Corpo e alma

Nosso corpo é o mesmo velho corpo do homem primitivo. É sujeito às mesmas velhas doenças. Nossos crânios são ainda os mesmos nos quais os artigos bem – intencionados, com uma lógica dolorosa, faziam buracos para aliviar dores de cabeça ou libertar os demônios da loucura. As múmias sofreram de apendicite, artrite e dentes estragados. Para mumificar, insere-se um gancho no nariz para retirar o cérebro, abrem-se os flancos e rega-se com especiarias e sal durante 70 dias. Até os dinossauros tinham problemas de coluna.

Os cadáveres eram a terra comum na qual a medicina pastava e engordava. O material era filantropicamente fornecido por criminosos, para os quais a dissecação sangrenta assustava mais do que a ameaça da forca. Quando o estoque ficava baixo, em Edimburgo, para o cintilante professor Robert Knox (1791-1862), Burke e Hare sempre podia me desenterrar alguém para ajudar. O problema desses dois homens era a preguiça. Para não ter de acompanhar enterros, evitar cautelosamente os parentes do morto e cavar no escuro, com pás de madeira para não fazer ruído, eles embriagavam corpos vivos com whisky, estrangulavam e os vendiam por 7,10 libras cada um. Era enorme o número de “ressurrescionistas”, até que a Lei Britânica da Anatomia, em 1832, substituiu o preenchimento de um formulário por voluntários visionários. Houve um grande debate em Montreal, em 1875, quando o tifo dizimou os ocupantes de uma escola/convento, e as freiras e crianças foram roubadas antes que os pais americanos chegassem para levar os coros para casa.

Os anatomistas gravaram seus nomes em nós, com o mesmo amor que os namorados gravam seus nomes nas árvores. Nós abrigamos as criptas de Lieberkühn no envoltório dos intestinos. O círculo de Willis, que é a junção das artérias na base do crânio. A ampola de Vater, que guarda a extremidade do duto biliar. O forame de Wilson, uma abertura no peritônio, abaixo do fígado. A fossa de Rolando, no cérebro, a bainha de Schwann, nos nervos. O saco de Douglas, atrás do útero, o canal de Alcock, na pélvis (“não na vagina”, zombam os estudante de medicina). O nervo de Bell, no peito, o músculo de Santorini, na face, o ligamento de Poupart, na virilha, o triângulo de Scarpa, na coxa… Você encontra, dá nome à descoberta. Esse egoísmo exuberante fez de nós gloriosos Panteões ambulantes para os maiores médicos de cinco séculos. E por que não?

Nesse meio tempo os médicos fizeram a vontade da igreja, procurando a alma, porém nem Sir Thomas Brown, da universidades de Oxford, Montpellier, Pádua e Leyden, conseguiu encontrá-la. René Descartes (1596-1660), que promoveu l’homme-machine (o homem era um deux-chevaux, Deus, seu criador, com o Espírito Santo no tanque), descobriu a alma na glândula pineal, uma gotícula atrás do principal ventrículo do cérebro. Ninguém sabe o que faz a glândula pineal, mas nos faz mais felizes à luz clara do sol, portanto talvez ele estivesse certo.

Willian Harvey escreveu em Exercitatio Anatomica de Motu Cortis et Sanguinis in Animalibus:

É possível que o movimento do sangue no corpo se processe desse modo. Todas as partes devem ser alimentadas, aquecidas e ativadas pelo sangue, perfeitamente vaporoso, mais quente e, por assim dizer, nutriente. Por outro lado, em certas partes o sangue precisa ser resfriado, espessado e figurativamente usado. Dessas partes ele volta ao ponto de partida, ou seja, o coração, como para a sua fonte ou o centro da economia do corpo, para ser restaurado ao seu estado anterior de perfeição. Então, com o calor natural, poderoso e abrasador, uma espécie de armazém de vida, ele é reliquefeito e impregnado com espíritos e (se posso dizer assim), adoçado. Do coração ele é redistribuído. E tudo isso depende o movimento de pulsação do coração.

Hoje, isso é descrito desse modo:

  • Exitação elétrica do coração
  • Miocárdio em funcionamento (sem marcapasso)
  • Alterações no potencial de membrana
  • Fase 4
  • Potencial de repouso (-90mV)
  • Potencial próximo do equilíbrio-K

Cientificamente, embora seja deprimente, não passamos de sacos à prova d’água cheios de produtos químicos carregados de eletricidade, que um dia sofrem uma pane de força. Assim são os nossos cães, os pássaros no jardim, os elefantes no zoológico, os camundongos na cozinha, os peixinhos dourados, as libélulas nas rosas, a unicelular ameba que nos dá desinteria, o vírus da gripe. Ao contrário deles, ao contrário até dos macacos que saltam de galho em galho, logo abaixo de nós na árvore da evolução, nós sabemos que vamos morrer.

“Este corpo não pode ser tudo que eu sou – esse é o brado humano” reconhece C. P. Snow. Assim a humanidade concebeu a vida eterna, de uma mistura de medo e vaidade. E Deus tornou-se uma feliz criação humana, como Mickey Mouse.

“Onde há três médicos, há dois ateus”, diz o provérbio medieval latino. Contudo, certamente qualquer médico ficaria agradavelmente surpreso se reacordasse numa nuvem, tocando harpa ao lado de Bertrand Russel, que filosofou com firmesa: “Quando eu morrer, vou apodrecer”, 97 anos antes que isso acontecesse.

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Olá, Renascimento!

Leonardo da Vinci (1452-1519) foi um anatomista casual. A rainha conserva em Windsor seu encantador desenho de um casal cortado ao meio, fazendo sexo. Estão de pé, e o desenho apresenta em corte longitudinal o pênis firmemente inserido na vagina, com nervos vigorosos transmitindo o prazer para a medula espinhal do homem, seu coração bombando o sêmen para fora do escroto por um longo tubo espinhal e o útero dela ligado ao mamilo. O detalhe que acompanha o desenho, um pênis cortado como uma linguiça, mostra corretamente as cavernas esponjosas, inundadas de sangue durante a ereção. A outra ilustração, representando a genitália feminina, faz lembrar a robustez da entrada de uma catedral. Tudo uma concepção razoável dos eventos.

Em Paris, o estudante de medicina Andreas Vesalius (1514-1564) encontrou, fora dos muros Louvain, perto de Bruxelas, onde nasceu, um patíbulo onde balançavam um esqueleto dissecado completo com ligamentos. Ele correu para casa com aquela preciosidade – qualquer esqueleto humano era uma avis rara – ele iniciou sua carreira, que culminou com um anfiteatro anatômico lotado, em Pádua (Ticiano pintou o quadro). A perfeição artística do belo átlas anatômico de Vesalius, De Humani Coporis Fabrica, mostra os corpos esfolados, os músculos abrindo-se como pétalas de uma flor, a vivacidade vigorosa dos tenistas de Wimbledon. Ele demonstrou bravamente que Galeno, depois de descobrir que a mandíbula era um único osso, não dois, que o esterno é formado por três ossos, não sete, e que os filhos de Adão não têm uma costela a menos, e portanto, Eva deve ter vindo de algum outro lugar. Tudo isso provocou a ira dos que, desde o começo do mundo, se julgavam importantes .

A heresia e a blasfêmia persistiam como disfarces pomposos para oprimir a liberdade da palavra, a qual sempre escolhe assuntos que provocam implicitamente nos opressores um mal-estar secreto. O próprio Papa Urbano VIII devia perder o sono, imaginando que talvez Galileu estivesse certo, e e pur si mouve. Michael Servetus (1509-1553) foi queimado vivo por Galvin, numa fogueira alimentada por seus livros, por ter descoberto a circulação pulmonar. Vesalius foi obrigado a abandonar a anatomia quando tinha 30 anos, e foi ser médico da corte em Madri. Ele dissecou um nobre espanhol, que se moveu alarmantemente sob o bisturi, o que provocou a ira da Inquisição, que o condenou a uma peregrinação expiatória a Jerusalém, na qual o navio naufragou e ele morreu de fome na ilha grega de Zante. Depois de Vesalius, vieram Eustáquio (1510-1574) e Falópio (1523-1562), famosos por suas trompas, a primeira no ouvido médio, a outra na pélvis feminina.

No século XI, Salerno, da Dame Trot, foi o primeiro centro de excelência médica, uma expressão usada hoje para designar a si próprios por Guy Bart, Tommy, etc. Esse balneário popular veio a ser a original Civitas Hippocratica, um ponto de reunião para médicos, numa bela paisagem e isenta de impostos. Napoleão fechou a escola de medicina em 1811. Não existe mais, como o resto da velha Salerno, depois do bombardeio para o desembarque dos aliados em 9 de setembro de 1943.

A escola de medicina de Salerno foi suplantada por excelência, durante o século XIII, pela escola de Montpellier, e depois pela de Leyden, perto de Haia, fundada por Guilherme de Orange em 1575. a Estrela de Leyden era Hermann Boerhaave (1668-1738), um médico prático que lecionava elegantemente em latim, e atraiu estudantes até da América, estendeu sua clínica particular até a China e deixou dois milhões de florins. Durante um breve período, Montpellier abrigou o bêbado, errante, agressivo e arrogante Paracelso (1668-1738) de Zurique, que começava suas aulas queimando as obras de Galeno e desdenhava os médicos tradicionalistas, seus contemporâneos, médicos com manto de veludo e que falavam latim. “Eu não agrado ninguém, exceto aos doentes que curo”, gabava-se ele, com razão. Montpellier produziu o único papa médico, João XXI, que morreu quando o teto lhe caiu em cima.

Sessenta e cinco anos depois de Vesalius se tornar seu professor de anatomia e cirurgia, Pádua ensinou Willian Harvey (1578-1657), de Folkstone, que era baixo, moreno, com cabelos crespos, agitado e falante e que voltou para casa para trabalhar no Hospital São Bartolomeu e para James I e Carlos I.

Todo o mundo sabia que o sangue se movia, fosse pela observação da artéria de uma orelha abatida, fosse pela tendência do homem para mater e ferir seus semelhantes (Harvey sempre usava uma adaga no cinto). Até o século XVII, imaginava-se que o sangue saía e entrava, como as marés. Em 1628, Harvey demonstrou que ele percorria um caminho circular, como a música da década de 1930.

Havia uma dúvida: como o sangue voltava ao coração através da carne? Galeno havia dito que ele passava de um lado para o outro do coração. “Somos levados a admirar o maravilhoso artesanato do Todo-Poderoso”, comentou Vesalius, sarcasticamente, “que faz o sangue se escoar do ventrículo direito para o esquerdo por passagens invisíveis ao olho humano”. A resposta tantalizou os estudantes de Harvey durante 32 anos.

O microscópio foi inventado acidentalmente por um óptico holandês que introduziu duas lentes num tubo. Antony van Leeuwnhoek (1632-1723), de Delf, explorou a invenção – ele tinha 247 microscópios e foi o primeiro homem a ver o próprio espermatozóide. O microscópio, de Marcello Malpighi (1628-1964), de Bolonha, revelou o elo que Harvey procurava, mostrando o corpo todo percorrido por capilares minúsculos que canalizavam as artérias para as veias. A partir de então, o corpo foi alegremente examinado ao microscópio e estudado pela anatomia por toda a Europa.

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A impopularidade da morte

Timor mortis conturbat me – a ideia da morte me deixa morto de medo, exclamou Willian Dunbar (?1465-?1530), o Chaucer escocês, se é que tal transmigração é possível. Esse temor compreensível criou a religião e a medicina.

A antiga igreja católica era contra os médicos. Eles interferiam no negócio da morte. Os corpos aninhados em volta de suas torres de marfim enfatizavam o fato de que a recepção dos seus patronos seria tão calorosa no céu quanto o castigo dos outros no inferno. A causa da suprema era, evidentemente, o pecado, seu tratamento era oração, o jejum e o arrependimento. Os santos dirigiam o corpo. Santa Blaise se empregava da garganta. Santa Brígida dois olhos, e Erasmo das entranhas, Dympna era o psiquiatra, São Lourenço especializava-se em dores nas costas, São Fiacre, em trairia traseiros doloridos (ou ele deu o nome à pequena carruagem francesa). São Roque distribuía as pragas, São Vito tinha sua dança, O Fogo de Santo Antônio assava os membros, acesos pela infecção ou pelo envenenamento pelo ergot do pão de centeio. A primeira operação de transplante foi feita pelos santos gêmeos, Cosme e Damião, que substituíram a perna ulcerada de um homem branco pela de um negro morto recentemente (de Sedano representou isso em seu quadro). Os gêmeos foram decapitados em 303d.C., acusados de serem empecilhos não ortodoxos.

Pior ainda, o corpo humano era considerado sagrado e a dissecação proibida(os muçulmanos continuam com essa crença). Desse modo, o conhecimento do corpo permaneceu à flor da pele.

Galeno reclamava que um médico sem anatomia era um arquiteto sem plano, mas ele também tinha de se contentar com a dissecação dos macacos da Berbéria, que enfeitam hoje Gibraltar. Trótula (c. 1050), uma das “damas obstetras de Salerno” as outras eram Abella, Constanza e Rebeca), escreveu De Mulierum Passionibus, foi celebrizada de Navarra a Paris na canção “Dame Trot” pelo famoso trovador Ruteboeuf, mas mesmo assim tinha que dissecar porcos. Ela se consolava com o fato de os porcos serem iguais aos homens, por dentro. No outro lado do Mediterrâneo, na escola de medicina de Alexandria, fundada em 332 a.C., Herófilo e Erasístrato (c. 300 a.C.) já tinham a solução anatômica: eles dissecavam vivos os criminosos da prisão real. ” Sem dúvida, o melhor método para aprender “, escreveu Celso, aprovando.

A anatomia estava morta e a medicina nasceu morta. A religião é sem dúvida a Coisa Boa, oferecendo os meios valiosos para instalar sobre os ombros do homem auto-afirmativo o peso de alguém mais importante do que ele, com um conjunto excelente de regras com as quais, na maior parte das vezes, ele não consegue dirigir sua vida, oferecendo esperança, consolo, orientação e humildade, além da maravilhosa arquitetura da Basílica de São Pedro e do Taj Mahal. Mas ela sufocou a medicina durante 15 séculos.

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A bomba do tempo de Hipócrates

Todo mundo conhece Hipócrates (460-370 a.C.). Isso por causa do Juramento, que poucos médicos sabem de cor, ou lembram, a não ser a proibição de fazer sexo com as pacientes. Os Preceitos que adornam o Juramento advertem os praticantes da medicina contra cobrar demais, vestir-se com elegância excessiva e usar perfume, ao mesmo tempo aconselhando um corte de cabelo decente e unhas aparadas, encorajando a suposição de um modo agradável de tratar os pacientes (a expressão em inglês, bedside manner, nos foi legada pelo Punch, em 1884).

Como Watt inventou o motor a vapor, Hipócrates inventou a medicina clínica. É um mecanismo simples, a aplicação prática da observação inteligente. O que importa é o homem doente, não as teorias do homem sobre a doença. E o paciente todo deve merecer atenção, bem como o ambiente que o cerca – medicina holística que foi moda há 21 séculos.

