Arquivos como Swap

Arquivo como swap

Primeriamente criando o arquivo usando o comando dd:

dd if=/dev/zero of=/swap bs=1024 count=2226144

 depois, dar permissão de leitura e escrita, mas não de execução:

chmod 600 swap 

 Para transformar esse arquivo em swap utilizáve:

mkswap swap

 verificar a quantidade de RAM em uso:

free -m

Ativar a swap:

swapon swap

 Adicionar no no final do arquivo fstab <nano /etc/fstab>:

/swap swap swap defaults 0 0

reboot

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PIXEL, o Linux do Raspberry Pi ganha versão compatível com PC e Mac

Se você possui um Raspberry Pi e não fez dele uma estação de games com o RetroPie, é possível que você utilize o bichinho como uma estação de desenvolvimento ou mesmo um computador compacto pessoal e barato, rodando Raspbian (o sistema operacional mais popular para a plataforma), o Pidora ou mesmo o Ubuntu. A Raspberry Pi Foundation no entanto decidiu entrena na brincadeira e ela própria fornecer um SO com o PIXEL: seu próprio sistema Linux que utiliza uma interface desktop customizada do LXDE X11 e o Debian como base, sendo incrivelmente leve e flexível.

A fundação sequer implica com software proprietário, tanto que ele vem com o Flash instalado. E por ser democrática desse jeito decidiu que todo mundo merece utilizar o PIXEL. Assim, o SO agora está disponível em uma versão de testes para computadores x86, rodando de maneira descomplicada em PCs e Macs.

O PIXEL (Pi Improved Xwindows Environment, Lightweight) é um sistema operacional pensado para consumir poucos recursos de hardware, ao mesmo tempo em que conta com aplicações e ferramentas completas como qualquer outra versão do Debian que se preze. Ele é bastante simples e intuitivo, voltado tanto para profissionais quanto para leigos. E agora com a versão para x86 é possível testá-lo em qualquer computador, até mesmo os mais antigos (ele exige um mínimo de 512 MB de RAM).

A ISO do sistema possui 1,3 GB e pode ser tanto queimada em DVD ou transferida para um pendrive, como também executada através de máquinas virtuais. Ele não pode ser instalado diretamente no hardware sem algumas maracutaias, ele foi desenvolvido como uma versão Live para rodar diretamente da mídia externa. No entanto, aqueles que optarem por utilizar um pendrive podem fazer uso do modo de persistência, que armazena todas as alterações realizadas após o boot (não disponível para quem utilizar um DVD).

A versão para computadores do PIXEL possui quase tudo que sua contraparte para Raspberry Pi, com exceção do software Mathematica e o game Minecraft, já que a fundação só possui os direitos para distribuir ambos em suas versões dedicadas a seu próprio hardware. Não que isso seja um problema para usuários Linux no desktop de qualquer forma.

Eben Upton, fundador da Raspberry Pi Foundation lembra no entanto que o PIXEL para desktops ainda é uma experiência ainda em seu início: muitas configurações podem não funcionar devido incompatibilidade com os diversos componentes disponíveis, mas estão trabalhando para tornar o sistema operacional funcional e completo. E como é um software leve que pode ser testado sem maiores problemas, eu diria que vale a pena ser conferido.

Fonte: Raspberry Pi Blog.

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Convertendo Sistemas de Arquivos

Introdução

O título deste artigo é Convertendo Sistemas de Arquivos. No entanto, poderia ser também “Brincando com Sistemas de Arquivos”, pois foi justamente isso que fiquei fazendo após descobrir a existência de um programa chamado fstransform, cuja finalidade é converter um sistema de arquivo em outro sem a necessidade de formatação.

Alerta

Desde já quero esclarecer que todos os passos realizados aqui foram efetuados em uma máquina virtual e que os arquivos contidos nesse HD Virtual não eram importantes. Apesar que em todos os testes os resultados foram positivos, sem nenhuma perda de dados, eu recomendo fortemente a realização de um backup de todos os arquivos e sistemas envolvidos, caso o leitor deseje efetuar essas conversões também.

