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Veja dicas para usar S, SS, Ç ou Z
10 de novembro de 2018 | Autor:
Não há regras para resolver todos os casos de ortografia, porém algumas dúvidas podem ser tiradas com as dicas a seguir.

1º) –SÃO  ou  -SSÃO  ou  -ÇÃO?

Em todos os substantivos derivados de verbos terminados em GREDIR, MITIR e CEDER, devemos usar “SS”:

agredir  >  agressão
regredir  > regressão
progredir   >  progressão
transgredir >  transgressão
omitir  >  omissão
demitir > demissão
admitir  > admissão
permitir >  permissão
transmitir >  transmissão
ceder  >  cessão
suceder >  sucessão
conceder  >  concessão

Em todos os substantivos derivados de verbos terminados em ENDER, VERTER e PELIR, devemos usar “S”:

tender  > tensão
compreender  > compreensão
apreender  >  apreensão
pretender  > pretensão
ascender  > ascensão
verter  > versão
reverter  > reversão
converter  > conversão
subverter  >  subversão
expelir > expulsão
repelir  >  repulsão

Em todos os substantivos derivados dos verbos TER e TORCER e seus derivados, devemos usar “Ç”:

reter  > retenção
deter  > detenção
ater  >  atenção
abster  > abstenção
obter  > obtenção
torcer   >  torção
distorcer  > distorção
contorcer > contorção

2º) –ISAR  ou  -IZAR?

Escrevem-se com “s” (=ISAR) os verbos derivados de palavras que já têm “s”:
análise > analisar
aviso  > avisar
paralisia  > paralisar
pesquisa  > pesquisar
      
Escrevem-se com “z” (=IZAR) os verbos derivados de palavras que não têm a letra “s”:
ameno  >  amenizar
civil  > civilizar
fértil > fertilizar
legal  > legalizar
normal  >  normalizar
real  > realizar
suave > suavizar

3º) –SINHO  ou  -ZINHO?

Escrevem-se com “s” (=SINHO) os diminutivos derivados de palavras que já têm a letra “s”:

casa  >  casinha
lápis  >  lapisinho
mesa   >  mesinha
país  >  paisinho
pires   >  piresinho
tênis  > tenisinho

Escrevem-se com “z” (=ZINHO) os diminutivos derivados de palavras que não têm a letra “s”:

animal  > animalzinho
balão  >  balãozinho
café   >  cafezinho
chapéu  >  chapeuzinho
flor  >  florzinha
pai  >  paizinho
papel  > papelzinho

 

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Instalando um Caddy HDD no Lenovo G40
6 de outubro de 2018 | Autor:

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teste
30 de setembro de 2018 | Autor:

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Valor da URV em 1º de julho de 1994
24 de agosto de 2018 | Autor:

1 URV = CR$2.750,00 = R$1,00

CR$ = Cruzeiro Real.

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Convocação para manifestação na UFPR
8 de agosto de 2018 | Autor:

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A instalação do ISPConfig neste sistema operacional ARM segue os mesmos passos do tutorial do Debian 9 (Stretch) com Apache, BIND, Dovecot, PureFTPD e ISPConfig 3.1 (acesse aqui) apenas pulando o passo de configuração do Quotas no fstab que não deve ser feito porque não funcionará. Leia mais…

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RESOLUÇÃO CFM nº 1.672/2003

 

Dispõe sobre o transporte inter-hospitalar de pacientes e dá outras providências.

 

 

                        O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958,e

 

                        CONSIDERANDO que os Conselhos Federal e Regionais de Medicina são os órgãos supervisores e disciplinadores da classe médica, bem como fiscalizadores do exercício profissional médico, devendo, portanto, zelar pelas condições adequadas dos serviços médicos prestados à população;

 

                        CONSIDERANDO que a responsabilidade fundamental da atividade médica é procurar preservar a vida, aliviar o sofrimento, promover a saúde e melhorar a qualidade e a eficácia do tratamento emergencial;

 

                        CONSIDERANDO a existência de serviços de atendimento pré-hospitalar que prestam atendimentos de urgência/emergência à população, com veículos já padronizados;

 

                        CONSIDERANDO que o transporte de pacientes através de ambulâncias, com os equipamentos necessários e competente classificação, está devidamente estabelecido pelas Resoluções CFM nº 1.671/2003 e nº 1.596/2000 (transporte aeromédico), além de normatização  específica do Ministério da Saúde;

 

                        CONSIDERANDO que a ambulância tipo A, denominada ambulância de transporte, é o veículo destinado ao transporte em decúbito horizontal de pacientes que não apresentam risco de vida, para remoções simples e de caráter eletivo;

