abril, 2016
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Iremos abordar neste artigo, como criar um backup de um HD inteiro (mbr, partições, grub, arquivos etc) através do comando pv. Tutorial testado com meu Debian, com 100% de sucesso!
No teste, eu realizei a cópia do meu HD, detonei meu sistema de arquivos com um live usb, minha distro não iniciou é claro e depois de poucos minutos restaurando a imagem, meu sistema estava de volta exatamente como antes! Não tive que fazer nada, nem sequer reinstalar o grub.
Porque utilizar o comando pv? Uma coisa bacana do comando pv, é que ele exibe a barra de progresso, entre outras opções.
Antes de iniciarmos, vamos deixar claro:
- Não me responsabilizo por quaisquer perdas totais ou danos em seu sistema de arquivos!
- Tenha certeza do que você está fazendo!
- Se não está familiarizado com o terminal e tarefas que exigem conhecimento na área, recomendo que não tente fazer isso.
- Se você conseguir executar a tarefa, ela vai te deixar muito satisfeito!!!
Itens necessários:
A) Um Live CD/DVD ou um Live USB com uma distro de sua preferência!
B) Um segundo HD IDE, SATA, OU USB, com capacidade LIVRE equivalente ao HD que você deseja clonar (vai clonar hd de 80GB, tenha 80GB livres no seu disco onde irá salvar a imagem).
Vamos lá!
1. Inicie seu Live System!
2. Após iniciar no seu Live System, desmonte o HD que irá clonar.
Pode abrir o gerenciador de arquivos e desmontar graficamente, se sua distribuição permitir.
3. Abra um terminal e torne-se root.
4. No terminal, identifique as unidades com o comando abaixo:
# fdisk -l
Certifique-se de qual é a unidade que deseja clonar, provavelmente deve ser /dev/sda e o tamanho do seu HD irá aparecer na lista.
5. Após identificar a unidade desejada, tenha em mente, você irá apontar o HD inteiro, tipo, /dev/sda e não partições, /dev/sda1 ou /dev/sda2.
É possível apontar partições, mas ao clonar a partição, se você alterar a tabela de particionamento do seu HD, a cópia fica inútil.
6. Identifique o local onde irá salvar a imagem de backup.
Encontre onde está montado seu segundo HD EXTERNO, IDE, SATA etc, tipo ‘/media/lubuntu/HD EXTERNO’.
Se desejar crie uma pasta no HD com o nome backup e salve a imagem dentro dela.
7. Para clonar o HD, grave a imagem com o comando abaixo:
(Mas antes identifique o seu dispositivo de origem, tipo /dev/sda)
# pv -EE /dev/sda > ‘/media/HD MONTADO PARA BACKUP/meubackup.img’
O meu comando ficou assim:
# pv -EE /dev/sda > ‘/media/lubuntu/HD EXTERNO/backup/debian.img’
Explicando um pouco:
a) Este comando vai clonar o HD inteiro e salvar como meubackup.img.
b) Caso alguma parte do local de destino contenha espaço, ‘utilize o comando dentro destes caracteres’ no local de destino.
c) Aguarde a cópia, ela irá demorar de acordo com o tamanho do seu HD e as configurações de seu computador.
d) Após concluir a cópia, abra o Gparted e exclua as suas partições do HD clonado, ex. /dev/sda1 /dev/sda5 e aplique as configurações.
e) Reinicie o computador, verifique se seu sistema vai iniciar, caso não inicie, beleza.
f) Não detone seu computador antes de aprender restaurar o backup, que é no próximo passo.
8. Para restaurar a imagem .img do HD clonado, execute novamente os passos 1, 2, 3, 4, 5.
Identifique o local exato da imagem de backup, ex. ‘/media/lubuntu/HD EXTERNO/backup/debian.img’.
Identifique o local de destino (onde vai restaurar a cópia), ex. /dev/sda.
Execute o comando abaixo para restaurar a imagem:
# pv -EE ‘/media/HD MONTADO PARA BACKUP/meubackup.img’ > /dev/sda
O meu ficou assim:
# pv -EE ‘/media/lubuntu/HD EXTERNO/backup/debian.img’ > /dev/sda
Reinicie o computador e descubra se você conseguiu!
