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Política
Nelson Bortolin – Revista Carga Pesada
A comissão de caminhoneiros autônomos criada após a greve de fevereiro entregou ontem ao governo federal uma proposta de tabela de frete. A tabela, que pode ser vista abaixo, prevê valores de R$ 28,26 por tonelada até R$ 777,64 por tonelada. O primeiro se refere a um trajeto de até 50 quilômetros. E o segundo valor é previsto para uma viagem de 5.751 a 6 mil quilômetros.
A tabela não contempla encargos financeiros para pagamento a prazo, nem margem de lucro. Também não contempla despesas de carga e descarga, de pedágio, de balsa, de gerenciamento de risco, nem de escolta. Ou seja, trata-se de valores referente ao custo do transporte.
No documento entregue pela comissão ao governo, fica ressaltado que as estadias deverão ser pagas conforme legislação vigente. Ou seja, após cinco horas de espera para carregar ou descarregar, os transportadores têm direito a uma remuneração de R$ 1,38 por tonelada hora. Isso está previsto na lei 13.103, sancionada no início deste mês.
Outra ressalva feita pela comissão ao governo é de que, nos trechos de rodovias não pavimentadas, os valores da tabela de frete devem ser negociados entre as partes.
Além dos membros da comissão, a reunião de ontem em Brasília contou com a presença dos ministros da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rosseto, dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues, e do diretor-geral da ANTT, Jorge Bastos.
Presidente do Sindicam-SP e integrante da comissão, Norival de Almeida disse à Carga Pesada que o governo irá analisar a tabela e tratará do assunto numa próximo reunião a ser realizada em abril. Ele explicou como os valores foram calculados: “Pegamos o referencial do agronegócio, que é o frete mais sacrificado, e elevamos para um determinado patamar. Fomos pegando custo fixo, custo variável, em cima de um veículo de seis eixos”, explica.
Segundo Almeida, parte dos caminhoneiros que participaram das manifestações do mês passado tem expectativa de que o governo adote uma tabela mínima de frete. Ou seja, que os contratantes sejam obrigados a pagar valores mínimos. Mas, no entendimento do presidente do Sindicam, o compromisso do governo é com uma tabela referencial, que servirá de parâmetro para o mercado.
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Em 2018, quando o nascimento de Karl Marx completará 200 anos, a editora Boitempo lançará mais de dez livros como parte do “Ano Marx”, incluindo dois títulos infantis para apresentar as ideias do filósofo alemão às crianças, segundo O Globo.
Elas serão informadas de que – seguindo a regra elementar do próprio Marx de que a verdadeira substância de uma ideia é a sua prática e não a sua mera formulação conceitual – as ideias marxistas levaram à morte, somente em regimes comunistas, de mais seres humanos do que duas guerras mundiais?
É só uma pergunta.
Do blog O Antagonista, publicado em 16.12.17 às 10:08h. Original aqui
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Queda do PT não tem relação com ascensão de Temer.
Durante junho de 2013, boa parte da população brasileira chegou à conclusão de que havia algo de muito errado com a condução dos destinos do país. Nas mãos de um grupo político há mais de dez anos, muitos cidadãos começaram a se dar conta que a corrupção e os tributos elevados impostos pelos que haviam se instalado no governo haviam se tornado hábitos que estavam se tonando insuportáveis.
Por outro lado, o mesmo governo que se gabava dos maiores feitos, não conseguia corresponder as expectativas mais elementares da sociedade em áreas como saúde, segurança e educação.
Eram os tempos da primavera Árabe. Governantes de todo o mundo estavam assustados com levantes populares como o que ocorreu no Brasil naqueles dias de revolta. O fenômeno era ainda mais ameaçador para a classe política justamente por não haver nenhum grupo ou partido político por trás das organizações das manifestações.
Apavorados com a possibilidade de que a situação se agravasse como ocorreu em outros lugares do mundo, o PT agendou uma reunião de emergência em São Paulo para encontrar uma forma de conter os ânimos acirrados da população. Mas existem coisas que não podem ser resolvidas em momentos de desespero e o PT subestimou esta máxima.
Lula Dilma e João Santana, (isso mesmo, um marqueteiro) se reuniram para encontrar uma saída para a situação. Milhões de brasileiros faziam o chão tremes debaixo dos pés dos ocupantes do poder e algo precisava ser feito com urgência.
O marqueteiro deduziu que a maior insatisfação percebida nas manifestações populares era com a corrupção. O mago do marketing sugeriu então que Dilma desengavetasse com urgência alguns projetos relacionados ao combate à corrupção e fizesse um pronunciamento sobre seus feitos neste sentido.
