dezembro, 2016

Zimbra no CentOS
31 de dezembro de 2016 | Autor:

Instalar Zimbra no CentOS 7

Zimbra Collaboration Suite (ZCS) é um software para colaboração em grupo criado pela Zimbra INC, é amplamente utilizado em todo mundo, com ele os usuários podem compartilhar pastas, calendários e outras coisas usando sua interface Web.

Atualmente a última versão do Zimbra Collaboration Suite é a 8.6.0. Ele traz novos recursos, melhorias no servidor de correio (postfix) e fornece uma melhor experiência para o cliente Web. E neste post iremos explicar como instalar Zimbra 8 (Zimbra 8.6.0 no RHEL 7 ou Centos 7) como preferir.

Pré-requisitos para instalar Zimbra 8

  • Servidor com Centos7 (RHEL7) instalado;
  • Acesso SSH #ROOT ao servidor;
  • Um ( FQDN ) para seu servidor Zimbra juntamente com os apontamentos de MX e DNS configurados corretamente.

Configurações iniciais no servidor

  • Configurar o arquivo /etc/hosts e seu hostname
  • Comente a linha referente ao IPV6;
  • Adicionar o FQDN ao seu IP;
  • Desabilitar o firewall linux (Utilizamos firewalls Cisco ASA 5585x em nossa infraestrutura)
  • service firewalld stop
  • service iptables stop
  • service ip6tables stop
  • systemctl disable firewalld
  • systemctl disable iptables
  • systemctl disable ip6tables

Desabilitar o SELINUX
Edite o arquivo /etc/selinux/config, alterando a variável SELINUX para DISABLED conforme abaixo:

[singlepic id=2378 w=400 h= float=center]

Desabilitar o serviço do Postfix

  • service postfix stop
  • systemctl disable postfix
  • systemctl stop postfix.service

Instalação de Pacotes
Executar a atualização do servidor

yum upgrade -y

Executar a instalação de pacote necessários para a instalação do Zimbra

yum -y install gmp libidn wget nano make nc sudo sysstat libtool-ltdl glibc perl ntp libaio unzip perl-core net-tools perl perl-core wget screen w3m bind-utils unzip nmap sed nc sysstat libaio rsync telnet aspell vim

Download e Instalação do Zimbra
Executar o download da última versão do Zimbra Estável – AQUI
wget https://files.zimbra.com/downloads/8.6.0_GA/zcs-8.6.0_GA_1153.RHEL7_64.20141215151110.tgz
Extrair os dados do arquivo compactado
tar xzf zcs-8.6.0_GA_1153.RHEL7_64.20141215151110.tgz
Acessar a pasta com os dados
cd zcs-8.6.0_GA_1153.RHEL7_64.20141215151110

Instalando o Zimbra no servidor Centos

./install.sh –platform-override

[singlepic id=2379 w=467 h= float=center]

Efetuar a configuração do Zimbra Pós Instalação
Alterar o campo senha com as opções [ 7 – 4 ] para uma senha de sua escolha de preferência uma boa senha

[singlepic id=2380 w=560 h= float=center]

Alterar a utilização do Zimbra para funcionar com ambos os protocolos http e https
Altera o campo Web Server Mode com as opções [ 12 – both ]
Aplicar e salvar as configurações efetuadas
Com as opções [ r – a – yes – enter – yes ]
Após aplicar as configurações você irá receber uma tela conforme abaixo:

[singlepic id=2381 w=560 h= float=center]

Após a instalação será solicitado se você deseja ou não informar a Zimbra sobre a instalação da sua versão, nós normalmente aceitamos com a opção YES enviando a Zimbra as informações da instalação.

Após enviar os relatórios a zimbra verifique se a instalação ocorreu bem e todos os seus serviços estão online conforme abaixo:

[singlepic id=2382 w= h= float=center]

Agora você já pode acessar a sua instalação pelo link https://IP:7071, irá receber uma mensagem com um certificado auto-assinado, para esta mensagem ser removida você precisa efetuar a aquisição de um certificado válido neste LINK aconselhamos a aquisição do certificado Comodo PositiveSSL para a sua instalação do Zimbra, para o primeiro acesso você pode ignorar e acesso o painel de controle normalmente, as credenciais de acesso são usuário admin e senha escolhida durante a configuração do Zimbra.

