Informática

Procedimento em um ambiente com NGINX e Ubuntu.

Basicamente se você instalou o PHP com os pacotes padrões (apt-get install php5-fpm etc.) ou similar como root e após instalar/configurar via wget o WordPress viu aquelas mensagens irritantes “não foi possível criar o diretório” (Could not create directory) ao tentar instalar ou atualizar plugins, talvez as etapas abaixo resolva:

Edite o arquivo wp-config.php:

nano wp-config.php

Insira a constante:

define(‘FS_METHOD’, ‘direct’);

Salve e agora mude seu usuário para o ubuntu:

su – ubuntu

Execute na pasta raíz do seu wordpress os comandos (pode selecionar as 3 linhas, colar e dar ENTER):

sudo chown www-data:www-data -R *
sudo find . -type d -exec chmod 755 {} \;
sudo find . -type f -exec chmod 644 {} \;

A primeira linha dará permissão de dono para usuário e grupo www-data. A segunda linha vai dar permissão 755 para todas as pastas, e a terceira dará permissão 644 para todos os arquivos.

Caso ainda não funcione, tente trocar as permissões 755 para 775 e 644 para 664. No meu caso, com 755 e 644 funcionou.

Jamais, em hipótese alguma dê permissão 777, mas isso você já sabe…

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Colaboração: Alessandro de Oliveira Faria

Data de Publicação: 19 de setembro de 2018

Neste século XXI a profissão mais solicitada é a programação, que agora parece receber uma excelente ferramenta, a inteligência artificial. Veremos neste documento como utilizar um projeto de software livre que recorre aos recursos de inteligência artificial para criar programas, mais especificamente sub-rotinas, métodos e/ou funções.

O projeto denominado BAYOU foi criado por cientistas da computação da Universidade de Rice com o financiamento da Google e militares. A técnica utilizada é deep learning, tomando como princípio computacional a pesquisa para codificação baseado em tags/palavras-chave para o sistema desenvolver o software solicitado. O resultado do processamento é um código java criado pelo sistema conforme requisitado pelo “operador”.

Linux: A Inteligência Artificial que escreve programas

A tecnologia foi construída por técnicos da Universidade de Rice com verbas disponibilizadas pelo exército americano e Google. Resumidamente o sistema analisa cerca de 1500 código fontes de aplicativos Android, com aproximadamente 100 milhões de linhas.

Com toda esta base de informação, alimentou-se a inteligência artificial e o resultado foi um software para elaborar outro software. O aprendizado da informação contextual é o diferencial do projeto que permite obter linhas de código baseado apenas em tags/palavras chaves. Acredito ser uma excelente notícia, para o mundo da tecnologia, para melhorar cada vez mais a qualidade de código, obter ganhos de produtividade e utilizar o talento dos programadores para resolver problemas realmente complexo e não tarefas que exige uma simples CRTL+C CRTL+V.

O projeto ainda é embrionário, mas promissor e não tem o propósito de substituir programadores, como um corretor de texto não substituiu um escritor. Pelo menos neste momento, o projeto gera rascunho /sugestões de linhas de código relevantes para o trabalho que um desenvolvedor precisa elaborar. Mesmos assim acredito ser um passo muito importante para a ciência da computação e o projeto pode servir como base para um conceito muito inovador.

MÃO NA MASSA

Aqui veremos o que será necessário para executar o projeto BAYOU, desde os seus requisitos até a instalação e execução.

Requisitos:

  • Linux (CLARO!)
  • Maven
  • Mavn-jansi
  • Tensorflow
  • Scikit-learn

Para o texto tornar extenso, assumirei que o ambiente Linux com Java, Python e Maven está devidamente instalado e configurado.

Instalando os pacotes Tensorflow e Scikit-learn

Com o ambiente python funcionando corretamente, utilize os comandos abaixo como super-usuário para resolver as dependências python do projeto Bayou:

# pip install tensorflow
# pip install scikit-learn

Para testar o funcionamento adequado do tensorflow, utilize as instruções a seguir. Se o resultado for similar, significa que o ambiente python está devidamente configurado.

$ python
>>> import tensorflow as tf
>>> hello = tf.constant('Hello, TensorFlow!')
>>> sess = tf.Session()
>>> print(sess.run(hello))
b'Hello, TensorFlow!'

Agora efetue o download a partir do código fonte.

$ git clone https://github.com/capergroup/bayou.git

Após o download, siga o exemplo a seguir para resolver as dependências java:

$ cd bayou/tool_files/build_scripts
$ sudo ./install_dependencies.sh

A compilação é efetuada com o comando build:

./build.sh

Agora para executar o motor principal, entre na pasta out e execute o comando start_bayou.sh:

$ cd out/
$ ./start_bayou.sh 
2018-09-08 20:53:52.604:INFO::main: Logging initialized @2482ms to org.eclipse.jetty.util.log.StdErrLog
2018-09-08 20:53:52.896:INFO:oejs.Server:main: jetty-9.4.z-SNAPSHOT
2018-09-08 20:53:52.992:INFO:oejs.AbstractConnector:main: Started ServerConnector@2cbb3d47{HTTP/1.1,[http/1.1]}{0.0.0.0:8081}
2018-09-08 20:53:52.993:INFO:oejs.Server:main: Started @2871ms
2018-09-08 20:53:52.994:INFO:oejs.Server:main: jetty-9.4.z-SNAPSHOT
2018-09-08 20:53:52.995:INFO:oejs.AbstractConnector:main: Started ServerConnector@7ea37dbf{HTTP/1.1,[http/1.1]}{0.0.0.0:8080}
2018-09-08 20:53:52.995:INFO:oejs.Server:main: Started @2873ms
===================================
   Loading Model. Please Wait.    
===================================
INFO:tensorflow:Restoring parameters from model49.ckpt
===================================
           Bayou Ready            
===================================
* Serving Flask app "ast_server" (lazy loading)
* Environment: production
  Use a production WSGI server instead.
* Debug mode: off

