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Informática
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Quatro dicas para melhorar o desempenho do seu ubuntu. Tutorial realizado na versão 14.04 LTS. Pode funcionar em outras versões também.
Comandos do Tutorial:
– Dica 1: Instalar o unity-tweak tool:
sudo apt-get install unity-tweak-tool
– Dica 2: Habilitar os aplicativos de Sessão:
Abra o terminal, copie o código abaixo e pressione enter:
sudo sed -i “s/NoDisplay=true/NoDisplay=false/g” /etc/xdg/autostart/*.desktop
– Dica 3: Configurar a Swap
copiar e colar o comando abaixo no teminal:
sudo nano /etc/sysctl.conf
Na ultima linha do arquivo, inserir o “código” abaixo:
vm.swappiness=10
– Dica 4: Instalar o preload
sudo apt-get install preload
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A robótica esquisita das cobras está de volta agora com uma nova aplicação. Porém, a questão aqui é que ela entre dentro de você pela sua boca por questões de saúde.
O Flex Robotic System, que parece um treco saído do filme Wall-E, é desenvolvido por Howie Choset, um professor do instituto de robótica da Universidade Carnegie Mellon, e seu colega Alon Wolf. Feito para cirurgias minimamente invasivas na área do abdômen, o sistema permite que cirurgiões explorem a área a ser operada com uma câmera 3D e com um robô para fazer uma laparoscopia.

A laparoscopia é um método em que o os procedimentos cirúrgicos são feitos usando pequenos instrumentos anexados a um pequeno bastão ou fios — tudo isso com o paciente anestesiado. Pela falta de soluções como essa que procedimentos como a apendicetomia (extração do apêndice) deixam uma pequena cicatriz na região da barriga.
Segundo os criadores, este robô cirurgião pode ser especificamente útil na operação de tumores pouco acessíveis e reduzir o número de tratamentos com radiação em alguns tipos de câncer.
No entanto, a cirurgia tem limitações. Ela não pode entrar em seu corpo como se você estivesse comendo um macarrão — os médicos contam com um joystick para controlar o fluxo do equipamento. Após ser anestesiado, o sistema idealizado por Choset e Wolf consegue atingir locais pouco acessíveis e fazer procedimentos, como cortes. Talvez, o único problema pós-operatório seja a dor na mandíbula que esse negócio deve causar.
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1) Install CentOS 7 minimal install
2) Configure your hostname, address, gateway, and name server.
A tool (script) for this is available, no restart required.
3) # curl -O ftp://ftp.whitehorsetc.com/pub/qmail/CentOS7/qmt/scripts/qt_prep.sh
4) # chmod 755 qt_prep.sh
5) # sh qt_prep.sh (Automatic reboot)
6) # sh qt_install.sh
7) # toaststat
Status of toaster services
send: up (pid 1323) 1517 seconds
smtp: up (pid 1324) 1517 seconds
submission: up (pid 1325) 1517 seconds
send/log: up (pid 1316) 1517 seconds
smtp/log: up (pid 1311) 1517 seconds
submission/log: up (pid 1314) 1517 seconds
Service: clamav-daemon.service: [ OK ]
Service: clamav-daemon.socket: [ OK ]
Service: spamd: [ OK ]
Service: dovecot: [ OK ]
Service: mariadb: [ OK ]
Service: httpd: [ OK ]
Service: named: [ OK ]
Service: vsftpd: [ OK ]
Service: network: [ OK ]
Service: acpid: [ OK ]
Service: atd: [ OK ]
Service: autofs: [ OK ]
Service: crond: [ OK ]
Service: ntpd: [ OK ]
Service: smartd: [ OK ]
Service: sshd: [ OK ]
Service: irqbalance: [ OK ]
A tool (script) is available to change DNS from bind to djbdns and back on your CentOS 7 QMT host.
* During the ClamAV install the virus databases are downloaded. The download time
is unpredictable. The download may be well under 5 minutes but may take as long
as 30 minutes…or more. Please be patient with the ClamAV installation, the databases
will eventually download, and ClamAV, and the Toaster packages, will ultimately install.
* After a recent CentOS 7 install I discovered that eM Client email client caused a segmentation
fault on the QMT host. After increasing the submission softlimit from 64000000 to 1280000000 all
problems were resolved. The error was absent in Thuderbird. 1280000000 may be overkill, I didn’t
drop the memory allotment after the segmentation fault desisted. A lower softlimit may work for
eM Client.