 

                        CONSIDERANDO que a ambulância tipo B, denominada ambulância de suporte básico, é o veículo destinado ao transporte pré-hospitalar de pacientes com risco de vida desconhecido e transporte inter-hospitalar, contendo apenas os equipamentos mínimos à manutenção da vida;

 

                        CONSIDERANDO que a ambulância tipo C, denominada ambulância de resgate é o veículo de atendimento de emergências pré-hospitalares de pacientes com risco de vida desconhecido, contendo os equipamentos necessários à manutenção da vida;

 

                        CONSIDERANDO que a ambulância tipo D, denominada ambulância de suporte avançado (ASA) ou ambulância UTI móvel, é o veículo destinado ao transporte de pacientes de alto risco de emergências pré-hospitalares e transporte inter-hospitalar, contendo os equipamentos médicos necessários para esta função, sendo obrigatória, quando em serviço a presença do médico em seu interior;

 

                        CONSIDERANDO que a ambulância tipo E, denominada aeronave de transporte médico, é a aeronave de asa fixa ou rotativa utilizada para transporte de pacientes por via aérea, dotada de equipamentos médicos homologados pelos órgãos competentes;

 

                        CONSIDERANDO que a ambulância tipo F, denominada nave de transporte médico, é o veículo motorizado hidroviário destinado ao transporte de pacientes por via marítima ou fluvial, devendo possuir os equipamentos médicos necessários ao atendimento dos mesmos conforme sua gravidade;

 

                        CONSIDERANDO que, de acordo com o Decreto Lei nº 20.391/32 e as Resoluções CFM nºs 1.342/91 e 1.352/92, nenhum estabelecimento de assistência médica pode funcionar sem um responsável médico;

 

                        CONSIDERANDO que os procedimentos e orientações nas ações de transferência da rede hospitalar devem ser supervisionados por médico, não podendo este se omitir na sua função tutelar da vida como bem indisponível;

 

                        CONSIDERANDO que os Conselhos devem regulamentar as condições dos transportes inter-hospitalares no atendimento prestado à população, visando que neles o desempenho ético-profissional da Medicina seja efetivo;

 

                        CONSIDERANDO, finalmente, o decidido na Sessão Plenária realizada em 9/07/03,

 

RESOLVE:

 

                        Art. 1º – Que o sistema de transporte inter-hospitalar de pacientes deverá ser efetuado conforme o abaixo estabelecido:

 

I- O hospital previamente estabelecido como referência não pode negar atendimento aos casos que se enquadrem em sua capacidade de resolução.

 

II- Pacientes com risco de vida não podem ser removidos sem a prévia realização de diagnóstico médico, com obrigatória avaliação e atendimento básico respiratório e hemodinâmico, além da realização de outras medidas urgentes e específicas para cada caso.

 

III- Pacientes graves ou de risco devem ser removidos acompanhados de equipe composta por tripulação mínima de um médico, um profissional de enfermagem e motorista, em ambulância de suporte avançado. Nas situações em que seja tecnicamente impossível o cumprimento desta norma, deve ser avaliado o risco potencial do transporte em relação à permanência do paciente no local de origem.

 

IV- Antes de decidir a remoção do paciente, faz-se necessário realizar contato com o médico receptor ou diretor técnico no hospital de destino, e ter a concordância do(s) mesmo(s).

 

V- Todas as ocorrências inerentes à transferência devem ser registradas no prontuário de origem.

 

VI- Todo paciente removido deve ser acompanhado por relatório completo, legível e assinado (com número do CRM), que passará a integrar o prontuário no destino. Quando do recebimento, o relatório deve ser também assinado pelo médico receptor.

 

VII- Para o transporte, faz-se necessária a obtenção de consentimento após esclarecimento, por escrito, assinado pelo paciente ou seu responsável legal. Isto pode ser dispensado quando houver risco de morte e impossibilidade de localização do(s) responsável(is). Nesta circunstância, o médico solicitante pode autorizar o transporte, documentando devidamente tal fato no prontuário.

 

VIII-  A responsabilidade inicial da remoção é do médico transferente, assistente ou substituto, até que o paciente seja efetivamente recebido pelo médico receptor.

  1. a)a responsabilidade para o transporte, quando realizado por Ambulância tipo D, E ou F é do médico da ambulância, até sua chegada ao local de destino e efetiva recepção por outro médico.
  2. b) as providências administrativas e operacionais para o transporte não são de responsabilidade médica.