Agora crie um arquivo .java onde desejamos que a inteligência artificial atue, coloque a TAG FILEWRITE para escrita de arquivo utilizando BUFFER.

import java.io.*;
import java.util.*;
public class Test {
   void write(File file, String toWrite) {
       {
               /// call:write type:FileWriter type:BufferedWriter
       }
   }  
}

Agora utilize o comando synthesize para o sistema devolver o resultado do problema proposto:

./synthesize.sh exemplo/Test.java

Veja o resultado:

---------- BEGIN PROGRAM  ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.File;
import java.io.IOException;
import java.io.BufferedWriter;
import java.io.FileWriter;

public class Test {
 void write(File file, String toWrite) {
   {
     FileWriter fw1;
     BufferedWriter bw1;
     try {
       fw1 = new FileWriter(file);
       bw1 = new BufferedWriter(fw1);
       bw1.write(toWrite);
       bw1.close();
     } catch (IOException _e) {
     }
     return;
   }
 }
}

—-------- BEGIN PROGRAM  ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.IOException;
import java.io.BufferedWriter;
import java.io.FileWriter;

public class Test {
 void write(File file, String toWrite) {
   {
     FileWriter fw1;
     BufferedWriter bw1;
     try {
       fw1 = new FileWriter(toWrite);
       bw1 = new BufferedWriter(fw1);
       bw1.write(toWrite);
       bw1.close();
     } catch (IOException _e) {
     }
     return;
   }
 }
}

—-------- BEGIN PROGRAM  ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.File;
import java.io.IOException;
import java.io.BufferedWriter;
import java.io.FileWriter;

public class Test {
 void write(File file, String toWrite) {
   {
     FileWriter fw1;
     BufferedWriter bw1;
     try {
       fw1 = new FileWriter(file);
       bw1 = new BufferedWriter(fw1);
       bw1.write(toWrite);
     } catch (IOException _e) {
     }
     return;
   }
 }
}

—-------- BEGIN PROGRAM  ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.File;
import java.io.IOException;
import java.io.BufferedWriter;
import java.io.FileWriter;

public class Test {
 void write(File file, String toWrite) {
   {
     FileWriter fw1;
     BufferedWriter bw1;
     try {
       fw1 = new FileWriter(file);
       bw1 = new BufferedWriter(fw1);
       bw1.write(toWrite);
       bw1.newLine();
     } catch (IOException _e) {
     }
     return;
   }
 }
}

—-------- BEGIN PROGRAM  ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.IOException;
import java.io.FileWriter;

public class Test {
 void write(File file, String toWrite) {
   {
     FileWriter fw1;
     try {
       fw1 = new FileWriter(toWrite);
       fw1.write(toWrite);
       fw1.close();
     } catch (IOException _e) {
     }
     return;
   }
 }
}

—-------- BEGIN PROGRAM  ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.File;
import java.io.IOException;
import java.io.FileWriter;

public class Test {
 void write(File file, String toWrite) {
   {
     FileWriter fw1;
     try {
       fw1 = new FileWriter(file);
       fw1.write(toWrite);
       fw1.close();
     } catch (IOException _e) {
     }
     return;
   }
 }
}

—-------- BEGIN PROGRAM  ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.IOException;
import java.io.BufferedWriter;
import java.io.FileWriter;

public class Test {
 void write(File file, String toWrite, boolean _arg11) {
   {
     FileWriter fw1;
     BufferedWriter bw1;
     try {
       fw1 = new FileWriter(toWrite, _arg11);
       bw1 = new BufferedWriter(fw1);
       bw1.write(toWrite);
       bw1.newLine();
       bw1.flush();
       bw1.close();
     } catch (IOException _e) {
     }
     return;
   }
 }
}

—-------- BEGIN PROGRAM  ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.File;
import java.io.IOException;
import java.io.BufferedWriter;
import java.io.FileWriter;

public class Test {
 void write(File file, String toWrite, boolean _arg11) {
   {
     FileWriter fw1;
     BufferedWriter bw1;
     try {
       fw1 = new FileWriter(file, _arg11);
       bw1 = new BufferedWriter(fw1);
       bw1.write(toWrite);
       bw1.close();
     } catch (IOException _e) {
     }
     return;
   }
 }
}

—-------- BEGIN PROGRAM  ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.File;
import java.io.IOException;
import java.io.BufferedWriter;
import java.io.FileWriter;

public class Test {
 void write(File file, String toWrite, boolean _arg11) {
   {
     FileWriter fw1;
     BufferedWriter bw1;
     try {
       fw1 = new FileWriter(file, _arg11);
       bw1 = new BufferedWriter(fw1);
       bw1.write(toWrite);
       bw1.newLine();
       bw1.flush();
       bw1.close();
     } catch (IOException _e) {
     }
     return;
   }
 }
}

—-------- BEGIN PROGRAM  ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.File;
import java.io.IOException;
import java.io.BufferedWriter;
import java.io.FileWriter;

public class Test {
 void write(File file, String toWrite, boolean _arg11) {
   {
     FileWriter fw1;
     BufferedWriter bw1;
     try {
       fw1 = new FileWriter(file, _arg11);
       bw1 = new BufferedWriter(fw1);
       bw1.write(toWrite);
       bw1.newLine();
     } catch (IOException _e) {
     }
     return;
   }
 }
}

Resumidamente, recebemos diversos exemplos de como escrever um método para escrever um arquivo! Genial…

A seguir um vídeo demonstrativo da implementação do Bayou no meu projeto Modoki de código aberto.