Update CentOS 7/QMT
1) # yum update
2) # yum –enablerepo=whtc-qmt-testing update
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Esteganografia é uma palavra que vem do grego e quer dizer algo como “escrita escondida”, desta é forma é basicamente o estudo de formas ou técnicas para ocultar informações dentro de outras mensagens.
Como instalar o Steghide no Ubuntu
sudo apt-get install steghide
O Steghide está no repositório do sistema então é só isso mesmo, depois de instalado, ainda no terminal, você pode verificar todos os parâmetros e principais recursos do programa digitando:
steghide –help
Como neste exemplo:
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Usando o Steghide para esconder um arquivo de texto dentro de uma imagem
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Steghide no terminal
[singlepic id=2184 w= h= float=center]
steghide embed -ef mensagem.txt -cf imagemoriginal.jpg -sf novaimagemcomtextoescondido.jpg
Veja o exemplo:
[singlepic id=2183 w= h= float=center]
[singlepic id=2182 w= h= float=center]
Como extrair as informações de uma imagem esteganografada
steghide extract -sf imagemsteganografada.jpg -xf arquivoextraido.txt
Seguindo o exemplo que eu dei seria:
steghide extract -sf novaimagemcomtextoescondido.jpg -xf arquivoextraido.txt
Sobre os parâmetros do Steghide
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O processo de renovações das ameaças utilizadas pelo cibercrime é sempre constante, seja em termos de novos malwares, como também a metamorfoses de um malware já conhecido, como é o caso do ransomware, a praga virtual mais assustadora da web, já que permite que os cibercriminosos consigam ganhar muito dinheiro, e na grande maioria das vezes sair impune
Caso você não esteja associando o termo com o efeito, o ransomware é aquela ameça que em praticamente todas suas versões funciona como uma cripto-invasão, onde os dados do seu dispositivo são criptografados, uma espécie de sequestro digital, e que para tudo ser restabelecido é necessário pagar um resgate, normalmente em bitcoins.
No mês passado no artigo o cibercrime e seus números impressionantes, mostramos algumas estatísticas recentes sobre o problema causado por essa ameaça, como por exemplo que em 2015 os ataques via ransomware com poder de encriptar arquivos registraram um aumento de 35%. Nos três primeiros meses de 2016 o valor arrecadado por ataques com essa ameaça foi de US$ 209 milhões.
Com a cada vez mais forte internet de todas as coisas, conceito que define que qualquer dispositivo pode ser conectado a rede, uma gama mais ampla de dispositivos estarão reféns dessa ameaça, um exemplo recente foi mencionado por pesquisadores da Pen Test Partners, mostrando um termostato que pode ser afetado por um ransomware. O motivo é sempre o mesmo: a baixa qualidade em relação a segurança implementada pelo fabricante.
Ao decorrer do avanço dos ransomware o tempo gasto para encriptar arquivos vai se tornando menor, mas para evitar que certos usuários desconfiem de alguma coisa, a Karspersky citou em seu blog, o ransomware Fantom, que durante o processo de encriptação do arquivo exibe uma tela de atualização do Windows para enganar o usuário. Esse é mais um episódio em que a engenharia social funciona nos ataques.
Ao contaminar o computador o Fantom começa o seu processo de varredura, uma corrida que envolve mais de 350 tipos de arquivos conhecidos, incluindo formatos como documentos, áudio e imagens, E então a ameaça executa dois programas, o encriptador e um tal de WindowsUpdate.exe, que se passa pela tela de atualização e simula uma animação de update, enquanto os arquivos são encriptados.
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Após criptografar os dados o Fantom elimina rastros, excluindo os executáveis, cria um bilhete de resgate em html, deixa uma cópia em cada pasta e troca o papel de parede por um aviso, um alerta em relação a situação dos arquivos encriptados. No aviso é mencionado um e-mail para que a vítima possa entrar em contato.
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Até o momento nada pode ser feito, a não ser pagar o resgate para que os dados possam se liberados, alternativa que a Karspersky não recomenda. Dentre as dicas de segurança para se prevenir do problema, estão os tradicionais backups de arquivos, utilizar uma solução de segurança e não abrir e-mail suspeitos e visitar sites duvidosos.
