozinha o tempo todo, a “tela azul da morte” seja frequente, ou se as pastas e arquivos demoram vários minutos para abrir, o disco rígido pode ser o responsável. Principalmente se as falhas ocorrerem depois de uma nova instalação ou mesmo no modo Windows Safe. Na verdade, esses sintomas podem ser causados por vários problemas, mas, de qualquer forma, é hora de fazer um backup.
Arquivos que somem de repente, não abrem de jeito nenhum ou ficam corrompidos, dificuldades para salvar um arquivo ou ainda programas que param de funcionar alegando não encontrarem um arquivo essencial. Esses são todos sinais típicos de um HD com potencial para travar a qualquer momento.
3. Sons estranhos
Ruídos esquisitos podem indicar danos mecânicos já avançados no disco rígido. Quando a agulha está tentando gravar ou ler dados fora de posição, ou se o motor estiver emperrado, certos sons são emitidos. Caso escute barulhos estridentes, rangidos e cliques repetitivos ao usar o computador e/ou HD externo, corra para salvar suas informações. Ainda assim, talvez seja tarde demais.
4. Falha no reconhecimento
Quando o computador não consegue mais detectar o HD, o defeito pode estar tanto em um quanto no outro. Vale ainda verificar se a questão não é o cabo ou a conexão na placa-mãe e, se for possível, testar o disco em outra máquina. Geralmente, trata-se de uma falha lógica, mas, caso o problema seja mesmo no disco rígido, será necessário procurar um especialista para recuperar os dados.
5. Sistema S.M.A.R.T.
Uma ferramenta capaz de prever problemas com o disco rígido é o S.M.A.R.T (sigla em inglês para “tecnologia de análise e relatórios de automonitoramento”), conjunto de informações guardadas no sistema operacional. Existem programas para a leitura desses dados, que averiguam as condições dos HDs conectados ao computador, como o CrystalDiskInfo. Essas ferramentas, porém, não costumam reconhecer as deficiências em estágios iniciais.
Como saber se seu HD está morrendo?
Apesar do Windows apresentar informações sobre os disco rígido e outros componentes do hardware de seu computador, o sistema operacional não faz uma analise profunda sobre o funcionamento destes.
Pensando nisso, o TechTudo preparou este tutorial ensinando a utilizar o aplicativo CrystalDiskInfo para averiguar as condições sobre os HDs conectados ao seu PC, e descobrir inúmeros detalhes sobre o seu funcionamento.
Passo 1. O CrystalDiskInfo é um programa gratuito, prático e intuitivo, que exibe informações do próprio disco rígido através do sistema S.M.A.R.T. (Self-Monitoring, Analysis, and Reporting Technology). Com grande parte de sua interface em português, o aplicativo discrimina os dados sobre os HDs conectados ao PC pelas abas superiores;
Passo 2. As análises dos discos rígidos exibem detalhes sobre o status da saúde do HD, sua temperatura, características gerais e o processamento de dados do sistema S.M.A.R.T. Para alterar especificações sobre as condições que são avaliadas, clique no botão abaixo de “status de saúde”;
Passo 3. Clicando na opção “Função” na barra de comando do CrystalDiskInfo é possível configurar o funcionamento do programa e escolher as modalidades de alarme que poderão ser disparados, caso seu disco rígido apresente problemas;
Passo 4. O aplicativo mostra também informações sobre HD externos e, caso esteja funcionando de forma residente, exibirá em seu acesso na barra de tarefas a temperatura de cada disco rígido conectado ao PC;
Pronto! Agora todos os seus HDs, internos ou externos, estão testados e com a durabilidade controlada.
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Você pode usar o comando systemctl para gerenciar a interface padrão — fazendo a troca entre GUI (modo gráfico) e CLI (modo texto).
Para ver qual é o padrão, neste momento, use o comando assim:
systemctl get-default
graphical.target
O resultado “graphical.target” indica que a GUI é a interface padrão (no meu sistema). Se fosse a CLI, o get-default iria resultar em “multi-user.target”
Para mudar a interface padrão para o modo texto, na próxima inicialização do sistema, use o set-default:
systemctl set-default multi-user.target
Created symlink /etc/systemd/system/default.target → /lib/systemd/system/multi-user.target.
Este comando pede autenticação de administrador do sistema e só terá efeito após o reboot.