Caso tenha conseguido, comente aí, compartilhe.
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Essa notícia é de uma safadeza sem precedentes. É igual ao PT dizer que impeachment é golpe.
Em todas as farmácias existe um profissional chamado Farmacêutico, graduado em curso de farmácia de faculdade ou universidade, e licenciado por um Conselho Regional de Farmácia e que entende muito mais de medicamentos que os médicos, estando aptos na forma da lei a prestar assistência farmacêutica, que é justamente a orientação e controle do uso de fármacos pelos clientes e doentes.
São os Farmacêuticos que fabricam os fármacos (o nome correto do “remédio” ou medicamento) e por definição legal expressa no decreto-lei 85.878/81, são os únicos profissionais do medicamento (fármacos). Leia mais
———————————————–
Bia Souza
Do UOL, em São Paulo |
Dor de cabeça, pelo, corpo, no estômago, são os sintomas comuns de doenças corriqueiras como gripes e viroses que atingem a população. Mas antes de procurar um médico, o comportamento banal é procurar uma farmácia e se automedicar com remédios que não precisam de prescrição médica. Será que isso realmente não tem nenhum risco?
Os medicamentos são o principal agente causador de intoxicação em seres humanos no Brasil desde 1994, segundo dados do Sistema Nacional de Informações Toxico-Farmacológicas, que em 2012 registrou cerca de 8 mil mortes.
Uma pesquisa realizada em 2014, na região Sudeste, pelo Instituto de Pesquisa Hibou, mostrou que 45% da população acredita que se automedicar só é prejudicial no caso de remédios identificados com tarja vermelha ou preta. Mas uma simples vitamina C, muito usada na prevenção de gripes e resfriados pode conter reações adversas. “A vitamina C em excesso pode causar cálculo renal, além de interagir com outros medicamentos como anticoncepcionais causando a variação dos níveis de hormônios da pílula”, explica Jacob Faintuch, clínico geral do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
Os especialistas ressaltam que existe a possibilidade de interação com qualquer tipo de medicamento ou alimento. “É importante ter orientação antes de tomar. Misturar paracetamol e álcool aumenta o risco de hepatite, leite misturado com antibiótico pode reduzir o efeito do remédio. São atitudes simples que podem prejudicar a saúde”, enfatiza Amouni Mourad, assessora técnica do CRF-SP e professora de farmácia da Universidade Mackenzie.
Uma pesquisa do ICTQ (instituto de pós-graduação para farmacêuticos), divulgada em 2014, revelou que por 76,4% dos brasileiros praticam a automedicação, e destes, 32% aumentam a dosagem do remédio por conta própria, sem orientação do médico ou do farmacêutico.
Existe forma segura de se automedicar?
Não existe nenhum remédio 100% seguro. A forma como ele vai agir depende de uma série de fatores como doenças preexistentes e hábitos diários. “As pessoas se baseiam em propagandas e indicação de amigos, mas cada organismo reage de uma maneira. A forma mais segura de tomar uma medicação que não requer prescrição médica sem o contato com salas de esperas em hospitais é procurar um farmacêutico. Ele vai perguntar se a pessoa tem problema gástrico, se usa anticoagulante e se tem algum histórico médico que possa tornar até mesmo um paracetamol perigoso para à saúde. Se a pessoa tem problemas sanguíneos, por exemplo, não pode fazer uso de dipirona”, explica Mourad.
Mas e em casos de epidemia?
Em tempos de gripe H1N1, os médicos estão orientando os pacientes a não correrem para o hospital quando surgem os primeiros sintomas de uma gripe ou resfriado. Isso porque passar horas em um local cheio de pessoas doentes pode tornar o que seria um resfriado simples em algo mais sério.
“Não existe a possibilidade do brasileiro de classe média ou baixa fazer consultas médicas por telefone e perguntar se deve buscar um hospital ou fazer uma automedicação simples. Ele precisa avaliar se realmente existe a necessidade de ir a um pronto-socorro onde pode pegar outros vírus durante a espera”, explica Faintuch.