Primeiro Hipócrates:

  • Ele encostava o ouvido no peito para ouvir a fricção das membranas inflamadas, nos casos de pleurisma, que sovama como couro novo.
  • Ele notou o nariz aguçado, os olhos fundo, as orelhas frias da face próxima da morte, a facies hipocratica, usada por Falstaff em Henrique V, quando seu nariz ficou agudo como uma pena e com o “balbúcio de campos verdes”.
  • Ele meditou sobre a respiração estranha de um homem agonizante, desde o caso de “Filisco, que vivia ao lado do muro e caiu de cama no primeiro dia de febre aguda… mais ou menos no meio do sexto dia, ele morreu. A respiração era o tempo todo como a de um homem tentando refazer de um esforço, e espaçada e profunda”.Esses famosos últimos suspiros ressurgiram em 1818 em Dublin, John Cheyne (1777-1836) descreveu um caso de apoplexia. “Durante vários dias sua respiração foi irregular, parava completamente por um quarto de minuto, então começara muito fraca, depois gradualmente ficava pesada e rápida e, aos poucos, parava outra vez. Essa revolução no estado da sua respiração durava mais ou menos um minuto.” Vinte e oito anos depois, Willian Stokes (1804-1878) despertou novamente a atenção dos médicos de Dublin, os nomes desses dois escoceses émigrés foram para sempre ligados ao termo respiração “Cheyne-Stoking” – uma deficiência no centro respiratório do cérebro – que fazia os médicos balançarem a cabeça, o anúncio certo do fim.
  • Hipócrates descobriu que o alcatrão (um anti-séptico) detinha a supuração dos ferimentos. Ele retirava o pus, alinhava fraturas e corrigia deslocamentos da coluna.
  • Ele estabeleceu o princípio: “Nossa natureza é o médico das nossas doenças”. O que significa que a maioria das pessoas melhora, de um modo ou de outro.

Hipócrates nasceu na ilha grega de Cós, na costa da Turquia e ensinava sob um olmo (digno de ser visto por turistas). Ele nos deu a palabra “aforismo”. Ele criou 412 aforismos, tais como:

  • A vida é curta, a arte é longa.” Uma frase deprimente, gravada nas entradas das escolas de medicina.
  • A oportunidade é passageira, a experiência perigosa, o julgamento difícil. O mesmo que a primeira.
  • Casos desesperados precisam de remédios desesperados.
  • Os velhos suportam melhor o jejum, depois os de meia-idade, os jovens suportam mal e as crianças pior do que todos. Daí a fortuna representada por livros com dietas para a meia-idade).
  • Não julgue as fezes por sua quantidade, mas por sua qualidade. “Duas vezes em volta do recipiente e pontiaguda nas duas extremidades”, era o que um velho médico rural considerava erradamente o perfeito.
  • O sono que põe fim ao delírio é bom, sono fora de hora é sonolência indicam doença, bem como o cansaço sem motivo.
  • Os velhos ficam doentes com menor frequência que os jovens, mas levam suas doenças para o túmulo.
  • A morte súbita é mais comum no gordo do que no magro.
  • Se uma mulher saudável pára de menstruar e sente enjôo, está grávida. Nós todos sabemos estas coisas. Mas Hipócrates foi o primeiro a saber).

O “Pai da Medicina” foi um ancestral desastroso. Ele nos deixou a tradição hipocrática. Ou seja: qualquer leigo que diga a um médico como fazer seu trabalho está cometendo uma impertinência ultrajante. Qualquer interferência nos meios que contribuem para a devoção desinteressada de qualquer médico aos seus pacientes é chocantemente imoral.

Hipócrates teria se admirado com a declaração de Platão de que ele era a Autoridade de Saúde na Área de Cós. O próprio Marco Aurélio teria hesitado em descer do Capitólio para dizer a Galeno que seu orçamento ia ser cortado. Eheu fugaces! No fim do século XX, a medicina proliferou tanto e seu custo cresceu tanto, que um tratamento adequado está muito além dos meios dos sofredores assustados e, no futuro, está além dos meios de qualquer cidadão sofredor e pagador de impostos. A não ser que os remédios aprendam a praticar economia, além de medicina, Hipócrates se tornará redundante, porque ninguém mais poderá se dar ao luxo de ficar doente.

Hipócrates brilha elegantemente na galeria de e estátuas antigas dos homens de medicina, com chuva sua barba crespa e testa franzida para os males da humanidade (pode ser vista do Museu Britânico). Frequentemente eles está usando o cajado de Esculápio, o Deus da cura, com serpente enrolada. Na desordem e confusão do Olimpo, Esculápio era filho de Apolo (médico dos deuses) de Coronis (ninfa). Ele era tão bom na sua profissão que enfureceu Plutão, por diminuir a população do Hades, o rei dos infernos o explodiu com um relâmpago. Ele pode ser visto na Tate Gallery, no quadro de Sir Edward Pointer , de 1880, que representa clínica de Esculápio: um jardim murado com fontes cantantes e o arrulho das pombas, as pacientes, quatro mulheres voluptuosas, completamente nuas, bem providas de seios e de mons veneris, sendo bom unico sofredor um homem, que mostra ao médico o calcanhar dolorido do pré esquerdo. Homem de sorte, o velho Esculápio.

Hipócrates escreveu seis livros, embora fosse tão plausível a ideia de atribuir a sua obra a várias pessoas quanto dizer isso de Shakespeare.

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Aqui estão os dragões

A mais antiga história da medicina é extremamente tediosa. O egípcio Imhotep (2600 a.C.) combinou a conveniência do médico com a arte de construtor de monumentos para faraó Zoser, tendo construído a magnífica pirâmide Step de Sakkarah para o gracioso uso de seu paciente real, quando este ficou fora do alcance de qualquer tratamento. O Imperador chinês, Fu—Hsi (2900 a.C) hoje seria um famoso praticante da medicina alternativa, fazendo suas acupunturas e dirigindo os humores do Yang até o Yin. Essas são as forças opostas da vida e da morte, do macho e da fêmea, da força e da fraqueza, do sol e da lua. O Yang nada no coração cheio de sangue nos pulmões, o Yin ressoa nas entranhas ocas e na bexiga. Que curiosa e persistente bobagem!

O imperador Huang Ti (2650 a.C.) descobriu a circulação do sangue 4.278 anos antes que Willian Harvey – se é que ele realmente existiu. Os imperadores flutuam no ar rarefeito da história chinesa como dragões. No seu misto de história e lenda, talvez os chineses antigos vacinassem contra varióla aspirando a pústula seca das narinas. Talvez realmente alimentassem crianças retardadas, com deficiência da tireóide, com a tireóide tirada de carneiros. Talvez eles gostassem da Cannabis, empregassem massagistas cegos e tomassem banhos frios, e talvez pudessem diagnosticar todas as doenças com um leve estudo do pulso. tudo isso é muito remoto para nos estusiasmar e muito oculto para aprender. A única certeza que temos é que os antigos chineses, como a massa da humanidade antes do século XIX, viviam e morriam apenas com a terapêutica da tradicional e fútil feitiçaria. Felizmente, o homem sempre teve o ópio para anestesiar a mente, a ufa para reconfortá-lo.

Os gregos substituída o Yang e o Yin por humores. o sangue, o muco, a bile amarela e a negra, a saúde dependia da harmonia disso tudo num dado momento. O médico mais importante era Galiano.( 132-200 d. C.). Ele era um homem autoritário, com resposta para todo, desse modo e, estabeleceu o padrão da personalidade para nossa profissão. Ele observou que as artérias continham sangue, não ar. É especialista em ferimentos (cirurgião dos gladiadores) previu os transplantes, notando que o coração continuava bater quando retirado do corpo (nos sacrifícios). A ditadura de seu dogma reinou na medicina por 15 séculos. Em 1559, o Colégio Real de Medicina de Henrique VIII quase liquidou um homem de Oxford que ousou duvidar de sua infalibilidade.

Gabino praticamente entre os romanos, que consideravam a medicina profissional infra dignitatem Seu Celsius (50 d. C.) Era um nobre e bem dotado médico amador, lisonjeado na literatura com a título de Cícero medicorum. Chuva ligante enciclopédia, De Medicina, foi agraciada com a distinção eterna de fazer parte dos primeiros livros impressos em 1478. Celsius tava aulas sobre operações de le minha tia 1000 delas (” devem ser deslocadas em toda a volta , com os dedos, e arrancadas “), vislumbrou as sombras da insania e cardíacus, que pairavam ameaçadoras sobre a humanidade, antecipou Harvey (junto com imperador Huang Ti) com sua intuição-morar no sangue cursus revocetur nos ensinou os sinais de inflamação – calor, rubor, tumor, dolor. Chega de latim.

Charaka, Susruta, Alcameon, Empédocles, Pitágoras e Aristóteles são estrelas distantes, tremeluzindo no espaço exterior da história da medicina, mas que não precisam ser magnificadas.

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Hipócrates e tudo o mais

A história da medicina não é o testamento de idealistas à procura da saúde e da vida, assim como história do homem não é mais gloriosa do que uma vista de irracionalidade brutal e egoísta com lampejos espasmódicos de sanidade.

A história da medicina é, em grande parte, a substituição da ignorância por mentiras. Esse vagar errante por becos sem saída pode ser uma progressão útil, quando os mais inteligentes e impacientes caminhantes encontram um caminho melhor. “Muitas descobertas notáveis foram feitas por homens que, seguindo os passos da natureza com os próprios olhos, acompanharam-da por caminhos tortuosos, mas quase sempre seguros, até alcançá-la na sua cidadela da verdade “, disse o homem que descobriu a circulação do sangue.

Em cada geração, desde 1600, esses individualistas legaram à humanidade algum avanço biológico, não relacionado com o progresso árido dos benfeitores convencionais. O fato de as suas descobertas terem sido, de um modo geral, ameaçados por perigos insuspeitos, provocando doenças inesperadas e morte, só contribui para dar mais interesse à história.

Os desbravadores das grandes extensões deste vale de lágrimas formam um grupo especial: todos inteligentes, alguns astutos, os de mais sorte abençoados com inspiração ou intuição, muitos deles simplesmente classificadores obsessivos dos homens e dos micróbios, ou simplesmente dotados de grande destreza manual. Suas cabeças acadêmicas zumbiam com abelhas que, às vezes, adoçavam com mel pão da aflição . Eles se confundiam com os ilusionistas. A medicina sempre se revestiu do manto cintilante das realizações, enquanto continuava miseravelmente despida de descobertas importantes. Estas são ao todo uma dúzia, relacionadas no fim do livro, para que os leitores inteligentes possam testar a própria percepção.

(O Leitor inteligente, tendo chegado até aqui, há tanto tempo de pé na biblioteca ou na livraria, pode pensar que indo agora diretamente ao fim do livro vai poupar trabalho dinheiro.)

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Sangue e entranhas – história da cirurgia

Uma trajetória de muitos erros sanguinolentos e alguns acertos heroicos.

Capa do livroCapa do livro

A escabrosa história da cirurgia nos mostra que “entrar na faca” já foi muito mais perigoso que hoje em dia

Os anais da medicina estão repletos de personagens inspiradores, dotados de habilidade e engenhosidade extraordinárias, como Louis Pasteur, que abriu caminho para a ênfase contemporânea na assepsia, e Harold Gillies, que aprimorou a técnica da cirurgia reconstrutiva; mas estão também repletos de episódios horripilantes, como transplantes que deram errado, membros amputados remendados da forma mais grosseira possível, cirurgias plásticas que mais desfiguravam do que embelezavam, e uma das mais abomináveis práticas de todos os tempos: a lobotomia.

Sem raios X para revelar a causa interna do mal, sem anestesia para reduzir a dor, sem antibióticos e salas de operação esterilizadas para impedir infecções, os doentes e feridos ficavam literalmente à mercê de quem os cortasse. Ao tentar salvar vidas, os cirurgiões de antigamente mataram mais pacientes do que salvaram. E mesmo que a “vítima” sobrevivesse por milagre à operação, o mais provável é que ficasse aleijada pelo resto da vida.

Sangue e entranhas louva a coragem de grandes pioneiros da medicina, tanto médicos quanto pacientes, desde Galeno fazendo descobertas sobre anatomia ao tratar de gladiadores no século II d.C., até Stuart Carter, a primeira pessoa a receber implantes cerebrais elétricos para tratamento do Mal de Parkinson. Mas o autor também enfatiza: os equívocos é que nos fazem lembrar que mesmo os maiores médicos são seres humanos falíveis. Galeno achava que o coração era uma fornalha e que os humores corporais precisavam ser equilibrados por meio de vômitos, sangrias e purgas. As operações realizadas pelo cirurgião mais famoso do século XIX, o inglês Robert Liston, eram bagunçadas, sangrentas e traumáticas. Brilhante, porém arrogante e descuidado, ele chegou a decepar acidentalmente os dedos de um assistente durante uma operação. O paciente e o assistente morreram vitimados pela infecção, e um observador morreu em consequência do choque. Foi a única operação da história cirúrgica com uma taxa de mortalidade de 300 por cento!

Uma das aventuras mais desastradas registradas neste livro ficou conhecida como “a noite do porco”, em que um cirurgião inglês, Donald Longmore, em 1969, tentou implantar o coração e os pulmões de um porco num paciente para mantê-lo vivo até que um doador apropriado aparecesse, e então o suíno fugiu, “relutante em fazer sua própria e valiosa contribuição ao progresso da medicina”. Depois de uma perseguição demorada e difícil, o cirurgião finalmente capturou o pobre animal, mas todo o esforço acabou sendo em vão, pois ele inutilizou o coração deste ao dar-lhe uma injeção de cálcio, morrendo assim o porco e o paciente.

Com um estilo capaz de tornar apaixonante até o tema mais macabro, o jornalista britânico e escritor de ciência Richard Hollingham nos horroriza e ao mesmo tempo nos fascina com sua narrativa empolgante e vivaz sobre diversos procedimentos experimentais. Hoje em dia, espantosos avanços cirúrgicos têm tornado possíveis transplantes e outras operações nunca sequer imaginadas anteriormente. Mas até que se atingisse tal grau de precisão e segurança, muito sangue e entranhas foram derramados no caminho. Por mais arriscado que “entrar na faca” possa ser atualmente, não é nada se comparado ao tempo em que os cirurgiões usavam pacientes como cobaias e pouco diferiam dos açougueiros. Se falhavam no seu intento, obtinham experiência. Coitados dos pacientes à custa do quais esse conhecimento foi adquirido.

http://www.geracaobooks.com.br/releases/?id=2264

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uando os Estados Unidos foram nazistas

Em Complô contra a América o escritor norte-americano Philip Roth revela o lado fascista de seu país. Num romance que é bem mais que ficção política, ele imagina o que teria acontecido se os EUA tivessem se aliado a Hitler em 1940…

Guy Scarpetta

“Não se reescreve a história”. O ditado vale, certamente, para todos – exceto para os romancistas, a quem ninguém impede de imaginar o que poderia ter acontecido. Quando se trata de um escritor do quilate de Philip Roth, isso pode até ser o ponto alto do romance, o mais instigante, mas também o mais perturbador e mais adequado para sacudir nossos preconceitos. Em Complô contra a América [1], Roth imagina que, em 1940, Franklin Roosevelt, o presidente democrata, não pode disputar um terceiro mandato. Charles Lindbergh, aviador e herói das multidões, mas também anti-semita notório e simpatizante do regime nazista, recebe o apoio do partido republicano. Apoiado pela forte corrente isolacionista, que pretende manter os Estados Unidos fora da guerra na Europa, acaba conquistando o poder. O tema do romance é, portanto, a crônica desse ano fictício em que o presidente, logo depois de chegar à Casa Branca, apressa-se em assinar um pacto de não agressão com Hitler e depois com o Japão. Em seguida, põe em marcha, sob pretextos vazios, uma política de discriminação contra a comunidade judaica. Até o momento em que Lindbergh sofre um acidente de avião, Roosevelt retorna à cena pública e a história retoma o curso que hoje conhecemos…

Seria, como afirma a apresentação do livro, um tema de “ficção-política”? Não exatamente: a ficção-política consiste, na maior parte das vezes, em projetar no futuro uma espécie de anti-utopia, carregada de conotação crítica sobre o próprio presente (como no caso de Admirável mundo novo, de Huxley, ou A cadeira da águia o belíssimo novo romance de Carlos Fuentes). Mas Roth dedica-se, antes, a inventar um passado virtual. A função crítica não está ausente (como não pensar em certos fatos recentes, quando o autor constrói o cenário com os EUA virados para si mesmos, fazendo da mentira uma política de Estado e dispostos a sacrificar seus princípios, se assim julgarem necessário…). Mas ela se apresenta mais conforme a visão de Robert Musil: para este, o real não era mais que uma possibilidade entre outras. Cabia à arte romanesca explorar as possibilidades da existência humana, não menos reais do que o historicamente confirmado.