Recomendo ainda que, assim como fiz, efetue esses testes primeiro em um ambiente virtualizado para não colocar em risco seus arquivos e sistemas. Não me responsabilizo por qualquer perda de dado que venha a ocorrer com o uso desta ferramenta.

A fonte de onde extraí boa parte das informações referentes a esse artigo, é do link abaixo:
Converting Filesystems with Fstransform » Linux Magazine

A tradução é livre e acrescentei algumas informações a mais baseadas na minha experiência de uso do programa.

Em meus testes, nenhum arquivo foi perdido, todos eles abriram normalmente. No entanto, reforço novamente: não faça nada sem backup.

No texto original, citado no link acima, o autor informa que somente são possíveis conversões entre os sistemas de arquivos tradicionais do Linux:

  • Ext2
  • Ext3
  • Ext4
  • JFS
  • XFS
  • ReiserFS

De Ext4 para NTFS, por exemplo, ele afirma que não é possível. Mas não foi bem isso que ocorreu nos meus testes.

Eu consegui efetuar as conversões entre os sistemas de arquivos tradicionais e até mesmo para sistemas de arquivos menos conhecidos como o F2FS e o Btrfs. E até mesmo para o NTFS e deste de volta para o EXT4. Tudo sem nenhuma corrupção de arquivos. Claro que nesses casos, tive que usar a opção “force-untested-file-systems”, o que não é recomendável em um ambiente de produção. Mas como estava em um ambiente virtualizado, resolvi testar. E toda a conversão foi efetuada com sucesso, sem perda de arquivos.

Para conversões entre os sistemas de arquivos Ext2/3/4 e destes para o Btrfs, eu recomendo seguir os procedimentos oficiais existentes. Esses no entanto, não serão abordados aqui.

De acordo com o autor, o espaço livre mínimo necessário é 5%. 10% para o caso do XFS. Por segurança, eu recomendo 10% para todos os casos.

É necessário que os pacotes de suporte aos sistemas de arquivos com os quais pretende-se trabalhar as conversões estejam instalados. Os principais são:

  • e2fsprogs
  • jfsutils
  • f2fs-tools
  • ntfs-3g
  • ntfsprogs
  • reiserfs
  • reiser4progs
  • xfsprogs
    • xfsdump
  • btrfsprogs

Dependendo da quantidade de arquivos, a conversão pode demorar e não pode ser interrompida sob risco de perda de dados.

Eu não realizei conversões de partições raiz. Essa conversão envolveria mudanças no processo de inicialização (boot) do sistema envolvido. Eu fiquei apenas em uma partição extra.

Fstransform – convertendo sistemas de arquivos

Intalando o FSTRANSFORM

No openSUSE Leap 42.2, atual versão, eu instalei adicionando o repositório:

  • http://download.opensuse.org/repositories/filesystems/openSUSE_Leap_42.2/

E depois, instalando com o comando:

# zypper in fstransform

Em outras distros eu não testei. Mas o autor do artigo citado afirma que basta fazer o download do arquivo no link

E, tendo o compilador C++ instalado, basta executar os tradicionais comandos:

./configure
make
sudo make install

Convertendo um sistema de arquivo

No meu primeiro exemplo, eu converti uma partição Ext4 em JFS. As partições precisam estar desmontadas. Para a conversão deste exemplo execute no terminal, logado como root, o comando:

# fstransform /dev/sda3 jfs

Durante a conversão será solicitado em um determinado momento que se pressione C para continuar e depois Enterpara confirmar.

No meu exemplo, a partição a ser convertida é a /dev/sda3. Substitua essa informação conforme o seu caso.

O resultado, podemos ver nas imagens abaixo, ao estilo antes e depois. Eu usei o GParted para visualizar as conversões, pois o mesmo identifica cada sistema de arquivo com uma cor. Isso destaca bem as operações de conversões.

Antes da conversão, partição /dev/sda3 em Ext4:

Depois da conversão, partição /dev/sda3 em JFS:

Basta montar a partição agora e conferir a integridade dos arquivos. Aqui, todos os arquivos estavam intactos

Outras conversões – opções seguras

De JFS para XFS:

De XFS para Ext4:

Opções seguras

Nos testes que fiz, usei o comando abaixo para converter uma partição Ext4 em Btrfs.