 

IX- O transporte de paciente neonatal deverá ser realizado em ambulância do tipo D, aeronave ou nave contendo:

 

  1. a) incubadora de transporte de recém-nascido com bateria e ligação à tomada do veículo (12 volts), suporte em seu próprio pedestal para cilindro de oxigênio e ar comprimido, controle de temperatura com alarme. A incubadora deve estar apoiada sobre carros com rodas devidamente fixadas quando dentro da ambulância;
  2. b) respirador de transporte neonatal;
  3. c) nos demaisitens, deve contera mesma aparelhagem e medicamentos de suporte avançado, com os tamanhos e especificações adequadas ao uso neonatal.

 

                        Art. 2º – Os médicos diretores técnicos das instituições, inclusive os dos serviços de atendimento pré-hospitalar, serão responsáveis pela efetiva aplicação destas normas.

 

                        Art. 3º – Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, sendo revogadas as disposições em contrário.

Brasília-DF, 9 de julho de 2003.

 

EDSON DE OLIVEIRA ANDRADE                               RUBENS DOS SANTOS SILVA

                 Presidente                                                                  Secretário – Geral

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Um muro invisível contra radiação
15 de julho de 2018 | Autor:

Um campo de força invisível e impenetrável, a cerca de 11 mil km da superfície da Terra, protege nosso planeta de doses letais de radiação. A descoberta surpreendente e até agora inexplicada foi feita por uma dupla de satélites da Nasa e reportada na edição de hoje da revista científica britânica “Nature”.

Lançadas em 2012, as Van Allen Probes tinham por principal objetivo estudar os chamados cinturões de Van Allen, dois anéis de radiação concentrada produzidos pela interação do campo magnético da Terra com a torrente de partículas carregadas emanada constantemente do Sol.

Os cinturões, aliás, foram a primeira descoberta da era espacial, feita em 1958 pelo cientista americano James Van Allen, da Universidade de Iowa, com dados colhidos pelo primeiro satélite ianque, o Explorer-1. A ambição original do pesquisador era estudar raios cósmicos, mas o satélite acabou fazendo a detecção de uma concentração anormal de partículas.

Originalmente foram detectados dois cinturões: um mais baixo, entre 600 e 10 mil km de altitude, concentra prótons de alta energia, e outro mais distante, entre 13,5 mil e 57,6 mil km de altitude, agrupa elétrons de alta energia.

A nova surpresa só foi possível agora, graças aos instrumentos mais sofisticados já usados para explorar o ambiente dos cinturões. Os cientistas liderados por Dan Baker, ex-aluno do próprio Van Allen e pesquisador da Universidade do Colorado em Boulder, perceberam que todos os elétrons com os níveis mais altos de energia, que viajam em velocidades próximas à da luz, eram barrados um pouco acima do primeiro dos cinturões. Nenhum deles conseguia passar a barreira dos 11 mil km.

Ainda bem para nós, pois essa seria uma radiação nociva, se chegasse à superfície da Terra. Mas a surpresa é que o bloqueio abrupto observado contraria a expectativa original dos pesquisadres. Eles imaginavam que esses elétrons fossem detidos gradualmente pela atmosfera terrestre, conforme aconteciam colisões entre eles e as moléculas de ar. Uma barreira distinta a 11 mil km é totalmente incompatível com essa premissa.

“É quase como se esses elétrons estivessem trombando com uma parede de vidro no espaço”, disse Baker, em nota. “É um fenômeno extremamente intrigante.”

Mistério
Os cientistas ainda não têm uma explicação clara do que daria origem à barreira, mas o campo magnético da Terra parece não ter nada a ver com isso. Para descartar essa hipótese, eles estudaram com especial atenção o comportamento dos elétrons sobre o Atlântico Sul. Por alguma razão pouco compreendida, o campo magnético do planeta é mais fraco naquela região — tanto que os cinturões de Van Allen chegam um pouco mais perto da superfície por ali. Se a barreira invisível fosse causada pelo magnetismo terrestre, seria natural que os elétrons conseguissem maior penetração por ali. Mas não. Mesmo naquele ponto o fim da linha é ao redor dos 11 mil km.

Por enquanto, a melhor ideia com que Baker e seus colegas conseguiram se sair é a de que as poucas moléculas gasosas presentes àquela altitude formam um gás ionizado chamado de plasmasfera, que por sua vez emite ondas eletromagnéticas de baixa frequência. Seriam elas as responsáveis por rebater os elétrons altamente energéticos.