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Comandos do Dropbox
5 de setembro de 2018 | Autor:
Comando CLI Objetivo
autostart dropbox autostart [y/n] As opções aqui incluem:

  • n: o Dropbox não inicia automaticamente ao fazer login.
  • y: o Dropbox inicia automaticamente ao fazer login (padrão).

Observe que esse comando só pode funcionar nas distribuições Ubuntu compatíveis atualmente.

exclude dropbox exclude [list] Quando o comando list é usado sem argumentos, ele exibe uma lista de diretórios atualmente excluídos da sincronização.
  dropbox exclude add [DIRECTORY] [DIRECTORY] … Adiciona um ou mais diretórios à lista de exclusão e, em seguida, sincroniza o Dropbox.
  dropbox exclude remove [DIRECTORY] [DIRECTORY] … Isso remove um ou mais diretórios da lista de exclusão e, em seguida, sincroniza o Dropbox novamente. Observe que qualquer caminho especificado deve estar dentro da pasta Dropbox.
filestatus dropbox file status [-l] [-a] [FILE]… Exibe o status atual de cada ARQUIVO. As opções incluem:

  • -l ou –list: exibe informações em um formato semelhante ao comando ls nativo do Linux.
  • -a ou –all: não ignora entradas começando com “.”

Aliases incluem stat.

help dropbox help [comando] Sem argumentos, exibe uma lista de comandos e uma breve descrição de cada um. Com um comando, exibe uma descrição de ajuda para usar o comando.
lansync dropbox lan sync [y/n] As opções aqui incluem:

  • y: o Dropbox usará LAN sync (padrão).
  • n: o Dropbox não usará LAN sync.
ls dropbox ls [FILE]… Esse é um alias para filestatus -l.
proxy dropbox proxy MODE [TYPE] [HOST] [PORT]
[USERNAME] [PASSWORD]
Para definir manualmente as configurações de proxy para o Dropbox:

  • MODE Um dos seguintes modos: none, auto, manual
  • Válido apenas no modo manual:
    • TYPE Um dos seguintes tipos: http, socks4, socks5
    • HOST Host do proxy
    • PORT Porta do proxy
    • USERNAME Usuário do proxy (opcional)
    • PASSWORD Senha do proxy (opcional)
puburl dropbox puburl FILE Exibe uma URL de link público para ARQUIVO. Só se aplica se você tiver uma pasta Pública habilitada na sua conta. Esse comando só pode ser usado em arquivos na pasta Pública.
running dropbox running Resulta em 1 se o daemon estiver em execução e em 0 se não estiver em execução. Esse comando só pode ser usado em scripts para verificar se o Dropbox está em execução. O comando não resulta em nada na interface da linha de comando.
sharelink dropbox sharelink FILE Exibe um link compartilhado para o ARQUIVO.

  • ARQUIVO caminho absoluto para ARQUIVO
start dropbox start [-i] Inicia o Dropbox daemon. Se o daemon já estiver em execução, o comando não resulta em nada. As opções são -i ou i–install para autoinstalar o Dropbox daemon se não estiver disponível no sistema.
status dropbox status Exibe o estado atual do Dropbox daemon.
stop dropbox stop Encerra o Dropbox daemon.
throttle dropbox throttle DOWNLOAD UPLOAD Define limites de largura de banda para sincronização de arquivos:

    • DOWNLOAD Pode ser unlimited (ilimitado) ou um limite manual em KB/s
    • UPLOAD Um dos seguintes: unlimited (ilimitado), auto (automático) ou um limite manual em KB/s

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Rede Tor para iniciantes
29 de agosto de 2018 | Autor:

INTRODUÇÃO

A rede Tor é o que comumente chamamos de deep web, onde é possível encontrar diversos sites que não são indexados pelo Google e algumas outras ferramentas. A rede Tor é composta por um grupo de servidores voluntários que permite que as pessoas naveguem com privacidade e segurança. 

Quando um usuário usa o navegador Tor, são realizadas diversas conexões com túneis virtuais até a destino original ser alcançado. Isso permite que você navegue em redes públicas sem comprometer a sua privacidade na rede. Na rede Tor é possível que você publique seu site sem precisar revelar sua atual localização. A principal ideia do Tor Project é ajudar as pessoas em países onde existe censura e monitoramento da internet, possibilitando assim que você se conecte de forma anônima. 

Nesse artigo não é abordado como realizar o download e a instalação do navegador Tor, para isso você pode verificar nesse link:

MANTENDO O ANONIMATO

A deep web contém diversos conteúdos que podem ser usados de maneira útil, mas também possui uma gama de sites com conteúdos inapropriados. É extremamente fácil acessar a dark web e detectar se você não está tomando as precauções certas. O Tor não pode resolver todos os problemas de anonimato, é focado em proteger o transporte dos dados, então, é necessário tomar algumas outras precauções. Não coloque seu nome ou qualquer outra informação pessoal em formulários web. Desabilite o JavaScript do navegador. Quando realizar o download de um arquivo, é aconselhável que você abra ele enquanto não estiver conectado na internet. Caso queira uma proteção a mais, pode usar VPN em seu computador. 

TERMINAÇÃO .ONION

A terminação .onion é semelhante ao conceito de .bitnet utilizado antigamente. A terminação é utilizada para sites e serviços que estão dentro da rede Tor . Esses endereços não são DNS reais, mas com o navegador adequado, é possível acessar sites com terminação .onion através do envio de pedidos pela rede Tor. 

POR ONDE COMEÇAR

A quantidade de informações que podemos encontrar na rede Tor é vasta, ainda mais que os conteúdos não são indexados, isso torna as coisas um pouco mais complicadas em quesitos de localizar informações e a transforma em um terreno pouco explorado. Digamos que podemos encontrar de tudo, como notícias, fóruns de discussões, artigos de variados temas, documentos sigilosos de guerra, grandes bibliotecas etc. 