# fstransform /dev/sda3 btrfs –force-untested-file-systems

O mesmo comando foi usado para converter Ext4 em NTFS e este, em Ext4 novamente. Nesse caso específico, de Ext4 para Btrfs, recomendo novamente usar o método oficial de conversão destes sistemas de arquivos.

De Ext4 para Btrfs:

Conclusão

O método mais seguro para trocar um sistema de arquivos continua sendo ainda o tradicional backup dos arquivos em outro local, formatação da partição e o posterior retorno dos arquivos no local de origem.

No entanto, saber da existência de um programa como esse, pode ajudar em alguns casos específicos. Basta ter um bom backup e tempo de sobra.

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MX 16 – Uma distribuição Linux muito levezinha

Como sabemos, no mundo Linux são milhares as distribuições que estão disponíveis! O Pplware tenta sempre dar cobertura às distribuições mais populares mas também às distribuições que têm características diferenciadoras.

Hoje vamos conhecer a MX 16, uma distribuição baseada no Debian e com características da antiX.

Para quem procura uma distribuição Linux leve mas com bom suporte, a nossa sugestão de hoje vai para a nova versão da distribuição MX. Baseada no Debian 8.6 ‘Jessie’ e com algumas características da distro da antiX, o MX-16 (Metamorphosis)vem com interface Xfce 4.12.2,o que a torna uma distribuição muito elegante, com boa performance e muito funcional.

Em termos de aplicações/ferramentas, esta distribuição vem com o seguinte:

  • Browser: Firefox 50.0.2
  • Vídeo Player: VLC 2.2.4
  • Music Manager/Player: Clementine 1.3.1
  • Email client: Thunderbird 45.5.1
  • Office suite: LibreOffice 5.2.2
  • Backup: LuckyBackup 0.4.8
  • Security: Passwords e Keys 3.14.0
  • Terminal: Xfce4 Terminal 0.6.2

Mas há outras ferramentas incluídas que podem ser consultadas aqui.

Destaque ainda para o facto desta distribuição ser muito simples de instalar e de ter uma versão live, para experimentar sem instalar.

Se procura uma distribuição Linux bastante leve mas muito funcional então experimente a MX 16. A performance é simplesmente fantástica e toda a interface é muito bonita e eficiente. O Pplware tem outras sugestões de distribuições Linux igualmente leves mas muito completas. Pode ver essas distribuições aqui.

A distribuição MX 16 está disponível nas arquitecturas de 32 bits e 64 bits e tem suporte para sistemas UEFI.

Original aqui

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Instalando o Gnome Classic no Ubuntu e derivados

Para instalar o Gnome Classic no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);

Passo 2. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 3. Agora instale o ambiente com o comando abaixo (se não funcionar, use o próximo):

sudo apt-get install gnome-session-fallback

Passo 4. Em sistemas mais recentes, instale o ambiente com o comando:

sudo apt-get install gnome-session-flashback

Passo 5. Uma vez instalado, encerre a sessão atual;
Passo 6. Quando você estiver na tela de login, clique no ícone do logotipo e no menu que aparece, selecione a opção Gnome Flashback (Compiz) ou Gnome Flashback (Metacity);

Para desinstalar o Gnome Classic no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal;

Passo 2. Desinstale o Gnome Classic, usando os comandos abaixo;

sudo apt-get remove gnome-session-fallback
sudo apt-get remove gnome-session-flashback
sudo apt-get autoremove

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Windows 10 exibe avisos de que o Chrome e o Firefox são menos seguros

Qualquer navegador é inseguro no M$-rWindows. Tanto faz ser o Firefox, o Chrome, o Vivaldi, o próprio Edge, o Internet Explorer, o Opera e até mesmo o TorBrowser (baseado no Firefox e compilado para navegação anônima).

O problema não está nos navegadores, mas sim, no sistema que é vulnerável a qualquer tipo de ataque.