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Vídeo alternativo aqui
Tutorial para instalar pela dashboard aqui
Formatador de cartão SD aqui
Download do NOOBS aqui
Tutorial para instalar pelo NOOBS aqui
Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida
Data de Publicação: 07 de setembro de 2016
Finalmente, você colocou um disco SSD em seu computador e ele retornou à vida. Mas não se trata apenas de colocar o disco no seu sistema, para obter o melhor rendimento é preciso fazer mais alguns ajustes.
Escolha do sistema de arquivos
A escolha do sistema de arquivos é fundamental. No momento o melhor é escolher o formato ext4. É o mais estável e também o mais usado, e oferece suporte ao comando trim(*)
Opções de montagem
As partições usadas pelo seu sistema são definidas no arquivo /etc/fstab. Na definição das partições localizadas no seu disco SSD adicione as opções discard e noatime. A opção discard permite que a o comando trim seja usado, o que aumenta o desempenho e a duração do seu disco SSD. A opção noatime informa ao sistema de arquivos para não registrar o tempo de último acesso aos arquivos, mas apenas a data de modificação. Esta opção reduz o número de gravações no disco e consequentemente aumenta também a sua duração. Considerando-se que qualquer comando que você emitir como ls, find, e outros, alteram esta informação, visto que o arquivo foi acessado, na verdade não representam nenhum impacto sério e você estará ganhando e muito em desempenho e durabilidade de seu equipamento.
Caso você note que alguns programas não estão funcionando bem, você pode modificar o parâmetro noatime para relatime. Este parâmetro faz com que a data de último acesso aos arquivos seja igual ao valor da data da última modificação, e tudo isto é feito na mesma operação de gravação.
No meu sistema, a linha em que é montado o disco SSD está assim:
UUID=e613456f-3765-4653-b071-971f7b873f95 / ext4 discard,noatime,
Não aloque a partição swap no disco SSD
De forma resumida, quanto menos operações de gravação você tiver no disco SSD maior será a sua durabilidade. Dependendo da capacidade de memória e dos processadores de seu sistema, pode ser que a partição swap seja utilizada muito raramente. É verdade também que se o seu sistema fizer uso mais frequente do swap, você pode ter um bom ganho de desempenho, ao custo de encurtar a vida útil do disco.
Uma alternativa é alocar a partição swap no disco SSD mas desabilitar a hibernação, visto que a processo de hibernação de uma máquina gera um grande número de operações de leitura e gravação.
E ainda outros, instalam o sistema sem a partição swap. Com a quantidade de memória dos sistemas mais modernos, a partição swap tende a cair no esquecimento. Neste exato momento, em meu computador de meia idade, o uso da partição swap é zero. E tem mais, se você não tem uma partição swap o seu sistema não consegue hibernar, visto que este processo utiliza o swap.
(*) O TRIM é um comando que é enviado ao SSD e informa as páginas ou blocos que podem ser marcadas como inválidas. Páginas inválidas são aquelas que armazenam arquivos já apagados pelo usuário. Essas páginas inválidas passarão pelo processo chamado de “coleta de lixo”, que todo SSD realiza.
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O TRIM é um comando que é enviado ao SSD e informa as páginas ou blocos que podem ser marcadas como inválidas. Páginas inválidas são aquelas que armazenam arquivos já apagados pelo usuário. Essas páginas inválidas passarão pelo processo chamado de ‘coleta de lixo’, que todo SSD realiza.
Antes de entendermos melhor como funciona o TRIM, precisamos saber como acontece o processo de gravação e de coleta de lixo nos discos de estado sólidos.
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Nos HDs tradicionais, que usam pratos magnéticos, quando é preciso atualizar os dados de um arquivo inexistente, eles simplesmente gravam as novas informações sobre os mesmos setores em que o tal arquivo estava. Já nos SSDs, estes setores teriam que ser apagados para só então gravar os novos dados neles.
Com isso, os SSDs usariam ciclos de apagamento de forma desnecessária, o que diminui a vida útil do componente. Para evitar este problema, quando um arquivo é apagado pelo usuário, a página onde ele estava é marcada como “inválida”. Assim, o SSD interpreta que pode gravar diretamente novos arquivos nela, pois teoricamente ela está vazia. Uma hora ou outra, as páginas marcadas como inválidas e que ainda não foram sobrescritas, precisam ter o seu conteúdo apagado. E este processo é conhecido como ‘coleta de lixo’ (garbage collection).