Foi aí que a coisa começou a degringolar. No dia 2 de agosto de 2013, Dilma assinou, às pressas, a lei 12.850 que instituiu a delação premiada. O intuito era dar uma reposta imediata ao povo nas ruas, uma forma desesperada de conter as manifestações espontâneas contra a classe política e o governo.
De forma irrefletida, Dilma seguiu o conselho de João Santana e assinou a sentença de morte do PT. Estava selado o destino do partido que ao longo de treze anos, manteve uma relação incestuosa com empreiteiros corruptos que financiavam campanhas do partido e dava “mimo$” a seus integrantes em troca de contratos bilionários com o governo.
Os avanços na Lei de delação premiada abriram a brecha para que, oito meses depois, fosse deflagrada a primeira fase da Operação Lava Jato, em março de 2014.
Voltando um pouco no tempo, enquanto a população manifestava sua indignação com a corrupção no pais, ao mesmo tempo, uma investigação no estado do Paraná apurava os crimes de lavagem de recursos relacionados ao ex-deputado federal José Janene desde 2009.
Em julho de 2013, a investigação começa a monitorar as conversas do doleiro Carlos Habib Chater. Pelas interceptações, foram identificadas quatro organizações criminosas que se relacionavam entre si, todas lideradas por doleiros. A primeira era chefiada por Chater (cuja investigação ficou conhecida como “Operação Lava Jato”, nome que acabou sendo usado, mais tarde, para se referir também a todos os casos); a segunda, por Nelma Kodama (cuja investigação foi chamada “Operação Dolce Vita”); a terceira, por Alberto Youssef (cuja apuração foi nomeada “Operação Bidone”); e a quarta, por Raul Srour (cuja investigação foi denominada “Operação Casa Blanca”). O monitoramento das comunicações dos doleiros revelou que Alberto Youssef, mediante pagamentos feitos por terceiros, “doou” um Land Rover Evoque para o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.
Através de Costa, os investigadores descobriram um esquema criminoso bilionário na estatal. Os procuradores da República também descobriram que a corrupção em que o ex-diretor estava envolvido tinha uma abrangência do esquema era maior. Neste momento, o gesto de Dilma em assinar a lei 12.850 fez toda a diferença para o avanço da investigação: a colaboração de Paulo Roberto Costa por meio de um acordo de delação premiada.
Mas como não há nada de ruim neste mundo que não possa piorar um “pouquinho”, os petistas enfrentariam outros dissabores desde então.
Apavorados com o avanço da Operação Lava Jato e cientes de que o instituto da delação acabaria permitindo que os procuradores do Ministério Público Federal chegariam aos nomes de gente graúda dentro do PT, Lula, Dilma e companhia partiram para o tudo ou nada e fizeram uma campanha eleitoral suicida em 2014. Mentiram e omitiram como se o mundo fosse acabar amanhã. O problema é que o mundo não acabou. Dilma ganhou a eleição com pequena margem de diferença e toda a mentirada da campanha veio à tona.
Se o PT temia os “coxinhas” e seu poder de influenciar a sociedade, a situação de Dilma piorou bastante até mesmo entre os eleitores do partido após as eleições. A popularidade da presidente recém eleita começou a despencar antes mesmo da posse do segundo mandato. A soma das mentiras eleitoreiras, as pedaladas e as revelações dos assalto na Petrobras, estatal que tinha Dilma na presidência de seu conselho durante o auge dos esquemas de corrupção revelados no escândalo do petrolão, foram fatores que minaram a popularidade da petista em tempo recorde.
A erosão moral de Dilma e do PT trouxe de voltas para as ruas milhões de cidadãos indignados. Muitos dos quais haviam votado na petista poucos meses antes. Lula viu toda sua popularidade se reverter em ódio nas redes sociais e o desejo de remover o PT do poder alcançou um nível crítico no qual existem três indicadores de que um governo será derrubado: repúdio da sociedade, repúdio da sociedade e repúdio da sociedade.
Cientes de que o PT passou a representar um barco prestes a afundar, antigos aliados se voltaram contra o governo Dilma e passaram a apoiar seu impeachment. Por um mero acaso, coube ao então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, acolher o pedido formulado por um ex-petista de honra: Hélio Bicudo contou com a colaboração dos juristas Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal para elaborar o pedido formal de cassação do mandato de Dilma Rousseff.
Qualquer outro político minimamente razoável que estivesse presidindo a Câmara dos Deputados teria acolhido aquele pedido sob tais circunstâncias. De mesmo modo, o pedido de impeachment de Dilma, assim como o ódio da sociedade em relação ao PT e tudo que o partido passou a representar, nunca teve nenhuma relação com o então vice-presidente Michel Temer.
Esta é a verdeira história sobre a derrocada do PT de Lula, Dilma e companhia do poder e do coração da maioria dos brasileiros. Sobraram apenas os petistas burros e os bandidos. Os primeiros acreditam na versão da história contada pelos últimos.
