KARL KAHLBAUM (1828-1899), nosólogo alemão que introduziu os termos complexo sintomático, ciclotimia e catatonia. Leia mais…
História
CARL GUSTAV JUNG (1875-1961) discípulo suíço de Freud, desenvolveu uma versão modificada da teoria psicanalítica que tinha como base os elementos hereditários do inconsciente. Originou as provas de associação de palavras e deu impulso ao uso de termos como complexo, introversão, extroversão e arquétipo. Leia mais…
ERNEST JONES (1879-1958), discípulo inglês de Freud, mas conhecido por sua biografia de Freud e pela aplicação dos conceitos psicanalíticos à arte e à literatura. Leia mais…
JULIUS WAGNER VON JAUREGG (1857-1940), austríaco que recebeu o prêmio Nobel de medicina em 1927 pelo desenvolvimento do tratamento, mediante paludismo, da paralisia generalizada e progressiva. Foi o primeiro psiquiatra a receber tal distinção. Leia mais…
PIERRE JANET (1859-1947), psiquiatra francês, iniciou o movimento para unir a psiquiatria clínica com a acadêmica. Um psicopatologista sistemático, sublinhou o conceito da integração da personalidade e criou o termo psicastenia para indicar um distúrbio no qual existe uma dissociação de idéias devido a uma integração frágil. Talvez seja melhor conhecido devido a sua descrição das neuroses obsessivo-compulsivas. Leia mais…
WILLIAM JAMES (1842-1910) é considerado por muitos como o precursor da Psicologia Funcional. Leia mais…
DAVID HUME (1711-1776), filósofo e historiador, estudou Direito na Universidade de Edimburgo, na Escócia, mas não se graduou. Dedicou-se a uma carreira comercial, mas, como não a achou do seu agrado, viveu com sua pequena renda durante três anos de estudo autodidático no campo da filosofia, na França. Mudou-se para a Inglaterra e escreveu A Treatise of Human Nature ( Tratado Sobre a Natureza Humana)(1739), seu trabalho de maior importância para a psicologia. Seguiram-se outros livros, e ele alcançou considerável fama como escritor, enquanto trabalhava como secretário, bibliotecário, juiz-advogado de uma expedição militar e tutor de um lunático de berço nobre. Ocupou também vários cargos governamentais e foi muito bem recebido na Europa. Leia mais…
Em primeiro lugar e sobretudo um comportamentalista, CLARK LEONARD HULL (1884-1952) alcançou uma posição deveras respeitada na psicologia americana nas décadas de 40 e 50. Talvez nenhum outro psicólogo tenha sido tão sistemática e profundamente dedicado aos problemas inerentes ao método científico. Ele tinha um prodigioso conhecimento da matemática e da lógica formal e o aplicou à teoria psicológica de uma maneira que ninguém fizera antes. Leia mais…
[singlepic id=752 w=200 h=150 float=left]HERMIONE VON HUG-HELLMUTH(1920), a primeira mulher a qual se concedeu ingresso na Sociedade Psicanalítica de Viena, estimulou o desenvolvimento da terapêutica pelos jogos, a ludoterapia através de seu livro intitulado Um Estudo da Vida Mental dos Bebês publicado em 1919. Leia mais…
KAREN HORNEY (1885-1952), uma das primeiras feministas, foi treinada na psicanálise freudiana em Berlim. Ela descreveu sua obra como uma modificação e extensão do sistema de Freud, e não como um esforço para suplantá-lo. Leia mais…
[singlepic id=750 w=200 h=150 float=left]Além de progredirem no interior da psicologia como profissão e ciência, as psicólogas têm contribuído para o estudo da psicologia das mulheres. Uma pioneira nessa área é LETA STETTER HOLLINGWORTH (1886-1939), doutorada em Columbia no nano de 1916. Na época, ela já publicara obras significativas sobre a psicologia das mulheres. Ela fez amplas pesquisas empíricas sobre a hipótese da variabilidade, a idéia de que, em termos de capacidades físicas e intelectuais, as mulheres constituem um grupo mais homogêneo do que os homens. Como se consideravam os homens um grupo que exibia maior variação, havendo portanto maior probabilidade de que alguns deles exibissem capacidades acima da média e superiores, eles obviamente se beneficiariam de oportunidades educacionais e profissionais diversificadas. As mulheres, consideradas mais semelhantes entre si e mais aglomeradas no nível médio de capacidade, tinham pouca necessidade de ser educadas para qualquer coisa além das tarefas domésticas. Leia mais…
