A Irmandade da Santa Casa de Firenzzi

Quatro anos após a separação oficial da medicina da farmácia, no dia 08 de dezembro de 1.244 d.C. (dia de Nossa Senhora da Imaculada Concepção de MARIA), um grupo de BOTICÁRIOS, CLÉRIGOS e MAÇONS, fundaram a IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA na cidade de Firenzzi, que em 1994 completou 750 anos de total e completa entrega e dedicação aos doentes, desvalidos e deserdados pela fortuna e que chegou ao Brasil com os Jesuítas, os primeiros a se preocuparem com a saúde nestas terras.

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O suplício do pobre e infeliz Príncipe Orsini

Após a separação da farmácia da medicina, esta última caiu na mais absurda e profunda estagnação, devido ao completo desconhecimento da química e da biologia e à ausência de quaisquer critérios de observação científicos por parte dos novos profissionais que surgiram com essa dissociação: os médicos, sendo que estes baseavam suas medicinas na autoridade dos “antigos, cultuados e venerados cientistas,” de cujos livros, bulas e sutras farmacológicas retiravam suas técnicas e tratamentos e, para se ter uma idéia da situação, basta apenas lembrar e descrever os suplícios do infeliz Príncipe Orsini, regente de um dos Reinos que compunham o território da península itálica, formado pela desagregação do Sacro Império Romano Germânico, atual República Federal da Itália, e que faleceu no ano de 1327 após cometer um erro fatal: após uma indisposição devido à algum prato do cardápio, ele, ao invés de repousar até cessar o mal, chamou os “médicos” que o rodeavam em sua corte e submeteu-se aos “homens da ciências” que o torturaram durante o resto da tarde e pela noite adentro com repetidas sangrias (As sangrias constituíam-se na técnica terapêutica mais utilizada naqueles tempos, sendo realizada ou por meio de incisões das veias cubitais ou pela utilização da sanguessuga – Hirudus medicinalis, sugava o sangue do “freguês”, extraindo-lhe os maus espíritos ou humores), e deram-lhe diversos purgantes e clisteres, tudo com o fito de extrair-lhe os “maus-humores”. Continue lendo

O juramento dos Farmacêuticos da Idade Média

Com a separação das duas profissões, os boticários investidos legalmente pelo édito régio de Sua Alteza o Rei Frederico II passaram, devido às pressões e sanções impostas pelos clérigos da época, a discriminar e marginalizar os alquimistas, tanto que até criaram um juramento, certamente ditado pelos médicos da época e que tinha o seguinte conteúdo: Continue lendo

O Édito Régio de 1240 d.C.

A separação oficial e efetiva da FARMÁCIA da MEDICINA foi determinada pelo decreto (ou édito) Régio de Sua Majestade o REI FREDERICO II, da dinastia Hohenstaufen, das Duas Sicílias em 1.240 d.C.. Em seu édito estão estabelecidos os direitos, deveres e prerrogativas da nova profissão médica e também o primeiro regulamento da milenar alquimia que daí em diante passou a chamar-se de botica. Continue lendo

O Império do Oriente

Em 395 o imperador romano Teodósio resolveu dividir seus imensos domínios em 2 Impérios. O Império Romano do Ocidente coube a seu filho Honório; com a capital em Roma. O Império Romano do Oriente, deu-o a Arcádio seu outro filho. As terras de Arcádio abrangiam a Europa, Ásia e África, e sua capital era Constantinopla ou cidade do Constantino, construída pelo Imperador Constantino em cima do uma antiga colônia grega chamada Bizâncio e que atualmente se chama Istambul e localiza-se na atual Turquia. Continue lendo

Os Hebreus

Os hebreus foram um povo semita originário da baixa Mesopotâmia. Segundo a Bíblia, seu livro sagrado, o patriarca Abraão recebeu de Deus a missão de levar seu povo à Palestina, ou Terra de Canaã. Abraão obedeceu e os hebreus ali se fixaram. Seu território limitava-se ao norte com a Fenícia e a Síria; ao sul ficava o deserto do Sinai. A leste, as terras dos Moabitas e Amonitas. A oeste o Mediterrâneo. Continue lendo

As grandes invasões

O Império Romano dominou vastas áreas que iam das ilhas britânicas à Ásia, do norte da Europa à África setentrional. Enquanto forte e organizada, Roma mantinha a ordem em todas as províncias. Seus vizinhos – os “bárbaros” – eram detidos além das fronteiras imperiais pelas suas poderosas legiões. Continue lendo

Os Persas

Entre o mar Cáspio e o golfo Pérsico fixaram-se, a partir do nono século a.C., dois povos de origem indo-européia: os Medos e os Persas. Os primeiros ocuparam as terras férteis do sul do mar Cáspio e logo desenvolveram seu reino independente (800 a.C.). Mais tarde (612 a.C.) tiveram de libertar-se do jugo assírio, que os havia submetido juntamente com toda a legião. Continue lendo

Macedônia

Situada ao norte da Grécia, a Macedônia era um pequeno reino que durante muito tempo não teve expressão. Seus habitantes, da mesma origem que os gregos, cuidavam da agricultura e pecuária. Ao subir ao trono o rei Filipe II, a Macedônia iria transformar-se. Durante a juventude, Filipe passara vários anos como refém, na cidade de Tebas. Conhecera as virtudes e as fraquezas dos gregos. Aprendera a arte militar com Temístocles, grande general helênico. No poder, Filipe resolve conquistar a Grécia. Continue lendo