Este é um tutorial simples e fácil para instalar Zimbra 8 no Centos 7, gostaríamos de informar que nós da SECNET prestamos suporte no serviço e também efetuamos a disponibilização do serviço em Cloud conforme a sua necessidade sendo ele compartilhado ou dedicado, customizado para o seu negócio.

Se você gostou deste conteúdo, peço que ajude mais pessoas a instalar o Zimbra 8 no CentOS 7, compartilhando este artigo com seus amigos.

Quer saber mais coisas sobre Zimbra? Acesse a categoria E-mail do Blog.

Caso tenha alguma dúvida sobre o assunto, por favor deixe seu comentário que terei o prazer de conversar com você a respeito.

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Avião cai ao vivo em voo inaugural (1988)
30 de dezembro de 2016 | Autor:

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Categoria(s): Acidentes |  Comente
Arquivos como Swap
27 de dezembro de 2016 | Autor:

Arquivo como swap

Primeriamente criando o arquivo usando o comando dd:

dd if=/dev/zero of=/swap bs=1024 count=2226144

 depois, dar permissão de leitura e escrita, mas não de execução:

chmod 600 swap 

 Para transformar esse arquivo em swap utilizáve:

mkswap swap

 verificar a quantidade de RAM em uso:

free -m

Ativar a swap:

swapon swap

 Adicionar no no final do arquivo fstab <nano /etc/fstab>:

/swap swap swap defaults 0 0

reboot

 —————————————

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Varig RG 967 (1979)
27 de dezembro de 2016 | Autor:

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Varig 850 (1957)
27 de dezembro de 2016 | Autor:

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Mortes no Grand Canyon (1956)
26 de dezembro de 2016 | Autor:

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Categoria(s): Vídeos |  Comente

Meia dúzia de cardeais de países onde mais aparecem denúncias de abuso sexual por padres quesitonam o Papa Francisco sobre as reformas que pretende introduzir na igreja.

Ora, bando de pedófilos, o que vocês querem a manter a velha tradição que permite aos padres continuarem a comer o cu dos coroinhas livremente e impunemente. É isso o que esse bando de bichas enrustidas querem: comer cu de moleque! Ler aqui 

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Categoria(s): História |  Comente

[singlepic id=2374 w= h= float=center]

Foi um colapso espetacular, que deixou o mundo perplexo e cujas ondas de choque ainda são sentidas 25 anos depois.

Como a União Soviética, uma superpotência integrada por 15 repúblicas, desmanchou-se de forma tão rápida e inesperada em dezembro de 1991?

Como o bloco socialista, dono de enorme influência política, ideológica, econômica e tecnológica, e que marcou a história do século 20, deixou de existir quase de um dia para outro?

Estamos falando de um império que nasceu da Revolução Comunista de 1917 e chegou a ocupar um sexto do território do planeta, abrigando cem nacionalidades.

E que ajudou a derrotar Adolf Hitler na Segunda Guerra Mundial, protagonizou a Guerra Fria junto com os EUA, além de ser pioneiro na corrida espacial, enviando o primeiro satélite da história, o Sputnik, e colocando o primeiro homem no espaço, Yuri Gagárin.

Isso sem falar em destaques nos esportes, nas artes e na literatura.

“A velocidade com que o Estado soviético se desintegrou foi uma surpresa para quase todos”, disse à BBC Mundo (o serviço espanhol da BBC) Archie Brown, professor emérito de Política e especialista em temas soviéticos da Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Segundo Brown e outros especialistas que estudaram o fim da URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), há seis razões principais para explicar o colapso da superpotência, oficializado no Dia de Natal de 1991.

1. Autoritarismo e centralização
A origem da URSS remonta a 1917, quando a revolução bolchevique depôs o czar Nicolau 2º e estabeleceu um Estado socialista nos territórios do que até então era o Império Russo.