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“É um quadro muito triste. É lastimável o que nós estamos presenciando. Porque se aguarda daqueles que ocupam cargos importantes, como são os cargos nas chefias do Legislativo, do Executivo e do Judiciário, uma postura que sirva de norte ao cidadão. E essa postura nós não estamos constatando”, Marco Aurélio Mello ao Globo, sobre a situação política brasileira.
Belíssimo o discurso, mas e a ação? Se este ministro realmente quisesse resolver alguma coisa, reuniria os ministros do STF que ainda tem alguma decência e cassariam e enjaulariam a escória petralha que faliu o país e roubou o contribuinte.
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O PT divulgou uma cartilha com ataques ao juiz Sergio Moro, aos procuradores da Lava Jato e à imprensa. O texto mostra que o partido não aprendeu com o mensalão. Em vez de apresentar uma defesa convincente, insiste em negar fatos e se dizer vítima de perseguição.
O texto afirma que “o PT nasceu contra a vontade dos poderosos e, por isso, sempre foi perseguido e caluniado”. O discurso poderia funcionar nos anos 80, quando os petistas vendiam estrelinhas e camisetas para financiar suas campanhas.
Para engoli-lo em 2015, seria preciso ignorar a aliança do partido com bancos alimentados por juros altos, frigoríficos alavancados por empréstimos camaradas e empreiteiras abastecidas pelo petrolão.
A cartilha afirma que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso “abriu as portas da política para o poder econômico”. É uma distorção em dose dupla. As portas já estavam abertas há décadas, e continuaram escancaradas nos governos do PT.
Em outra passagem, os petistas culpam FHC pela ruína da Petrobras, mas adotam a tática do “esqueçam o que escrevi”. Há seis meses, o PT prometeu expulsar os filiados condenados na Justiça por corrupção. Agora, sai em defesa do “companheiro” João Vaccari, condenado a 15 anos de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Entre críticas à Lava Jato e ao juiz Moro, a direção do PT diz “lamentar” que “todo o esforço para investigar e punir os desvios ocorridos na Petrobras” corra o risco de ser “comprometido” por abusos de autoridade e falhas processuais. O lamento é tão sincero quanto a torcida de um palmeirense pelo título do Corinthians.
A cartilha também diz que “no fim da linha está o objetivo de cassar o registro do partido, como ocorreu em 1947 com o antigo PCB”. A comparação ofende a memória dos comunistas da época, como Jorge Amado e Carlos Marighella. Eles foram perseguidos e cassados por suas ideias, não por receber pixulecos.
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Faz um mês, havia discussões frenéticas sobre o tamanho da pindaíba do governo, sobre o deficit. Agora, até as previsões dos economistas “do mercado” estão às moscas. Meio que ninguém liga, faz estimativa nova ou acredita em número oficial. As projeções econômicas ora são, na média, uma numeralha incoerente (mais sobre isso mais abaixo).
Em setembro, havia discussões exaltadas sobre o impeachment, nas semanas que se seguiram a mais uma grande manifestação de rua. No final daquele mês, porém, Lula assumiria a regência provisória do governo e, também por isso, “a festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu”. O VemPraRua etc. foram para casa, com perdão da mistura de verso de Drummond com uma nota sobre a militância janota. Sem a perspectiva de derrubada de Dilma, a oposição não tem programa.
O espectro de Eduardo “Presuntada Suíça” Cunha e demais zumbis investigados do Congresso governa o restolho da política do presente. A política do futuro, por assim dizer, por um lado é a “Ponte para o Futuro”, o pré-programa ultraliberal com o qual o PMDB acabou de transformar o PSDB em coadjuvante patético. Por outro lado, é a ponte para o abismo, pois não há governo.
Tudo isso lembra a sujeira que resta de um fim de festa ruim.
Considere-se a conversa econômica. Parece que o deficit primário será de 2,1% do PIB neste ano. Pelo menos é o que se soube ao fim da barafunda estatística da semana passada.
No entanto, a previsão mediana mais recente dos economistas do mercado, de sexta-feira, era de déficit de 0,9% do PIB. A mais pessimista da centena de projeções coletadas semanalmente pelo Banco Central é de deficit de 2% do PIB.
Sim, tudo menor que o deficit já admitido pelo governo. Isto é, ninguém nem mais se deu ao trabalho de atualizar o que em tese é uma projeção importante. Para piorar, Congresso e governo deixam ainda mais no escuro o que será do déficit de 2016 (e seus impactos na economia).
No caso da inflação, a estimativa para 2016 vem subindo e chegou ao teto da meta oficial. Não obstante, prevê-se que a taxa básica de juros, a Selic, vai cair no ano que vem.