Voltando ao comando TRIM, se ele não for ativado, o SSD vai interpretar que as páginas que continham arquivos que foram deletados pelos usuários continuam com esses arquivos. Assim, durante o processo de coleta de lixo, essas páginas são aproveitadas, ou seja, movidas para áreas vazias. Isso faz com que o SSD perca tempo de forma desnecessária, pois tais páginas contém dados que já foram apagados.
Em outras palavras, o comando TRIM é essencial para o SSD, pois aumenta o seu desempenho, gera mais espaço livre e, além disso, aumenta a vida útil do dispositivo, já que menos ciclos de apagamento são usados.
Desde o Windows 7 que este comando é automaticamente executado. Placas-mães mais modernas também já oferecem suporte a este recurso por padrão. De qualquer forma, se você quer se certificar de que o TRIM está ativado em seu PC, siga estes passos:
Passo 1. Use a combinação de teclas WinKey + X e clique em “Prompt de Comando (Admin)” para abrir o prompt com permissões de administrador. É necessário fornecer uma permissão antes de continuar;
Passo 2. Na janela do Prompt de Comando, digite o seguinte, sem as aspas: “fsutil behavior query disabledeletenotify” e tecle “Enter”;
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Passo 3. Se a resposta for DisableDeleteNotify = 0, o TRIM está habilitado. Se for =1 ele está desabilitado.
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Se a resposta for 0, o TRIM está ativado
No caso dele estar desabilitado, pode ser que o modelo do seu SSD não suporte esta função. Verifique no site da fabricante se há alguma atualização de firmware que implementa o suporte ao TRIM. Se não, o jeito será adquirir um SSD mais moderno.
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Adquirir um SSD ainda é relativamente caro para o consumidor. Modelos com armazenamentos de 120 GB, por exemplo, podem facilmente ter o mesmo custo de um HD de 500 GB a 1 TB. No entanto, apesar do preço, o dispositivo, com ajuda de um software instalado no computador, pode transferir um sistema operacional do HD para o SSD de forma fácil, sem precisar reinstalar tudo novamente.
O procedimento, que pode ser feito também de HD para HD, consiste em dar “boost” na execução do sistema operacional utilizando o SSD apenas para rodar o Windows. Porém, antes de começar, é importante verificar se o disco sólido já está conectado no seu computador, além de ter certeza de que tem espaço disponível igual ou maior em relação ao utilizado pelo sistema operacional no HD em uso. O ideal é que sempre sobre cerca de 15% do total de espaço do SSD livre para que o disco possa rodar o sistema operacional de maneira eficiente.
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Para a realização do tutorial a seguir foi utilizado o programa EaseUS ToDo Backup Free 9.2 e um computador de mesa com Windows 10, com a placa mãe Gigabyte GA-Z97MX-Gaming 5.
Passo 1. Ao abrir o programa, clique na opção “Clone” e aguarde a próxima tela;
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Tela inicial do programa EaseUS Todo Backup Free 9.2 (Foto: Reprodução/Heloisa Facin)
Passo 2. Selecione a origem de sua transferência. No caso, o local onde atualmente roda o seu sistema operacional. Clique em Next;
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Tela para a seleção do disco de origem da transferência (Foto: Reprodução/Heloisa Facin)
Passo 3. Selecione o disco de destino, para onde deseja transferir seu Windows e clique em Proceed;
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Seleção do disco de destino da transferência (Foto: Reprodução/Heloisa Facin)
Passo 4. Tenha bastante atenção ao realizar a seleção, pois a execução da transferência vai deletar qualquer arquivo existente anteriormente no disco (caso exista). Clique em OK.
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Veja se selecionou o disco correto para o qual deseja transferir seu sistema (Foto: Reprodução/Heloisa Facin)
Pronto. Agora, aguarde a finalização da transferência dos arquivos. Após ter realizado o procedimento, você vai observar que seu sistema operacional estará disponível nos dois discos, HD e SSD.
Como alterar o disco de boot
Após ter a transferência realizada com sucesso, é preciso que o usuário identifique para o computador qual disco deseja que o sistema operacional seja executado. Caso não altere, o PC vai continuar utilizando o antigo disco na inicialização. Para isso, é necessário que o usuário entre na BIOS e realize a troca.