Um romance histórico de ficção
Numerosos romancistas nos últimos anos, não recearam abordar grandes temas históricos. Podemos lembrar de Passo de caranguejo, de Günter Grass; Estado de Sítio, de Juan Goytisolo; Desonra, de Coetzee; A Festa do bode, de Mario Vargas Llosa; Neve, de Orhan Pamuk; entre outros). Não que se trate de uma volta ao romance histórico, no modelo elaborado no século XX. É, antes, uma questão de explorar as zonas de sombra da história, o outro lado da verdade oficial, a parte tácita dos consensos coletivos. Esclarecer as ambigüidades de que a História, também ela, está permeada. Roth evoluiu também nesse sentido. Seus primeiros romances eram centrados na comunidade judaica de Nova Jersey, de onde saiu, em uma inteligente ruptura dos limites entre realidade e ficção, adequada para desequilibrar os efeitos de autenticidade ligados ao discurso íntimo ou pessoal (o que culmina nessa obra prima que é O Avesso da vida). Mas, já há algum tempo, Roth alargou seus horizontes, tomando como tema, por exemplo, as tensões e contradições da situação judaica em Israel (Operação Shylock), as ondas terroristas ligadas à contra-cultura norte-americana dos anos 70 (Pastoral Americana), os confrontos causados pelo macartismo, (Casei com um comunista),ou, mais recentemente, as tiranias do politicamente correto, com um fundo de retorno do puritanismo repressivo, revelado pelo caso Clinton-Lewinski (A marca humana).

Agora, com Complô contra a América, Roth parece ter dado um passo mais largo: seu objeto não é mais a realidade norte-americana, mas o fastasma, a “besta imunda” que nela está e que poderia despertar. Ele contribui com uma mudança na nossa maneira de ver o país, com o desembaraço de qualquer desconfiança ingênua, de qualquer credulidade cega.

Trata-se, portanto, de uma imaginação retroativa. O grande mérito do romance é conjugar um regime de pura fantasia, na ficção (o leitor não se esquece nunca que o que se conta a ele não é a verdade comprovada) e um regime de verossimilhança, de credibilidade, na narração (como nas narrativas realistas clássicas, simpatizamos com o herói, vivemos com ele as emoções, perguntamo-nos a todo instante como as coisas vão evoluir). O que faz Roth para conseguir tal paradoxo? Ele mistura aos fatos meramente imaginários uma grande abundância de fatos históricos reais (o terrível discurso antisemita feito por Lindbergh em 1941), biográficos (o comportamento atribuído, em tal contexto, a Roosevelt, a Fiorelo la Guardia, ao prefeito de Nova York, ou ao popular animador de rádio Winchell é perfeitamente coerente com o comportamento real desses personagens). Mas, sobretudo, enraíza a narrativa em um universo que conhece muito bem: a comunidade judaica de Newark nos anos 40. Tudo isso permite, sem perder o foco da intriga histórica, fazer proliferar anedotas, perfis, episódios privados e detalhes manifestamente colhidos de sua própria experiência de vida e que têm, para o leitor, o mesmo toque de autenticidade.

O olhar político das crianças
A jogada de mestre do autor foi ter feito a narrativa sob o olhar de uma criança judia de sete anos (a mesma idade do autor, na época em que os acontecimentos teriam ocorrido). Essa narrativa histórica pode ser lida também como um romance didático. O que nos prende é menos a história em si do que o modo como ela pode atingir e perturbar a vida de uma criança, e como pode contribuir na formação de sua consciência. Outra sacada, adjacente, é a demonstração de que a infância é muito mais profundamente política do que pensamos: é preciso, portanto, questionar a razão de um interesse tão vivo da sociedade em propagar o mito oposto…

O narrador pertence a uma família judia perfeitamente integrada (“tínhamos nossa pátria há três gerações”), tendo aderido aos valores e ao modo de vida norte-americanos – ainda que singularizados por traços de vida comunitária, que não causavam reais conflitos. É através desse microcosmo familiar que ele vai ter sua percepção dos acontecimentos políticos que afetam todo o país. O poder, em torno do presidente Lindbergh, dos lobbies pró-Hitler. O pacto de aliança dos Estados Unidos com as potências do eixo. A contra ofensiva empreendida por Wichell, que resulta em levantes anti-semitas com mortes na maior parte das grandes cidades estadunidenses. O que mais o marca e ameaça o equilíbrio familiar, entre tudo o que perturba sua vida cotidiana, é o alistamento do primo no exército canadense para combater o nazismo na Europa, de onde ele volta amputado e ferido; a maneira como seu próprio irmão começa a negar o mundo judeu onde cresceu, depois de um plano de “integração” que pretendia enviar os jovens judeus ao campo (para melhor desmantelar as comunidades); as situações vexatórias que seus pais sofriam; ou mesmo as rupturas violentas provocadas por essa situação, ocorridas no seio da família ou no círculo de amigos e solidariedade que o cercava.

Tudo isso filtrado pelo olhar de uma criança, que dá a certos dramas pessoais (a perda de sua coleção de selos) a mesma importância que às convulsões maiores da história. Sem poder evitar sentir as perturbações a partir de seus afetos privados, de suas antipatias íntimas (em relação a seu irmão ou a seu vizinho) e de suas admirações mais intensas (em relação a seu primo herói e mutilado). Misturando as ambivalências de sua relação com os pais e as vicissitudes de seu próprio romance familiar, no sentido freudiano (a significativa passagem em que ele faz uma tentativa de fuga que o leva a… um orfanato). Como se essa meditação infantil fosse a melhor maneira de traduzir para o leitor a forma subjetiva como a História é vivida, e de dar a essa história imaginária um prodigioso senso de veracidade.

Bush e sua política: raio em céu azul?
Outra grande solução de Roth, nesse romance, foi saber evitar um discurso pedagógico, ou maniqueísta, onde se oporiam os bons e os maus, as vítimas e seus carrascos. Não se trata aqui de um “conto político” (como se falava, no século 18, dos “contos filosóficos”), mas de um verdadeiro romance, onde os comportamentos humanos são explorados também em suas contradições, indecisões e complexidades. O primo vindo da Europa está longe de ser um herói imaculado. Ele se rebela, está no mau caminho, passa os dias desocupado, ou entregue a atividades suspeitas.

O próprio mundo judeu tem seus covardes, seus traidores (a tia do narrador, ou o rabino Bengelsdorf, que se alia a Lindbergh, para quem serve de álibi). O irmão do narrador, tomado pela propaganda oficial, não para de exalar ressentimento de sua origem. Winchell, o porta-voz da oposição a Lindbergh, é também demagogo da pior espécie. Já o novo vizinho italiano, que se instala no prédio do narrador para temor de todos, manifesta uma franca e espontânea solidariedade a seus vizinhos judeus perseguidos… É aí que Roth expressa a grande idéia de Milan Kundera: a história, para um verdadeiro romancista, é menos o objeto do que a luz que nos permite vê-lo. Na experiência humana, as zonas de paradoxos e ambigüidades escapam a toda redundância moral…

Poderia haver uma lição a tirar. No momento em que certos propagandistas liberais querem fazer crer que os EUA são consubstancialmente democratas, e que a desastrosa política de George W.Bush é apenas um lamentável arranhão em corpo são, coube a Roth sugerir, na contramão do consenso, que essa democracia é frágil, e que as forças que fizeram o país beirar o nazismo não estão de todo ausentes…

Foi necessária uma obra prima do romance permitir enxergar. Philip Roth a escreve com fabuloso poder de ironia, de insolência e de lucidez. No fundo, se devesse existir uma só razão para não cairmos no anti-americanismo primário, essa razão seria a existência, nos Estados Unidos, de um escritor como esse.

Tradução: Leonardo Abreu leonardoaabreu@yahoo.com.br

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Primum non nocere

Hipócrates, ao redor do ano 430 aC, propôs aos médicos, no parágrafo 12 do primeiro livro da sua obra Epidemia:
“Pratique duas coisas ao lidar com as doenças; auxilie ou não prejudique o paciente” – ou seja, primum non nocere – primeiro de tudo, não provoque nenhum dano.

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A origem da Sociedade Illuminati

“A história da humanidade divide-se em duas: a história oficial, que é repleta de heróis; e a história real, que é vergonhosa e digna de ódio.”

A origem
Na noite de 30 de abril para 1º de maio de 1776, a chamada Noite de Walpurgis, um grupo de homens estava reunido em um bosque na Baviera, no sul da Alemanha, para juramentar a consecução de seus objetivos finais: a criação da sociedade secreta chamada Illuminati ou Iluminados da Baviera. Adam Weishaupt, professor de Direito Canônico na Universidade de Ingoldstadt, foi o fundador desta Ordem. Apesar da sua família ser de origem judaica, Weishaupt converteu-se ao Cristianismo e ingressou no Colégio de Jesuítas, onde logo destacou-se graças a sua fantástica memória e inteligência. Na biblioteca de seu avô, Adam tomou contato com obras de filósofos franceses e livros sobre a maçonaria, começando a se interessar por estudar sociedades secretas e organizações similares. Quando a Igreja descobriu os interesses ocultos de Weishaupt, ele foi expulso da sua instituição. Não se pode dizer que Adam tenha sentido muito esta expulsão, já que estava convencido de que o plano de Deus para a humanidade e seu desenvolvimento era débil e impraticável em um mundo dominado pelo materialismo do século 18. Assim, decidiu trocar de lado na sua crença e buscar outro tipo de iluminação espiritual, justamente a contrária daquela buscada pelo Cristianismo e o Catolicismo: o Luciferianismo.

Adam Weishaupt fundou uma organização similar à maçonaria, ou com os jesuítas, mas com uma doutrina oposta, protegida pelo ocultismo e pelo segredo absoluto entre seus membros. Os símbolos que figuravam como representantes da Ordem de Weishaupt eram uma pirâmide cortada no ápice com um olho aberto em seu interior, o chamado Olho que Tudo Vê. Seus primeiros adeptos foram 4 alunos de sua própria cátedra, que inicialmente se dedicaram à norma básica de somente aceitar a adesão de pessoas bem situadas social ou economicamente. Por isso, buscou e encontrou desde o primeiro momento o apoio econômico de um banqueiro internacional que passou para a história como um dos homens mais ricos do planeta: Meyer Amschel Rothschild.

A estratégia de crescimento seletivo deu certo e logo apareceu o primeiro adepto de nivel social elevado, um barão protestante de Hannover chamado Adolph Franz Fridriech Ludwig Von Knigge, que havia sido iniciado na maçonaria regular e acabou por iniciar Weishaupt na Loja Maçônica de Munique. Em pouco tempo, os Illuminati passaram a liderar lojas maçônicas e abriram diversas lojas na Alemanha, Áustria, Suiça, Hungria, França e Itália. Apenas 2 anos depois da sua criação, havia somente 20 estudantes universitários, todos os demais pertenciam à nobreza, política, ou exerciam profissões liberais como Medicina e Direito.

Segundo o que se revelava aos novos membros, seus objetivos tratavam da substituição da velha ordem reinante no Mundo por uma outra nova, em que os Illuminati atuariam como comandantes supremos de todos os setores sociais, políticos e financeiros. Isso equivale a estabelecer um Governo Mundial Illuminati. Trata-se de infiltrar os iniciados na administração do Estado, sob a cobertura do segredo, com o objetivo de que chegue o dia em que embora a aparência seja a mesma as coisas sejam muito diferentes. Somente dessa maneira é possível estabelecer um governo universal, uma forma de governo que se estenda por todo o planeta, apesar de diferenças culturais ou sociais, sem que as massas se levantem contra o plano. Para alcançar tal meta, Weishaupt introduziu a Sociedade Illuminati dentro da maçonaria e tratou de angariar membros nas maiores potências mundiais, sempre seguindo o plano da Nova Ordem.

Os maçons já acreditavam em sua doutrina que o sistema global de governo único chegaria pacifica e espontaneamente, mas Weishaupt dizia que ofereceria a possibilidade de encurtar esse prazo e não ter que esperar centenas, talvez milhares de anos, até que o governo global pacífico esperado surgisse espontaneamente. Weishaupt ofereceu o plano para os maçons e em troca exigia obediência cega. Ele prometia concretizar o plano em poucos anos, talvez no curso de uma geração, embora para isso tivesse que usar de violência social e individual. O resultado foi que em 1789, Adam Weishaupt e sua sociedade secreta controlava através de intermediários a maior parte das lojas maçônicas no Mundo, desde o norte da África até a Suécia, da Espanha e Irlanda até a Rússia, e também as novas lojas maçônicas nos Estados Unidos da América. A partir de então, o cenário mundial passou a ser definitivamente influenciado e, até mesmo, determinado pelas decisões secretas de membros da Sociedade Maçônica Illuminati

A FAMÍLIA ROTHSCHILD E O PLANO ILLUMINATI

John Todd, membro do Conselho Maçônico dos Treze, entidade mundial que organiza e comanda a maçonaria no mundo, deu uma entrevista em janeiro de 1991 à revista estadunidense Progress For All onde afirma que o famoso ícone da pirâmide e o olho resplandecente, símbolo Illuminati e também adotado pela maçonaria presente no verso da nota de um dólar, o qual em geral se diz que é Deus, representa na verdade algo muito diferente: o olhar vigilante de Lúcifer. Segundo o seu depoimento, John Todd diz que a imagem foi criada por Rothschild e levada aos Estados Unidos por dois importantes maçons (Illuminati) e fundadores dessa nação: Benjamin Franklin e Alexander Hamilton. “A família Rothschild é a cabeça da organização em que eu ingressei no Colorado”, diz Todd, “e todas as irmandades ocultas fazem parte dela”, “porque, na verdade, todas pertencem ao mesmo grupo dirigido por Lúcifer através dessas entidades para instaurar o seu governo único em âmbito mundial”.