Como testar a hipótese? O segredo é continuar monitorando os cinturões, em busca de novas pistas do mistério. E é exatamente o que as Van Allen Probes vão fazer. Uma das descobertas já realizadas pelos satélites é que, durante momentos de grande atividade solar, os dois cinturões se desdobram em três. Recentemente, os pesquisadores envolvidos com a sonda desenvolveram software para apresentar as condições daquela região do espaço praticamente em tempo real, o que facilita o acompanhamento dinâmico dos cinturões.

A compreensão desses fenômenos é fundamental para proteger nossos satélites em órbita, que podem ser danificados pela radiação concentrada dos cinturões. E também é importante para garantir a saúde dos astronautas que porventura viajem além da órbita terrestre baixa. Os tripulantes das missões Apollo, que visitaram as imediações da Lua entre 1968 e 1972, tiveram de atravessar os cinturões.

Como a travessia foi feita rapidamente, em cerca de 30 minutos, isso não afetou de forma adversa os intrépidos viajantes espaciais. Um fenômeno curioso, contudo, é que muitos deles reportaram a visualização de flashes luminosos durante a travessia. E eles viam isso até quando estavam com os olhos fechados. As tais “visões” eram resultado de partículas energéticas do cinturão colidindo diretamente em células da retina.

NA TV: Neste sábado (29), na GloboNews, o Mensageiro Sideral irá contar a história da próxima espaçonave americana destinada a levar astronautas além da órbita terrestre. O primeiro lançamento de teste da cápsula Órion acontecerá no fim da semana que vem, num voo sem tripulação. E um dos objetivos da missão será justamente avaliar o impacto do mais interno dos cinturões de Van Allen sobre o ambiente no interior do veículo. Tudo isso e muito mais, neste sábado, a partir das 22h, no “Jornal das 10” da GloboNews!

Acompanhe o Mensageiro Sideral no Facebook e no Twitter

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Foram realizadas novas investigações que trouxeram resultados impressionantes relacionados com o primeiro ponto de um processo neurodegenerativo que leva à demência, com especial foco no Alzheimer.

Investigadores da Universidade de Southwestern descrevem a descoberta como sendo o “Big Bang” da doença de Alzheimer. Espera-se que o trabalho leve a novos tratamentos e formas de detetar a doença antes que os principais sintomas se instalem.

Poderá ser o Big Bang no combate ao Alzheimer

Um novo estudo publicado esta semana na eLife foca-se na proteína tau. Esta poderá ser a nova linha de investigação: estudar os emaranhados neurofibrilares que podem acumular e até matar neurónios. 

Esta é talvez a maior descoberta que fizemos até agora, embora, provavelmente, demore algum tempo até que qualquer benefício se materialize ao nível clínico. Isso muda muito a forma como pensamos sobre o problema.

Referiu Marc Diamond, um dos principais investigadores deste estudo.

A investigação moderna de Alzheimer concentra-se numa proteína específica chamada beta-amilóide e suspeita-se que a agregação dessa proteína seja a principal causa patológica dos sintomas da doença. Mas, depois de uma longa série de falhas em testes clínicos de medicamentos destinados a atacar essas placas de beta-amilóide, alguns cientistas estão a voltar as suas atenções para outras investigações.

A TAU poderá ser a chave…

Esta nova investigação concentra-se numa proteína diferente, chamada Tau. Descobriu-se que estas proteínas Tau formam aglomerados anormais no cérebro, chamados emaranhados neurofibrilares, que podem acumular e matar neurónios. Alguns cientistas acreditam que esta é realmente a principal fonte causadora da doença de Alzheimer.

Até agora, não se sabia como ou quando estas proteínas Tau começavam a acumular-se em emaranhados no cérebro. Acreditava-se anteriormente que as proteínas Tau isoladas não tinham uma forma distintamente prejudicial, até que se começaram a agregar com outras proteínas Tau. Mas, nesta nova linha de investigação, foi revelado que uma proteína Tau tóxica, na verdade, apresenta-se de forma desdobrada, expondo partes que geralmente são dobradas no interior, antes de se começarem a agregar.

São essas partes expostas da proteína que permitem a agregação, formando os maiores emaranhados tóxicos.

Olhamos para isto como o ‘Big Bang’ da patologia Tau. Esta é uma maneira de olhar para o início do processo da doença. Isso leva-nos de volta a um ponto muito discreto, onde vemos o aparecimento da primeira mudança molecular que leva à neurodegeneração na doença de Alzheimer.

Referiu Diamond.