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Vale lembrar que cada placa-mãe vai oferecer uma visualização e opções diferentes em sua BIOS. Caso não saiba fazer a alteração sozinho, confira sempre os manuais que acompanham a placa.
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Coloque o SSD em primeiro na sequência de discos (Foto: Reprodução/Heloisa Facin)
Movimente o disco que representa o seu SSD e coloque-o em primeiro na sequência. Assim, no caso dessa placa-mãe utilizada, ficará registrado qual deve ser o disco de boot do computador para a próxima inicialização.
Relembrando: principais diferenças entre HD e SSD
Vale lembrar que a principal diferença entre um disco rígido (HD) e uma unidade de estado sólido (SSD) é a sua forma física e a velocidade de leitura e escrita.
Os HDs são formados por uma bandeja de metal com um revestimento magnético onde circula o disco de gravação e a agulha, responsável pela gravação e leitura dos arquivos. Já os SSDs são compostos por inúmeros chips de memória que retêm os dados mesmo quando não há energia, além de serem muito mais velozes ao ler e escrever novos arquivos. O segundo tende a ter um tamanho muito mais compacto do que o primeiro.
Como recriar repartição SSD em cache original de fábrica? Comente no Fórum do TechTudo
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Por: Alex Cranz | 1 de setembro de 2016 às 10:31
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Na feira IFA, em Berlim, a Lenovo anunciou vários tablets e laptops com processadores Intel de 7ª geração, mas um dispositivo se destacou entre os demais. É o menor laptop exposto pela Lenovo, tão pequeno que a empresa o classifica como um tablet.
• Acer Predator 21X: um notebook para games extremamente potente e com tela curva
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O Yoga Book tem 96 mm de espessura, tornando-o o laptop mais fino do mercado, e faz até o Samsung Notebook 9 e o MacBook parecerem robustos. Além disso, seu teclado é sensível ao toque e funciona como um tablet para desenho.
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Oficialmente ele se chama Halo Keyboard, e se você já tentou digitar rapidamente no teclado virtual de um tablet, você estará familiarizado com a experiência. Só que ele é um pouco melhor porque está separado da tela, de modo que não ocupa espaço na interface, e tem uma textura agradavelmente áspera. Ele também tem feedback háptico – o que, no caso de um teclado touch, não parece adiantar tanto.
O teclado não serve apenas para deixar o dispositivo mais fino: com o toque de um botão, ele se torna um tablet de desenho.
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Ele se comporta muito como um tablet da Wacom (a tecnologia é dela, aliás), transferindo para seu app favorito o que você escrever à caneta. Na verdade, ele consegue até mesmo identificar sua escrita com uma caneta comum no papel, desde que você o coloque por cima do teclado.
O “tablet” (isso é um laptop) tem processador Intel Atom, 64 GB de armazenamento com suporte a microSD, 13 horas de vida útil, suporte a 4G, Wi-Fi 802.11ac, câmeras frontal e traseira, e tela de 10,1 polegadas com resolução 1980×1200.
Eu tive a oportunidade de experimentar o dispositivo na IFA, e observei alguns momentos bugados em que o dispositivo não alternava facilmente de teclado para tablet de desenho – não funcionava tão bem como prometido, mas é algo que a Lenovo pode resolver até o final de outubro, quando o Yoga Book será lançado. Ele estará disponível em duas versões: com Android por US$ 500, e com Windows 10 por US$ 550.
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O atleta negro americano não foi ignorado por Hitler, mas pelo presidente americano.
Alexandre Garcia usou o Twitter para dizer que “Hitler também ficou furioso quando Jesse Owens prestou continência ao hino americano após quatro ouros na olimpíada de Berlim em 1936“. Mas – infelizmente? – não foi assim que o caso se deu. Na versão popularmente conhecida, o líder nazista teria se revoltado quando o atleta negro americano conquistou quatro medalhas de ouro, com direito a quatro recordes. Contudo, não houve fúria, continência ou mesmo repúdio por parte dos alemães: tudo não teria passado de propaganda explorada durante a Segunda Guerra Mundial.