Não espere encontrar sites com HTML e CSS avançados, a maioria dos sites possuem aparência de 10 anos atrás. A navegação na rede Tor é feita através de links, existem páginas que contém uma série de links para serem explorados. Um exemplo, é o The Hidden Wiki, um dos mais famosos sites de links. Nele é possível achar os links de acordo com as categorias e artigos em formato wiki.

[singlepic id=3072 w= h= float=center]

Link para o The Hidden Wiki: http://kpvz7ki2v5agwt35.onion 

E-MAILS ANÔNIMOS

A rede Tor é repleta de serviços de e-mail que garantem total anonimato em enviar e receber e-mails. Abaixo temos uma lista de e-mails anônimos, lembrando que alguns e-mails só podem ser acessados na rede Tor. 

Mail2Tor 

Mail2tor é um serviço de e-mail da rede Tor que permite mandar e receber e-mails de modo anônimo. Mail2tor garante completo anonimato e comunicação privada para qualquer um que manda e recebe e-mails. O serviço surgiu com o Tor Project, suporta SMTP, IMAP e POP3. Nenhum e-mail fica armazenado nos servidores do Mail2Tor.

[singlepic id=3073 w= h= float=center]

Link Mail2Tor: http://mail2tor2zyjdctd.onion 

ProntonMail 

ProtonMail é um serviço de e-mail criptografado, lançado em 2013 após as revelações de Edward Snowden sobre a NSA. O ProtonMail oferece um serviço de autodestruição das mensagens e criptografia simétrica.

[singlepic id=3074 w= h= float=center]

Link ProtonMail: https://protonirockerxow.onion 

Guerrilla Mail 

Guerrilla Mail fornece e-mails temporários, sem registro e gera um e-mail anônimo para uso. Todos os e-mails enviados são apagados em 24 horas. Guerrilla Mail não precisa ser necessariamente acessado pela rede Tor.

[singlepic id=3075 w= h= float=center]

Link Guerrilla Mail: http://grrmailb3fxpjbwm.onion 

SEGURANÇA NA REDE

Conforme mencionado acima, o navegador Tor não vai garantir 100% de anonimato. Então, para alguns usuários que necessitam de mais privacidade, é possível criar um ambiente que seja descartado após o uso. Usamos o chamado Tails(The Amnesiac Incognito Live System). 

Trata-se de uma distribuição Linux baseada no Debian que simula um sistema operacional, que após o uso pode ser descartável. A rede Tor está cheia de conteúdos ilícitos, você é responsável pelos seus atos e existem investigações na rede. Use o conhecimento para o bem, existem milhares de bibliotecas e artigos úteis na rede Tor. 

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Teste de HDs e SSDs
24 de agosto de 2018 | Autor:
SSD Kingstom 240GB em 24 de agosto de 2018
[nggallery id=156]

HD Kingstom 2TB em 24 de agosto de 2018
[nggallery id=157]
Categoria(s): Informática |  Comente

É possível detectar problemas no HD antes de o equipamento dar defeito. Como HDs são uma das principais formas de armazenamento de dados digitais, eles são parte essencial do funcionamento de um computador. O que muitas pessoas não sabem é o que o dispositivo é muito sensível. Fixado em um notebook ou desktop, o disco rígido tem vida média de cinco a 10 anos, dependendo da fabricante e do ambiente.

Com os modelos externos, pode ser ainda menor, uma vez que ficam em movimento o tempo todo. Assim, são esperados apenas de três a cinco anos de vida para aparelhos do tipo. Após a falha, não há o que fazer: a única opção é comprar outro. As informações, por sua vez, dificilmente serão recuperadas – e por um alto custo.

Para garantir que arquivos importantes se mantenham a salvo, é preciso tomar alguns cuidados. É sempre bom estar em dia com os backups e usar outros espaços de armazenamento, incluindo a nuvem. Serviços com o Google Drive, o Dropbox, o iCloud e o OneDrive são grandes aliados nessa hora.

Mas essas medidas são especialmente importantes quando o fim da vida útil do disco rígido é eminente. A boa notícia é que muitas vezes os HDs “morrem” gradualmente, apresentando com antecedência indícios de que problemas graves estão a caminho. Confira a seguir como identificar se seus dados estão em perigo.

1. Lentidão e travamentos frequentes
Caso sua máquina trave e reinicie sozinha o tempo todo, a “tela azul da morte” seja frequente, ou se as pastas e arquivos demoram vários minutos para abrir, o disco rígido pode ser o responsável. Principalmente se as falhas ocorrerem depois de uma nova instalação ou mesmo no modo Windows Safe. Na verdade, esses sintomas podem ser causados por vários problemas, mas, de qualquer forma, é hora de fazer um backup.

Arquivos que somem de repente, não abrem de jeito nenhum ou ficam corrompidos, dificuldades para salvar um arquivo ou ainda programas que param de funcionar alegando não encontrarem um arquivo essencial. Esses são todos sinais típicos de um HD com potencial para travar a qualquer momento.

3. Sons estranhos
Ruídos esquisitos podem indicar danos mecânicos já avançados no disco rígido. Quando a agulha está tentando gravar ou ler dados fora de posição, ou se o motor estiver emperrado, certos sons são emitidos. Caso escute barulhos estridentes, rangidos e cliques repetitivos ao usar o computador e/ou HD externo, corra para salvar suas informações. Ainda assim, talvez seja tarde demais.

4. Falha no reconhecimento
Quando o computador não consegue mais detectar o HD, o defeito pode estar tanto em um quanto no outro. Vale ainda verificar se a questão não é o cabo ou a conexão na placa-mãe e, se for possível, testar o disco em outra máquina. Geralmente, trata-se de uma falha lógica, mas, caso o problema seja mesmo no disco rígido, será necessário procurar um especialista para recuperar os dados.