Há agora novos caminhos possíveis…

A partir daqui, a investigação está definida para ter dois caminhos de prospeção diferentes. Um primeiro olhar para o desenvolvimento de um teste de diagnóstico simples para detetar sinais desta proteína Tau anormal, seja através de um exame de sangue, ou um teste de fluido espinhal (que não é o ideal). Se estas proteínas tóxicas da Tau puderem ser facilmente detetadas, os clínicos poderão diagnosticar a doença de Alzheimer antes que os principais sintomas cognitivos degenerativos se instalem.

O segundo caminho de investigação que flui para fora desta grande descoberta envolve investigar tratamentos prospetivos de drogas que poderiam interromper o processo de agregação de Tau. Os cientistas apontam para uma nova droga chamada Tafamidis, como o exemplo interessante de um medicamento similar projetado para estabilizar uma proteína que pode acumular-se e causar sintomas adversos.

O Tafamidis foi desenvolvido para retardar o comprometimento da função nervosa causado pela agregação tóxica de uma proteína normalmente inofensiva, chamada Transtirretina, e está atualmente aprovada para uso na Europa e no Japão. No entanto, a FDA (Food and Drug Administration) pediu mais provas clínicas antes de aprovar o medicamento para uso nos Estados Unidos.

Agora que essa alteração inicial na forma das moléculas de Tau foi identificada, os investigadores podem concentrar-se mais efetivamente nos possíveis alvos de drogas para inibir as agregações tóxicas nesse estágio.

Esta nova abordagem está já a permitir que se estudem novos medicamentos que sejam eficazes no bloqueio do processo neurodegeneração… logo no início deste. Se funcionar, a incidência da doença de Alzheimer pode ser substancialmente reduzida. Isso seria incrível.

Concluiu Diamond.

Pese o facto de ainda demorar algum tempo até os resultados serem passados para o nível de tratamento, é já uma nova luz no combate a uma terrível doença que desde há 25 anos para cá tem aumentado a usa incidência.

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Ignorância populista
24 de março de 2016 | Autor:

Excelente artigo do Dr. Drauzio Varella. Leia aqui

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dvarelaDizem que Deus limitou a inteligência do homem para que não ousássemos invadir seus domínios. Se assim foi, que mal haveria em ter limitado também a ignorância, já que fomos concebidos à sua imagem e semelhança? Custaria?

Faço essa reflexão porque a Câmara dos Deputados aprovou a liberação da fosfoetanolamina, droga que teria propriedades antineoplásicas, sem que nenhum estudo tenha sido submetido à apreciação da Anvisa, o órgão brasileiro encarregado de avaliar a atividade de medicamentos antes da comercialização.

Seguindo os trâmites burocráticos, o projeto foi para uma comissão do Senado, que só não o aprovou por unanimidade por causa do voto solitário do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP).

A matéria irá a plenário. A julgar pela qualidade da formação científica e pela vocação populista de nossos senadores, teremos no mercado uma droga para tratar seres humanos testada apenas em ratos, conduta repudiada até em medicina veterinária.

Para você, leitor, que não acompanhou essa novela, vou resumi-la:

  1. Um professor de química da USP, em São Carlos, desenvolveu e patenteou o processo de síntese dessa molécula.
  2. Depois de documentar regressões obtidas, principalmente em ratos portadores de melanoma maligno (em trabalhos bem conduzidos), ele passou a produzi-la em seu laboratório e a distribuí-la a pacientes com câncer.
  3. A distribuição foi feita sem nenhum critério científico para avaliação de eficácia e sem o consentimento dos conselhos de ética da universidade, passo obrigatório para autorização de pesquisas em seres humanos.
  4. A USP foi conivente com essa aberração durante dez anos. Só quando o professor se aposentou, a universidade tomou conhecimento daquela anomalia intramuros e proibiu a produção da droga em suas instalações.
  5. Foi um pandemônio. Compreensivelmente, famílias desesperadas entraram na Justiça. Um ministro do Supremo concedeu uma liminar que obrigava a USP a fornecer a droga para um paciente. Veio uma enxurrada de ações legais, que forçaram a universidade a fabricar um remédio de atividade não comprovada, sem passar pelo crivo da Anvisa.

Na época, fiz uma intervenção no “Fantástico”, chamando a atenção para esse absurdo. Expliquei que não é essa a forma de descobrir novos medicamentos e insisti que nunca existiu nem existirá um remédio que cure ou seja útil em todos os casos de câncer, lamentavelmente.

O que chamamos de câncer é um grupo de mais de cem doenças, que em comum têm apenas a célula maligna. A diferença entre um câncer de próstata e outro de pulmão é tão grande quanto a existente entre insuficiência renal e insuficiência auditiva.