Na verdade, o público alemão ficou maravilhado com a performance e aplaudiu Owens efusivamente. Quanto a Hitler, atendendo a um pedido da organização, já havia parado de cumprimentar um a um os vencedores, pois assim não mais atrasava o cronograma das competições. E o próprio atleta, em sua biografia, desmentiria muito do que a propaganda de guerra espalhou:
“Quando eu passei, o chanceler se ergueu, e acenou com a mão para mim, eu respondi ao aceno. Não foi Hitler que me ignorou, quem o fez foi Franklin Delano Roosevelt. O presidente nem sequer me mandou um telegrama.”
Os Estados Unidos só passariam a rever a postura oficial que mantinham a respeito da causa negra durante a Guerra Fria.
A Rio 2016 desperdiçou mais uma chance de contar essa história corretamente.
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Colaboração: Alessandro de Oliveira Faria
Data de Publicação: 12 de julho de 2016
Os smartphones atuais com hardware poderosos tornam o meu sonho e de muitos NERDs realidade: utilizá-lo como um computador de bolso. Microsoft está neste caminho com o Continuum, mas a tecnologia apresentada neste documento muda o rumo dos PCs e smartphones, pois trata-se de uma ROM open source e independente, que disponibiliza a função avançada de convergência para o Android, o sistema mais popular do mundo.
Esta convergência diferente denominada MaruOS tem o objetivo de chegar onde a Canonical não chegou com o Ubuntu Phone, ou seja, transformar o celular em um computador COMPLETO com Linux ao conectar a um monitor HDMI. Mas com alguns extraordinários diferenciais, em vez de inutilizar o telefone assim que plugado ao monitor externo, o telefone opera com o sistema operacional Linux e Android simultaneamente, ativados lado a lado.O mercado dos PCs está em queda e com os smartphones cada vez mais robustos, a tendência é cada vez mais estes aparelhos ocuparem o lugar do computador de mesa. Alinhado nesse conceito de convergência agora está disponível para os celulares Android (inicialmente para o Nexus 5). O projeto é similar às novas tendências como o Continuum da Microsoft e a promessa do Ubuntu Phone que publiquei na Linux Magazine em 2013, que nunca chegou a decolar de maneira mercadológica.
Então, seu smartphone será um Android quando estiver utilizando normalmente no dia-a-dia, mas se você plugar o aparelho ao monitor, o mesmo automaticamente passará a rodar um sistema desktop Linux com os aplicativos convencionais. Primeiramente o sistema foi disponibilizado para o Nexus 5, mas a promessa são para todos os smartphones com Lollipop. A versão atual disponibilizada publicamente é o Maru v0.2.3 e quem tiver um Nexus 5 já o pode experimentar seguindo este tutorial.
Ressalto que o projeto encontra-se no estágio Beta, mas o suficiente para entender como será o futuro, bastando conectar o smartphone a um monitor e imediatamente utilizar OpenShot, GIMP e Inkscape e até Blender! Com um desktop Linux funcional e fácil para trabalhar, instalar aplicativos (por enquanto na arquitetura ARM). E não esqueça, o telefone continua funcionando normalmente com o Android para receber chamadas enquanto estiver conectado a um monitor externo com Linux com ambiente gráfico XFCE modificado.
Após plugar o cabo do monitor, o Linux instalado no hardware do Nexus 5 inicia em apenas 5 segundos após identificar um monitor HDMI. Logo a seguir, basta parear mouse e teclado Bluetooth para começar usar seu PC de Bolso.
Veremos a seguir como instalar e configurar o brinquedo no Nexus 5 com MultiROM, ou seja, desta maneira não será necessário perder o sistema operacional atual.
ATENÇÃO: antes de iniciar deixo claro que o leitor deste post é responsável por qualquer problema que venha a acontecer com o seu aparelho, sendo de sua inteira responsabilidade e risco a utilização das instruções a seguir.
Desbloqueio do aparelho Nexus 5
A instalação começa com o desbloqueio do seu equipamento, plugue o cabo USB, habilite o modo desenvolvedor no seu Android, então com os binários adb e fastboot instalados, execute os comandos conforme mencionado a seguir.
Utilize o comando adb para reiniciar o equipamento:
# adb reboot bootloader
Agora no bootloader, utilize o comando “fastboot devices” para verificar se tudo está funcionando corretamente. Seguidamente use o comando “fastboot oem unlock” para debloquear o equipamento e finalmente o comando “fastboot reboot-bootloader” para reiniciar o sistema.