5. Sistema S.M.A.R.T.
Uma ferramenta capaz de prever problemas com o disco rígido é o S.M.A.R.T (sigla em inglês para “tecnologia de análise e relatórios de automonitoramento”), conjunto de informações guardadas no sistema operacional. Existem programas para a leitura desses dados, que averiguam as condições dos HDs conectados ao computador, como o CrystalDiskInfo. Essas ferramentas, porém, não costumam reconhecer as deficiências em estágios iniciais.

Como saber se seu HD está morrendo?
Apesar do Windows apresentar informações sobre os disco rígido e outros componentes do hardware de seu computador, o sistema operacional não faz uma analise profunda sobre o funcionamento destes.

Pensando nisso, o TechTudo preparou este tutorial ensinando a utilizar o aplicativo CrystalDiskInfo para averiguar as condições sobre os HDs conectados ao seu PC, e descobrir inúmeros detalhes sobre o seu funcionamento.

Passo 1. O CrystalDiskInfo é um programa gratuito, prático e intuitivo, que exibe informações do próprio disco rígido através do sistema S.M.A.R.T. (Self-Monitoring, Analysis, and Reporting Technology). Com grande parte de sua interface em português, o aplicativo discrimina os dados sobre os HDs conectados ao PC pelas abas superiores;

[singlepic id=3063 w= h= float=center]

Passo 2. As análises dos discos rígidos exibem detalhes sobre o status da saúde do HD, sua temperatura, características gerais e o processamento de dados do sistema S.M.A.R.T. Para alterar especificações sobre as condições que são avaliadas, clique no botão abaixo de “status de saúde”;

[singlepic id=3064 w= h= float=center]

Passo 3. Clicando na opção “Função” na barra de comando do CrystalDiskInfo é possível configurar o funcionamento do programa e escolher as modalidades de alarme que poderão ser disparados, caso seu disco rígido apresente problemas;

[singlepic id=3065 w= h= float=center]

Passo 4. O aplicativo mostra também informações sobre HD externos e, caso esteja funcionando de forma residente, exibirá em seu acesso na barra de tarefas a temperatura de cada disco rígido conectado ao PC;

[singlepic id=3066 w= h= float=center]

Pronto! Agora todos os seus HDs, internos ou externos, estão testados e com a durabilidade controlada.

 

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Categoria(s): Informática |  Comente
Estado do disco rigido de 3.5 polegadas
17 de agosto de 2018 | Autor:

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Você pode usar o comando systemctl para gerenciar a interface padrão — fazendo a troca entre GUI (modo gráfico) e CLI (modo texto).

Para ver qual é o padrão, neste momento, use o comando assim:

systemctl get-default

graphical.target

O resultado “graphical.target” indica que a GUI é a interface padrão (no meu sistema). Se fosse a CLI, o get-default iria resultar em “multi-user.target

Para mudar a interface padrão para o modo texto, na próxima inicialização do sistema, use o set-default:

systemctl set-default multi-user.target

Created symlink /etc/systemd/system/default.target → /lib/systemd/system/multi-user.target.

Este comando pede autenticação de administrador do sistema e só terá efeito após o reboot.
Você reiniciar o sistema com o próprio systemctl:

systemctl reboot

Para mudar a interface padrão para o modo texto, na próxima inicialização do sistema, use o set-default:

systemctl set-default multi-user.target

Created symlink /etc/systemd/system/default.target → /lib/systemd/system/multi-user.target.

Este comando pede autenticação de administrador do sistema e só terá efeito após o reboot.
Você reiniciar o sistema com o próprio systemctl:

systemctl reboot

Para desfazer o procedimento – e voltar a usar a interface gráfica como padrão – use o seguinte comando:

systemctl set-default graphical.target

Removed /etc/systemd/system/default.target.

Created symlink /etc/systemd/system/default.target → /lib/systemd/system/graphical.target.

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Campfire poderia ser a maneira do Google de mostrar que os PCs de baixo custo deveriam estar rodando o Chrome OS.

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Os Chromebooks mais acessíveis não são exatamente máquinas poderosas, combinando chips ARM de baixo custo com o Chrome OS otimizado para navegador do Google. Mas novos relatórios de um chamado recurso “Campfire” recém-descoberto sugerem que o Google deseja permitir que os Chromebooks rodem Windows. Loucura? Bem, não se você é o Google. Isso porque, na maioria dos casos, quem se beneficiaria disso é o próprio Google, em termos de mostrar o quão eficiente seu sistema operacional Chrome pode ser em comparação com o Windows da Microsoft.

O projeto do Google para levar o Windows 10 Chromebooks é supostamente chamado de Campfire, de acordo com o XDA Developers, que analisaram o código-fonte e parte de um novo “Alt OS Mode” que não exigem a ativação do modo de desenvolvedor.

O Campfire poderá ser lançado no próximo Pixelbook e Chromebooks de alta potência, que usam processadores Core i5 com capacidade para Windows. Mas o Google poderia, também, ativá-lo em dispositivos Core i3 ou Celeron – notebooks que são rápidos o suficiente para fazer o Chrome OS parecer rápido, mas fazer parecer o Windows inferior.

Uma decisão que beneficia o Google

Os desenvolvedores do XDA observaram que adicionar o suporte do Windows levaria a exigência de armazenamento do Chromebook a 40 GB, em comparação com os 10 GB que o Chrome OS geralmente exige.

