outubro, 2014

Infantil
2 de outubro de 2014 | Autor:

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A quiem le importa
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Agneta & Ola – The Way You Are – 1986
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Dancing Queen
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Twelve Girls Band – Kanding Qing Gê
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A verdade dói…
1 de outubro de 2014 | Autor:

Este juiz só escreveu a verdade, nada mais que a verdade, mas como nossos parlamentares, apesar de serem corruptos e viverem atolados no mar de lama, não são assumidos como o desgoverno e a quadrilha PTista e por isso espernearam tanto com o livro.

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Juiz vai responder no CNJ a representação disciplinar movida pela Câmara

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) acatou a representação da Câmara dos Deputados contra o juiz eleitoral Márlon Reis, autor do livro “Nobre deputado”. Na publicação, o juiz utiliza o personagem Cândido Peçanha, um deputado fictício, para denunciar práticas corruptas dos políticos brasileiros.

A iniciativa da Câmara foi uma reação à entrevista que Márlon Reis concedeu ao programa Fantástico, da TV Globo, no início de junho. Na ocasião, o juiz afirmou que o personagem encarnava a representação dos “que ocupam grande parte das cadeiras parlamentares do Brasil”.

Sem citar nomes, o juiz disse que deputados “reteriam entre 20% e 50% do valor das emendas orçamentárias” para utilização no financiamento de campanhas eleitorais. Naquela mesma semana de junho, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, rebateu as denúncias em Plenário. “Inexiste qualquer relação entre os ilícitos referidos na reportagem e a competência constitucionalmente conferida ao Congresso Nacional. Não se pode deixar de repudiar as denúncias genéricas, sem individualização ou indicação de nomes, que minam as instituições fundamentais da democracia brasileira, reforçam nos eleitores a falsa ideia de que a política de nada lhes serve e desestimulam o exercício da cidadania”.

A representação disciplinar da Câmara, também assinada por Henrique Alves, ressalta que Márlon Reis, assim como qualquer cidadão, tem o direito de acionar o Ministério Público para investigar as supostas denúncias. Ainda segundo o texto, Márlon, durante a entrevista ao Fantástico, “fez questão de utilizar-se do cargo de juiz, como se essa condição emprestasse maior credibilidade a suas afirmações”.

Penas
O juiz é acusado de ferir a Lei Orgânica e o Código de Ética da Magistratura. Por fim, a Câmara pede a aplicação de sanção administrativa cabível, de acordo com o Regimento Interno do CNJ. Na prática, o juiz pode receber penas que variam de advertência até a aposentadoria compulsória ou demissão.

Márlon Reis foi oficialmente notificado nesta segunda-feira (22), com prazo de 15 dias para apresentar a defesa. O processo será conduzido pela Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, ao qual o juiz está vinculado.

Defesa
Em entrevista à Rádio Câmara, nesta terça-feira, Márlon negou que tenha feito as denúncias como juiz e rebateu os argumentos de generalização. “Eu não falei como juiz, mas, na reportagem, disseram que eu era juiz, o que, de fato, é verdade. Mas, um juiz não escreve livros; o acadêmico e intelectual, sim. Eu sou estudante de doutorado em fase de conclusão da minha tese e é nesta qualidade que eu escrevo livros e concedo entrevistas, que, obviamente, não fazem parte das minhas atribuições jurisdicionais. A primeira frase que pronuncio, na matéria do Fantástico, é que há vários congressistas que chegam ao mandato pela via da ilicitude e que estes precisam ser detidos. Só isso já serve para mostrar que não houve generalização nenhuma”.

Márlon Reis é integrante do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e disse que seu livro e a entrevista ao Fantástico não pretendiam atacar ninguém em particular, mas apenas mostrar as fragilidades do sistema eleitoral brasileiro.

 

Ouça esta reportagem na Rádio Câmara.
Reportagem – José Carlos Oliveira
Edição – Regina Céli Assumpção

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As crianças que são tratadas com antibióticos de amplo espectro antes dos dois anos de idade enfrentam um risco maior de desenvolver obesidade infantil, alertou um estudo americano publicado nesta segunda-feira.

A pesquisa, publicada no Jornal Pediatrics, da JAMA (Associação Médica Americana), é a mais recente a encontrar um vínculo entre problemas de peso e antibióticos, que podem acabar com as infecções bacterianas, mas também afetam a benéfica microflora intestinal, que coloniza os intestinos.

Especialistas do Hospital Infantil da Filadélfia analisaram dados de saúde de quase 65 mil crianças, tratadas em clínicas de cuidados primários, entre 2001 e 2013. As incluídas no estudo foram acompanhadas por cinco anos.

Mais de dois terços das crianças estudadas foram expostas a antibióticos antes dos dois anos. O aumento do risco da obesidade variou entre 2% a 20% e foi observado, particularmente, em crianças que tinham sido tratadas com antibióticos quatro ou mais vezes aos 2 anos de idade.

Estes antibióticos de amplo espectro, usados para combater uma série de bactérias, também estão relacionados com o risco de problemas de peso na infância.

“Nenhuma associação foi vista entre obesidade e antibióticos de espectro reduzido” destacou o estudo, que descreveu o uso de antibióticos de amplo espectro em crianças abaixo dos dois anos como um fator de uma criança vir a desenvolver obesidade.

O estudo recomendou que diretrizes de tratamento para doenças pediátricas comuns exijam limites no uso de antibióticos e a preferência por medicações de espectro reduzido.

A prescrição inadequada e o uso excessivo destes antibióticos de amplo espectro também foram relacionados com a emergência de cepas de bactérias resistentes a medicamentos.

Nos últimos anos, as autoridades sanitárias americanas têm exigido aos médicos que reduzam a prescrição de antibióticos e também têm tentado educar os pais de que os vírus comuns não podem ser curados com antibióticos.

“Este estudo dá uma outra razão sólida para considerar com mais cuidado as razões para os usos de antibióticos e evitá-los sempre que possível”, afirmou Patricia Vuguin, endocrinologista pediátrica do Centro Médico Cohen en New Hyde Park, Nova York.

“Embora seja robusto, o estudo não foi capaz de considerar outras variáveis que contribuem para o risco de obesidade, inclusive dieta, prática de exercícios e histórico familiar de obesidade”, acrescentou Vuguin, que não participou do estudo.

As descobertas garantiram que estudos futuros que poderiam levar em conta outros fatores que influenciam a flora intestinal, inclusive o uso de probióticos e amamentação, disse Molly Regelmann, professor assistente de pediatria da Escola de Medicina Icahn do hospital Monte Sinai, em Nova York.

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