A Micro$oft está desesperada porque o Android reina soberano nos smartphones e dispositivos móveis; o IOS dos IPhones e IPads é preferido pela segunda maior parcela de usuários e seu M$-rWindows Mobile “patina no seco” e não “emplaca”, sendo um retumbante fracasso, rendendo à gigante de Redmond um vergonhoso e vexaminoso último lugar com pouquíssimas unidades licenciadas. Até o Bada e o Tizen, ambos baseados no kernel Linux, tem mais usuários que o M$-rWindows Mobile. O Android é baseado no kernel Linux e coloca o sistema criado por Linus Torvalds na primeira posição absoluta de uso no mundo. O M$-rWindows pode estar presente me 90% dos microcomputadores de mesa (PCs) e portáteis (notebooks, netbooks e outros portáteis) da família X86, mas a liderança absoluta e esmagadora em computação móvel é do Android. São mais de bilhões de dispositivos móveis usando Android Linux contra algumas centenas de milhões de PCs e notebooks usando M$-rWindows 10 (irc!)

Abandonei o M$-rWindows desde a versão 8, cuja licença comprei e joguei no lixo. Tenho todas as licenças desde o DOS 6.22, que era o sistema operacional na época em que comprei meu primeiro micro, sendo o Windows 3.1 apenas um gerenciador de janelas do DOS. Comprei, também, as licenças do Wndows 95, Wndows NT 4 Workstation, Wndows 98,Wndows 2000 Pro, Wndows Millenium, Wndows  XP Pro, Wndows 7 Ultimate e Wndows 8 Pro.

A partir de 1999 comecei a usar Linux em dual boot com o M$-rWindows. A primeira distribuição Linux que instalei e usei foi o Conectiva Linux 7, apesar ter adquirido a caixa do Conectiva Linux 5, que não consegui instalar devido a uma omissão na documentação que acompanhava o pacote. Depois passei para o Kurumin Linux, em 2004, quando conheci o gênio fabuloso Carlos Eduardo Morimoto, que ministrou um curso intitulado “Aprendendo e Dominando o Linux”, do qual participei com entusiasmo.

Com o fim do Kurumin Linux, em 2008, adotei o Debian, a distribuição mãe do Kurumin, do Ubuntu e de milhares de outras que vieram e se foram. 

Utilizo também e com grande frequência o ChromeOS,sistema baseado no Gentoo Linux do meu Samsung Chromebook 3, e o Android do meu telefone celular, na maior parte do tempo. 

Obviamente, não sou um evangelizador do Linux. Não faço cruzada contra o M$-rWindows. Tenho, dentro do meu Debian 8, o pacote Virtualbox no qual instalei o Windows XP Pro e também o Windows 7 Ultimate, cujas licenças adquiri regularmente, nas quais “rodo” aplicativos cujas licenças adquiri (paguei caro nelas). Leia mais

Xfce e ferramentas úteis

Se você utiliza o Xfce, experimente estas ferramentas:

1. Editor de Texto na interface gráfica
Dois editores muito práticos:
# apt-get install geany bluefish mousepad

2. Navegador
Três opções de navegadores:
# apt-get install midori chromium iceweasel

3. Gravar CD/DVD
# apt-get install xfburn

4. Audio & Video Player
# apt-get install xfmedia

5. Visualizador de imagem
Duas opções:
# apt-get install ristretto mcomix

6. Captura de tela
# apt-get install shutter

7. Leitor de arquivos pdf
# apt-get install xpdf

8. Instant messenger
# apt-get install pidgin

9. cliente de ftp
# apt-get install gftp

10. Midia player
# apt-get install gxine

11. Multimedia Playback
Três opções:
# apt-get install xmms2 audacious vlc smplayer

12. “Ripar” DVD
# apt-get install handbrake

13. Editar vídeo
# apt-get install openshot kdenlive

14. Multimedia Misc
Um construtor de DVD e de vídeo slide-show leve e simples
# apt-get install imagination

15. Ferramenta de diagramação
# apt-get install dia

16. Calculadora
# apt-get install galculator

17. Torrent
A distribuição Debian inclui diversas ferramentas para torrent, tais como: Azureus, BitTornado, KTorrent, Transmission e o original BitTorrent. Por ser muito simples e leve, atualmente estou preferindo o transmission.
# apt-get install transmission