ALBERT HOFFMAN, farmacêutico, descobriu as propriedades alucinógenas da dietilamina do ácido lisérgico, o famoso LSD forma acidental, na Suíça pelos idos do ano 1943. Ele tomou uma dose excessiva por engano e foi parar, como disse ele mesmo, no quinto dos infernos e voltando em seguida. Leia mais…
[singlepic id=748 w=200 h=150 float=left]JOHANN C. HEINROTH (1773-1843), propôs diversas teorias que podem ser consideradas como precursoras da psicanálise. Entre elas estava a crença de que a personalidade e o resultado de conflitos internos entre os instintos, o eu e a consciência. Foi o primeiro a utilizar o termo psicossomático. Leia mais…
EWALD HECKER (1843-1909), um discípulo de Kahlbaum, foi o primeiro a descrever e chamar de hebefrenia uma entidade nosológica. Leia mais…
[singlepic id=746 w=200 h=150 float=left]DAVID HARTLEY (1705-1757), filho de um ministro religioso, preparava-se para uma carreira eclesiástica, mas voltou-se para a medicina por causa de dificuldades doutrinais. Levou uma vida calma e rotineira como médico e tornou-se filósofo autodidata. Em 1749, publicou Observations on Man, His Frame, His Duty, and His expectations (Observações Sobre o Homem, Sua Constituição, Seu Dever e Suas Expectativas). essa foi sua obra mais importante, considerada por muitos a primeira exposição sistemática da associação. Leia mais…
JOSEPH GUISLAIN (1797-1860) é considerado o Pinel Belga por suas reformas hospitalares em Ghent. Leia mais…
WILHELM GRIESINGER (1817-1868) foi professor de neurologia e psiquiatria da Universidade de Berlim, lutou para obter o reconhecimento da psiquiatria como especialidade médica, sendo chamado de “o primeiro psiquiatra genuíno”. Promulgou uma orientação orgânica materialista no intuito de fazer a doença ensinada e amplamente lida em seu texto de Patologia e Terapêutica Mental, publicada em 1845. Leia mais…
[singlepic id=743 w=200 h=150 float=left]FRANCIS GALTON (1822-1911) aplicou efetivamente o espírito da evolução à psicologia com seu trabalho sobre os problemas de herança mental e das diferenças individuais na capacidade humana. Antes dos esforços de Galton, o fenômeno das diferenças individuais não tinha sido considerado um objeto de estudo necessário na psicologia, o que era uma séria omissão. Só umas poucas tentativas isoladas tinham sido feitas, principalmente por Weber, Fechner e Helmholtz, que tinham relatado diferenças individuais em seus resultados experimentais, mas não as tinham investigado de modo sistemático. Wundt e Titchener, por sua vez, não as consideravam parte da psicologia. Leia mais…
[singlepic id=738 w=320 h=240 float=left]SIGMUND FREUD (1856-1939) iniciou uma revolução intelectual histórica na visão que o homem tem do próprio homem com o desenvolvimento de sua teoria psicanalítica. Considerava que as forças inconscientes eram altamente significativas como causa do distúrbio mental e emocional. Ao desenvolver a psicanálise como um método de tratamento e investigação, deu grande relevância à sexualidade e à amnésia infantil; os princípios do prazer e da realidade; a psicodinâmica; o complexo de Édipo, a inveja do pênis; as lembranças ocultas, a rivalidade entre irmãos; a cena primária; as bases do id, do ego e do superego; a teoria da libido; os mecanismos da repressão e outros mecanismos de defesa; e o emprego terapêutico do divã, a livre associação, a análise dos sonhos, das parapraxis, a resistência e as transferências. Leia mais…
[singlepic id=737 w=155 h=132 float=left]VICTOR EMIL FRANKL, um psicólogo Judeu-alemão cuja vida foi marcada pelos horrores da perseguição nazista e pela tragédia do extermínio da esposa, pais e filhos no campo de concentração de Auchvitz, criou o que se pode chamar de Logoterapia, baseado na Logosofia de Kirkiegard.
Quando os russos invadiram o campo de Auchvitz e o libertaram e após saber do extermínio de sua família, FRANKL ditou em prantos a um amigo e colega, a sua história e sua horrenda e macabra experiência sob o título de Um Psicólogo no Campo de Concentração, onde faz uma análise da personalidade do homem durante a experiência, seus pensamentos, suas perspectivas no contexto do campo, e também após a libertação desses tormentos.
Sua teoria e sua vivência encontram-se no livro Psicoterapia e Sentido da Vida, traduzido e publicado no Brasil pela Editora Quadrante em 1971.
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