Desde o primeiro momento, a família Rothschild amparou e financiou o plano dos Iluminados da Baviera, a ponto de Meyer Rothschild reuni-los em sua própria casa de Frankfurt, em 1786. O objetivo principal desta reunião seria os preparativos para a Revolução Francesa, que teve lugar alguns anos depois e que colocaria os Illuminati e a maçonaria no poder político na Europa. Ali, naquela reunião, foi acertado, entre outras coisas, todo o processo de agitação pré-revolucionária, o julgamento e a execução do Rei francês Luis XVI e a criação da Guarda Nacional Republicana para proteger o novo regime, conceitualmente maçônico. Seguindo o projeto Illuminati, também se traçou um plano para estender o processo revolucionário ao resto do continente europeu e provocar um verdadeiro cataclisma político e social, seguindo o dito maçônico “Ordo Ab Chaos” (Ordem Vinda do Caos) beneficiando os interesses da sociedade illuminati e maçonaria. Cria-se o caos através de violência urbana, pestes e guerras, até que a sociedade cansada e sofrida exija que alguém tome os seus direitos civis para impor uma ordem, uma solução ao caos gerado. Nesse momento, é que os Illuminati , os mesmos criadores do caos, aparecem para apresentar à nação a sua Ordem.

Dois anos antes de morrer, em 1812, Meyer Rothschild, o primeiro dos Rothschild, já havia planejado o futuro do seu negócio junto aos Illuminati e seus descendentes, colocando seus 5 filhos varões como acionistas de seus bancos que passariam a constituir a empresa Meyer Amschel Rothschild & Filhos. Assim, foi estabelecida a primeira rede financeira européia de grande alcance, porque cada irmão instalou-se em uma cidade diferente e abriu o seu próprio estabelecimento, que representava uma quinta parte da propriedade geral. Os irmãos haviam se comprometido a prosseguir fielmente o trabalho do pai, incondicionalmente. Seu enriquecimento econômico aumentou absurdamente à medida que cresceu a sua influência nos distintos governos europeus desde então. O resultado deste processo foi que, a partir de então, a Casa Rothschild converteu-se em sinônimo de riqueza inestimável e poder sem fronteiras.

Iniciaram as guerras Napoleônicas e os Rotshchild apoiaram igualmente Napoleão e a Inglaterra, controlando os dois lados da moeda. Mas a jogada de mestre teve lugar no início da Batalha de Waterloo. Meyer foi testemunha privilegiada da batalha e quando percebeu que Marte, o deus da guerra, sorria para os britânicos, saiu dali a galope. Incansável, chegou à costa francesa, onde pagou para cruzar com urgência o canal da mancha e, uma vez do outro lado, voltou a galopar até chegar a Londres. Ali, correu para a Bolsa de Valores de Londres e, agitado, começou a vender ações londrinas a qualquer preço, até que se desfez de todas elas. Os demais agentes da Bolsa de Valores conheciam o potencial informativo da Casa Rothschild e sua rede bancária no século 19, e por isso deduziram que tal atitude só poderia significar uma coisa: a derrota da Inglaterra para o exército de Napoleão. O pânico apoderou-se da Bolsa, que caiu a índices jamais vistos. Em meio ao caos, somente um pequeno grupo de agentes anônimos dedicava-se a comprar todas as ações que estavam sendo vendidas, que queimavam nas mãos dos vendedores a preços miseráveis. Pouco tempo depois, quando chegou de fato a notícia verídica de que a França e Napoleão haviam sido derrotados pela Inglaterra, a Bolsa disparou e as ações londrinas recuperaram-se rapidamente. Entretanto, havia agora uma diferença: as mais importantes ações estavam nas mãos de um banqueiro apenas que as havia comprado através dos agentes anônimos. Esse banqueiro era o próprio Rothschild, que tornou-se, assim, dono da economia da Inglaterra e da maioria da Europa. Desde então, a europa encontra-se nas mãos dos banqueiros internacionais, todos Illuminati, interessados em levar adiante o plano de seus antecessores. Estabeleceram, então, um novo desafio: o domínio do mercado da América.

ILLUMINATI E A GUERRA FRIA

Adam Weishaupt, que foi o fundador da sociedade secreta Illuminati, já possuía o apoio da maçonaria e da elite política e econômica da maioria da Europa e iniciava o controle do sistema financeiro e político da América. Seu objetivo era obter o Governo Único Mundial, mas ainda não tinha um plano concreto para isso. Surge, então, no final do século 19, um filósofo alemão chamado Georg Wilhelm Fridrich Hegel, que forneceu a solução que Adam Weishaupt e os Illuminati precisavam para chegar à tão almejada Nova Ordem Mundial dos Iluminados da Baviera. Hegel elaborou uma teoria filosófica que varreria as universidades européias e americanas e passaria a explicar o funcionamento do Mundo contemporâneo, a chamada Teoria Dialética.

Segundo Hegel, a existência de um tipo concreto de governo ou sociedade chamada TESE deveria provocar o aparecimento de uma sociedade exatamente oposta. Ou seja, uma sociedade contrária em todos os aspectos, chamada ANTITESE, em relação às características da primeira sociedade. Tese e Antitese começariam, então, a lutar entre si enquanto estivessem sob o menor contato, pois a existência de uma ameaça a existência da outra. Se ambas lutarem durante um longo período sem que nenhuma delas consiga aniquilar definitivamente a outra, a batalha evoluirá naturalmente para um terceiro tipo de sociedade, constituida por um sistema híbrido, resultado da mistura das duas primeiras, chamada SÍNTESE, ou Governo-Síntese, que nada mais é do que a Nova Ordem Mundal de Weishaupt e da sociedade Illuminati, acabando por absorver tudo, universalizando a sociedade. Essa teoria ficou conhecida como a Teoria da Dialética ou Tese x Antitese e baseia-se nas forças antagônicas que regem e controlam a Natureza: bem e o mal, agua e fogo, luz e escuridão, quente e frio, noite e dia, seco e molhado, raso e fundo e assim por diante. Isso explica o surgimento do Capitalismo e o Socialismo e a luta desencadeada pela Guerra Fria durante o Mundo dividido rm 2 blocos: capitalista e comunista. A maioria das pessoas pensa que isso ocorreu de forma ocasional, por coincidência. Mas, de fato, não foi. Tudo foi planejado e desenvolvido de modo a evoluir para o modo como as coisas estão.

Isso só poderia ser feito, na época, mediante a criação e a oposição de uma antitese, ou seja, uma nova sociedade contrária à civilização ocidental já existente, suficientemente poderosa para ameaçar o seu lugar no Mundo, embora não tanto a ponto de conseguir destruí-la. Após isso, bastaria manter a guerra entre ambas durante várias gerações para que, no fim, as massas humanas de um e outro lado, esgotadas pelos conflitos sucessivos, reclamassem aos gritos o surgimento de uma nova sociedade globalizada, sem antagonismos, cujo advento só seria possível através dos manejos nas sombras dos Illuminati. Como dizia o próprio Hegel: “O conflito provoca mudanças, e o conflito planejado produz mudanças planejadas”.

Entretanto, no século XIX não havia, ainda, nenhuma nação parecida com o perfil do que deveria ser a Antitese de Hegel. Se a Tese baseava-se em governos cristãos, participação do setor privado e economicamente favoráveis à livre impresa e à individualidade; a Antitese, forçosamente, deveria ser formada por governos populares (só aparentemente), ateus e economicamente dirigidos pelo Estado, nos quais os cidadãos careceriam de autonomia pessoal. Coincidência ou não, em 1843, o filósofo alemão Karl Marx, que vivia em Paris, fundou a Associação Internacional dos Trabalhadores e, alguns anos mais tarde, publicou uma das obras literárias e políticas mais importantes do Mundo contemporâneo, financiado por membros Illuminati, que viria a instituir o Socialismo no Mundo, chamado: O Capital, seguindo ponto-a-ponto os ideais Illuminati.

Deu início então, durante a 1ª Guerra Mundial, a Revolução dos Bolcheviques na Rússia, financiada e cultivada pelos Illuminati e seus banqueiros internacionais oriundos da Família Rothschild, destruindo o Regime Czarista e instaurando o Regime Comunista e a formação da URSS. Com a 2ª Guerra Mundial, a URSS sai vitoriosa juntamente com os EUA, polarizando o Mundo em 2 grandes blocos, Ocidental e Oriental e dando início ao conflito TesexAntitese planejado por Hegel. Posteriormente, é construído o Muro de Berlim e dá-se início, de fato, ao que ficou conhecido como Guerra Fria.

AS 3 GUERRAS MUNDIAIS E A DOUTRINA DE LÚCIFER
Um ex-agente dos Serviços Secretos Britânicos, Willian Guy Carr, publicou em seu livro Paws in The Game (Peões no Jogo) parte da correspondência mantida entre 1870 e 1871 entre Giuseppe Mazzini e Albert S. Pike, que hoje se conserva nos arquivos da Biblioteca do British Museum, em Londres. Em uma das cartas, datada de 15 de agosto de 1871, Pike comunica a Mazzini o plano a ser seguido pelos Illuminati durante os séculos 20 e 21: “Fomentaremos 3 guerras que envolverão o Mundo inteiro: a primeira delas (1ª Guerra Mundial) permitiria derrotar o poder dos czares na Rússia e transformar esse país na Fortaleza do Socialismo ateu de Karl Marx, necessária como antitese na Teoria Dialética Hegeliana” (ver capítulo sobre Guerra Fria). Um Mundo esgotado pelo conflito não interferirá no processo de constituição da “Nova Rússia”, que futuramente será utilizada para “destruir outros governos e debilitar as religiões”.

O segundo conflito (2ª Guerra Mundial) seria desencadeado aproveitando as diferenças entre o nazi-fascismo e o movimento sionista judeu. Em primeiro lugar, seria dado apoio financeiro e político aos regimes europeus para que se transformassem em ditaduras férreas, opondo-se à Democracia e provocando uma nova convulsão mundial, cujo fruto mais importante será o estabelecimento do Estado de Israel na Palestina, como foi determinado pela ONU no pós-guerra, representando um evento que tem repercussões graves até hoje. As comunidades judaicas reivindicam este território desde há tempos imemoriais.

A terceira e definitiva guerra mundial (3ª Guerra Mundial), prognosticada por Pike, se desencadearia a partir dos enfrentamentos entre sionistas judeus e dirigentes muçulmanos (Judaismo X Islamismo). Este conflito deve orientar-se de tal forma que o Islã e o sionismo político destruir-se-ão mutuamente, obrigando outras nações a entrar junto na luta, até o ponto de haver esgotamento físico, mental, espiritual, financeiro e político absoluto no planeta. Ao final da terceira guerra, os Illuminati terão desencadeado o maior cataclisma social jamais visto no Mundo, lançando uma onda revolucionária que, comparativamente, reduzirá a Época do Terror na França a uma ingênua brincadeira de criança.

As massas, então, decepcionadas diante da ausência de reação das autoridades políticas e religiosas, serão levadas a um nível tal de desespero que destruirão o cristianismo e o ateísmo simultaneamente, destruirão o capitalismo e o socialismo, vagando sem direção em busca de um novo ideal. Somente ai então, segundo Pike, ” a verdadeira luz com a manifestação universal da doutrina pura de Lúcifer virá à tona. Os Illuminati apresentarão ao Mundo um novo líder capaz de devolver a paz e a normalidade ao planeta e todo o processo desembocará finalmente no Governo Síntese.

Nos últimos anos de sua vida, Mazzini se correspondeu com Albert S. Pike, advogado e general sulista durante a Guerra de Secessão. Mas sabemos que, além disso, foi um dos dirigentes máximos da maçonaria do rito escocês no novo continente e um membro ativo, com o cargo de chefe de justiça do Ku Klux Klan, ou Clã do Círculo. O KKK foi fundado por outro maçom, chamado Nathan Bedford Forrest. A importância de Pike entre as sociedades secretas do século XIX nos EUA é bem comprovada por alguns de seus títulos, como o de Soberano Pontífice da Maçonaria Universal ou Profeta da Franco-Maçonaria. Especialmente fascinado pela possibilidade de ver em vida um governo mundial, sua intensa atividade e sua eficácia o levaram, em 1859, a alcançar o cargo de responsabilidade máxima dos Illuminati.

Um documento de junho de 1889 e intitulado Associação do Demônio e dos Iluminados, em que Pike dirigia algumas instruções secretas aos 23 conselhos supremos da maçonaria mundial, traz alguns detalhes desse novo rito, partindo da primeira advertência a seus membros: “A vós, Instrutores Soberanos do Grau 33, os décimos: Tens que repetir aos irmãos de graus inferiores que veneramos um só Deus, a quem oramos sem superstição. Só nós, os iniciados do Grau Supremo, devemos conservar a verdadeira religião maçônica, preservando pura a doutrina de Lúcifer”.

No mesmo documento, Pike fala: Ele sim, Lúcifer, é Deus! Desgraçadamente, Adonai (referindo-se ao Deus judaico-cristão) também é Deus, porque segundo a lei eterna, não há luz sem escuridão, beleza sem feiura, branco sem preto. O absoluto só pode existir na forma de duas divindades diferentes, assim como a escuridão funciona como fundo para a luz, a estátua requer uma base e a locomotiva necessita de um freio”. E acrescentou: ” A verdadeira e pura religião é a fé em Lúcifer”. Essa é a fé destes Illuminatis.
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Fonte da Informação para saber mais:
http://apologiajudaica.blogspot.com.br/2010/01/origem-da-sociedade-illuminati.html
http://www.agendaglobal.page.tl/Entendendo-a-Conspira%E7%E3o.htm

HITLER ERA UM ROTHSCHILD!!
Quem criou o Nazismo e financiou Adolf Hitler?

A história oficial é meramente um véu para esconder a verdade do que realmente aconteceu. Quando o véu é levantado, repetidamente nós vemos que não apenas a versão oficial não é verdadeira, freqüentemente ela é 100% errada.

Por David Icke

Pegue os Rothschilds, a linhagem anteriormente conhecida, entre outros nomes, como os Bauers, uma das mais notórias linhagens ocultas da Alemanha da Idade Média. Ela ficou conhecida como Rothschild (escudo-vermelho or rotes-schild em alemão) no século 18 quando uma dinastia financeira foi fundada em Frankfurt por Mayer Amschel Rothschild . Eles pegaram seu nome do escudo vermelho ou hexagrama/Estrela de Davi em frente à casa deles em Frankfurt. A Estrela de Davi ou Selo de Salomão é um símbolo esotérico e apenas se tornou associada aos judeus após os Rothschilds adotarem-na para si. Ela não tem absolutamente nenhuma conexão com “Davi” ou “Salomão”, como as fontes históricas judaicas confirmam.

Os Rothschilds (judeus Sionista Illuminati) são um dos mais grotescos expoentes do controle da mente baseado em trauma, certamente o principal segundo muitos dos que têm sofrido impiedosamente sob sua tortura. Eu sempre reluto em usar a palavra mal, mas se mal é o reverso de vida, então Guy de Rothschild é totalmente mau. Ele representa o contrário de vida. Ele tem sido pessoalmente responsável pela tortura e morte de milhões de crianças e adultos, ou diretamente ou por intermédio daqueles que ele controla. Ele conduz rituais satânicos e só Deus sabe quantas pessoas foram sacrificados.

Naturalmente, a força do sentimento que alimenta as chamas de condenação contra qualquer um chamado “anti-semita” hoje é a repugnante perseguição ao povo judeu pelos nazistas de Adolf Hitler. Expor ou questionar as ações dos Rothschilds ou de qualquer outra pessoa ou organização Judaica é pedir para ser chamado de “nazista” e “anti-semita”, aquele rótulo abrangente que desacreditou muitos pesquisadores e negou-lhes a oportunidade de falar em público devido a protestos de robôs radicais não pensantes graças à campanha do B’nai B’rith e da Liga Anti-Difamação (que passa o tempo todo tentando difamar pessoas supostamente anti-semita). Ambas as organizações foram criadas e são controladas pelos Rothschilds.