O Chrome OS depende muito da nuvem para armazenamento e serviços. O usuário pode, por exemplo, armazenar uma imagem baixada do armazenamento local do Chromebook, mas o Google prefere salvá-la no Google Drive ou no aplicativo do Google Fotos. Ao armazenar arquivos localmente, a maioria dos Chromebooks de baixo custo ficará sobrecarregada com uma unidade flash eMMC lenta, em comparação com os SSDs tradicionais encontrados nos PCs com Windows. E, embora a Microsoft também ofereça seu próprio serviço de nuvem OneDrive, o Windows tem entregue uma experiência muito mais localizada, com aplicativos e documentos armazenados e sendo executados a partir de unidades locais.

O Campfire, se realmente for lançado, chega no meio de duas tendências: um empurrão para tablets baratos do Windows liderados pelo Microsoft Surface Go e uma repentina agressividade do Google em desafiar o domínio tradicional da Microsoft.

Por isso, parece estranho que o Google incentive alguém que acabou de comprar um Chromebook a carregar o Windows nessa máquina. Mas, também, é a maneira mais fácil de demonstrar, no mesmo hardware, que o Chrome OS é uma maneira mais barata e mais rápida de computação do que o Windows.

Porém, isso tudo ainda é uma especulação. O Google não anunciou oficialmente o Campfire e nem as máquinas que ele realmente será executado.

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Celulares e tablets
11 de agosto de 2018 | Autor:

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Dicas de linhas de comando
10 de agosto de 2018 | Autor:

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Governos Abandonam O Software Livre
1 de agosto de 2018 | Autor:

Agora, governo da Baixa Saxônia também abandona o Linux e adota o Windows.

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As distribuições Linux nunca tiveram o reconhecimento que merecem no mundo. Agora, o sistema enfrenta um outro desafio. Os governos abandonam o software livre e a utilização do Linux. Além de enfrentarem o poderoso lobby do Windows, a falta de incentivos à utilização é gritante. Aqui mesmo no SempreUpdate já acompanhamos essa migração que você poderá reler clicando nos links destacados na matéria.

O exemplo mais famoso e controverso é o da cidade alemã de Munique. A administração local deu um revés brutal quando anunciou que preferiria investir 80 milhões de euros na mudança para o Windows a permanecer com Linux. Estamos falando de uma cidade que veio criar sua própria distribuição Linux. Ainda assim, ela não podia aceitar os riscos e peculiaridades do Linux.

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Munique se tornou um exemplo para o uso de software livre desde 2003, quando decidiu trocar o Windows por uma distribuição do Linux. No entanto, após uma década, ela vai voltar para o sistema operacional da Microsoft.  Munique decidiu implementar o Windows 10 em cerca de 29 mil PCs a partir de 2020. Ela vai substituir totalmente o LiMux — versão personalizada do Ubuntu — até o início de 2023.

Adeus ao Linux no governo da Baixa Saxônia

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Hoje sabe-se que outra zona alemã seguirá os passos de Munique. Este é o governo da Baixa Saxônia, que anunciou que migrará os 13.000 computadores que possui para o Windows 10; uma operação que não será simples nem barata, mas que o governo considerou necessária.

Os líderes parecem ter feito essa decisão coincidindo com a renovação do equipamento de informática. A maioria dos sistemas usa o OpenSuse 12.2 ou 13.2; versões obsoletas e de longa data abandonadas por seus criadores. De fato, não muito tempo atrás, o Suse Linux, no qual o OpenSuse é baseado, foi vendido.

Portanto, o plano não é apenas mudar para o Windows mas para renovar todo o equipamento de informática com o Windows pré-instalado. Como eles iam trocar de equipamento, provavelmente pensaram que seria o momento ideal para a migração.

Outras razões são que muitos dos trabalhadores e serviços de suporte já usam o Windows. Por isso, não faz sentido fragmentar sua base.

O interessante é que a Baixa Saxônia tem resistido há muito tempo à tentação do Windows. Quando em 2006 eles mudaram para o OpenSuse, eles vieram de outro sistema operacional alternativo: o Solaris. Portanto, será uma experiência totalmente nova para os funcionários.

Tudo isso não será barato. Os orçamentos contemplam 5,9 milhões de euros somente no próximo ano. Além disso, espera-se que gaste cerca de 7 milhões de euros por ano no futuro próximo. Tudo depende de quanto tempo a migração levará.

Há esperança?

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As razões para mudar para o Windows são muito pragmáticas e compreensíveis. O problema é que a Baixa Saxônia não é a única; aqueles que apostam alto no Linux estão retirando seu suporte e mudando para o Windows.

Há exceções, é claro. Barcelona está a caminho de se tornar o maior de todos, e a grande referência do uso do Linux nos governos. O plano anunciado no ano passado é um custo importante no orçamento. Contudo, começam a cumprir a promessa.

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Serial pode ser facilmente desinstalado e usado em outra máquina.

Por Helito Bijora, para o TechTudo

25/07/2018 07h00 Atualizado há 11 horas

OWindows 10 permite que o usuário transfira a licença do sistema de PC. Para isso, é possível desinstalar o código sem precisar formatar a máquina. A ideia é útil para quem tem uma cópia original do sistema da Microsoft e pretende trocar de computador. Dessa forma, você pode remover o número de série do equipamento antigo e colocá-lo em uma novo de forma simples.

No tutorial a seguir, saiba como desinstalar o serial do Windows 10 de um PC e transferi-lo para outro. O procedimento vale para qualquer uma das edições do sistema — tanto a Pro quanto a Home. É necessário possuir acesso a uma conta de usuário com privilégios administrativos, ou seja, com permissão para alterar as configurações.

Quais licenças podem ser transferidas?
Basicamente, você pode transferir apenas licenças de cópias do Windows 10 adquiridos à parte — seja em mídia física ou formato digital (download). O mesmo vale para as versões anteriores do sistema, como o Windows 7 e 8, que receberam o upgrade. Neste caso, é possível usar a chave de ativação em qualquer computador.