Você reiniciar o sistema com o próprio systemctl:
systemctl reboot
Para mudar a interface padrão para o modo texto, na próxima inicialização do sistema, use o set-default:
systemctl set-default multi-user.target
Created symlink /etc/systemd/system/default.target → /lib/systemd/system/multi-user.target.
Este comando pede autenticação de administrador do sistema e só terá efeito após o reboot.
Você reiniciar o sistema com o próprio systemctl:
systemctl reboot
Para desfazer o procedimento – e voltar a usar a interface gráfica como padrão – use o seguinte comando:
systemctl set-default graphical.target
Removed /etc/systemd/system/default.target.
Created symlink /etc/systemd/system/default.target → /lib/systemd/system/graphical.target.
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Campfire poderia ser a maneira do Google de mostrar que os PCs de baixo custo deveriam estar rodando o Chrome OS.
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Os Chromebooks mais acessíveis não são exatamente máquinas poderosas, combinando chips ARM de baixo custo com o Chrome OS otimizado para navegador do Google. Mas novos relatórios de um chamado recurso “Campfire” recém-descoberto sugerem que o Google deseja permitir que os Chromebooks rodem Windows. Loucura? Bem, não se você é o Google. Isso porque, na maioria dos casos, quem se beneficiaria disso é o próprio Google, em termos de mostrar o quão eficiente seu sistema operacional Chrome pode ser em comparação com o Windows da Microsoft.
O projeto do Google para levar o Windows 10 a Chromebooks é supostamente chamado de Campfire, de acordo com o XDA Developers, que analisaram o código-fonte e parte de um novo “Alt OS Mode” que não exigem a ativação do modo de desenvolvedor.
O Campfire poderá ser lançado no próximo Pixelbook e Chromebooks de alta potência, que usam processadores Core i5 com capacidade para Windows. Mas o Google poderia, também, ativá-lo em dispositivos Core i3 ou Celeron – notebooks que são rápidos o suficiente para fazer o Chrome OS parecer rápido, mas fazer parecer o Windows inferior.
Uma decisão que beneficia o Google
Os desenvolvedores do XDA observaram que adicionar o suporte do Windows levaria a exigência de armazenamento do Chromebook a 40 GB, em comparação com os 10 GB que o Chrome OS geralmente exige.
O Chrome OS depende muito da nuvem para armazenamento e serviços. O usuário pode, por exemplo, armazenar uma imagem baixada do armazenamento local do Chromebook, mas o Google prefere salvá-la no Google Drive ou no aplicativo do Google Fotos. Ao armazenar arquivos localmente, a maioria dos Chromebooks de baixo custo ficará sobrecarregada com uma unidade flash eMMC lenta, em comparação com os SSDs tradicionais encontrados nos PCs com Windows. E, embora a Microsoft também ofereça seu próprio serviço de nuvem OneDrive, o Windows tem entregue uma experiência muito mais localizada, com aplicativos e documentos armazenados e sendo executados a partir de unidades locais.
O Campfire, se realmente for lançado, chega no meio de duas tendências: um empurrão para tablets baratos do Windows liderados pelo Microsoft Surface Go e uma repentina agressividade do Google em desafiar o domínio tradicional da Microsoft.
Por isso, parece estranho que o Google incentive alguém que acabou de comprar um Chromebook a carregar o Windows nessa máquina. Mas, também, é a maneira mais fácil de demonstrar, no mesmo hardware, que o Chrome OS é uma maneira mais barata e mais rápida de computação do que o Windows.
Porém, isso tudo ainda é uma especulação. O Google não anunciou oficialmente o Campfire e nem as máquinas que ele realmente será executado.
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Tudo começou quando a turma de direito dessa faculdade resolveu transformar uma célebre frase em camiseta e ela virou moda no Campus. O resto da história está contado aí embaixo, na forma de frases.
A turma de Direito fez a seguinte frase:
“Seu namorado faz direito? Vem cá que eu faço”.
Em seguida, o pessoal de Medicina largou a seguinte frase:
“Ele pode até fazer direito, mas ninguém conhece seu corpo melhor que eu.”
O pessoal de Administração não deixou para menos:
“Não adianta conhecer o corpo, fazer Direito se não souber Administrar o que tem!!”
O pessoal de Administração ficou bem na fita, quando a Turma de Agronomia apareceu com a seguinte frase:
“Uns conhecem bem, outros fazem direito, e alguns sabem administrar o que tem, mas plantar a mandioca como nós ninguém consegue!