Câncer de mama, por exemplo, é um conjunto de mais de 20 subtipos, cada um dos quais subdividido em outros. Imaginar que uma droga seja ativa em todos os casos, desculpem, é coisa de gente ignorante em medicina.

Fui achincalhado nas redes sociais. As aleivosias mais benevolentes diziam que faço parte de uma conspiração da TV Globo (sempre ela) em conluio com as multinacionais interessadas em boicotar remédios baratos para o povo. Outros afirmavam que cancerologistas como eu se opunham à descoberta da cura do câncer.

Fiquei chateado, mas não me senti ofendido, sinceramente. É o preço pago por quem teve o privilégio de estudar num país de iletrados.

Em São Paulo, o Icesp, centro de oncologia de projeção internacional, vai iniciar um estudo clínico para testar a apregoada ação antitumoral da fosfoetanolamina e definir em que tipos de tumores essa atividade poderia ser documentada. Liberá-la por decreto legislativo, além de criar esperanças vãs naqueles que sofrem da doença, cria um precedente grave que desmoraliza a Anvisa e põe a perder a oportunidade de identificar alguma ação antitumoral que a droga porventura tenha.

Tomo a liberdade de sugerir aos senhores senadores que se deem ao trabalho de procurar um único oncologista no Brasil que esteja a favor da liberação dessa ou de qualquer outra droga sem avaliação científica prévia. Seríamos todos nós, que passamos a vida cuidando de doentes com câncer, mercantilistas vis, insensíveis ao sofrimento e à morte das pessoas de quem tratamos?

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De um lado estão os sádicos e mercenários que adoram enfiar o dedo no cu dos homens e de outro os que tem um pouco de juízo e bom senso. Ler aqui

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Guerreiros do povo brasileiro?
20 de novembro de 2015 | Autor:

José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoíno, João Paulo Cunha e João Vaccari Neto são guerreiros do povo brasileiro?

Quem foi o filho da puta que disse isso? Quem afirmar tal absurdo tem que ir para a cadeia por incitação, favorecimento e apologia ao crime.

Esses psicopatas que os comunas safados e corruptos querem transformar em guerreiros do povo não passam de ladrões, assassinos, corruptos, sequestradores, torturadores, comunistas acéfalos, tiranos, e outro monte de xingamentos justos e merecidos, e deveriam estar apodrecendo no fundo da terra junto com Dilma, Lula, Franklin Martins, Erenice Guerra e outros tantos comunas criminosos e imprestáveis que emporcalham esta nação.

Na juventude petista só tem idiotas e militontos acéfalos que não enxergam um palmo na frente do nariz. Já fui um militonto do PT, mas acordei a tempo.

Se os milicos tivessem mandado esta escória para o inferno quando os tiveram nas mãos, o contribuinte brasileiro não teria sido roubado como foi nos últimos 13 anos.

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Documentos diversos
17 de novembro de 2015 | Autor:

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Voulez Vous
13 de novembro de 2015 | Autor:

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Que ótimo, pois a partir dessa decisão, poderemos meter Lula, Dilma, Graça Foster, Franklin Martins, Dirceu e outros na cadeia pelos crimes hediondos que cometeram quando eram terroristas (se é que algum dia deixaram de o ser). Os terroristas que estão no desgoverno são os que mais tem a perder com esta decisão estúpida. Leia aqui

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Mudança de índice reduz dívidas públicas
3 de dezembro de 2014 | Autor:

O desgoverno transgride a legislação de pagamentos e/ou trabalhista, é processado, perde na justiça e depois aparecem magistrados suspendendo pagamentos alegando que os índices utilizados são abusivos e geram prejuízo ao erário, mas mesmo os índices mais amplos não cobrem a inflação REAL. A inflação que os indicadores oficiais indica é falsa, pois em seus cálculos o desgoverno inclui produtos que não são de consumo, não são alimentares e cujos preços desabam por tornarem-se obsoletos, como por exemplo, o iPhone 4s, que caiu de R$1.700,00 para R$990,00 em um ano, mas a questão é simples e óbvia: ninguém com iPhones, iPads, ou qualquer outro eletrônico. O povo come arroz, feijão, verduras, e os preços destes não caem, apenas sobem ao sabor da especulação promovida pelo próprio desgoverno. Se o judiciário brasileiro tivesse um mínimo de bom-senso, para não dizer vergonha-na-cara, obrigaria o desgoverno a pagar suas dívidas imediatamente e calculadas pela variação da cesta-básica, assim, ao “doer no bolso” do desgoverno, ele pararia de fazer besteiras. Leia aqui

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Alguns comentários sobre esta matéria (leia aqui). Nota-se que a maioria esmagadora dos comentaristas são ANTI-PT. Os poucos PTistas que aparecem para comentar e que se limitam a escrever asneiras sobre os governos do PSDB, ao invés de apresentar qualquer argumento lógico que justifique as ações (e as falcatruas, também) do PT acabam massacrados. Leia mais…

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O bebê "X", no orfanato de Bungoma, no Quênia

O bebê “X”, no orfanato de Bungoma, no Quênia

Embrulhado num cobertor e refestelado no colo de uma assistente social em um orfanato de Bungoma, no Quênia, o “bebê X” dorme tranquilamente.

