Os descobrimentos marítimos no início da Idade Moderna somente podem ser comparados com os de hoje, visando a conquista do espaço. E, na verdade, a descoberta da América ou do caminho marítimo para as Índias exigiu muito mais esforço e coragem dos homens daquela época do que, dos astronautas que viajam para a Lua. As dificuldades eram enormes e de toda a sorte. Era preciso vencer as idéias dominadas pelas superstições e fantasias. A ciência praticamente não existia, pois estava misturada com crendices e absurdos. Os poucos que discordassem das verdades oficiais corriam risco de vida, sendo punidos por heresia. Além disso, ainda eram raros os recursos materiais à disposição dos que desafiavam todas essas dificuldades, pelos mares desconhecidos “nunca d’antes navegados”. Leia mais…
História
Em 1498 foi publicada a primeira Farmacopéia Oficial de que se tem notícia, por obra dos Farmacêuticos de Florença, que a organizaram e com a colaboração do Monge Savonarola que a revisou, corrigindo e adequando o léxico técnico ao vernáculo coloquial da época. Leia mais…
Durante praticamente toda a idade média, pôr aproximadamente 1000 anos, do século V ao XV., os monges do clero regular (de clausura), dedicaram-se à pesquisa e ao cultivo das drogas dentro dos mosteiros, encarregando-se de dispensá-las aos necessitados. Leia mais…
Quatro anos após a separação oficial da medicina da farmácia, no dia 08 de dezembro de 1.244 d.C. (dia de Nossa Senhora da Imaculada Concepção de MARIA), um grupo de BOTICÁRIOS, CLÉRIGOS e MAÇONS, fundaram a IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA na cidade de Firenzzi, que em 1994 completou 750 anos de total e completa entrega e dedicação aos doentes, desvalidos e deserdados pela fortuna e que chegou ao Brasil com os Jesuítas, os primeiros a se preocuparem com a saúde nestas terras.
[Voltar]
Após a separação da farmácia da medicina, esta última caiu na mais absurda e profunda estagnação, devido ao completo desconhecimento da química e da biologia e à ausência de quaisquer critérios de observação científicos por parte dos novos profissionais que surgiram com essa dissociação: os médicos, sendo que estes baseavam suas medicinas na autoridade dos “antigos, cultuados e venerados cientistas,” de cujos livros, bulas e sutras farmacológicas retiravam suas técnicas e tratamentos e, para se ter uma idéia da situação, basta apenas lembrar e descrever os suplícios do infeliz Príncipe Orsini, regente de um dos Reinos que compunham o território da península itálica, formado pela desagregação do Sacro Império Romano Germânico, atual República Federal da Itália, e que faleceu no ano de 1327 após cometer um erro fatal: após uma indisposição devido à algum prato do cardápio, ele, ao invés de repousar até cessar o mal, chamou os “médicos” que o rodeavam em sua corte e submeteu-se aos “homens da ciências” que o torturaram durante o resto da tarde e pela noite adentro com repetidas sangrias (As sangrias constituíam-se na técnica terapêutica mais utilizada naqueles tempos, sendo realizada ou por meio de incisões das veias cubitais ou pela utilização da sanguessuga – Hirudus medicinalis, sugava o sangue do “freguês”, extraindo-lhe os maus espíritos ou humores), e deram-lhe diversos purgantes e clisteres, tudo com o fito de extrair-lhe os “maus-humores”. Leia mais…
Com a separação das duas profissões, os boticários investidos legalmente pelo édito régio de Sua Alteza o Rei Frederico II passaram, devido às pressões e sanções impostas pelos clérigos da época, a discriminar e marginalizar os alquimistas, tanto que até criaram um juramento, certamente ditado pelos médicos da época e que tinha o seguinte conteúdo: Leia mais…