18. Seletor de cores
# apt-get install gcolor2

19. Drivers multimidia
apt-get install ffmpeg mencoder smplayer vlc gxine gstreamer0.10-plugins-ugly libdvdcss2 libdvbpsi9 libdvdread4 libdvdnav4 lsdvd lame easytag soundconverter asunder libdca0 libmad0 mpg123 mpg321 twolame easymp3gain-data

Ou ainda, juntando tudo (exceto os drivers multimidia)…
# apt-get install geany bluefish mousepad midori chromium iceweasel xfburn xfmedia ristretto mcomix xpdf pidgin gftp gxine xmms2 audacious vlc smplayer handbrake openshot imagination dia galculator transmission gcolor2 kdenlive

Referências:
Xfce suggested applications

Como instalar a versão mais recente do Wine no Ubuntu

Para instalar a versão mais recente do Wine no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório da equipe Wine com este comando ou use esse tutorial;

sudo add-apt-repository ppa:ubuntu-wine/ppa
Passo 3. (opcional) O repositório da equipe Wine não foi atualizado por quase 6 meses. Para aqueles que querem as últimas atualizações e correções para a série estável do Wine 1.8, você pode utilizar temporariamente através do repositório de Rico Tzschichholz;

sudo add-apt-repository ppa:ricotz/unstable
Passo 4. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update
Passo 5. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install wine1.8 winetricks
Como instalar a versão mais recente do Wine no Ubuntu manualmente

Para instalar a versão mais recente do Wine no Ubuntu manualmente, você deve fazer o seguinte
Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Instale os pacotes necessário para compilar o código fonte do Wine:

sudo apt-get install flex bison qt4-qmake gcc-multilib g++-multilib lib32z1-dev lib32bz2-dev libx11-dev libfreetype6-dev:i386
Passo 3. Use o comando abaixo para baixar o código fonte do Wine. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome wine.tar.bz2:

wget http://ufpr.dl.sourceforge.net/project/wine/Source/wine-1.8.4.tar.bz2 -O wine.tar.bz2
Passo 4. Descompacte o arquivo baixado com o comando:

tar -xjvf wine.tar.bz2
Passo 5. Vá para a pasta criada pelo descompactador:

cd wine-*
Passo 6. Faça a verificação inicial da compilação com o comando:

./configure
Passo 7. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:

uname -m
Passo 8. Se for um sistema de 64 bits,use o comando:

./configure –enable-win64
Passo 9. Vá para a pasta tools com o comando:

cd tools
Passo 10. Agora instale o programa com o comando abaixo e aguarde o processo finalizar:

./wineinstall

Como instalar o Ubuntu MATE no Raspberry Pi

felipe_garretUm dos usos possíveis do Raspberry Pi é o de computador convencional por meio de algumas distribuições Linux compatíveis com a placa. Isso pode dar acesso a recursos e funcionalidades de desktop, como acesso à internet, aplicativos de escritório, de desenvolvimento e de entretenimento. Entre as distros disponíveis, o Ubuntu Mate está entre as mais completas e fáceis de usar. No tutorial abaixo, você vai descobrir como instalar o Ubuntu no Raspberry Pi. O procedimento permite que seu aparelho fique mais completo e funcional.

Uma observação importante é que o Ubuntu MATE só é compatível com os modelos Raspberry Pi 2 e 3. A primeira versão da placa e o Raspberry Pi Zero não são suportados. Para poder seguir com o tutorial, você vai precisar do Raspberry Pi, cartão microSD de pelo menos 8 GB (preferencialmente classe 10, pois classes inferiores são lentas demais), fonte de energia, cabo HDMI, monitor ou TV, além de mouse e teclado. Também será necessário um PC com Windows para organizar tudo no cartão de memória.

Escolha a versão 16.04 LTS: é a estável mais atual de qualquer edição do Ubuntu no momento (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
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Passo 1. Você vai precisar da imagem oficial do Ubuntu MATE para Raspberry Pi. Baixe-a no site oficial (ubuntu-mate.org/download/), como mostra a imagem.

