Os membros da LOJA MAÇÔNICA CANDURA CURITYBANA, em sessão magna datada de 07 de novembro de 1855, resolveram doar à Irmandade da Santa Casa o prédio de seu Templo, localizado à Rua Direita – hoje Rua XIII de maio – com todos os móveis, bens e numerários (dinheiro), visto que a Loja estava, ao que parece, em vias de extinção, pois ela não existe mais, sendo que seus registros e sua história se perderam no tempo, não sendo encontrados nem registros e nem menções a respeito dela nas Grandes Secretarias da Mui Respeitável GRANDE LOJA DO PARANÁ e do Mui Respeitável GRANDE ORIENTE DO BRASIL, para patrimônio e sede do novo Hospital dessa Irmandade que, em sessão solene de 10 de novembro do mesmo ano, resolveu aceitar a nobre oferta da LOJA CANDURA. Leia mais…
História
Impressionados com as notícias de que a Província do Pará estava sendo implacavelmente atingida pelo Cólera-morbos e que, em outros pontos do País já havia esta terrível moléstia, reuniram-se na casa do Dr. José Antônio Vaz de Carvalho, chefe de polícia, várias pessoas gradas afim de tomarem as medidas necessárias a impedir que a moléstia viesse encontrar a Província desprevenida de recursos profiláticos e hospitalares. Foi nomeada uma comissão de 12 membros, da qual fazia parte o Dr. José Cândido da Silva Muricy, médico-militar residente em Curitiba, para propor os meios considerados convenientes para obstar a invasão do Cólera-morbos ou minorar seus efeitos e estragos, caso aparecesse entre nós. Leia mais…
Em lugar da Cruz, a Irmandade tinha um estandarte que denominavam painel, tendo estampados em um de seus lados imagem de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira da Santa Casa de do outro lado a imagem de São Francisco de Paula.
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A primeira Loja Maçônica fundada na Comarca de Curityba, e a segunda, na Provínvia do Paraná, foi a Loja “Fraternidade Coritibana“, tendo sido emitido seu breve em 1º/04/1845 – (Bol GOB 1896 pág. 351). Leia mais…
A Sociedade “FRATERNIDADE CURIYBANA“, cuja existência datava de época anterior a 1843, já em 1852 se havia constituído em sociedade filantrópica, sob a denominação de IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DA CIDADE DE CURITYBA, com o nobre objetivo da prática de atos de benemerência, principalmente na prática de socorros a indigentes e desvalidos. Leia mais…
O grande marco iniciador da farmácia no Estado do Paraná foi, sem dúvida, a fundação da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba e a criação de seu primeiro hospital, o Hospital de Caridade, no século XIX.
De acordo com o Dr. Arnaldo Zubioli, no Brasil a instalação de uma farmácia é livre e pode ser aberta em qualquer localidade, independente do número de farmácias existentes e da população a ser atendida. Os critérios que regem a abertura de uma farmácia são meramente comerciais, prescindindo, na maioria das vezes, do farmacêutico, que só é convocado para atender as exigências da lei. Leia mais…
Outro grande nome das artes no Brasil contemporâneo, o poeta CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE, também era FARMACÊUTICO de formação, tendo obtido o grau na Escola de Farmácia de Belo Horizonte, em 1925. Além de Farmacêutico, poeta e escritor, Carlos Drumond também prestou relevantes serviços ao Brasil na condição de DIPLOMATA. Leia mais…
Muito mais tarde, em 1896, foi fundada a Escola de Farmácia de Porto Alegre e, em 12 de outubro de 1898, foi criada a Escola de Farmácia de São Paulo, já há muito cogitada. Leia mais…
Francisco de Paula Cândido nasceu em Minas Gerais em 2 de abril de 1805 e faleceu em Paris a 5 de abril de 1864, como descreveu o historiador da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, Fernando Magalhães. Leia mais…
No “O Jornal” de 2 de dezembro de 1925, do Rio de Janeiro, escreveu o historiador Rocha Pombo um trabalho admirável, do qual destaca, com a devida vênia, um trecho que Carvalho citou em 1931: Leia mais…
Nome aureolado, permanece esquecido no nosso meio. Leu Carvalho, certa vez, que tomou parte na Academia Científica do Rio de Janeiro, de 1772, quando devia ter menos de 20 anos. Seria filho de Antônio Ribeiro de Paiva? Leia mais…
O ensino da medicina começou na Bahia. De ordem do Príncipe Regente, o Marquês de Aguiar (D. Fernando José de Portugal) escreveu uma carta, em 18 de fevereiro de 1808, ao Conde da Ponte, Governador da Capitania da Bahia, “na qual lhe participava a resolução tomada pelo Príncipe de fundar nesta cidade uma Escola de Cirurgia, que funcionaria no Real Hospital Militar da mesma, instalado na casa anteriormente ocupada pelo Colégio dos Jesuítas, sita ao Terreiro de Jesus, a qual, grandemente reformada, faz parte do novo edifício da nossa Faculdade de Medicina.” Leia mais…
O ouro e o processo da Inconfidência, atraíram para Minas Gerais as atenções dos que viviam na Colônia. Mas, sob o ponto de vista farmacêutico, tudo corria como em toda parte, embora o povo mineiro gostasse da instrução e amasse a liberdade. Somente depois da Independência é que pensaram nos estudos médicos. Alberto Coelho de Magalhães Gomes, professor ilustre e dedicado, assim se manifestou: Leia mais…
Estava assim organizado o Curso de Farmácia, anexo, da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro: Leia mais…
Em 1948, escreveu Carvalho para um congresso farmacêutico internacional: Leia mais…