Acha q terminou por aí??
Nem pensar…
Dai veio o pessoal da Publicidade e largou esta:
“De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar e plantar a mandioca se depois não puder contar pra todo mundo?”
Logo veio a turma da Engenharia participar também da brincadeira:
“De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, e poder contar pra todo mundo, se não tiver energia e potência para fazer varias vezes?”
Mas a frase campeã foi realmente a da Contabilidade:
“De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, poder contar pra todo mundo, ter energia e potência para fazer varias vezes se mulher gosta mesmo é de dinheiro???
NOVA FRASE DAS MENINAS DO CURSO DE NUTRIÇÃO:
“De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, poder contar pra todo mundo, ter energia e potência para fazer várias vezes e ter dinheiro… se no final das contas a gente sempre precisa ensinar a comer! ”
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A instalação do ISPConfig neste sistema operacional ARM segue os mesmos passos do tutorial do Debian 9 (Stretch) com Apache, BIND, Dovecot, PureFTPD e ISPConfig 3.1 (acesse aqui) apenas pulando o passo de configuração do Quotas no fstab que não deve ser feito porque não funcionará. Leia mais…
Agora, governo da Baixa Saxônia também abandona o Linux e adota o Windows.
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As distribuições Linux nunca tiveram o reconhecimento que merecem no mundo. Agora, o sistema enfrenta um outro desafio. Os governos abandonam o software livre e a utilização do Linux. Além de enfrentarem o poderoso lobby do Windows, a falta de incentivos à utilização é gritante. Aqui mesmo no SempreUpdate já acompanhamos essa migração que você poderá reler clicando nos links destacados na matéria.
O exemplo mais famoso e controverso é o da cidade alemã de Munique. A administração local deu um revés brutal quando anunciou que preferiria investir 80 milhões de euros na mudança para o Windows a permanecer com Linux. Estamos falando de uma cidade que veio criar sua própria distribuição Linux. Ainda assim, ela não podia aceitar os riscos e peculiaridades do Linux.
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Munique se tornou um exemplo para o uso de software livre desde 2003, quando decidiu trocar o Windows por uma distribuição do Linux. No entanto, após uma década, ela vai voltar para o sistema operacional da Microsoft. Munique decidiu implementar o Windows 10 em cerca de 29 mil PCs a partir de 2020. Ela vai substituir totalmente o LiMux — versão personalizada do Ubuntu — até o início de 2023.
Adeus ao Linux no governo da Baixa Saxônia
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Hoje sabe-se que outra zona alemã seguirá os passos de Munique. Este é o governo da Baixa Saxônia, que anunciou que migrará os 13.000 computadores que possui para o Windows 10; uma operação que não será simples nem barata, mas que o governo considerou necessária.
Os líderes parecem ter feito essa decisão coincidindo com a renovação do equipamento de informática. A maioria dos sistemas usa o OpenSuse 12.2 ou 13.2; versões obsoletas e de longa data abandonadas por seus criadores. De fato, não muito tempo atrás, o Suse Linux, no qual o OpenSuse é baseado, foi vendido.
Portanto, o plano não é apenas mudar para o Windows mas para renovar todo o equipamento de informática com o Windows pré-instalado. Como eles iam trocar de equipamento, provavelmente pensaram que seria o momento ideal para a migração.
Outras razões são que muitos dos trabalhadores e serviços de suporte já usam o Windows. Por isso, não faz sentido fragmentar sua base.
O interessante é que a Baixa Saxônia tem resistido há muito tempo à tentação do Windows. Quando em 2006 eles mudaram para o OpenSuse, eles vieram de outro sistema operacional alternativo: o Solaris. Portanto, será uma experiência totalmente nova para os funcionários.
Tudo isso não será barato. Os orçamentos contemplam 5,9 milhões de euros somente no próximo ano. Além disso, espera-se que gaste cerca de 7 milhões de euros por ano no futuro próximo. Tudo depende de quanto tempo a migração levará.
Há esperança?
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As razões para mudar para o Windows são muito pragmáticas e compreensíveis. O problema é que a Baixa Saxônia não é a única; aqueles que apostam alto no Linux estão retirando seu suporte e mudando para o Windows.
Há exceções, é claro. Barcelona está a caminho de se tornar o maior de todos, e a grande referência do uso do Linux nos governos. O plano anunciado no ano passado é um custo importante no orçamento. Contudo, começam a cumprir a promessa.
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