O médico ainda ressalta que isso não significa que o paciente pode sair tomando medicamentos sem prescrição, mas que deve se atentar aos que já foram prescritos em consultas médicas anteriores. “É preciso estar melhor informado sobre o próprio histórico médico e a respeito de alimentos e medicamentos que possam interagir entre si”, diz Faintuch.
E as interações com antibiótico?
Apesar de ser necessário ter receita para comprar antibiótico, as interações entre o remédio e outras substâncias geram dúvidas. Por isso, vamos esclarecer que o leite reduz o efeito de antibióticos ampicilina e tetraciclina. Com o álcool, o remédio pode levar ao acúmulo de uma substância tóxica chamada antabuse que causa efeitos como vômitos, palpitação e dor de cabeça. É possível ter ainda hipotensão (pressão baixa), dificuldade respiratória e até morte. Antibióticos que podem causar esse efeito se misturados ao álcool: metronidazol; trimetoprim-sulfametoxazol, tinidazole e griseofulvin. Outros antibióticos como cetoconazol, nitrofurantoína, eritromicina, rifampicina e isoniazida também não devem ser tomados com álcool pelo perigo de inibição do efeito e potencialização de toxicidade hepática.
Conheça interações perigosas entre remédios
Anticoncepcional
O anticoncepcional interage com anti-inflamatórios e antibióticos diminuindo a eficácia da pílula. Se ingerido com vitamina C pode aumentar os níveis de hormônio na corrente sanguínea.
Ácido acetilsalicílico
O ácido acetilsalicílico interage como anticoagulantes, aumentando o risco de sangramento. Pode provocar hemorragias se misturado a analgésicos e alguns anti-inflamatórios. Se for ingerido com bebida alcoólica pode causar dano à mucosa gastrintestinal.
Gingko biloba
O fitoterápico ginko biloba é utilizado para tratar várias doenças. Se consumido com anticoagulantes, potencializa os efeitos, podendo provocar hemorragias.
Anti-inflamatórios
Se tomado junto com álcool pode aumentar o risco de úlcera gástrica e sangramentos.
Paracetamol
Aumenta o risco de hepatite medicamentosa quando ingerido junto ao álcool.
Dipirona
Tomar dipirona e beber álcool é uma má ideia. O efeito do álcool pode ser potencializado.
Maracujá
Calmantes à base de maracujá podem potencializar o efeito de antidepressivos, causando sonolência excessiva.
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Transcrito integralmente da página do Conselho Regional de Farmácia do Estado do Paraná.
18 de fevereiro de 2016
Uma nova terapia contra o câncer está sendo considerada extraordinária após mostrar sucesso em 94% dos pacientes com leucemia terminal que foram submetidos a ela. A técnica, que consiste em reprogramar as células-T para atacar o câncer, foi divulgada em dois estudos apresentados no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, realizado em Washington, nos Estados Unidos, entre os dias 11 e 15 de fevereiro.
Em um dos estudos, realizado por pesquisadores do Fred Hutchinson Cancer Research Centre, nos Estados Unidos, 26 pacientes com leucemia linfoblástica aguda em estado terminal, que não haviam respondido aos tratamentos tradicionais, foram submetidos à terapia. No ensaio, “células-T assassinas”, que agem destruindo tecidos infectados em nosso corpo, foram retiradas dos pacientes. Em seguida, elas foram modificadas geneticamente para projetar um novo mecanismo de segmentação – com o nome técnico de “receptores quiméricos de antígenos” – que atacasse o câncer.
Um ano e meio após este procedimento, 24 pacientes estavam em remissão completa, ou seja, não apresentavam mais sinais de câncer no corpo. “Estes primeiros dados são sem precedentes. Estes pacientes não haviam respondido a nenhum tratamento e obter tal taxa de resposta em casos tão avançados da doença é extraordinário. Uma dose única desta terapia colocou mais do que 90% dos pacientes em remissão completa, situação em que não se pode detectar qualquer destas células de leucemia”, disse Stanley Riddell, principal autor do estudo.