Por outro lado, licenças do tipo OEM são atreladas ao hardware e só podem ser usadas no PC em que o sistema veio instalado originalmente. A condição também se aplica aos computadores adquiridos com o Windows 7 ou 8 e que foram atualizados para o sistema mais recente.

Como transferir a licença do Windows 10
Passo 1. No computador antigo, use a busca da Cortana e pesquise por “cmd”. Clique com o botão direito do mouse sobre o primeiro resultado e, no menu de contexto, clique em “Executar como administrador”;

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Passo 2. Agora, na janela do Prompt de Comando, digite “slmgr /upk” (sem aspas) e pressione “Enter”. Isso remove o serial e desinstala a licença do Windows 10 do PC antigo;

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Passo 3. No computador novo, abra o Prompt de Comando com privilégios administrativos, conforme o primeiro passo. Dessa vez, entre com “slmgr /ipk XXXXX-XXXXX-XXXXX-XXXXX-XXXXX” (sem aspas). Substitua os “Xs” pelo número de série da licença.

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Pronto. A licença será transferida para o seu novo PC. Caso queira conferir o resultado, use o comando “slmgr /dlv” e verifique a situação na linha “Status da Licença”.

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Habilitando IPv6 no Linux
13 de julho de 2018 | Autor:

O primeiro código relacionado ao IPv6 foi adicionado ao kernel do Linux na versão 2.1.8 por Pedro Roque, ainda com muitas limitações. Com a versão 2.2.x o suporte ao IPv6 passou a ser compilado junto ao kernel e já apresentava maior estabilidade, entretanto ainda não vinha habilitado por padrão. Hoje em dia, a maioria das distribuições Linux já vem com o suporte ao IPv6 habilitado e com uma boa gama de funcionalidades disponíveis, possibilitando a utilização das principais novidades do IPv6. Para verificar se ele realmente está habilitado em sua máquina, execute em uma janela do terminal o seguinte comando:

       ping6 -c5 ::1

Se o resultado for o seguinte (ou similar):

       # ping6 -c 5 ::1
       PING ::1(::1) 56 data bytes
       64 bytes fro m ::1: icmp_seq=1 ttl=64 time=0.055 ms
       64 bytes fro m ::1: icmp_seq=2 ttl=64 time=0.020 ms
       64 bytes fro m ::1: icmp_seq=3 ttl=64 time=0.033 ms
       64 bytes fro m ::1: icmp_seq=4 ttl=64 time=0.046 ms
       64 bytes fro m ::1: icmp_seq=5 ttl=64 time=0.039 ms

       --- ::1 ping statistics ---
       5 packets transmitted, 5 received, 0% packet loss, time 3996ms
       rtt min/avg/max/mdev = 0.020/0.038/0.055/0.013 ms

significa que o IPv6 está instalado corretamente. No entanto, se sistema não reconhecer este comando ou retornar algum erro, siga as instruções abaixo: Primeiramente, certifique-se de que o kernel suporta IPv6. Tente carregar o módulo IPv6 digitando em uma janela do terminal:

       modprobe ipv6

Se este comando retornar um erro, significa que seu kernel não tem suporte ao IPv6. Nesse caso você deverá recompilar um kernel com suporte ao IPv6. Caso contrário, basta configurar sua distribuição Linux para carregar o módulo IPv6 automaticamente adicionando a linha:

       alias net-PF-10 ipv6

aos seguintes arquivos: 

RedHat – Fedora – Mandriva – SuSE

/etc/modprobe.conf 

Ubuntu – Debian – Slackware

/etc/modprobe.d/aliases 

Se algum dos arquivos citados acima não for encontrado procure por 

/etc/modules.conf. 

Para desabilitar o suporte ao IPv6 basta alterar a linha citada acima para:

       alias net-PF-10 off

Agora, com o IPv6 já instalado, siga as instruções no topo desta página e certifique-se que ele está funcionando corretamente. Para tornar as configurações de endereçamento permanentes:

RedHat – Fedora – Mandriva – SuSE

Adicione ao arquivo 

etc/sysconfig/network 

a seguinte linha:

       NETWORKING_IPV6=yes
       IPV6_DEFAULTGW='endereço IPv6 do gateway'

E adicionar ao arquivo 

/etc/sysconfig/network/ifcfg-'nome da interface' 

a seguinte linha:

       IPV6INIT=yes
       IP6ADDR='endereço IPv6/prefixo'

Em seguida, reinicie as interfaces de rede:

       service network restart

ou

       /etc/init.d/network restart

Ubuntu – Debian – Slackware

Adicione ao arquivo /etc/network/interfaces o seguinte:  

iface eth0 inet6 static

       pre-up modprobe ipv6
       address 'endereço IPv6'
       netmask 64
       gateway 'endereço IPv6 do gateway'

E reinicie a interface de rede:

       ifup –force eth0
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Servidores
12 de julho de 2018 | Autor:

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História do Windows – do 1.0 ao 10
4 de julho de 2018 | Autor:

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Sistemas Operacionais
4 de julho de 2018 | Autor:

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Se você quer ver cursos online, mesmo estando offline, instale o Udeler para baixar os vídeos de cursos da Udemy e resolva o seu problema.

Udeler é um aplicativo de download de código aberto e multiplataforma com o qual você pode baixar os vídeos de cursos da Udemy para o seu PC, gratuitamente.

Atualmente, existe uma série de centros de educação em estudo on-line. Alguns deles se concentram apenas na programação e tópicos relacionados à ciência da computação, enquanto outros têm um alcance de tópicos mais amplo. Alguns sites são totalmente gratuitos ou pagos, e outros oferecem cursos pagos e gratuitos.