Em 1922, logo após a Rússia anexar repúblicas mais distantes, foi estabelecida então a gigantesca união, cujo primeiro líder foi o revolucionário marxista Vladimir Lênin.

Mas, desde o início, governar um Estado tão complexo e diverso era extremamente difícil.

Ainda que originalmente o plano era que a URSS tivesse uma sociedade democrática, em substituição à autocracia czarista, o bloco acabou tomando o caminho do autoritarismo, consolidado com a ascensão de Josef Stálin ao poder, em meados da década de 1920.

A Constituição soviética, adotada nos anos 1930 e modificada nos anos 1970, estabelecia que as regiões e nacionalidades estariam representadas em um parlamento conhecido como Soviete Supremo.

Na prática, porém, todas as decisões, incluindo a eleição do líder da URSS, ficavam nas mãos do Partido Comunista –mais precisamente um pequeno grupo de dirigentes poderoso, o Politburo.

Com Stálin, o Estado começou a controlar cada aspecto da vida política, econômica e social. Aqueles que se opunham a suas medidas eram presos e enviados a campos de trabalhos forçados (os Gulags) ou executados.

O cotidiano de 290 milhões de soviéticos era de opressão e exclusão das decisões que tinham um forte impacto em sua existência.

Mesmo após a morte de Stálin, em 1953, e a condenação pública de suas atrocidades pelos líderes soviéticos, o Partido Comunista continuou ditando o destino do país.

2. O ‘inferno’ da burocracia
O autoritarismo e a centralização da União Soviética resultaram em uma burocracia sem fim e que estendia seus tentáculos a todos os cantos do território e a todos os aspectos da vida cotidiana.

Tudo era uma questão de documentos, selos, procedimentos de identificação e notas.

“A União Soviética acabou sendo um estado ineficiente”, explica Archie Brown.

3. Economia falida
A centralização e a burocracia tiveram impacto no sistema econômico soviético, que tinha como base a ideia do teórico do comunismo Karl Marx (1818-1883) de socializar os meios de produção, distribuição e intercâmbio.

Isso significou que a economia do enorme bloco foi planificada e regida pelos chamados planos quinquenais, que estabeleciam metas para todas as atividades.

A força de trabalho, que alcançou 150 milhões de pessoas, dedicava-se majoritariamente à indústria, e em muito menor proporção à agricultura.

Stálin patrocinou um forte processo de industrialização que se concentrou nos setores petrolífero, siderúrgico, químico, minerador, processamento de alimentos, automotivo, aeroespacial e defesa.

Mas a URSS perdeu a corrida pela hegemonia econômica com os EUA, seu principal rival. No final dos anos 1980, o PIB soviético era apenas a metade do americano.

“Estava claro que as políticas econômicas soviéticas falhavam. A taxa de crescimento vinha caindo desde o final dos anos 1950”, explica Brown.

O cineasta britânico Adam Curtis, autor do documentário Hypernormalisation, que tem o colapso da URSS como parte da narrativa, diz que a economia soviética durante muito tempo se baseou em ilusões.

“Todos, dos políticos à gente comum, fingiam que a economia era pujante. Na verdade e na intimidade, porém, sabia-se que havia buracos por todos os lados e que estava destinada ao fracasso.”

Archie Brown ressalta que, devido aos problemas econômicos, a expectativa de vida dos homens soviéticos se reduziu (algo também atribuído por analistas ao consumo excessivo de álcool), ao mesmo tempo em que a mortalidade infantil aumentou. E a estagnação econômica fortaleceu o setor informal e o mercado negro.

4. Melhor educação
Com o passar dos anos, o nível geral de instrução dos soviéticos melhorou e milhões de pessoas foram para a universidade. Apesar de o Estado restringir o contato com o exterior, esses indivíduos começaram a ter maior conhecimento sobre o mundo.

“Profissionais bem educados transformaram-se em um grupo social significativo e influente”, diz Brown.

“Estavam abertos à liberalização que viria em meados da década de 1980, com o reformista Mikhail Gorbachev”, completa.