Apesar dos resultados animadores, especialistas ressaltam que o experimento ainda é apenas um pequeno passo. Isso porque os efeitos colaterais deste tipo de tratamento são gravíssimos. Os pacientes podem desenvolver síndrome de liberação de citocinas, que pode causar febre, hipotensão e neurotoxicidade. Dois pacientes do estudo morreram devido a tais complicações.
Os autores ressaltam que em função do estado de saúde dos pacientes, que tinham entre dois e cinco meses de expectativa de vida antes do experimento, esses resultados podem ser aceitáveis. Mas não seriam em caso de pacientes com tumores mais leves. Além disso, por enquanto, a terapia mostrou-se efetiva apenas em tumores líquidos como os de sangue. Ainda não se sabe quais seriam os resultados em cânceres sólidos, como o de mama.
Outro estudo envolvendo a manipulação genética de células-T também foi apresentado no encontro e mostra que elas podem durar anos em nosso corpo. No experimento, Chiara Bonini, hematologista do Instituto Científico São Rafael, em Milão, na Itália, injetou uma terapia imune – que incluiu células-T – em dez pacientes que haviam passado por transplante de medula. Exames realizados 14 anos após o tratamento mostraram que as células-T injetadas ainda estavam no organismo dos pacientes. Estes resultados indicam o potencial duradouro de terapias imunológicas.
“As células-T são como um medicamento vivo com o potencial de persistir no corpo por toda a nossa vida. Por exemplo, quando você recebe uma vacina na infância vocês estará protegido contra aquela doença pelo resto da vida. Por quê? Isso acontece porque a célula-T encontra o antígeno e se ativa, ela mata o agente patogênico. Mas ela também persiste no corpo como uma célula de memória. Agora imagine traduzir esse efeito para a imunoterapia do câncer, ou seja, ter células-T de memória que se lembram do câncer e estão prontos para atacá-lo sempre que ele retornar”, explica Chiara.
Fonte: Veja

Testando a velocidade e poder de processaento do netbook ASUS R103BA usando o wordpress.
Quem tem dificuldade para pegar no sono sabe que os efeitos de uma noite mal dormida não acabam quando o dia começa.

Olheiras, fadiga, olhos secos, dificuldade de se concentrar e irritação são algumas das respostas do corpo à privação de sono.
A qualidade do sono impacta diretamente nossa saúde física e mental. A insônia, inclusive, é um sintoma comum em pacientes que sofrem de ansiedade, depressão, esquizofrenia, bipolaridade e distúrbios de atenção.
A psicóloga Jo Abbott, da Universidade Tecnológica de Swinburne, na Austrália, defende que a insônia e doenças mentais estão bastante interligadas – elas se retroalimentam.
Segundo ela, cerca de 50% dos adultos com insônia têm problemas mentais e 90% das pessoas com depressão sofrem para dormir.
O pior dessa relação insônia versus depressão é que quem não dorme bem responde pior ao tratamento da depressão e está mais propenso a ter picos de tristeza.
Dormir pouco pode “ferrar” seu cérebro
O professor Peter Franzen, da Universidade de Medicina de Pittsburgh, nos Estados Unidos, concorda com Abbott sobre a correlação entre insônia e doenças mentais.
Em seu estudo sobre como a insônia pode causar disfunções no circuito cerebral responsável pelas emoções, ele explica que o sono e os sentimentos são o produto de interações entre várias regiões comuns do cérebro, hormônios e neurotransmissores.
Então, anormalidades em alguns deles causam impactos nos outros. Inclusive, há evidências de que doenças mentais podem surgir de problemas dentro de circuitos cerebrais sobrepostos por circuitos que regulam nosso relógio biológico e o sono.
A culpa da sua tristeza são as poucas horas de sono
Pense nas principais reações de uma criança cansada: choro, birra e manha. Com você, acontece o mesmo, a diferença é que não pega bem se você se atirar no chão.
Um outro estudo conduzido pelo professor Franzen com pupilografia (a pupila é um bom indicador para perceber se o cérebro está ou não processando informações afetivas e cognitivas) comprovou que a privação de sono altera nossas reações emocionais.