A separação oficial e efetiva da FARMÁCIA da MEDICINA foi determinada pelo decreto (ou édito) Régio de Sua Majestade o REI FREDERICO II, da dinastia Hohenstaufen, das Duas Sicílias em 1.240 d.C.. Em seu édito estão estabelecidos os direitos, deveres e prerrogativas da nova profissão médica e também o primeiro regulamento da milenar alquimia que daí em diante passou a chamar-se de botica. Leia mais…
Embora as origens dos povos Hindus remontem à idade antiga, ela está contada nesta sessão para não se perder a continuidade do texto. Leia mais…
Na Idade Média, à medida que se formavam os reinos “bárbaros” sobre as ruínas do Império Romano, pouco a pouco se modificaram as instituições políticas, econômicas e sociais. Já pelo século X estava enraizado o Feudalismo, que foi sem dúvida a mais marcante das instituições medievais. Leia mais…
Em 395 o imperador romano Teodósio resolveu dividir seus imensos domínios em 2 Impérios. O Império Romano do Ocidente coube a seu filho Honório; com a capital em Roma. O Império Romano do Oriente, deu-o a Arcádio seu outro filho. As terras de Arcádio abrangiam a Europa, Ásia e África, e sua capital era Constantinopla ou cidade do Constantino, construída pelo Imperador Constantino em cima do uma antiga colônia grega chamada Bizâncio e que atualmente se chama Istambul e localiza-se na atual Turquia. Leia mais…
Os bárbaros habitavam inicialmente as terras situadas além dos limites do Império Romano. Dividiam-se em numerosos povos, dos quais os mais importantes foram os germanos. Leia mais…
Grandes Alquimistas da Antiguidade Clássica que enfocaram os distúrbios mentais em seus estudos e criaram a Psicopatologia. Leia mais…
Os hebreus foram um povo semita originário da baixa Mesopotâmia. Segundo a Bíblia, seu livro sagrado, o patriarca Abraão recebeu de Deus a missão de levar seu povo à Palestina, ou Terra de Canaã. Abraão obedeceu e os hebreus ali se fixaram. Seu território limitava-se ao norte com a Fenícia e a Síria; ao sul ficava o deserto do Sinai. A leste, as terras dos Moabitas e Amonitas. A oeste o Mediterrâneo. Leia mais…
O Império Romano dominou vastas áreas que iam das ilhas britânicas à Ásia, do norte da Europa à África setentrional. Enquanto forte e organizada, Roma mantinha a ordem em todas as províncias. Seus vizinhos – os “bárbaros” – eram detidos além das fronteiras imperiais pelas suas poderosas legiões. Leia mais…
Quando reinava Tibério, Jesus Cristo foi perseguido e crucificado na Palestina, por ordem de Pôncio Pilatos, governador da Judéia. Leia mais…
Roma – Da Fundação à República Leia mais…
Entre o mar Cáspio e o golfo Pérsico fixaram-se, a partir do nono século a.C., dois povos de origem indo-européia: os Medos e os Persas. Os primeiros ocuparam as terras férteis do sul do mar Cáspio e logo desenvolveram seu reino independente (800 a.C.). Mais tarde (612 a.C.) tiveram de libertar-se do jugo assírio, que os havia submetido juntamente com toda a legião. Leia mais…
Situada ao norte da Grécia, a Macedônia era um pequeno reino que durante muito tempo não teve expressão. Seus habitantes, da mesma origem que os gregos, cuidavam da agricultura e pecuária. Ao subir ao trono o rei Filipe II, a Macedônia iria transformar-se. Durante a juventude, Filipe passara vários anos como refém, na cidade de Tebas. Conhecera as virtudes e as fraquezas dos gregos. Aprendera a arte militar com Temístocles, grande general helênico. No poder, Filipe resolve conquistar a Grécia. Leia mais…
Diz uma lenda grega antiga que o deus ASCLÉPIO tinha um descendente e ele se chamavaHIPÓCRATES DE CÓS. Segundo a lenda, Hipócrates era descendente do Deus Asclépio por parte de pai e do herói Hércules por parte de mãe. Leia mais…
[singlepic id=689 w=320 h=240 float=center]
Infelizmente, essa é a imagem que a grande maioria do povo tem dos psicólogos
[Voltar]