5. As reformas de Gorbachev
Para Brown, Mikhail Gorbachev, o homem que ocupou a presidência da União Soviética entre 1985 e 1991, é um fator determinante para explicar o desmanche da superpotência –chegou ao poder como um reformista do sistema, mas terminou como seu “coveiro”.

Quando se converteu em secretário-geral do Partido Comunista, em março de 1985, Gorbachev lançou um dramático programa de reformas para tentar equilibrar um economia problemática e uma estrutura política ineficiente e insustentável.

Seu plano tinha dois elementos cruciais: a “Perestroika” e a “Glasnost” (respectivamente reestruturação e abertura, em russo).

A “perestroika” consistia em relaxar o controle do governo sobre a economia. Gorbachev acreditava que a iniciativa privada impulsionaria a inovação, por isso permitiu que indivíduos e cooperativas fossem donos de negócios pela primeira vez desde os anos 1920. E promoveu investimentos estrangeiros em empresas soviéticas.

Gorbachev também concedeu aos trabalhadores o direito de greve.

Já a “glasnost” consistia em eliminar os resquícios da repressão stalinista, como a proibição da publicação de livros de autores como George Orwell e Alexander Solzhenitsyn, e dar mais liberdade aos cidadãos soviéticos.

Gorbachev libertou presos políticos e permitiu que a imprensa publicasse críticas ao governo. Ele também determinou a realização de eleições para o Legislativo e pela primeira vez permitiu que outros partidos políticos fizessem campanha.

Os soviéticos celebraram a democratização, mas as reformas para introduzir a economia de mercado no país demoraram demais para dar frutos. Houve aumento de preços, racionamento, filas intermináveis para obter produtos. Tudo isso gerou frustração cada vez maior com a administração de Gorbachev.

O líder também enfrentou enorme oposição das alas mais conservadoras do Partido Comunista, que em 1991 articularam um golpe para tentar derrubá-lo. O levante fracassou por causa da rejeição popular e o respaldo do então presidente da Rússia, a principal república soviética, Boris Yeltsin.

Ainda assim, Gorbachev renunciou ao cargo em 25 de dezembro daquele ano. No dia seguinte, assinou a declaração de dissolução da União Soviética.

Em seu discurso de despedida, o último líder da URSS fez um mea culpa: “O velho sistema desabou antes que o novo começasse a funcionar”.

Archie Brown explica que o caso soviético fugiu de um típico processo em que crises políticas e econômicas levam à liberalização e à democratização. “Foram justamente a liberalização e a democratização que levaram o sistema a um ponto de crise, pois permitiram a expressão do descontentamento.”

“Sem reformar, era capaz de a URSS seguir existindo nos dias de hoje”, acrescenta.

6. Revoluções e movimentos separatistas
O objetivo de Gorbachev não era apenas transformar as práticas econômicas e a política interna da União Soviética, mas também mudar a maneira como o bloco encarava as relações internacionais.

O líder tinha claro que o mundo estava mas interdependente e que o êxito da economia soviética estava condicionado a melhores vínculos internacionais. Ele também acreditava que havia interesses e valores universais que se sobrepunham à divisão entre Ocidente e Oriente.

E que nações tinham direito por si mesmas a decidir que sistema político e econômico queriam. Foi por isso que Gorbachev decidiu abandonar a corrida armamentista, além de retirar as tropas soviéticas estacionadas no Afeganistão desde 1979, reduzindo ainda sua presença militar na Europa Oriental.

Essas decisões levaram ao fim da Guerra Fria e à derrocada dos governos comunistas dos países satélites da URSS na Europa: o movimento teve início em 1989, na Polônia, com a vitória do movimento sindicalista Solidariedade nas eleições nacionais. Naquele mesmo ano, caiu o Muro de Berlim, o grande símbolo da divisão Leste-Oeste e, na Checoslováquia, a “Revolução de Veludo” derrubou o governo comunista.

Na Romênia, o levante se tornou violento: o líder comunista Nicolae Ceaucescu e sua esposa foram fuzilados.

“Quando poloneses, tchecos e outros povos conseguiram tomar o controle, isso teve um efeito desestabilizador na própria URSS”, explica Archie Brown.