Adultos saudáveis foram expostos a imagens positivas, negativas e neutras. Metade deles tinha dormido bem, a outra metade não havia pregado o olho a noite toda – as pupilas desse último grupo ficaram muito maiores ao olhar imagens negativas do que quando viram os outros tipos de imagens.
Ou seja, quando dormimos pouco exageramos nas nossas reações frente a situações negativas.
Além de mais mal-humorados, a falta de sono pode nos deixa mais vulneráveis a ter doenças psiquiátricas desencadeadas por distúrbios do sono.
Original aqui
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Esta dica é atualização de uma anterior disponível em: Windows 7 bootável pelo pendrive [Dica]
Dica testada na distribuição Elementary OS Freya (Ubuntu).
Para criar um pendrive bootável de Windows 10 usando o Linux é necessário ter:
- Imagem ISO do Windows 10 ou o DVD dele
- Programa ms-sys
- Programa cfdisk
- Pendrive com pelo menos 8GB
Se sua distribuição tem o ms-sys nos repositórios, ótimo, basta instalar. Mas o ms-sys não existe nos repositórios do Ubuntu, por isso a instalação dele no Ubuntu precisa ser “manual”.
INSTALAÇÃO DO MS-SYS
Acesse:
Baixe a última versão estável. Deve ser um pacote no formato ms-sys-VERSÃO-tar.gz.
Descompacte-o com:
tar -xzvf ms-sys*.tgz
Compile:
cd ms-sys
$ make
Torne-se root e instale:
su
# make install
Obs.: ao invés de “su”, no Ubuntu por padrão seria “sudo su”, pois o mesmo não cria senha de root durante a instalação.
PREPARAÇÃO DO PENDRIVE
Conecte o pendrive. Para saber onde ele está use o comando como root:
# fdisk -l
Vamos supor que ele ficou em “/dev/sdb”. Então execute, como root:
# cfdisk /dev/sdb
Usando o cfdisk apague todas as partições do pendrive e crie uma única partição (marcada como bootável e do tipo 7).
Obs.: se não sabe como usar o cfdisk, siga esta dica: use as setas esquerda direita para navegar nas opções que aparecem na parte inferior, use as setas cima e baixo para navegar entre as partições e Enter para selecionar.
Assim você terá criado uma partição chamada “/dev/sdb1”. Depois disso saia do cfdisk.
Formate a partição criada como NTFS. Para isso use o comando, ainda como root:
# mkfs.ntfs -f /dev/sdb1
USANDO O MS-SYS
Grave o MBR do Windows no pendrive recém formatado. Para isso use o comando:
# ms-sys -7 /dev/sdb
Obs.: no comando acima use “/dev/sdb” e não “/dev/sdb1”. Ou seja, use sem o número. O uso de “-7” serve para Windows 7, 8 e 10. Para outras opções use o comando “ms-sys –help”.
CRIANDO O PENDRIVE BOOTÁVEL
Monte a imagem ISO (ou o DVD) do Windows 7 em um diretório do seu agrado. Neste exemplo usarei o diretório “/mnt/iso”.
Crie dois diretórios para montagem:
# mkdir /mnt/iso
# mkdir /mnt/usb
Para montar a imagem ISO:
# mount -o loop windows.iso /mnt/iso
Ou, no caso de ser um DVD:
# mount /dev/sr0 /mnt/iso
E monte também a partição que está no pendrive em outro diretório. Neste exemplo usarei “/mnt/usb”:
# mount /dev/sdb1 /mnt/usb
Copie todos os arquivos do DVD, ou da imagem ISO, do Windows para a partição do pendrive:
# cp -r /mnt/iso/* /mnt/usb/
Aguarde. Pode demorar bastante, pois são muitos arquivos.
Quando terminar, você pode dar boot pelo pendrive que irá iniciar o Windows 10.
Opcionalmente você poderá salvar os arquivos como imagem para usar em outros pendrives sem precisar executar todo o procedimento de novo. Basta usar como root:
# dd if=/dev/sdb of=/home/windows.img
Assim será criado uma imagem do sistema, bootável, dentro de /home.
Para restaurar essa imagem em outro pendrive bastaria executar o contrário do comando anterior, que seria:
# dd if=/home/windows.img of=/dev/sdb
É isso!
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