A minha geração se procurava, na adolescência, em conciliar estudos com lazer. Nenhum adolescente mentalmente hígido perdia tempo com conflitos mentais inúteis e não existia a patológica ideologia de gênero naqueles bons tempos em que a vida era bem mais simples e prazerosa.

Os homossexuais e transexuais, estes últimos chamados na época de travestis, não eram glamorizados. Cada um escolhia seu papel e objeto sexual livremente e não tentava impô-los aos outros.

Agora, no auge das ideologias que renegam a base bioquímica, genética e fisiológica da existência humana, tentam impor a repugnante e doentia ideologia de gênero como verdade absoluta e padrão de sexualidade e de normalidade.

O título dado a essa “ideologia” já encerra um erro grosseiro e grotesco de conceituação. Gênero, biologicamente falando, é o conjunto de espécies que compartilham características comuns, como por exemplo o gênero Homo que reúne as espécies H. sapiens, H. habilis, H. erectus, H. neanderthalensis e H. naledi. Dessas, apenas o H. sapiens ainda existe. As demais se extinguiram.

A adolescência é uma fase crítica de transição física e psíquica, e impor aos adolescentes ideologias perversas como essa apenas criará conflitos mentais dos quais não conseguirão se libertar e que aumentarão drasticamente os casos de drogadição e de suicídio.

Sou psicólogo há 37 anos, e farmacêutico-bioquímico há mais de 30 anos e posso atestar com certa autoridade científica que o corpo humano não é uma divindade sobrenatural como boa parte dos meus colegas psicólogos idealiza. O organismo humano é uma grande cadeia de reações bioquímicas que dão a vida, codificadas no seu material genético que, ao ser pareado na fecundação, determina cada função do corpo, independentemente da vontade dos indivíduos e de suas ideologias.

Com todo o respeito à minha Alma Mater Universidade Federal do Paraná, da qual sou egresso de graduação na área de ciências da saúde, e de pós-graduação stricto sensu também na área de saúde (clínica cirúrgica), essa discussão sobre sofrimento psíquico de adolescentes trans é fútil e inútil. Leia aqui

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