A civilização egípcia

Totalmente teocrática, a educação no Egito antigo baseava-se na hierarquia de classes e ainda nas necessidades do Estado, sendo ministrada aos filhos do Par-ó (Faraó ou Casa-grande), pelos sacerdotes sob as ordens do DEUS VIVO DO EGITO, que era o Faraó e a quem todos deviam obediência cega. Continue lendo

O Advento da civilização

O advento da civilização é representado pela chamada revolução urbana. Com esta, surgem inovações como: irrigação e adubagem do solo, arado, barcos à vela, novas técnicas metalúrgicas, etc. Aparecem as primeiras cidades, mas o invento mais importante de todos foi, sem dúvida a ESCRITA, pois com ela que se iniciou a HISTÓRIA da humanidade, propriamente dita e a partir dela, surgiram a numeração, os pesos e medidas, o calendário, … etc. Continue lendo

Introdução

Desde que os primeiros humanóides de que se tem notícia pisaram sobre a superfície da terra, os Australoptecus africanus, há aproximadamente UM MILHÃO DE ANOS (1.500.000), percebe-se a preocupação com o transmitir conhecimentos, com o legar experiências, com o gravar, produzir e difundir cultura, sendo que já à época de nossos longínquos antepassados era uma preocupação presente, pois eles deixaram desenhos em rocha, ferramentas e muitos outros utensílios e formas de transmissão de conhecimento. Continue lendo

A Faculdade de Pharmacya da Universidade do Paraná

A quinta ESCOLA DE FARMÁCIA do Brasil foi a da UNIVERSIDADE DO PARANÁ, fundada à 19 de dezembro de 1912, ocupando dois edifícios, o primeiro e principal, localizado à Rua Comendador Araújo, onde hoje funciona o Omar Center Shopping, e o segundo, um prédio centenário na Rua Coronel Dulcídio, 638, no atual bairro do batel, onde funcionavam os laboratórios e onde funcionou a sede do Curso de Farmácia até a desocupação e entrega do imóvel, em julho de 1997, formou sua primeira turma de pharmacêutycos em 1914, sob a direção do Dr. VICTOR FERREIRA DO AMARAL, tendo como paraninfo o Dr. NILO CAIRO DA SILVA e como formandos os Farmacêuticos: Continue lendo

Os primeiros boticários do Paraná

Se é verdade que antecipando-se aos médicos, encontra-se sempre um estabelecimento destinado ao fornecimento de remédios, desde a casa de secos e molhados e armarinhos à botica de outrora e à farmácia de hoje, mesmo nos lugares de escassa população, não se compreende como ainda na época e por mais quatro anos após a instalação da Província do Paraná (1853), não existisse uma única farmácia pública em Curitiba, elevada aliás à categoria de cidade já no ano de 1842 e à de vila em 1693. Continue lendo

Inauguração do novo Hospital de Caridade

Após treze longos anos de árduo e até penoso trabalho, conseguiu-se concluir a construção do novo Hospital da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba, cuja inauguração aconteceu à 22 de maio de 1880, em presença de SS.MM.II. (Suas Majestade Imperiais) DOM PEDRO II, Imperatriz THEREZA CHRISTINA e ilustre comitiva, autoridades, pessoas gradas e povo residente dentro e fora da província, de cujo evento transcreve-se a ata de inauguração em sua íntegra, conforme o léxico corrente da época: Continue lendo

A construção de um novo prédio para o hospital

Em fevereiro de 1868, o presidente HORTA BARBOSA, em relatório à Assembléia Provincial, diz que, tendo em consideração a necessidade de construir-se um edifício que sirva de asilo à Santa Casa de misericórdia da Capital, em local mais conveniente e com proporções maiores que as do edifício atual, resolveu, em 31 de julho encarregar das respectivas obras o zeloso provedor da Irmandade, o Dr. MURICY, determinado que a elas fossem aplicadas as quantias de Rs.1:000$000 (um conto de réis) do item 14 do artigo 1o do compromisso, e Rs.4:000$000 (quatro contos de réis) da verba consignada em lei orçamentaria. Com esses recursos foram iniciadas as obras do novo hospital, em agosto de 1869. Continue lendo

O começo do Hospital de Caridade

Recebida a doação da Loja Candura, por esta forma ficou a Santa Casa com uma boa sede, e nela instalou seu primeiro hospital, que funcionou até o ano de 1880, quando inaugurou o seu majestoso edifício atual. O ilustre Dr. HENRIQUE DE BEAUREPAIRE ROHAN, vice-presidente da província, em exercício, muito contribuiu para esse movimento filantrópico, chegando mesmo a empreender dificultosas viagens ao litoral, para ali tomar medidas de isolamento e hospitalização, a fim de evitar a invasão do Cólera-morbos na província. Continue lendo

A Irmandade da Santa Casa e a Maçonaria

Os membros da LOJA MAÇÔNICA CANDURA CURITYBANA, em sessão magna datada de 07 de novembro de 1855, resolveram doar à Irmandade da Santa Casa o prédio de seu Templo, localizado à Rua Direita – hoje Rua XIII de maio – com todos os móveis, bens e numerários (dinheiro), visto que a Loja estava, ao que parece, em vias de extinção, pois ela não existe mais, sendo que seus registros e sua história se perderam no tempo, não sendo encontrados nem registros e nem menções a respeito dela nas Grandes Secretarias da Mui Respeitável GRANDE LOJA DO PARANÁ e do Mui Respeitável GRANDE ORIENTE DO BRASIL, para patrimônio e sede do novo Hospital dessa Irmandade que, em sessão solene de 10 de novembro do mesmo ano, resolveu aceitar a nobre oferta da LOJA CANDURA. Continue lendo