Apenas uma coincidência, nada para se preocupar… B’nai B’rith significa, apropriadamente, “Filhos da Aliança” e foi estabelecida pelos Rothschilds em 1843 como um braço da inteligência para difamar e destruir pesquisadores legítimos com o rótulo “anti-semita”. Muitos de seus oradores apoiaram abertamente a escravidão durante a Guerra Civil Americana. Todo ano, a Liga Anti-Difamação concede o prêmio “Tocha da Liberdade” (o clássico símbolo Illuminati) à pessoa que eles acreditam ter servido mais à sua causa. Um ano eles o deram a Morris Dalitz, um íntimo do notório sindicato do crime de Meyer Lansky que aterrorizou a América. Perfeita escolha.

Como eu tenho documentado em “E A Verdade Vos Libertará” e “O Maior Segredo”, junto com inúmeros outros pesquisadores e eruditos, Adolf Hitler e os Nazistas foram criados e financiados pelos… Rothschilds. Foram eles que arranjaram para que Hitler chegasse ao poder através das sociedades secretas Illuminati na Alemanha, como a Sociedade Thule e a Sociedade Vril, que eles criaram através de suas redes alemãs; foram os Rothschilds que financiaram Hitler através do Banco da Inglaterra e de outras fontes britânicas e americanas como o banco Kuhn, Loeb, que também financiou a Revolução Russa.

Trabalhadores forçados Feminino (com roupas escuras) na prisão em uma fábrica da Agfa, um dos acionistas da IG Farben. A fotografia foi utilizada como prova no tribunal.

O verdadeiro coração da máquina de guerra de Hitler era a gigante química, I.G. Farben, que tinha um braço americano que era controlado pelos Rothschilds através de seus lacaios, os Warburgs. Paul Warburg, que manipulou à existência o privadamente-controlado “banco central” da América, o Federal Reserve, em 1913, estava na direção da I.G. Farben americana. De fato, a I.G. Farben de Hitler, que controlava o campo de trabalho escravo em Auchwitz, era, na realidade, uma divisão da Standard Oil, oficialmente pertencente aos Rockefellers que forneceu gasolina de avião tirada de carvão vegetal e para a máquina de guerra alemã, mas na verdade o império Rockefeller foi trazido à existência pelos… Rothschilds. Veja “E A Verdade Vos Libertará” e “O Maior Segredo”, para o pano de fundo detalhado desse e de outros aspectos dessa história. Os Rothschilds também possuíam as agências de notícias alemãs durante ambas as Guerras Mundiais e portanto controlavam o fluxo de “informação” para os alemães e o mundo externo. Incidentalmente, quanto as tropas Aliadas entraram na Alemanha, ele descobriram que as fábricas da I.G. Farben, o verdadeiro núcleo da operação de guerra de Hitler, não tinham sido atingidas por bombardeios em massa, bem como as fábricas da Ford – outra empresa Illuminati que apoiava Hitler. Outras fábricas nas proximidades tinham sido demolidas por ataques de bombas.

Então a força por trás de Adolf Hitler, no interesse da Illuminati, era a Casa de Rothschild, essa linhagem que se diz “Judaica” que diz apoiar e proteger a fé e o povo judeu. De fato eles doentiamente usam e abusam do povo judeu para os seus próprios fins horríveis. Os Rothschilds, como os Illuminati em geral, tratam a massa do povo judeu com profundo desprezo. Eles são, como o resto da população global, apenas gado a ser usado para avançar a agenda de controle global pela rede de linhagens híbridas, conhecida pelos pesquisadores como a Illuminati. Se você pesquisar verá como a mesma linhagem genética tem mantido as posições de poder real, aristocrático, financeiro, político, militar e da mídia no mundo por literalmente milhares de anos.

De acordo com um livro de um psicanalista, Walter Langer, chamado a Mente de Hitler, não apenas Hitler foi apoiado pelos Rothschilds, ele ERA um Rothschild. Ele também era apoiado pela Família Real Britânica, a Casa de Windsor (na verdade a Casa Alemã de Saxe-Coburg-Gotha), e essas incluíam o “herói de guerra” real britânico Lorde Mountbatten, um Rothschild e um Satanista. Seus parentes reais na Alemanha, que você nunca pensaria que normalmente apoiariam um aparente homem da rua como Hitler, estavam entre seus apoiadores mais entusiasmados. Mas, naturalmente, eles sabiam quem ele realmente era. Quando você faz qualquer estudo sobre a obsessão dos Illuminati com linhagem genética, você logo vê que não há possibilidade nenhuma de Hitler não ser um deles.

Langer escreve:

“O pai de Adolf Hitler, Alois Hitler, era o filho ilegítimo de Maria Anna Schicklgruber. Era geralmente suposto que o pai de Alois Hitler (sobrenome legítimo Schicklgruber) era Johann Georg Hiedler. Há algumas pessoas que duvidam seriamente que Johann Georg Hiedler era o pai de Alois… (um documento austríaco foi preparado que provava que a mãe de Alois, Maria Anna Schicklgruber estava vivendo em Vienna na época em que ela concebeu. Nesse tempo ela estava empregada como criada na casa do Barão Rothschild. Logo que a família descobriu sua gravidez ela foi mandada de volta para casa… onde Alois Hitler nasceu.”

A informação de Langer partiu do oficial de alto escalão da Gestapo, Hansjurgen Koehler, publicado em 1940, sob o título “Inside the Gestapo” (Dentro da Gestapo). Ele escreve sobre as investigações sobre as origens de Hitler feitas pelo Chanceler Austríaco, Dolfuss, nos arquivos da família de Hitler.

Koehler realmente viu uma cópia dos documentos de Dolfuss que foram dados a ele por Heydrich, o soberano do Serviço Secreto Nazista. O arquivo, ele escreveu, “causou um estrago que nenhum arquivo no mundo tinha causado antes” (Inside the Gestapo, p 143). Ele também revelou que:

Entre outras informações, uma pequena garota servente… (avó de Hitler)… veio para Viena e tornou-se uma empregada doméstica, trabalhando na maior parte para famílias muito ricas. Mas ela não teve sorte; tendo sido seduzida, ela estava a ponto de dar a luz. Ela voltou para casa em seu vilarejo para seu confinamento… Onde estava a pequena criada servindo em Viena? Esse não era um problema muito difícil de solucionar. O Chanceler Dolfuss conseguiu descobrir o cartão de registro. A pequena, inocente servente tinha sido uma criada na… mansão Rothschild. … e o avô desconhecido de Hitler deveria provavelmente ser procurado naquela magnífica casa. O arquivo de Dolfuss parou nessa afirmação.”

Um correspondente que tem pesquisado esse assunto extensivamente escreve:

“Me parece que Adolf Hitler sabia sobre sua conexão antes de se tornar chanceler. Como seu pai antes dele, quando as coisas ficaram difíceis, os Hitlers foram para Viena. O pai de Hitler deixou seu vilarejo natal ainda bem jovem para buscar sua fortuna em Viena. Quando Adolf Hitler ficou órfão, depois que sua mãe morreu em dezembro de 1907, ele partiu para Viena não muito tempo após o funeral. Lá ele pareceu desaparecer de vista por 10 meses! O que aconteceu durante esta estadia de dez meses em Viena é um completo mistério no qual a história não traz luz. Faz sentido, agora que se estabeleceu que Hitler era um Rothschild, que ele e os seus primos estivessem se familiarizando, e o seu potencial para futuros empreendimentos da família estivesse sendo medido”.

Os Rothschilds e os Illuminati produzem muitos filhos fora do casamento em seus programas secretos de procriação e essas crianças são criadas sob outros nomes com outros pais. Como Bill Clinton, que é quase certamente um Rockefeller produzido do mesmo jeito, esses “garotos comuns de origem comum” tornam-se obviamente extraordinariamente bem sucedidos no seu campo escolhido. Hitler, também, teria produzido crianças não oficiais para manter sua parte da linha sanguínea e obviamente existirão pessoas com essa linhagem vivas hoje em dia.

Então qual Rothschild era o avô de Adolf Hitler?

Alois, pai de Hitler, nasceu em 1837 no período quando Salomon Mayer era o único Rothschild que vivia na mansão de Viena na Áustria. Nem mesmo sua esposa vivia ali porque o casamento deles ia tão mal. O filho deles, Anselm Salomon Rothschild, passou a maior parte de sua vida de trabalho em Paris e Frankfurt longe de Viena e do seu pai.

Salomon Mayer Rothschild pai, vivendo sozinho na mansão de Viena onde a avó de Hitler trabalhou, é o primeiro e mais óbvio candidato. E Hermann von Goldschmidt, o filho do escriturário de Salomon Mayer, escreveu um livro, publicado em 1917, que dizia sobre Salomon:

“…por volta de 1840 ele tinha desenvolvido um entusiasmo irrefreável por meninas jovens…”
e
“Ele tinha uma paixão luxuriosa por meninas muito jovens, e suas aventuras com elas tinham que ser acobertadas pela polícia.”

E a avó de Hitler, uma jovem trabalhando sob o mesmo teto não teria sido o objeto de desejo de Salomon? E essa mesma garota ficou grávida enquanto trabalhou lá? E seu neto se tornaria chanceler da Alemanha, financiado pelos Rothschilds, e ele começaria a Segunda Guerra Mundial que era tão vital para a agenda dos Rothschild-Illuminati? E os Illuminati são obcecados em colocar suas linhagens no poder em todos os “lados” de um conflito? E tudo isso é apenas coincidência?

HITLER ERA UM ROTHSCHILD!!

A Segunda Guerra Mundial foi incrivelmente produtiva para a agenda global da Illuminati. Ela levou a criação de instituições globalmente centralizadas, como as Nações Unidas e a Comunidade Européia, agora União Européia, e muitas outras nas finanças FMI, OMS, nos negócios multinacionais e na área militar OTAN e NATO. Precisamente o que eles queriam. Isso também deixou muitos países sob um enorme fardo com as dívidas dos empréstimos feitos para todos os lados pelos… Rothschilds e os Illuminati.

Os Rothschilds tinham há muito tempo um plano de criar um feudo pessoal para eles mesmos e para os Illuminati na Palestina e esse plano envolvia forçar o povo judeu através da perseguição nazista a estabelecer a área como sua “terra natal.” Charles Taze Russell, da linhagem Russell Illuminati, foi o homem que fundou a Sociedade Watchtower, mais conhecida como as Testemunhas de Jeová. Ele foi um Satanista, um pedófilo segundo sua esposa, e mais do que certamente um Illuminati. Sua nova “religião” (culto de controle da mente) foi financiado pelos Rothschilds e ele era amigo deles, bem como os fundadores dos Mórmons que eram também financiados pelos Rothschilds por intermédio de Kuhn, Loeb, and Co. Russell e os fundadores dos Mórmons eram todos Maçons. Em 1880, Charles Taze Russell, este amigo dos Rothschilds, previu que os Judeus iriam retornar à sua terra natal. Essa foi a única previsão de Russell que se realizou. Por que? Porque ele sabia que esse era o plano. Ele escreveu aos Rothschilds louvando seus esforços em estabelecer uma terra natal dos judeus na Palestina.

Então, em 1917, veio a famosa Declaração Balfour, quando o Ministro Britânico de Assuntos Estrangeiros, Lorde Balfour, declarou em nome do governo britânico que eles apoiavam a criação de uma terra natal dos judeus na Palestina. Agora quando você ouve a Declaração Balfour, você tem a impressão de que ela era uma espécie de nota dirigida ao público. Mas não era.

A Declaração Balfour foi uma carta para… Lorde Lionel Walter Rothschild. Pesquisadores dizem que a carta foi de fato ESCRITA por Lorde Rothschild e seu empregado, o banqueiro, Alfred Milner. Agora veja isso. Uma das mais importantes sociedades secretas do século XX é chamada a Mesa Redonda (Round Table). Ela é baseada na Inglaterra com sub-sedes no mundo todo. É a Mesa Redonda que no final das contas orquestra a rede do Grupo Bilderberg, O Conselho de Relações Exteriores (grupo de 70% de judeus), A Comissão Trilateral e O Instituto Real para Assuntos Internacionais. Que fascinante então, que Lorde Balfour era um membro do círculo interno da Mesa Redonda, Alfred Milner era o líder oficial da Mesa Redonda, e a Mesa Redonda era financiada por… Lorde Lionel Walter Rothschild. Essas eram as três pessoas envolvidas na Declaração Balfour de 1917.

Dois anos depois, em 1919, veio a Conferência de Paz de Versalhes perto de Paris, quando a elite da Mesa Redonda da Inglaterra e dos Estados Unidos, pessoas como Alfred Milner, Edward Mandel House e Bernard Baruch, foram designadas para representar seus países nas reuniões que decidiram como o mundo seria mudado como resultado da guerra que essas mesmas pessoas haviam criado. Após a primeira guerra mundial (que eles financiaram ambos os lados) eles decidiram impor à Alemanha pagamentos de indenizações de guerra impossíveis, assegurando então o colapso do governo da República Weimar pós-guerra em meio ao inacreditável colapso econômico que levou o Rothschild, Hitler, ao poder. Foi enquanto estavam em Paris que esses Illuminati membros da Mesa Redonda se reuniram no Hotel Majestic para iniciar o processo de criação da rede Bilderberg, Conselho de Relações Exteriores, Comissão Trilateral e Instituto Real para Assuntos Internacionais. Eles também decidiram em Versalhes que eles então apoiariam a criação de uma pátria para os judeus na Palestina. Como eu mostro em meus livros, CADA UM DELES ou era da linhagem Rothschild ou era controlado por eles.

O Presidente Americano, Woodrow Wilson, foi “aconselhado” em Versalhes pelo Coronel House e Bernard Baruch, ambos Rothschild e líderes da Mesa Redonda nos Estados Unidos; O Primeiro Ministro Britânico, Lloyd George, foi ” aconselhado” por Alfred Milner, empregado de Rothschild e líder da Mesa Redonda, o líder francês, Georges Clemenceau, foi “aconselhado” por seu Ministro do Interior, Georges Mandel, cujo nome real era Jeroboam Rothschild.

Quem você acha que estava fazendo as decisões aqui??

Mas isso foi bem mais longe. Na delegação americana também estavam os irmãos Dulles, John Foster Dulles, que se tornaria Secretário de Estado dos EUA, e Allen Dulles, que se tornaria o primeiro cabeça da nova CIA após a Segunda Guerra Mundial. Os irmãos Dulles eram da linhagem genética, tornar-se-iam mais tarde apoiadores de Hitler, e eram empregados pelos Rothschilds na Kuhn, Loeb, and Co. Eles também estavam envolvidos no assassinato de John F. Kennedy e Allen Dulles iria servir na Commissão Warren que investigou o assassinato. A delegação americana em Versalhes também foi representedada por Paul Warburg, controlado pelos Rothschild, do Kuhn, Loeb e da filial americana da I.G. Farben, enquanto a delegação alemã incluía seu irmão, Max Warburg, que tornar-se-ia banqueiro de Hitler!! O anfitrião deles na França durante a conferência de “paz” foi o… Barão Edmond de Rothschild, a principal força da época pressionando para a criação de uma pátria judaica em Israel. Veja meus livros para mais detalhes.

