{"id":19323,"date":"2013-10-06T18:50:15","date_gmt":"2013-10-06T18:50:15","guid":{"rendered":"http:\/\/antonini.med.br\/blog\/?p=19323"},"modified":"2021-04-08T01:30:09","modified_gmt":"2021-04-08T01:30:09","slug":"documentario-sobre-lambada-conta-historia-do-genero-e-paradeiro-de-integrantes-do-kaoma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antonini.ddns.net\/?p=19323","title":{"rendered":"Document\u00e1rio sobre lambada conta hist\u00f3ria do g\u00eanero e paradeiro de integrantes do Kaoma"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">[singlepic id=2912 w=240 h=320 float=left]&#8221;Depois de muitos anos, descobri nos videoclipes da \u00e9poca que o imagin\u00e1rio visual que tornou a lambada uma febre havia sido criado por um cineasta franc\u00eas, que passava f\u00e9rias nessa cidade perdida ao sul da Bahia&#8221;, contou em entrevista ao Virgula, em S\u00e3o Paulo. Segundo ele, Olivier Lorsac ficou deslumbrado com um casal de crian\u00e7as que, tarde da noite, na d\u00e9cada de 1980, dan\u00e7ava na praia. Olivier viu ali um poss\u00edvel hit para o ver\u00e3o europeu e montou a banda ao lado do franc\u00eas Jean Karacos e do diretor musical Jean-Claude Bonaventure.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A vocalista Loalwa, hoje em carreira solo, foi encontrada em audi\u00e7\u00f5es na Fran\u00e7a. J\u00e1 o corpo de baile foi, primeiramente, recrutado em S\u00e3o Paulo. N\u00e3o deu certo. Olivier queria que a dan\u00e7a tivesse sensualidade genu\u00edna, e portanto, voltou a Porto Seguro, onde encontrou Marilei da Silva e os irm\u00e3os Br\u00e1s e Didi dos Santos, que d\u00e3o seus depoimentos no filme.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No curta-metragem, rodado de forma independente com apoio de amigos e familiares, os integrantes do Kaoma falam do sucesso mundial &#8211; eles se apresentaram em mais de 110 pa\u00edses e venderam 30 milh\u00f5es de discos, transformando a vocalista Loalwa em uma das 20 vozes mais ouvidas do mundo. A bem-sucedida estrat\u00e9gia de marketing dos franceses para promover &#8211; e lucrar &#8211; com o imagin\u00e1rio de um lifestyle tropical tamb\u00e9m \u00e9 citada pelos ex-integrantes, muitas vezes com certo ressentimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra quest\u00e3o abordada \u00e9 a origem de Chorando se Foi, uma vers\u00e3o n\u00e3o autorizada da dupla boliviana Los Kjarkas. Ap\u00f3s um processo por pl\u00e1gio, os autores foram indenizados e receberam direitos autorais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s o lan\u00e7amento em Porto Seguro, previsto para o fim de 2013, o plano \u00e9 disponibilizar o document\u00e1rio na \u00edntegra na internet. &#8220;Acho importante fazer esse resgate neste momento, precisamos nos reapropriar desse fen\u00f4meno cultural e dar o devido valor a esses personagens&#8221;, conclui Yuri.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/virgula.uol.com.br\/diversao\/cinema\/documentario-sobre-lambada-conta-historia-do-genero-e-paradeiro-de-integrantes-do-kaoma\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/virgula.uol.com.br\/diversao\/cinema\/documentario-sobre-lambada-conta-historia-do-genero-e-paradeiro-de-integrantes-do-kaoma<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">[<a href=\"javascript:history.go(-1)\">Voltar<\/a>]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[singlepic id=2912 w=240 h=320 float=left]&#8221;Depois de muitos anos, descobri nos videoclipes da \u00e9poca que o imagin\u00e1rio visual que tornou a lambada uma febre havia sido criado por um cineasta franc\u00eas, que passava f\u00e9rias nessa cidade perdida ao sul da Bahia&#8221;, contou em entrevista ao Virgula, em S\u00e3o Paulo. 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