Tal como a Khan Academy e a Code Academy, a Udemy não é uma recém-chegada neste domínio. É um site onde você pode aprender uma variedade de cursos on-line no seu próprio ritmo, com alguns deles disponíveis gratuitamente.

O problema, porém, é que os usuários às vezes são obrigados a seguir os vídeos apenas quando estão conectados à internet, pois não há uma opção nativa para baixar os vídeos do curso para assistir mais tarde, especialmente quando o usuário está offline.

Felizmente, com o Udeler, você pode resolver essa limitação e assistir os vídeos onde e quando quiser. Nele você visualiza uma lista de todos os seus cursos e pode baixá-los.

Udeler foi escrito em Electron para ter uma interface de usuário minimalista, intuitiva e uniforme em Linux, Mac e Windows OS.

Para instalar o Udeler no Linux via arquivo AppImage e baixar os vídeos de cursos da Udemy, você deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal (No Unity, use o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:
Passo 3. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome udeler.appimage:

wget https://github.com/FaisalUmair/udemy-downloader-gui/releases/download/v1.6.0/Udeler-1.6.0-linux-x86_x64.AppImage -O udeler.appimage

Passo 4. Dê permissão de execução para o arquivo baixado;

chmod +x udeler.appimage

Passo 5. Agora instale o programa com o comando;

sudo ./udeler.appimage

Passo 6. Quando você inicia o arquivo pela primeira vez, será perguntado se deseja integrar o programa com o sistema. Clique em “Yes” (Sim) se quiser integrá-lo ou clique em “No” (Não), se não quiser. Se você escolher Sim, o iniciador do programa será adicionado ao menu de aplicativos e ícones de instalação. Se você escolher “No”, sempre terá que iniciá-lo clicando duas vezes no arquivo AppImage.

Assim que você executa o aplicativo, aparece uma tela de login para que você insira as credenciais da sua conta Udemy. Uma vez feito isso, você pode acessar diretamente seus vídeos do curso.

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Banco de dados – midia
4 de julho de 2018 | Autor:

mysqldump -u root -p midia -x -e |gzip > midiazp-x-.sql.gz

mysql -u heinz -p midia

UPDATE wp_options SET option_value = ‘http://zp/midia’ WHERE option_id = 1;

UPDATE wp_options SET option_value = ‘http://zp/midia’ WHERE option_id =37;

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Neste post, saiba como habilitar aplicativos do Linux no Chrome OS. As dicas são do site 9to5 Google.

By Claylson | Last updated jun 15, 2018

Recentemente, abordamos que o Chrome OS passará a rodar aplicativos Linux e que mais modelos de notebook estão sendo lançados com o sistema operacional do Google. Agora, saiba como habilitar aplicativos do Linux no Chrome OS a partir destas dicas publicadas originalmente pelo site 9to5Google.

Primeiramente, você precisará ter seu Chromebook na versão Dev. Antes de começar, esteja avisado de que perderá tudo (arquivos baixados, fotos, permissões de proprietário e redes salvas de todas as contas), pois o Chromebook ficará completamente limpo.
 
 

Como verificar qual versão do Chrome OS está em execução

  1. Faça o login no seu Chromebook;
  2. Clique na foto da conta localizada no canto inferior direito da tela;
  3. Selecione o  ícone Configurações;
  4. Clique no ícone do menu;
  5. Role a página para baixo e localize  Sobre o Chrome OS;
  6. Dentro, selecione  Informações de compilação detalhadas (Detailed build information);
  7. Você verá qual versão está instalada ao lado do canal (Channel).

Como alternar entre canais estáveis, beta e de desenvolvimento do Chrome OS

  1. Faça login no seu Chromebook com a conta do proprietário;
  2. Clique na foto da conta localizada no canto inferior direito da tela;
  3. Então, selecione o  ícone de engrenagem Configurações;
  4. Clique no ícone do menu;
  5. Role para baixo e localize  Sobre o Chrome OS;
  6. Após, selecione  Informações de compilação detalhadas;
  7. Clique em  Alterar canal ao lado da seção “Canal”
  8. Escolha o seu canal desejado;
  9. Logo depois, clique em  Change Channel;
  10. Se você estiver mudando para um canal experimental, seu Chromebook fará o download de uma atualização e vai reiniciar;
  11. Se você estiver mudando para um canal mais estável, será necessário clicar em Reiniciar e Powerwash após a instalação da atualização. Assim, a memória do seu Chromebook será limpa.

Em seguida, dependendo do seu Chromebook, haverá duas coisas que você precisa fazer. O primeiro passo é seguir para  chrome://components/ no seu navegador e verificar se há uma atualização para o  cros-termina. Depois disso, vá para chrome:// flags/#enable-experimental-crostini-ui e ative o sinalizador. Deste modo, o Chrome será reiniciado.

 
Contudo, se você não vir essas opções na sua máquina, não se preocupe. Então, siga para a próxima etapa.
 
Depois, abra o menu Configurações do Chrome OS. Então, se tudo funcionou corretamente, você deverá ver uma nova  seção do Linux (beta). Nela, abra e clique na opção Ativar. Ainda lá, você deve ver outra opção para instalar o aplicativo
 

Terminal. Depois, pode levar um bom tempo para que tudo seja estabelecido, mas quando estiver pronto, sua máquina será reinicializada.Quando tudo estiver concluído, você pode tentar abrir o aplicativo Terminal. Desta forma, se for iniciado corretamente, você agora tem suporte aos aplicativos Linux no seu Chromebook.

Atenção!

Porém, fique atento. Tudo isso ainda está em desenvolvimento e deve ser tratado como um teste. Esses passos não são recomendados para usuários menos experientes. Assim, o melhor é esperar o lançamento de uma versão estável.

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