Os Rothschilds sempre foram a verdadeira força por trás do Movimento Sionista. Sionismo é de fato SIONismo, Sion = o Sol (the Sun), logo o nome da sociedade secreta de elite por trás da linhagem Merovíngia, o Priorato de Sião (Priory of Sion). Ao contrário do entendimento da maioria das pessoas, Sionismo não é o povo judeu. Muitos judeus não são sionistas e muitos não-judeus são. Sionismo é um movimento político, não uma raça. Dizer que Sionismo é o povo judeu é como dizer que o Partido Democrata é o povo americano. Judeus que se opõem ao Sionismo, no entanto, têm sofrido muita perseguição.

Agora, tendo manipulado seus governos-marionete para apoiar seu plano de um feudo pessoal no Oriente Médio, os Rothschilds iniciaram o processo de acomodar pessoas judias na Palestina. Como sempre eles trataram o povo judeu com desprezo. Entra o Barão Edmond de Rothschild, o”Pai de Israel”, que morreu em 1934, o homem que hospedou as delegações de “paz” de Versalhes. Edmond era da casa francesa dos Rothschild. Edmond, de fato, começou a instalar judeus na Palestina desde a década de 1880 (quando Charles Taze Russell estava fazendo sua previsão). Ele financiou judeus russos para estabelecerem-se na Palestina, mas isso não tinha nada a ver com sua liberdade ou direito de nascença, isso era para avançar a agenda Rothschild-Illuminati. Edmond financiou a criação de fazendas e fábricas e dirigiu toda a operação com uma barra de ferro. Aos fazendeiros judeus era dito o que plantar e eles logo descobriram quem estava no comando se eles questionassem suas ordens. Em 1901, esse povo judeu reclamou a Rothschild da ditadura sobre suas terras ou “Yishuv”. Os colonos perguntaram-lhe:

“…se você deseja salvar a Yishuv, primeiro tire suas mãos dela e… pelo menos por uma vez permita aos colonos a possibilidade de corrigir por eles mesmos qualquer coisa que necessite ser corrigida…”

Barão Rothschild respondeu:

“Eu criei a Yishuv, eu somente. Portanto, nenhum homem, nem colonos ou organizações, tem o direito de interferir em meus planos…”

Em uma sentença, você tem a verdadeira atitude dos Rothschilds para com o povo judeu, e de fato, para com a população humana em geral. Essas pessoas NÃO são realmente judias, elas são um linhagem não-humana com um código genético híbrido-alienígena que se escondem atrás do povo judeu, usando-o como uma cortina de fumaça usado como um meio para um fim. Conforme o livro de Simon Schama, Two Rothschilds and the Land of Israel (Collins, London, 1978), os Rothschilds adquiriram 80% da terra de Israel.

Edmond de Rothschild trabalhou conjuntamente com Theodore Herzl, o fundador do Sionismo, o movimento político criado para assegurar uma pátria “judaica” na Palestina. Rothschild era também o poder por trás de Chaim Weizmann, um outro líder do Sionismo. Como Rothschild disse a Weizmann:

“Sem mim o Sionismo não teria sido bem-sucedido, mas sem o Sionismo meu trabalho estaria fadado ao fracasso.”

Então, agora com os Rothschilds com suas colônias judias na Palestina, e com seus agentes nos governos ocidentais apoiando seus planos para uma terra natal judia de Rothschild, eles precisavam de um pretexto que silenciasse os protestos árabes à invasão de seu país. Esse pretexto foi perseguição aos judeus na Europa por seus Nazistas Rothschild-financiados líderado por um Rothschild chamado Adolf Hitler para trazer o Estado de Rothschild (Israel) à existência em 1948.

E os Rothschilds não estavam satisfeitos ao causarem o inimaginável sofrimento do povo judeu sob o regime Nazista, eles também roubaram sua riqueza quando a guerra terminou, da mesma forma que roubaram a riqueza russa durante a revolução que eles haviam financiado.

No começo de 1998, durante uma turnê de palestra na África do Sul, eu tive um encontro pessoal com P.W. Botha, o Presidente da África do Sul nos anos 80 durante o apartheid. O convite veio de repente quando eu estava palestrando a umas poucas milhas de sua casa. Nós falamos por uma hora e meia sobre a manipulação da África do Sul e não demorou muito para nomes como Henry Kissinger, Lorde Carrington, e os Rothschilds surgirem.

Até hoje os Rothschilds continuam a controlar o Estado que tem o seu símbolo de família em sua bandeira e são eles que usam aquele país e seu povo para manter o conflito, tanto dentro de suas fronteiras quanto com os países árabes vizinhos, o que permitiu aos Illuminati-Rothschilds controlar o chamado “Arco da Crise” no Oriente Médio por meio do dividir, governar e conquistar. Isso tem permitido a eles, não menos, controlar os países produtores de petróleo desde a guerra quando o petróleo realmente tornou-se importante.

POR FAVOR, POVO JUDEU DE ISRAEL E DO MUNDO, VEJAM ISSO.

VOCÊS ESTÃO SENDO JOGADOS CONTRA AS RAÇAS NÃO JUDIAS E VICE-VERSA. MEDO UNS DOS OUTROS E O DIVIDIR E COMANDAR TÊM SEMPRE SIDO AS FERRAMENTAS BÁSICAS DE DITADORES, GLOBAIS OU NÃO.

E EU DIGO ISSO AO POVO ÁRABE:

NUNCA, NUNCA, NUNCA, OS ROTHSCHILDS E OS ILLUMINATI CONTROLAM APENAS UM LADO EM UM CONFLITO. SE ELES O FIZESSEM ELES NÃO PODERIAM TER CERTEZA DO RESULTADO E ESSA NÃO É A FORMA QUE ELES JOGAM O JOGO. EM CADA CONFLITO IMPORTANTE ELES CONTROLAM AS LIDERANÇAS DE TODAS AS FACÇÕES, MESMO QUE ELES POSSAM BATALHAR ENTRE ELES NO PALCO PÚBLICO.

ENTÃO NÓS SABEMOS QUEM CONTROLA A LIDERANÇA JUDIA EM ISRAEL. OS ROTHSCHILDS E OS ILLUMINATI.

MAS QUEM, PORTANTO, CONTROLOU YASSER ARAFAT? EU VOU DAR UM PALPITE.

AS MESMAS PESSOAS QUE CONTROLARAM MENACHEM BEGIN DE ISRAEL E O PRESIDENTE SADAT DO EGITO DURANTE O “ACORDO DE PAZ” DA PRESIDÊNCIA DE CARTER. BEGIN, SADAT E CARTER, ERAM TODOS FANTOCHES DOS ILLUMINATI, COMO A LIDERANÇA DE ISRAEL, ARAFAT, E CLINTON SÃO HOJE. É UMA FARSA, UMA SIMULAÇÃO, APENAS UM FILME PARA CONSUMO PÚBLICO.

VAMOS LÁ POVOS DO MUNDO, NÃO IMPORTA A SUA RAÇA, COR OU CULTURA. NÃO IMPORTA SUA CRENÇA RELIGIOSA OU SUA ROTAÇÃO DE VIDA. A LIBERDADE, O QUE SOBRA DELA, ESTÁ EM JOGO PARA TODOS NÓS E ENQUANTO NÓS ESTAMOS DIVIDIDOS NESSES SOLOS IRRELEVANTES, ESSA LIBERDADE ESTÁ CONDENADA.
VAMOS TRABALHAR JUNTOS ENQUANTO AINDA HÁ TEMPO.A GUERRA TERMINA QUANDO NÓS QUISERMOS. O MUNDO É O QUE PERMITIMOS QUE ELE SEJA. NÓS QUEREMOS MUDAR O MUNDO. OK, MUDEMOS A NÓS MESMOS. POR FAVOR DIVULGUEM ESSE ARTIGO O MAIS AMPLAMENTE POSSÍVEL. OBRIGADO.
DAVID ICKE

O Holocausto existiu, mais foram os próprios banqueiros judeus Sionistas Maçonicos Illuminati que financiaram a II Grande Guerra Mundial. Alias eles financiam sempre os dois lados (aliados e não aliados) para ter a vantagens da pilhagem depois da guerra.

A industria química IG FARBEN na Alemanha que era a responsável pelo gás da morte nos campos de concentração, era de capital dos judeus Rockefellers. A gasolina de aviação que os Alemães usavam foi retirada do carvão mineral, que era patente da IG FARBEN no qual a Standat Oil tinha participação no refino e nos lucros.
Aqui no gráfico temos o financiador DA IG Farben, QUE PRODUZIU O GÁS DA MORTE Ziclon B que matou os JUDEUS DA ALEMANHA DE HITLER. VÊ-SE O Banco central privado americano dos Rothchilds o RESERVE FEDERAL BANK E O BANCO DE MANHATTAN e a STANDARD OIL, pertence a banqueiros da família de judeus askenazim David Rockefeller todos judeus sionistas. Aliás a STANDARD OIL forneceu combustível militar para a máquina de guerra de Hitler.

1939:. ALEMANHA Thomas Watson, presidente da International Business Machines (IBM), é atribuída a Grã-Cruz da Ordem Suprema da Águia Alemã por sua contribuição inestimável para o Terceiro Reich, que consiste principalmente de fornecer tecnologia de informação sob a forma de cartão de “computadores”, que será usado para organizar o extermínio de judeus e outros “sub-humanos” pelo Terceiro Reich com a máxima eficiência… É apenas um bom negócio …..

1939-1945:. Alemanha antes e durante a Segunda Guerra Mundial, a General Motors, Ford, International Telephone and Telegraph, General Electric, a Standard Oil (Esso-Exxon/Exxon-Mobil) e muitas outras multinacionais baseadas nos EUA, mais de duas centenas de empresas, operaram filiais na Alemanha, com o trabalho escravo dos campos de concentração, muitos dos quais são operados por uma parceria com o financiador Rockefellers dono da ‘Standard Oil e grande parte da IG Farben.

U-boats, alimentado pelo óleo sintético dos Rockefellers, Texaco. Os caças nazistas são abastecidos pela Standard Oil dos Rockefellers. Seus motores são fabricados pela Ford. Seus sistemas de navegação são cortesia do Sosthenes Behn e de TI & T. Henry Ford pessoalmente veta uma iniciativa do governo Roosevelt para produzir motores de Spitfires e Hurricanes da RAF com os quais a Grã-Bretanha pode opor-se aos combatentes nazistas.

Tanques e veículos militares fabricados pela General Motors e Ford montar na costa da França, preparando para a invasão e ocupação da Grã-Bretanha uma vez que a RAF foi derrotado e os céus são controladas pela Luftwaffe.

A avó de Hitler possivelmente poderia ter genes de judeus africanos.

Sátira que mostra os generais NAZIstas revelando para Hitler que o teste dele de DNA deu positivo para o haplogrupo dominante E1b1b, que é relativamente raro na Europa Ocidental e que o haplogrupo é a mais comum em genes judeu Ashkenazi e que ele tem sangue judeu askenazi nas suas veias e este fica irritado dizendo que é uma mentira! Ai ele Hitler diz: “Bem se meu teste deu positivo, retirem-se da sala os que também fizeram o teste e deu positivo.” Preste atenção no vídeo, pois os que ficam são os principais generais. Hitler diz: “Esta história será de prato cheio para um filme de Steven_Spielberg….” Então Hitler diz: “De ter genes de judeus africanos nunca e que eu sei é sobre a história da minha avó e de meu pai Alois….”

OBS: A avó de Hitler teve um possível filho com Salomon Mayer Rothschild (ele era um judeu askenazim), chamado de Alois. Veja a história completa logo abaixo.

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Me desculpem, mas o assédio está ficando cada vez maior e apenas com as informações que fazem com que os khazares sionistas tem DNA de Hitler, assim que seu cyber terroristas, foram provavelmente os mesmos, que criaram o partido nazista de Hitler. Basta olhar estes vídeos como este que desaparece um monte de lacunas “oficiais” da história distorcida.
Nota Profética: Isto é incrível…… ESTES VÍDEOS devem ser assistidos. De onde veio o termo “NAZIsta”? “NA é o termo alemão para o partido NATIONAL e ‘STA’ SOCIALISTA e ‘ZI’ foi o termo escondido dentro do partido para disignar os ”’Zionista’ (NATIONAL ZIONISTA SOCIALISTA = NAZIsta), que na Alemanha foi 100% financiado pelos judeus askenazim “Rothschilds”, com o objetivo de criar Israel, enganar o mundo e roubar os bens na Europa para Palestina.
NAZI Assim era o termo naquela época para National-Zionists (os antigos khazares) que se uniram apenas para a finalidade de governar a Alemanha, sob a bandeira a nazista. Mais uma vez os khazares se esconderam atrás de Hitler e do racismo, uma vez que eles estavam provando serem os maiores racistas contra os verdadeiros judeus que foram parar nos campos de concentração, porque estes judeus eram contra o Sionismo.
Detalhes no próprio site de judeus contra o Sionismo:
Estes sites abaixo não tem vírus, apesar de alguns softwares que bloqueia o site “dizendo que tem vírus e tem programa espião”. Pode ter certeza que estes tais softwares que avisa voccê para não entrar, são feitos pelos próprios Sionista, que não quer que você saiba da verdade.
Clique em abrir outra janela (ou outra aba) no mouse para ler e não sair do BLOG
http://translate.google.com.br/translate?ie=UTF8&sl=en&tl=pt&twu=1&u=http://jewsagainstzionism.com/
Em Inglês:
http://jewsagainstzionism.com/

Rabino diz que Israel é o que promove o terrorismo no país e a Torá é contra Israel. Diz que os sionistas usam a Bíblia para provar que Israel deveria existir e expulsar todos os palestinos das suas terras. O Judaísmo é completamente diferente de Israel.

Eu sabia que os Rothschild compraram mais de 200.000 hectares na Palestina antes da II Guerra Mundial, sabendo muito bem o que pretendiam fazer para preencher essa terra e controlá-la. Agora finalmente eu entendo porque Eustace Mullins foi tão vilipendiado pelos israelenses, porque ele é o único que sozinho está expondo as mentiras da história. Tivemos também um blog que continha informações sobre como mais de 150.000 judeus foram do exército nazista e serviram a Hitler e os nazistas.

Os 150.000 nazistas que eram judeus. Para saber mais leia o livro vendido na Amazon ‘Os Soldados Judeus de Hitler’ de Bryan Mark Rigg. (Em inglês ‘Hitler’s Jewish Soldiers’).
Sobre o autor do livro: “Bryan Mark Rigg nascido 1971, é um autor americano que recebeu o seu doutoramento na Universidade de Cambridge.

Rigg descobriu que 150.000 soldados alemães eram judeus quando passou uma boa temporada na Alemanha entrevistando os x-nazistas judeus alemães, que revelaram para ele, que grande número de membros do Partido Nazista eram judeus.

Seu trabalho tem sido destaque no New York Times e em programas que incluem a NBC Dateline e Fox News. Inicialmente era um cristão batista, ele descobriu que ele era de descendência judaica, entrando na apostasia converteu-se à fé judaica (negando a Cristo – Hebreus 6:4,5,6). Depois disto e serviu como voluntário no exército israelense. Mais tarde, ele serviu como oficial na Marinha dos EUA Corps.”