Escolha o método de download e baixe o Ubuntu no computador (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
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Passo 2. Depois de selecionar a sua versão do Raspberry Pi, desça a página para as informações adicionais e links. É possível fazer download via torrent do Ubuntu MATE ou por download direto, por meio de links oferecidos na parte inferior da página.

Para instalar a imagem no cartão do Raspberry, você terá antes que descompacta-la (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
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Passo 3. A imagem do Ubuntu MATE virá compactada. Você precisará extrair o arquivo para uma pasta.

Formate o cartão que deseja usar para instalar o Ubuntu (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
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Passo 4. Formate o cartão que pretende usar e coloque o dispositivo no computador que usará para copiar o Ubuntu.

Win32DiskImager é essencial (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
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Passo 5. Com a imagem descompactada, você vai precisar do Win32DiskImager. Esse programa serve para gravar imagens em mídias, como pendrives e cartões de memória, como no caso do tutorial.

Abra a imagem do Ubuntu no Win32DiskImager (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
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Passo 6. No Win32DiskImager, clique no botão simbolizado pela pasta, como mostra a imagem. Encontre a pasta em que você extraiu a imagem do Ubuntu MATE e clique em “Abrir”.

Clique em “Write” para gravar o Ubuntu MATE no cartão de memória (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
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Passo 7. Depois disso, basta clicar em “Write” para gravar o Ubuntu no cartão de memória. Importante: antes de clicar em “Write”, garanta que o Win32DiskImager está definido para escrever na unidade correta.

Se estiver tudo correto, confirme clicando em “Yes” (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
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Passo 8. Uma mensagem de alerta sobre o risco de gravar na unidade errada será exibida. Se tudo estiver certo, confirme.

Aguarde o processo de gravação (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

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Passo 9. O processo pode demorar alguns minutos, especialmente se o cartão de memória for de classe inferior ao tipo 10.

Mensagem indica que a gravação foi concluída com sucesso (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
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Passo 10. Com o processo de gravação concluído com sucesso, você terá instalado o Ubuntu MATE para Raspberry Pi no seu cartão de memória.

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Usando o Ubuntu MATE no Raspberry

Insira o cartão no seu Raspberry Pi (Foto: Filipe Garrett/TechTudo)

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Passo 1. Insira o cartão com o novo sistema operacional no Raspberry Pi.

Conecte teclado, mouse e monitor ao Raspberry Pi  (Foto: Filipe Garrett/TechTudo)

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Passo 2. Certifique-se de que o computador está ligado à um monitor, ou TV, via HDMI. Além disso, você vai precisar de mouse e teclado: conecte os periféricos nas portas USB. Uma dica interessante é usar combos de teclado e mouse Bluetooth, economizando uma porta.

Ubuntu MATE irá inicializar no seu Raspberry Pi (Foto: Filipe Garrett/TechTudo)

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Passo 3. Com tudo instalado, ligue o Raspberry à energia para a primeira inicialização.

Você terá que definir data e hora, conexão com a Internet, idioma, padrão de teclado e a conta de usuário no sistema (Foto: Filipe Garrett/TechTudo)

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Passo 4. Em seguida, você realizará procedimentos normais de configurações do Ubuntu, que são exatamente os mesmos necessários na instalação de qualquer versão do sistema operacional em computadores convencionais.


Na tela de boas-vindas, clique em “Informações” (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
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Passo 5. Uma dica importante é expandir o sistema de arquivos para que haja espaço para você guardar arquivos no seu cartão. Para fazer isso, clique em “Raspberry Information”, na tela de boas vindas.

Redimensionar o sistema de arquivos é essencial para poder salvar arquivos no sistema (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
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Passo 6. Na tela seguinte, procure “Redimensionamento do Sistema de Arquivos” e clique no botão, como mostra a imagem. Depois disso, você terá que reiniciar.

O Ubuntu MATE estará pronto para o uso: sistema é completo e tem aplicativos para tudo, de editor de textos do LibreOffice a plataformas para desenvolvimento (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)
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Passo 7. Por fim, o Ubuntu MATE estará pronto para uso no seu Raspberry Pi.

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