ATENÇÃO: durante o desbloqueio devemos confirmar o termo no device.
# fastboot devices XXXXXXXXXXXXXXXX fastboot # fastboot oem unlock ... (bootloader) erasing userdata... (bootloader) erasing userdata done (bootloader) erasing cache... (bootloader) erasing cache done (bootloader) unlocking... (bootloader) Bootloader is unlocked now. OKAY [ 90.093s] finished. total time: 90.093s # fastboot reboot-bootloader
Pronto, nesta etapa o seu equipamento está desbloqueado. Agora podemos dar continuidade para a instalação do gerenciador de boot.
Imagina se você deseja ter mais que um sistema instalado? Android, MaruOS e outros? Para resolver esta situação existe o MultiROM, uma espécie de GRUB para Android e muitas outras funcionalidades. O download para o meu equipamento Nexus 5, efetuei neste link:
Download e instalação do MaruOS
http://forum.xda-developers.com/google-nexus-5/orig-development/mod-multirom-v24-t2571011
A seguir, o link para download dos arquivos necessários para um celular com o Android Lollipop 5.1.1:
Após o download de todos os arquivos, descompacte e copie-os para a pasta SDCARD do seu celular conforme os comandos a seguir:
# tar -zxvf maruOS.tar.gz maru-v0.2.3-update-hammerhead-340b552a.zip open_gapps-arm-5.1-pico-20160630.zip # adb push kernel_kexec_hammerhead_511.zip /sdcard/ # adb push multirom-20150529-v32c-hammerhead.zip /sdcard/ # adb push open_gapps-arm-5.1-pico-20160630.zip /sdcard/ # adb push maru-v0.2.3-update-hammerhead-340b552a.zip /sdcard/ **
Agora gravaremos a nova imagem gráfica do recovery rebootando o celular e entrando no modo recovery:
# adb reboot bootloader
Ao reiniciar no modo bootloader, execute o comando fastboot conforme o exemplo abaixo:
# fastboot flash recovery TWRP_multirom_hammerhead_20150630.img target reported max download size of 1073741824 bytes sending 'recovery' (14056 KB)... OKAY [ 0.559s] writing 'recovery'... OKAY [ 1.096s] finished. total time: 1.655s
Ao término, selecione com o botão de volume o modo RECOVERY e se tudo estiver funcionando corretamente, veremos uma interface gráfica (similar a imagem abaixo). Para terminar a configuração do MultiROM, devemos selecionar a opção Install, selecionar os arquivos multirom-20150529-v32c-hammerhead.zip e kernel_kexec_hammerhead_511.zip e confirmar a injeção/instalação do mesmo.



Agora novamente no menu inicial do modo recovery, selecione -> Advanced -> MultiROM -> Add ROM. Na opção do tipo de ROM selecione o tipo Android e clique no botão Next, selecione o tipo de ROM .ZIP e localize o arquivo firefox.os.viva.o.linux.zip e confirme a instalação.
Novamente volte ao menu MultiROM do modo RECOVERY e e selecione ListROM-> Selecione o Item maruO.0.2.3 -> Flash ZIP e selecione o arquivo open_gapps-arm-5.1-pico-20160630.zip para instalar o Google Play e outros aplicativos básico da Google.

A seguir um vídeo com a operação do sistema MaruOS.Para finalizar reinicie o equipamento e aparecera o gerenciador de boot, selecione o novo item e desfrute do Maru OS sem a necessidade de apagar o sistema operacional nativo do seu aparelho. A tela do seu celular será similar a imagem a seguir após reiniciar o aparelho.
Alessandro de Oliveira Faria é Sócio-fundador da empresa OITI TECNOLOGIA fundada em Junho de 1996, empresa especializada em desenvolvimento de soluções com a tecnologia de Reconhecimento Facial, Consultor Biométrico, Experiência em Realidade Aumentada, Visão Computacional (opencv), Neuro-tecnologia, Redes Neurais e Programação multi-nuclear com CPU e GPU, atua na área de tecnologia desde 1986, leva o Linux a sério desde 1998, membro da comunidade Viva O Linux com mais de 50 palestras e 100 artigos publicados, mantenedor da biblioteca open-source de vídeo captura, Embaixador e openSUSE Member.
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