Sua coleção de documentos, fitas de vídeo e memórias de guerra, são apresentados na Bryan Mark Rigg Collection, parte do arquivo alemão Militar (Bundesarchiv), em Freiburg, na Alemanha.

http://www.amazon.com/Hitlers-Jewish-Soldiers-Descent-Military/dp/0700613587

Estes foram os furos e falhas que eu não conseguia preencher. Bem, estes vídeos abaixo fazem um excelente trabalho de preencher todas as lacunas e, finalmente, termina a imagem que nós não sabíamos. Os Sionistas infiltrados em nosso governo através de conluio com elementos em cargos eletivos dentro deste fazem exatamente como eles fizeram em seguida, e estão fazendo exatamente a mesma coisa aqui que foi feito na Alemanha nazista e porque se parece com o fascismo durante a II Guerra Mundial, que após a inflação e a destruição da economia alemã, então criaram a Gestapo para “proteção da pátria”, como declarou Hitler, e agora temos uma posição do gabinete americano chamado “Homeland Security”, que é controlada por mesmos judeus askenazim sionistas,…. Após a recente descoberta de George W. Bush foi um duplo cidadão israelense, Khazar, com a mãe de Obama do lado da família que era também judia askenazim, bem agora, tudo isto vem junto. Obama por ser muçulmano é um ardil para quem o tem direito de manipular a base para obter vantagem política. Eu estou colocando uma série destes vídeos, por Eustace Mullins sobre o assunto, (Veja vídeos abaixo).
Então, se não puder colocar todos os vídeos do youtube, basta ir ao link fornecido abaixo do vídeo. Agora compreendemos tudo e todas as conexões de todos os pontos. Sabemos quem é o inimigo e por que eles assassinaram tantos americanos, o USS Cole, o navio de guerra americano atacado por Israel em 1967 o USS Liberty (veja no you tube sobre o USS Liberty), o planejamento do 9-11, e outros assassinatos, de forma que os sionistas que ocupam a Casa Branca, os elementos do Congresso e do departamento de defesa, bem como a serviços da Intel são de fato os “nazistas” do passado. É tudo claro como um sino agora. Eles cruzaram todas as fronteiras nacionais e são operados principalmente fora da Grã-Bretanha. Portanto, temos dois inimigos externos e internos tentando levar nossa nação para baixo, como fizeram o terremoto no Japão e colocando um vírus Stuxnet para parar as bombas de refrigeração da usina contaminando todo o Japão com a radioatividade.

http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/02/general-aposentado-exalta-sucesso-do-stuxnet-diz-jornal-israelense.html

Eustace Mullins também realmente expõe todos os envolvidos na máfia dos bancos centrais e de seu regime nazista.

Têm sido frequentemente surgido rumores de que Hitler é parte de raça judaica askenazim. Thyssen dá razões plausíveis para acreditar que, se Hitler tinha sangue judeu, e vinha de uma distinta família: “De acordo com os registros publicados, a avó de Hitler teve um filho ilegítimo, e esse filho se tornaria o pai do atual líder da Alemanha, um inquérito uma vez ordenado pelo chanceler tarde austríaco Engelbert Dollfuss, revelou que a avó do Fuhrer ficou grávida durante o seu emprego como empregada de uma família vienense…. E a família… não era outro senão o de Barão de Rothschild. ”
Outra notícia reveladora é prova de que Adolf Hitler não foi só judeu, mas um bisneto de um Rothschild. Durante a Segunda Guerra Mundial, uma análise psicológica de Adolph Hitler: His Life and Legend foi publicado por Walter Langer nos EUA e Office of Strategic Services (OSS) como uma tentativa a riqueza do material contraditório, conflitantes e pouco confiáveis sobre Hitler em estratos que será útil para os decisões políticas e aqueles que desejam uma armação contra-propaganda.
Um comentário sobre o relatório OSS que foi elaborado.
http://translate.googleusercontent.com/translate_c?ie=UTF8&rurl=translate.google.com.br&sl=en&tl=pt&u=http://www.ess.uwe.ac.uk/documents/osssection4pt1.htm&usg=ALkJrhg9WFpmaSQSlt-ivtQjoS6z5J5QRA
Alois, pai de Hitler, nasceu em 1837 no período quando Salomon Mayer era o único Rothschild que vivia na mansão de Viena. Nem mesmo sua esposa vivia ali porque o casamento deles estava tão mal que ela permanecia em Frankfurt. O filho deles, Anselm Salomon, passou a maior parte de sua vida trabalhando em Paris e Frankfurt longe de Viena e seu pai.
Salomon Mayer pai, vivendo sozinho na mansão de Viena onde a avó de Hitler trabalhou, é o candidato, primeiro e mais óbvio. E Hermann von Goldschmidt, o filho do escriturário de Salomon Mayer, escreveu um livro, publicado em 1917, o que dizer de Salomão: por volta de 1840 ele tinha desenvolvido um entusiasmo irrefreável por meninas jovens …Ele tinha uma paixão luxuriosa por meninas muito jovens, e suas aventuras com elas tinham que ser acobertadas pela polícia.
E a avó de Hitler, uma jovem trabalhando sob o mesmo teto não teria sido o objetivo de desejo Salomons? E essa mesma garota ficou grávida enquanto trabalhou lá? E seu neto se tornaria chanceler da Alemanha, financiado pelos Rothschilds, e ele começou a Segunda Guerra Mundial que era tão vital para a agenda Rothschild-Illuminati? E os Illuminati são obcecados em colocar suas linhagens no poder em todos os “lados” de um conflito? E os Rothschilds são uma de suas linhagens chave? E tudo isso é uma coincidência?
Detalhes desta história:
http://translate.googleusercontent.com/translate_c?ie=UTF8&rurl=translate.google.com.br&sl=en&tl=pt&u=http://watch.pair.com/mystery-babylon.html&usg=ALkJrhhWPuU2Jbj3YnM8v4wWNkFOzlm-WQ

The Nazi Zionit Party & The Holocaust – O Partido Nazista Sionista & o Holocausto.
Síntese do vídeo – OBS – nesta côr é comentário do BLOG:
Neste vídeo o comentário é sobre que a questão que os Sionistas que controlavam os campos de concentração através do partido nazista, para punir os judeus anti-sionistas que rejeitavam a criação de Israel (pois acreditavam que Israel somente voltaria a ser uma nação quando o messias surgisse) e com isto eles foram levados para trabalharem em serviços forçados na manufatura da gasolina feito a partir do carvão vegetal usando uma patente russa desenvolvida em 1915.

NA é o termo alemão para o partido NATIONAL e ‘STA’ SOCIALISTA e ‘ZI’ foi o termo escondido dentro do partido para disignar os ”’Zionista’ (NATIONAL ZIONISTA SOCIALISTA = NAZIsta). Esta é a parte do holocausto que não foi contada para ninguém que foi dito que Hitler tinha feito um acordo com o partido Sionista em 1923 quando um duplo agente chegou até Hitler e disse para ele: ‘Olhe que seu partido esta precisando de um aliado político de peso e a sugestão é que você faça uma aliança com o partido Sionista’. Então o NA (Nacional SocialistA) se juntou ao partido Sionista em 1923 e a partir daquele momento eram NA com o ZI (de Zionista) e STA de Socialist).

Depois da Segunda Grande Guerra os nazistas não desapareceram e os principais cientistas e engenheiros de Hitler, foram parar nos EUA no projeto chamado no google de “PAPER CLIP” ou “Cliper de Papel” e uma grande parte dos nazistas formaram o que hoje é conhecido como a CIA, e então agora no poder os antigos Nazi-Facistas, Nazistas e judeus Sionistas do passado que querem implantar a Nova Ordem Mundial.

Depois da guerra os generais alemães foram executados então o segredo dos sionistas foi salvo e agora os sionistas estão no comando do mundo e Israel foi estabelecido como Estado em 1948 e somente este Estado existe hoje por causa de Hitler e completou o palestrante: “um judeu bastante conhecido da mídia como George Steiner, filósofo e escritor nascido em Paris, propôs isto a 10 anos atrás, dizendo que seria uma boa ideia se colocassem a estátua de Hitler em Israel, porque foi ele que deu início a pátria judaica Sionista na Palestina, depois de quase 2000 anos de exílio”. O grande trabalho dos criminosos é esconder a verdade da população e espalha a desinformação e tudo que você lê na mídia impressa é absolutamente somente mentiras e estas mentiras dependem de distorção da verdade e eles lhe dão 10% da verdade e o resto escondem de você o que realmente de fato aconteceu e nisto porque a mídia é comprada pelos banqueiros sionistas. Na realidade, a história registra que navios alemães depois de 1933, levavam milhares de judeus para aquela terra. Os Rothschilds Sionistas proprietários do Banco da Inglaterra em 1935, foram os que tomaram a decisão de dar empréstimo a Hitler em ordem de 1,75 bilhões de dólares (o equivalente a 50.000 mil onças de ouro) para comprar armas para o seu exército e reorganizar a planta química do complexo IG. Farben, de capital acionista dos judeus Rockefellers. (Esta fábrica nem foi bombardeada pelos aliados e a história registra que a mesma produziu o gás da morte dos campos de concentração).
E prossegue no seu comentário “O Federal Reserve Bank (banco de judeus Sionistas) nos EUA foi planejado para roubar os americanos e todos os países do mundo e é por isto que eles têm militares espalhados por diversos países para manipularem para seus propósitos para o controle das finanças e da população. Atualmente, os Estados Unidos admite ter tropas militar estacionadas em 135 nações. 136 se você contar o Paquistão. 137 se você contar agora com a Líbia. Temos as tropas de combate ativo na Líbia, Iraque, Afeganistão e Paquistão. Sim, temos matines dos EUA até na província de Beluquistão no Paquistão.

Os judeus askenazim que foram para Israel não são os verdadeiros judeus, mais convertidos aos judaísmo em 800 d.C. chamado de Ksharis que viviam ao norte de Israel e eram descendentes de GOGUE (Ezequiel 3Cool.
Para mais detalhes sobre Gogue e Maguogue, veja no BLOG:
http://apologiajudaica.blogspot.com/2011/04/hitler-e-o-sionismo.html

Em 1933: Os sionistas assinaram um acordo com Hitler – Seria um acordo de Transferência de judeus para Palestina (os judeus que recusaram a serem transferidos para palestina, foram mortos depois). Edwin Black (o autor do livro é judeu de nascimento e foi rejeitado pelos pais judeus por ter lançado o livro revelador). É Best Seller – Em inglês ‘The Transfer Agreement’ – ‘O Acordo de Transferência’: Conta a dramática história do pacto entre o Terceiro Reich e judeus na Palestina. Vários navios chegaram a Palestina proveniente da Alemanha depois de 1933 e existe vídeos desta história dos navios alemães no youtube chegando em Israel trazendo milhares de judeus a mando de Hitler.

Kay Griggs explica como ela entrou no Departamento de Defesa em Washington, DC, para ver porque não há paz no Oriente Médio. Ela conta que a área responsável por promover a paz entre muçulmanos e judeus e a Palestina em Israel é … totalmente controlado pelos judeus sionistas que controlam o governo dos EUA … não são os muçulmanos, não os árabes, não os palestinos que vi lá, somente vi judeus sionistas do CFR (Consil Foreing Relation).

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Ibogaína: droga usada para curar a dependência

Tratamento é feito com uma dose de substância extraída da raiz de uma planta africana. Medicamento não é regulamentado pela Anvisa.

Diogo Busse, 28 anos, recorreu à ibogaína depois de anos usando substâncias químicas - clique para ampliarDiogo Nascimento Busse, 28 anos, era usuário de drogas. Du­­rante 13 anos, a vida dele foi semelhante à de outros usuários: mesmo estudando e trabalhando normalmente, passava dias fora de casa e chegou a sofrer alguns acidentes. Tentou inúmeros tratamentos psiquiátricos, psicológicos, medicamentos e internações. Nada deu resultado. Sem saída, mas com esperança de largar a dependência, há dois anos e meio, a curiosidade empurrou Busse para uma substância pouco conhecida no Brasil: a ibogaína.

Tabernanthe ibogaTabernanthe iboga

Substância extraída da raiz da iboga, arbusto encontrado em países africanos, a ibogaína é usada para fins terapêuticos no país há dez anos, por uma única clínica, com sede em Curitiba. Nesse período, 130 usuários de drogas usaram o medicamento, Diogo foi um deles. Há dois anos e meio livre do crack, o advogado e professor universitário conta como foi a experiência. “Foi um renascimento. Foi uma viagem espiritual, de autoconhecimento, expandiu meus horizontes. É inexplicável. Hoje eu analiso o passado e não tenho lembranças positivas daquele tempo”, diz.

 

De acordo com o médico gastroenterologista da clínica Bruno Daniel Rasmussen Chaves, a ibogaína produz uma grande quantidade do hormônio GDNF, que estimula a criação de conexões neuronais, o que ajuda o paciente a perder a vontade de usar drogas. A ibogaína, segundo ele, também produz serotonina e dopamina, neurotransmissores responsáveis pelas sensações de prazer. A droga é processada na Inglaterra e vendida em forma de cápsulas. O preço de uma unidade, quantidade suficiente para o tratamento, gira em torno de R$ 5 mil.

Molécula da ibogaina, C20H26N2OMolécula da ibogaina, C20H26N2O

As imagens que as pessoas enxergam enquanto estão sob o efeito da droga, segundo o médico, são sonhos. “Não se trata de alucinações, a ibogaína não é alucinógena. É como sonhar de olhos abertos, só que durante muito tempo. Durante o sono temos apenas cinco minutos de sonhos a cada duas horas. Com a ibogaína são 12 horas”, explica Chaves.

 

Não é um milagre
Mesmo que os resultados sejam animadores – a taxa de recaída entre os usuários da ibogaína gira em torno de 15%, enquanto nos tratamentos convencionais varia entre 60% e 70% – a substância não é um milagre e nem faz tudo sozinha. De acordo com a psicóloga Cleuza Canan, que há mais de 30 anos trabalha com dependência química, os pacientes passam por três fases. “Avaliamos clinicamente e psiquicamente o paciente. Existe uma fase de desintoxicação. São necessários 60 dias de abstinência para o paciente ir para a ibogaína. Depois que ele toma, começa uma fase que consiste na reorganização e readaptação, com terapia individual e de grupo”, afirma.

A reportagem Gazeta do Povo conversou com ex-usuários de drogas que recorreram à ibogaína. Eles foram unânimes em afirmar que, depois de tomar a substância, nunca mais tiveram vontade de se drogar. “Eu nunca mais tive vontade. Aquela fissura desapareceu. A droga é apenas uma lembrança, nada mais que isso”, diz um paciente que não quis se identificar. Segundo Cleuza, a recaída só é possível se o paciente mantiver os mesmos hábitos. “Se ele frenquentar os mesmos lugares, conviver com os mesmos amigos, achar que está imune”, explica.

“Não existe comprovação científica”
Atualmente, a ibogaína é usada em países como Nova Zelândia e Holanda. Nos Estados Unidos ela serve apenas para fins acadêmicos. No Brasil, a substância não é regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Apesar de não haver restrições legais ao consumo, a droga não pode ser comercializada em farmácias e nem produzida em laboratórios nacionais. Para consumi-la é necessário importar de outros países.