Como o nome sugere, este não é um bebê comum. Com apenas um mês de vida, “X” é o fruto de uma relação incestuosa.

Assim como muitos outros bebês no Orfanato Kanduyi, 400 km ao oeste da capital queniana, Nairobi, “X” teve que ser resgatado antes de ser morto por sua própria família.

Dois dias após seu nascimento, a polícia, depois de receber uma denúncia anônima, invadiu a casa e retirou o bebê, salvando-o de uma sentença de morte preferida por líderes locais da comunidade Bukusu de Bungoma.

Há outros como ele no Kanduyi – e não apenas bebês, mas até jovens de 18 anos.

Bebês tabu

Assim como em boa parte do mundo, o incesto no Quênia não apenas é um tabu como ilegal. A pena prevista para práticas incestuosas é de cinco anos de prisão – caso envolva sexo com menor de idade, pode levar a prisão perpétua.

Mas por séculos a punição tradicional em muitas comunidades quenianas tem sido a morte. Não a dos pais, mas a dos bebês nascidos de uniões proibidas.

A tribo Busuku, por exemplo, chama essas crianças de “be luswa”, ou “bebês-tabu”. Eles são considerados amaldiçoados e as comunidades temem que possam trazer “pragas” para as famílias, incluindo impotência sexual.

“Sempre que recebemos informações de que nasceu um bebê-tabu, temos que correr para salvá-los antes de chegarmos aos locais e sermos informados de que o bebê morreu”, explica Alice Kimotho, a assistente social que chefia o Orfanato Kanduyi.

“A maioria dessas mortes é muito suspeita”.

Titus Kolil, auxiliar-administrativo no orfanato explica que, apesar de proibido por lei, o incesto ocorre com frequência na região de Bungoma, como “prática cultural”. Segundo Kolil, Kanduyi lida com três a quatro casos de bebês-tabu por mês.

Mas as autoridades também suspeitam que muitos casos simplesmente não são relatados.

“Nosso comportamento sexual tem sido irresponsável”, admite Stephen Kokonya, secretário de Cultura de Bungoma.

“E algumas dessas relações sexuais são muito próximas, incluindo pais fazendo sexo com suas filhas”.

Meninas adolescentes em áreas rurais são particularmente mais vulneráveis.

Força

Kokonya diz estar tentando dialogar com as lideranças comunitárias para tentar combater a prática.

“Precisamos fazer campanha contra valores retrógrados”.

Registros no orfanato mostram que a mãe de “X” é uma adolescente de 15 anos que ficou grávida de um tio de 17 anos.

Desde o nascimento do bebê, ela foi levada para morar com parentes e está de volta à escola, repetindo o ano que ela perdeu durante a gravidez.

Tive a oportunidade de visitá-la. Na presença de uma tia, a adolescente conta o que aconteceu.

“Ele (o tio) me assediava e ameaçava me bater se eu contasse para alguém”.

A jovem diz não ter amor nem pelo tio nem pelo bebê.

“Tive o bebê com meu tio e não posso amá-lo”.

Perguntada o que pretende fazer quando terminar os estudos, ela diz sonhar com a faculdade de Medicina.

Chorando, ela pede ajuda à tia para terminar os estudos.

O tio, que não mudou de casa, recusou-se a falar com a BBC.

Direito à vida

Num shopping center de Bungoma, tenho um encontro com líderes tribais dos Bukusu. Um deles se recusa a comentar especificamente sobre “X”, mas explica como alguns bebês são mortos praticamente ainda no ventre materno.

“Quando a mãe está prestes a dar à luz, mulheres que supostamente deveriam ajudar no parto sufocam o bebê ao impedir que a mãe abra as pernas”, diz ele.

“As pessoas acreditam que o bebê precisa morrer para que a menina viva em paz na comunidade”.

As mulheres que optam por ficar com os bebês são forçadas a deixar a comunidade.

Outro líder diz que a prática de matar os bebês pode até parar se os praticantes de incesto fossem punidos de maneira exemplar.