Isso seria então previsão de um regime de “dominância fiscal”, debate no qual economistas se engalfinham? Sabe-se lá, pois mal se entendem sobre o uso do conceito de “dominância fiscal”. Por uma versão dele, o BC não elevaria a taxa de juros apenas para não piorar ainda mais a conta de juros da dívida e, pois, o deficit fiscal do governo. Por outra versão, elevar os juros provocaria mais inflação (a política monetária funcionaria de modo invertido). Há mais variantes.
Seja qual for a versão, não se entendem se já estamos em “dominância fiscal”. Se estamos, há polêmica sobre o que fazer a respeito.
Quanto ao BC, insinuou energicamente (sic) que vai elevar a Selic caso exista risco de que inflação de 2016 fure o seu já muito esburacado teto (6,5%) e sobrevenha risco de não se acertar a meta de 4,5% em 2017. Mas isso já é o que o “mercado” está prevendo agora. Pode haver reversão? Sim, se a inflação for puxada para baixo, levada pela atividade econômica para o buraco profundo do inferno onde ela cai, como corpo morto cai. Mas sabe-se lá.
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Estamos à deriva.
O baile da política em Brasília já transitou do trágico ao cômico e agora atravessa a fase do surreal ao deprimente. O país afunda em uma de suas maiores crises da história, moral e econômica, e vai revelando do que realmente somos feitos.
O impasse já dura quase um ano. Em jogo, um empobrecimento a jato de um país que já é pobre e a perda de anos para voltarmos a um ponto que ainda estava longe de ser muito promissor.
Dilma Rousseff é o bode sujo e mal cheiroso no meio desta sala. Venceu a eleição enganando o país e agora paga o preço como a Geni nacional.
A presidente se manteve o quanto pôde em uma espécie de universo paralelo ao lado de seu Rasputin palaciano. Como prêmio de consolação por sair à revelia, agora o apegado Aloizio Mercadante ganha de volta o Ministério da Educação, rebotalho da Pátria Educadora de Dilma.
Lula volta como uma espécie de Sir Lancelot para tentar salvar o que vai restando do PT. Diz ao partido para aceitar a perda de cargos para “aliados” com o objetivo maior, do seu ponto de vista, de preservar o Palácio.
O grande “aliado”, o PMDB, é o PMDB. Nenhuma novidade aí. A não ser o fato de mostrar uma resistência acima de qualquer suspeita. Eduardo Cunha foi delatado cinco vezes e agora se materializam contas na Suíça atribuídas a ele, fruto de corrupção.
Mas o presidente da Câmara continua no comando do processo de desintegração da esperança de um ajuste nas contas. Em breve perderemos os dois selos de confiança que faltam para o país acentuar a vertiginosa queda da economia.
Na oposição irresponsável, o PSDB acelera a desintegração. Na última votação dos vetos de Dilma à “pauta bomba”, de gastos impagáveis que jogariam de uma vez tudo para os ares, os tucanos votaram a favor do caos. Sem rumo, o partido de FHC assume o pior papel que já foi do PT. O do quanto pior melhor.
Há quem acredite que matar o bode indesejável possa dar um novo rumo às coisas. Que isso aliviaria o ambiente. E que imprimiria urgência a uma dinâmica capaz de reorientar o país e a política rumo a uma racionalidade que nos resgate desse afogamento.
Nem isso parece mais certo. Talvez já tenhamos ido longe demais. Dólar, inflação e recessão fora de controle são sintomas evidentes disso.
Por: Fernando Canzian
Original aqui
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Com a crise econômica e política, a volatilidade do dólar vem batendo recordes e mexendo no bolso de quem pretende viajar ao exterior. Se a moeda norte-americana subiu mais de 50% nos últimos 12 meses, ela ainda não atingiu a sua máxima histórica.
Nunca fora um grande atleta, mas Brasílio se sentia ainda mais fraco. Não conseguia sustentar o ritmo das passadas e seus tempos na corrida começaram a subir visivelmente. Preocupado, foi procurar a nova médica, que recentemente se instalara nas vizinhanças, em busca de diagnóstico e tratamento. Leia mais…
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O maior de todos os absurdos é a existência dessa entidade. Parece que o único objetivo deste “amontoado” de interesses privados é intimidar e coibir o uso de software livre. Defendem, ao que parece, os produtores de softwares comerciais de licenças proprietárias como a Microsoft, Adobe, Oracle, e tantas outras. Leia o absurdo aqui
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Nada é superior ao sistema. O sistema é imbatível. Contra ele não adianta lutar. Ele é imune a críticas. Isento de falhas. Sabe tudo. Pode tudo. Resiste a tudo. Por mais que se lute ele sempre vence. Leia mais…
Acorda Brasil! Leia mais…

