GEORGE BERKELEY (1685-1753) Berkeley nasceu e foi educado na Irlanda. Homem profundamente religioso, foi ordenado diácono da Igreja Anglicana aos vinte e quatro anos de idade. Pouco depois, publicou duas obras filosóficas que iriam ter influência sobre a psicologia: An Essay Towards a New Theory of Vision (Ensaio para uma Nova Teoria da Visão) (1709) e A Treatise Concerning the Principles of Human Knowledge ( Tratado acerca dos Princípios do Conhecimento Humano) (1710). Com esses dois livros, terminou a sua contribuição à psicologia. Leia mais…
História
[singlepic id=711 w=155 h=132 float=left]FRANK M. BERGER (1913-) desenvolveu um composto sintético, o meprobanato, com propriedades tranqüilizantes leves, pelos idos de 1952, nos Estados Unidos da América. Leia mais…
[singlepic id=702 w=250 h=201 float=left]VLADIMIR M. BEKHTEREV (1857-1927) é outra figura importante no movimento que deslocou o foco da psicologia animal e do estudo da aprendizagem das idéias subjetivas para o comportamento manifesto objetivamente observável. Leia mais…
[singlepic id=710 w=250 h=201 float=left]CLIFFORD W. BEERS (1886-1943) publicou A Mind the Found Itself, em 1908, uma descrição autobiográfica do tratamento nos “asilos para loucos”. O livro impulsionou uma onda de reformas que varreram todo o mundo. Leia mais…
[singlepic id=701 w=250 h=201 float=left]W. BATTIE (1704-1776) escreveu o primeiro tratado extenso sobre distúrbios mentais publicado na Inglaterra, “Tratado da Loucura”. Foi um dos primeiros a assinalar a diferença entre enfermidade mental proveniente de causas internas e distúrbios provenientes de causas externas. Leia mais…
[singlepic id=700 w=200 h=141 float=left]Nascido no Canadá, ALBERT BANDURA (1925- ) doutorou-se em 1952 na Universidade de Iowa e foi fazer parte do corpo docente de Stanford. A partir do início dos anos 60, ele propôs uma versão do comportamentalismo inicialmente definida como abordagem sócio-comportamentalista, mas depois denominada teoria cognitiva social (Bandurra, 1986). Leia mais…
JAMES ROWLAND ANGELL (1869-1949), deu ao movimento funcionalista as feições de uma escola prática de pensamento. Tornou o departamento de psicologia da Universidade de Chicago o mais importante da sua época, a principal base de treinamento dos psicólogos funcionais. Leia mais…
[singlepic id=697 w=320 h=240 float=left]ANNA FREUD (1895-1982) era a mais nova dos seis filhos de Freud e um dia escreveu que não teria nascido se alguma forma segura de contracepção estivesse estado disponível aos seus pais. Freud anunciou o seu nascimento, recebido mais com resignação do que com alegria, numa carta a um amigo, comentando que teria dado a notícia por telegrama se o bebê fosse menino (Young-Bruehl, 1988). Mas o ano do nascimento de Anna, 1895, foi talvez simbólico – ou profético – porque coincidiu com o nascimento da psicanálise e porque Anna seria a única filha a seguir os passos do pai e tornar-se analista. Leia mais…
[singlepic id=696 w=142 h=109 float=left]No curso de uma longa e produtiva carreira em Harvard, GORDON ALLPORT (1897-1967), mais do que qualquer outra pessoa, tornou o estudo da personalidade uma parte academicamente respeitável da psicologia. Leia mais…
ALFRED ADLER (1870-1937), discípulo vienense de Freud, fundou a Associação de Psicologia Individual em 1912. Seus pressupostos frisam a organização única, total dos elementos psíquicos em cada indivíduo; a importância central dos sentimentos de inferioridade; “da vontade e do poder”; e dos transtornos emocionais que provém da fala para adaptar-se a inferioridade orgânica. Leia mais…
KARL ABRAHAM (1877-1925), discípulo alemão de Freud, cujas contribuições principais se encontram na área do entendimento psicanalítico da formação do caráter e do desenvolvimento psicossexual precoce.
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Os derivados das anfetaminas foram empregados pela primeira vez no Boston City Hospital e começaram a ser utilizados extensamente no tratamento da depressão nos últimos anos da década de 30.
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Até o século XIX, a psicologia fora conceituada como ciência da alma ou como ciência da consciência. A possibilidade de se investigar cientificamente seja um, seja outro desses objetivos foi questionada e negada por pensadores como Kant, enquanto outros como Wilhelm Dilthey, atribuíam o estatuto da ciência à psicologia, embora caracterizando-a como “ciência do espírito”, em oposição à física, considerada “ciência da natureza”. Leia mais…
A Regra de M’Naghten, um critério legal para a insanidade na jurisprudência anglo-americana, foi estabelecida em 1843. Leia mais…
Ao falarmos da obra de Francis Galton e de James McKeen Cattell, discutimos a origem do movimento dos testes mentais. Foi Cattell quem cunhou o termo testes mentais, mas coube a Alfred Binet, um psicólogo francês autodidata, rico e independente, desenvolver o primeiro teste verdadeiramente psicológico da capacidade mental. Leia mais…
A Decisão Durham do Juiz David Bazelon: “um acusado não é criminalmente responsável se seu ato ilegal foi produto de enfermidade ou defeitos mentais” – foi aprovada 1954. Vários países tem adotado esse critério para substituir a regra de M’Naghten. Leia mais…