“O governo permite que estupradores e participantes de incesto fiquem em liberdade”, diz o líder.

“Se eles fossem presos e punidos à altura, os casos de bebês-tabu acabariam”.

Kokonya, o secretário de Cultura, afirma que a dificuldade de detectar e provar casos de infanticídio em áreas remotas resulta em poucas condenações. Mas ele afirma que líderes tribais precisam respeitar o direito à vida.

No Orfanato Kanduyi, “X” abre os olhos enquanto crianças fazem algazarra no pátio. Muitas delas escaparam da morte certa.

Mas quantas outras nascidas em circunstâncias semelhantes não tiveram a mesma sorte?

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  • Zé e Cia

    6 horas atrás

    Não muito longe daqui, na Bolívia, conheci uma menina que nasceu da relação da avó com o neto. Considerada uma maldição, foi deixada à própria sorte em seu vilarejo e ninguém ousava tocar na menina. Aos dois anos de vida foi encontrada nua, subnutrida e coberta de sarna por um casal evangélico. Levaram a criança para a cidade e cuidaram dela como filha. Um ano depois seus familiares vieram cobrar a criança de volta. Sabendo que seu destino lá seria tornar-se escrava para todos os fins, este casal procurou a polícia. Na delegacia a autoridade policial reuniu todos e colocou a mãe biológica em uma cadeira e a mãe que cuidou, em outra. Disse então à menina que desse um abraço naquela que era a sua mãe. Ela correu para os braços daquela que a tratou como filha e a autoridade deu o caso por encerrado. Hoje, ela deve ter seus oito ou nove anos.

  • Avatar de Brasileiro, apenas

    Brasileiro, apenas

    7 horas atrás

    UOL, por que não publicaram meu comentário?

  • Avatar de Brasileiro, apenas

    Brasileiro, apenas

    8 horas atrás

    Não demora muito, haverá uma novela com esse tema… e o pior: a população vai dar a maior audiência, torcendo para que a mãe se case com o filho, o pai com a filha, ou, quem sabe, até uma relação homossexual incestuosa. Pobre Brasil…

  • Avatar de SPARAIBA

    SPARAIBA

    8 horas atrás

    O caos é não é algo que surge naturalmente.Existe um interesse de poderosos em espalhar o mal pelo mundo.Desmoralizando nações,destruindo a soberania em nome de um golpe global.Aqui no Brasil estão tentando abocanhar o petróleo de qualquer jeito.Vc acha mesmo que a fome no mundo ainda deveria existir?O pior poder é aquele que não vemos e nem conhecemos,pois não adianta reivindicar de fantoches.Vivemos um engano de grande dimensões.

  • Avatar de flue

    flue

    11 horas atrás

    Assistindo documentários, percebo que lá também ocorrem mais casos de xipófagos, pessoas com membros a mais, coisas assim. Será que também se trata de casamentos entre pessoas próximas, por razões culturais?

    1. Avatar de flue

      flue

      10 horas atrás

      Meu comentário é sobre a India.

  • Avatar de mkel

    mkel

    12 horas atrás

    “Nosso comportamento sexual tem sido irresponsável”, disse o Secretário de Bungoma. Essa frase é o “Ordem e Progresso” da África. Deveria estar em todas as bandeiras deles. Aí não tem como transferir a culpa como eles costumam fazer.

  • Avatar de NIKOWISKY

    NIKOWISKY

    12 horas atrás

    O repórter da BBC não citou casos que acontecem na civilizada Europa; não de incestos mas de relações consanguíneas. Talvez ele esteja “batendo na cangalha para o burro entender”. Em visita a um escritório de projetos de uma cidade pequena, lá, constatei que cerca de 40% dos técnicos tinham deformações genéticas aparentes. Questionei meu anfitrião e o motivo era que as pessoas só se casavam com as do mesmo bairro e religião. A natureza é intransigente.

  • Avatar de Cabeça Grávida

    Cabeça Grávida

    12 horas atrás

    A religião local pune a criança, mas faz vista grossa aos abusadores.

  • Avatar de MauroM

    MauroM

    13 horas atrás

    Hábitos e costumes são coisas realmente incompreensíveis, e até mesmo inaceitáveis, para quem não está inserido no grupo que os praticam. Se este povo adota este ritual, por que não adotam o aborto tão logo seja constatado que a menina está grávida? Acho que seria bem menos traumatizante para todos, do que esperar a criança nascer para sacrificá-la. Mas enfim, cada cultura com as suas razões. E esta, com certeza, merece todos os esforços possíveis para ser extinta do dia a dia daquele povo.

 

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