O Conselho Regional de Medicina do Paraná chegou a fazer um parecer sobre a substância. De acordo com o psiquiatra Marco Antonio Bessa, que assina o documento, não há estudos científicos sérios sobre a droga. “Ela [ibogaína] é totalmente contraindicada. É uma droga alucinógena muito potente, que pode causar sérios problemas psiquiátricos”, diz. Sobre o sucesso da ibogaína, o médico afirma que são apenas relatos. “Não existe comprovação científica. O crack é uma dependência grave, desesperadora para a família, que fica sensibilizada. Mas não existe uma cura milagrosa. É uma grande ilusão achar que a ibogaína pode acabar com o vício”, afirma.

Pesquisas
O médico Rasmussen Chaves rebate as críticas afirmando que existem várias pesquisas sendo desenvolvidas e cita as universidades de Nova York e Miami, nos Estados Unidos, e o Hospital de Sant Pau, em Barcelona, como exemplos. “As pesquisas nestas instituições demonstram que a ibogaína é uma substância efetiva no combate à dependência não só do crack, mas da cocaína e heroína. Não existem relatos de nenhuma complicação psiquiátrica desde o início do uso da substância há 40 anos”, diz. (GA)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Iboga%C3%ADna

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Estudo mostra eficácia do baclofeno para o tratamento do alcoolismo

Um estudo dirigido por um médico francês de 2008 a 2010, publicado nesta semana na revista Frontiers in Psychiatry, mostra a eficácia do baclofeno no tratamento a longo prazo do alcoolismo.

Até o momento, a eficácia desta molécula, inicialmente prescrita na neurologia, mas cada vez mais utilizada no tratamento do alcoolismo, tinha sido testada apenas em curto e médio prazo, até um ano após o início do tratamento.

O novo estudo, liderado pelo Dr. Renaud de Beaurepaire (Groupe Hospitalier Paul-Giraud em Villejuif, perto de Paris), focou em 100 pacientes, dependentes de álcool e resistente aos tratamentos convencionais. Eles foram tratados com doses crescentes de baclofeno e sem limite superior.

Os resultados mostram que a percentagem de pacientes que se tornou totalmente abstinente ou que passou a ter um consumo normal, segundo os padrões da Organização Mundial de Saúde (OMS), foi de aproximadamente 50% em todas as avaliações realizadas após três meses, seis meses, um ano e dois anos.

Um número de pacientes também conseguiu diminuir significativamente o seu consumo de álcool, mas sem ainda ter total controle, e passaram a se enquadrar na categoria de pacientes com “risco moderado”, de acordo com padrões da OMS.

“O número total de pacientes que melhorou significativamente pelo tratamento foi de 84% em três meses, 70% em seis meses, 63% em um ano e 62% em dois anos”, indica o estudo.

O dr. de Beaurepaire é um dos primeiros a receitar altas doses de baclofeno na França e é também um pesquisador de um grande estudo nacional, cujos resultados serão publicados em 2014.

“Esta é a primeira vez que acompanhamos por dois anos com resultados igualmente bons”, afirmou à AFP o professor Philippe Jaury (Université Paris-Descartes).

O Baclofeno não é um produto milagroso, apresenta falhas na sua utilização, principalmente relacionadas com a intolerância de determinados efeitos secundários (fadiga, sonolência, etc.), o acompanhamento inadequado do tratamento e a falta de motivação, enumera o Dr. de Beaurepaire.

O Baclofeno é uma droga antiga, originalmente prescrita pela neurologia, para o tratamento de doenças como a esclerose múltipla e paralisia, mas cada vez mais usado na França no tratamento de dependência de álcool.

http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/afp/2012/12/10/estudo-mostra-eficacia-do-baclofeno-para-o-tratamento-do-alcoolismo.htm

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Anfotericina B Lipossomal (pó) 50 mg

ATENÇÃO: soluções contendo cloreto de sódio ou conservantes podem causar a precipitação do produto, portanto não devem ser utilizadas. Se necessário, lavar o cateter com Glicose 5% antes da infusão.

RECONSTITUIÇÃO
• Diluente: Água Estéril para Injeção. Volume: 12 mL. Agitar por 30 segundos ou até que todo o pó seja disperso.
• ATENÇÃO: reconstituir somente com Água Estéril para Injeção, pois outros diluentes podem provocar a precipitação do produto.
• Aparência da solução reconstituída: suspensão amarela translúcida.
• Estabilidade após reconstituição: refrigeração (2°-8°C): 24 horas.

DILUIÇÃO
• Diluente: Glicose 5%. Volume: para se obter uma concentração de 1 a 2 mg/mL. Para crianças podem ser utilizadas concentrações de 0,2 a 0,5 mg/mL.
• Estabilidade após diluição com Glicose 5%: iniciar a infusão até 6 horas após a diluição, proteger da luz.

TEMPO DE INFUSÃO: 2 horas. Se a droga for bem tolerada, o tempo pode ser reduzido para 1 hora. Se houver desconforto, o tempo de infusão deve ser aumentado.
ATENÇÃO: não utilizar filtro de linha com poro de diâmetro menor que 1 µm. Se necessário, lavar o cateter com Glicose 5% antes da infusão.

Link: http://www.medicinanet.com.br/conteudos/medicamentos-injetaveis/3338/anfotericina_b_lipossomal.htm

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Importância da correlação de Pearson

O teste de Pearson ou a correlação de Pearson é importante para determinar se há relação entre os pacientes com dor e sem dor, ou seja, se há uma linearidade e se há uma proporção entre pacientes com dor e sem dor e neste caso, o coerficiênte de Pearson demonstra que a proporção de pacientes com dor e sem dor foi alcançada.

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Carta à Profa. Elizabeth – 27 de agosto de 2013

Prezada Profª Elizabeth:

Tudo bem?

Estou montando um projeto experimental, baseado em um dos resultados da minha pesquisa de campo do mestrado e gostaria de saber se a senhora pode me orientar.

O dado que ficou pendente em minha pesquisa e que me chamou a atenção foi a não redução do número de pacientes com dor pós-operatória imediata para baixo de 30% com o uso de um anti-inflamatório associado à terapêutica analgésica – o cetoprofeno.

Conversei com a Profª. Drª Juliana Chichorro, do Programa de Pós-graduação em Farmacologia da UFPR, que me sugeriu um experimento com animais utilizando um protocolo de incisão em pata de rato para testar a ação anti-inflamatória do cetoprofeno em dor POI, comparando-o com o diclofenaco, que tem ação conhecida e consagrada neste tipo de inflamação e consequente dor, sendo o mais utilizado na Maternidade Victor Ferreira do Amaral no pós-parto e POI de cesareanas. Quando falta diclofenaco na MVFA é um stress daqueles. Fui obrigado até a comprar diclofenaco VO com dinheiro próprio para suprir aquela maternidade, quando estava na chefia do Serviço de Farmácia.

Cada frasco-ampola de cetoprofeno custa R$1,39, sendo utilizadas 4 frascos por paciente, ou seja, R$5,76 / paciente. São realizadas cerca de 10 CADs/dia só na unidade 5 – Cirurgia do Aparelho Digestivo, produzindo um custo diário médio de R$57,60. Isso só na UI 5.

Considerando que o cetoprofeno tem o mesmo potencial de produzir agranulocitose que a dipirona, conforme a literatura, se ele não contribui na redução do número de pacientes com dor POI, não compensa seu uso concomitante com a dipirona e/ou o tramadol

O desenho do projeto é o seguinte: 6 grupos de ratos. dois grupos com dipirona, dois com diclofenaco e dois com salina. Todos serão submetidos a incisão na pata e observado o tempo que levarão para pisar novamente com a pata cortada utilizando cetoprofeno, diclofenaco e salina, que serão aplicados imediatamenta após a incisão em todos os gurpos (simulando uma cirurgia e seu POI). No primeiro conjunto (três grupos) será observado o tempo que os ratos levarão para pisar novamente com a pata incisionada e no segundo conjunto, aplicando-se dipirona após o anti-inflamatório, em intervalos de 6 em 6 horas por 12 horas, será feita a mesma observação. Ambos os grupos serão observados até as primeiras 24 horas após a incisão e a aplicação do anti-inflamatório.

O levantamento de pacientes eu já tenho, bastando apenas requerer ao CEP dispensa dos TCLEs. A pesquisa experimental será feita no IPEM. O Setor de Ciências Biológicas teve que sacrificar as matrizes de ratos e camundongos e adquirir novas para reprodução e demorará um bom tempo até terem animais disponíveis.

O que a senhora acha? É viável? A senhora pode me orientar? Isso é um projeto e a senhora poderá modificar tudo o que achar necessário.

Já tenho 38 créditos no PPG em Clínica Cirúrgica e se eu fizer o doutorado em Ciências Farmacêuticas, no qual posso ingressar a qualquer momento, pois a seleção é por fluxo contínuo e tenho um projeto que interessa ao programa, levarei 3 anos para completar os 36 créditos necessários, conforme o cronograma de disciplinas que está no site do programa, mas eu já tenho 49 anos (c0mpletarei 50 anos no dia 5 de dezembro deste ano). Já estou bem “velhinho” para começar tudo novamente.

Não estou querendo fazer doutorado pelo incentivo à qualificação ou simplesmente pelo título de doutor, mas sim por pretender voltar ao magistério. Fui professor do Colégio Guadalupe (disciplinas de ciências, matemática e religião, de 1ª à 8ª série) e do curso de Psicologia da UTP (disciplina de genética) e na minha família tem mais professores do que gente, conforme diz minha mãe.

Sem mais, deixo-lhe um tríplice e fraternal abraço, extensivo ao Prof. Renato.

Vladimir Antonini

HC-UFPR

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Spending my time – tradução

Perdendo meu Tempo

Que horas são? Parece que já amanheceu.
Eu vejo o céu, está tão bonito e azul
A tv está ligada, mas única coisa que aparece é uma foto sua
Oh, eu levanto e faço o café
Eu tento ler um pouco, mas a história é tão pobre
Eu agradeço a Deus nos céus
Por você não estar aqui para me ver do jeito que estou

Perdendo meu tempo
Vendo os dias passarem
Me sentindo tão pequena
Olho fixo na parede
Esperando que você pense em mim também
Perdendo meu tempo

Eu tento ligar
Mas não sei o que lhe dizer
Deixo um beijo na sua secretária eletrônica
Oh, me ajude, por favor
Existe alguém que possa me fazer acordar deste sonho?

Perdendo meu tempo
Vendo os dias passarem
Me sentindo tão pequena
Olho fixo na parede
Esperando que você esteja sentindo minha falta também
Perdendo meu tempo
Vendo o pôr-do-sol
Eu caio no sono
Ao som de “Lágrimas de um Palhaço”
Um desejo me cegou
Estou perdendo meu tempo

Meus amigos ficam me dizendo: “Ei, a vida continua”
E que o tempo certamente me fará superar você
Este estúpido jogo do amor
Você joga, você vence só para perder

Estou perdendo meu tempo…

Não posso viver sem seu amor

É ruim viver sem você, meu doce, meu doce, meu doce

Letra original:

What’s the time, seems it’s already morning
I see the sky, it’s so beautiful and blue
The tv’s on but the only thing showing is a picture of you

Oh I get up and make myself some coffee
I try to read a bit, but the story is too thin
I thank the Lord above you’re not here to see me
in this shape I’m in

Spending my time
Watching the days go by
Feeling so small, I stare at the wall
hoping that you think of me too
I’m spending my time

I try to call but I don’t know what to tell you
I leave a kiss on your answering machine
Oh help me please is there someone who can make me
wake up from this dream?

spending my time
watching the days go by
feeling so small, I stare at the wall
hoping that you are missing me too

spending my time
watching the sun go down
I fall asleep to the sound
of “tears of a clown”
a prayer gone blind
I’m spending my time

my friends keep telling me hey life will go on
time will make sure I’ll get over you ooh
this silly game of love – you play, you win onlyto lose

I’m spending my time
watching the days go by
feeling so small, I stare at the wall
hoping that you think of me too

I’m spending my time
watching the sun go down
I sleep to the sound
tears of a clown
a prayer go blind

I’m spending my time…

I can’t live without your love
It’s bad to live without you, honey, honey, honey

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Propaganda disfarçada de conselho

1 – Até que enfim um bom conselho de advogado;
2 – DE GRAÇA! (Essa é para espantar ainda +)
3 – O conteúdo é relevante.
* Repassamos piadas a todo momento, porém quando podemos ajudar aos outros, esquecemos.

CONSELHO DE ADVOGADO
Um advogado fez circular a seguinte informação para os empregados de seu escritório:

1. Não assine a parte de trás de seus cartões de crédito. Em vez disso, escreva ‘SOLICITAR RG’.

2. Ponha seu número de telefone de trabalho em seus cheques em vez de seu telefone de casa..
Se você tiver uma Caixa Postal de Correio use esta em vez de seu endereço residencial. Se você não tiver uma Caixa Postal, use seu endereço de trabalho. Ponha seu telefone celular ao invés do residencial.

3. Tire Xerox do conteúdo de sua carteira. Tire cópia de ambos os lados de todos os documentos, cartão de crédito, etc.Você saberá o que você tinha em sua carteira e todos os números de conta e números de telefone para chamar e cancelar. Mantenha a fotocópia em um lugar seguro. Também leve uma fotocópia de seu passaporte quando for viajar para o estrangeiro. Sabe-se de muitas histórias de horror de fraudes com nomes, CPF, RG, cartão de créditos, etc… roubados.

Infelizmente, eu, um advogado, tenho conhecimento de primeira mão porque minha carteira foi roubada no último mês. Dentro de uma semana, os ladrões compraram um caro pacote de telefone celular, contrataram um cartão de crédito VISA, tiveram uma linha de crédito aprovada para comprar um computador, dirigiram com minha carteira….

E MAIS…..

4. Nós fomos informados que nós deveríamos cancelar nossos cartões de crédito imediatamente. Mas a chave é ter os números de telefone gratuitos e os números de cartões à mão, assim você sabe quem chamar.

Mantenha estes onde você os possa achar com facilidade.

5. Abra um Boletim Policial de Ocorrência (B.O.) imediatamente na jurisdição onde seus cartões de crédito, etc.,foram roubados. Isto prova aos credores que você tomou ações imediatas,e este é um primeiro passo para uma investigação (se houver uma)..

Mas aqui está o que é talvez mais importante que tudo:

6. Chame imediatamente o SPC (11-3244-3030) e SERASA (11-33737272) e outros órgãos de crédito (se houver) para pedir que seja colocado um alerta de fraude em seu nome e número de CPF.Eu nunca tinha ouvido falar disto até que fui avisado por um banco que me chamou para confirmar sobre uma aplicaçãopara empréstimo que havia sido feita pela Internet em meu nome.O alerta serve para que qualquer empresa que confira seu crédito saiba que sua informação foi roubada,e eles têm que contatar você por telefone antes que o crédito seja aprovado..

Até que eu fosse aconselhado a fazer isto (quase duas semanas depois do roubo), todo o dano já havia sido feito.Há registros de todos os cheques usados para compras pelos ladrões, nenhum dos quais – eu soube – depois que eu coloquei o alerta.Desde então, nenhum dano adicional foi feito, e os ladrões jogaram fora minha carteira.Este fim de semana alguém a devolveu para mim.Esta ação parece ter feito eles desistirem.

Passamos para frente muitas piadas pela Internet…Mas se você estiver disposto a passar esta informação, todo mundo sairá ganhando, inclusive você, pela satisfação de ter feito algo de bom pelo seu semelhante.

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