O Primeiro Instituto Psicanalítico dos Estados Unidos da América foi fundado em Nova York em 1931. Leia mais…
História
A Associação Ortopsiquiátrica norte-americana, dedicada a aproximação interdisciplinar nos estudos, prevenção e tratamento dos distúrbios mentais, foi fundada em 1924. Leia mais…
O Comitê Nacional para a Higiene Mental dos Estados Unidos da América, foi fundado em 1909 sob a direção de Clifford Beers. Foi a primeira de muitas associações semelhantes que se estabeleceram por todo o mundo. Leia mais…
O Hospital de Santa Isabel em Washington D.C., foi estabelecido em 1855 como o primeiro hospital público (do governo) dos E.U.A., para tratamento (e internamento) de enfermos mentais. Recebeu seu nome atual em 1o de julho de 1916. Leia mais…
O ASILO ESTE, algumas vezes chamado de WILLIANSBURG porque abriu suas portas aos enfermos mentais na cidade de mesmo nome, em 1773, foi o primeiro a tratar exclusivamente de doentes mentais nos Estados Unidos.
O Hospital Pennsylvania era um hospital geral que aceitava doentes mentais, enquanto o Asilo Este tratava apenas doentes mentais e nenhum outro tipo de doente
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O primeiro hospital dos Estados Unidos que aceitou doentes mentais foi o HOSPITAL PENNSYLVANIA, foi fundado na cidade de Filadelphia em 1751. Leia mais…
O HOSPITAL DE BELÉM, em Londres, fundado em 1247, foi convertido ao “tratamento e cura dos lunáticos” (termo utilizado pelos historiadores) em 1547 por ordem o Rei Henrique VIII (o mesmo que decretou o Ato de Supremacia, pelo qual desligou a Igreja inglesa da Igreja Católica, criando a Igreja Anglicana, da qual o soberano inglês é o chefe).
Seu nome deu lugar à que se colocasse a alcunha de DEBLAN que é sinônimo de “Casa de Orates”, e que tem o mesmo significado de Manicômio ou de confusão desordenada.
Em certas ocasiões, o público em geral era autorizado a visitar o hospital para se divertir às custas dos alienados.
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O primeiro hospital europeu dedicado ao tratamento de enfermos mentais foi construído em Valência, em 1409. Leia mais…
Após a desintegração do Império Romano do Ocidente, voltaram à tona as explicações sobrenaturais e demoníacas sobre os distúrbios mentais, explicações essas impostas pelos clérigos que buscavam na Bíblia Sagrada, os motivos que Deus utilizava para condenar os homens e um deles, segundo a Sagrada Escritura, era a loucura, que significava a apropriação da alma por Satanás e os médicos da época, que diziam sim à tudo o que a Igreja Católica alegava, passaram, por determinação eclesiástica, a aplicar tratamentos cruéis, brutais e punitivos, horrendamente desumanos e repugnantes aos doentes mentais e atingindo seu ponto mais baixo, negro e insano, com a publicação em 1487d.C. do livro Malleus Maleficarum, no qual o tratamento prescrito era a tortura e a morte. Isso tudo atravessou a idade média, terminando apenas por volta do ano 1500d.C.
Leia mais sobre o Malleus Maleficarum aqui
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No Reino Unido a lei dos medicamentos “Medicines Act” de 1968 é um instrumento legislativo completo para o controle e a distribuição de medicamentos. Em vigência desde setembro de 1971, exerce o controle sobre a fabricação, a importação, a venda, a distribuição, a etiquetagem e a publicidade dos medicamentos. Leia mais…
Em Portugal, desde 1521, quando D. Manoel instituiu o “Regimento do Físico-Mor do Reino”, que é o primeiro texto legislativo farmacêutico, estabeleceu-se o princípio de que apenas os farmacêuticos, então chamados “boticários”, poderiam “assentar” botica, ou seja, ser proprietários de farmácia, após exame de conhecimento realizado por um júri constituído pelo Físico-Mor, pelos físicos da Corte e pelos boticários do Rei e da Rainha. Leia mais…
Na Itália, a abertura de farmácias é exclusiva de farmacêutico e não existe rede de farmácias no país. No caso de licença para abertura de farmácias em região urbana com mais de 5.000 habitantes, os farmacêuticos candidatos devem possuir determinada experiência profissional (Artigo 3.º da Lei n.º 475, de 2 de abril de 1968, relativa ao serviço farmacêutico, e Artigo 1.º da Lei n.º 221, de 8 de março de 1968, que regula a atividade dos farmacêuticos rurais). Leia mais…
A França é um dos países pioneiros no campo dos medicamentos; a primeira Escola de Farmácia, completamente separada da Escola de Medicina, foi fundada no século XVI; foi, também, o Rei Luís XV da França que mandou suspender o uso da palavra “boticário”, passando os profissionais de remédios a se chamarem “farmacêuticos”. Hoje existem no país 24 cursos de Farmácia e 45.000 farmacêuticos. Tal como acontece na maioria dos países, é na farmácia pública (comercial) que trabalha a maioria dos farmacêuticos franceses. Na França existem 20.967 farmácias. Leia mais…
Nos EUA todo o processo de testes de medicamentos, incluindo sua comercialização, está sob controle da Food and Drug Administration. Este poder lhe foi concedido pelo Food and Drug Act de 1906 e ratificada pela emenda Kefauver – Harris de 1962. Leia mais…
As farmácias espanholas encarnam, de um modo geral, os aspectos mais tradicionais da história da farmácia, com muitas delas apresentando laboratórios de manipulação à vista, aparelho de pressão com funcionamento à moeda e balança com funcionamento à moedas. Leia mais…