A política não-intervencionista de Gorbachev e os problemas econômicos soviéticos alimentaram movimentos separatistas nas repúblicas do bloco. Os países Bálticos (Estônia, Lituânia e Letônia) foram os primeiros a romper com Moscou. Logo depois, Belarus, Rússia e Ucrânia se separaram e criaram a Comunidade de Estados Independentes.

No final de 1991, oito das nove repúblicas que ainda se mantinham na URSS declararam independência –a Geórgia o faria alguns anos depois.

Assim, extinguiu-se a outrora toda poderosa União Soviética.

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Taco – Puttin’ on the ritz (1983
24 de dezembro de 2016 | Autor:

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https://youtu.be/aXnQQaWaqv4

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[singlepic id=2373 w= h= float=center]

Se você possui um Raspberry Pi e não fez dele uma estação de games com o RetroPie, é possível que você utilize o bichinho como uma estação de desenvolvimento ou mesmo um computador compacto pessoal e barato, rodando Raspbian (o sistema operacional mais popular para a plataforma), o Pidora ou mesmo o Ubuntu. A Raspberry Pi Foundation no entanto decidiu entrena na brincadeira e ela própria fornecer um SO com o PIXEL: seu próprio sistema Linux que utiliza uma interface desktop customizada do LXDE X11 e o Debian como base, sendo incrivelmente leve e flexível.

A fundação sequer implica com software proprietário, tanto que ele vem com o Flash instalado. E por ser democrática desse jeito decidiu que todo mundo merece utilizar o PIXEL. Assim, o SO agora está disponível em uma versão de testes para computadores x86, rodando de maneira descomplicada em PCs e Macs.

O PIXEL (Pi Improved Xwindows Environment, Lightweight) é um sistema operacional pensado para consumir poucos recursos de hardware, ao mesmo tempo em que conta com aplicações e ferramentas completas como qualquer outra versão do Debian que se preze. Ele é bastante simples e intuitivo, voltado tanto para profissionais quanto para leigos. E agora com a versão para x86 é possível testá-lo em qualquer computador, até mesmo os mais antigos (ele exige um mínimo de 512 MB de RAM).

A ISO do sistema possui 1,3 GB e pode ser tanto queimada em DVD ou transferida para um pendrive, como também executada através de máquinas virtuais. Ele não pode ser instalado diretamente no hardware sem algumas maracutaias, ele foi desenvolvido como uma versão Live para rodar diretamente da mídia externa. No entanto, aqueles que optarem por utilizar um pendrive podem fazer uso do modo de persistência, que armazena todas as alterações realizadas após o boot (não disponível para quem utilizar um DVD).

A versão para computadores do PIXEL possui quase tudo que sua contraparte para Raspberry Pi, com exceção do software Mathematica e o game Minecraft, já que a fundação só possui os direitos para distribuir ambos em suas versões dedicadas a seu próprio hardware. Não que isso seja um problema para usuários Linux no desktop de qualquer forma.

Eben Upton, fundador da Raspberry Pi Foundation lembra no entanto que o PIXEL para desktops ainda é uma experiência ainda em seu início: muitas configurações podem não funcionar devido incompatibilidade com os diversos componentes disponíveis, mas estão trabalhando para tornar o sistema operacional funcional e completo. E como é um software leve que pode ser testado sem maiores problemas, eu diria que vale a pena ser conferido.

Fonte: Raspberry Pi Blog.

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John Miles – Song For You (1983)
22 de dezembro de 2016 | Autor:

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Convertendo Sistemas de Arquivos
22 de dezembro de 2016 | Autor:

Introdução

O título deste artigo é Convertendo Sistemas de Arquivos. No entanto, poderia ser também “Brincando com Sistemas de Arquivos”, pois foi justamente isso que fiquei fazendo após descobrir a existência de um programa chamado fstransform, cuja finalidade é converter um sistema de arquivo em outro sem a necessidade de formatação.

Alerta

Desde já quero esclarecer que todos os passos realizados aqui foram efetuados em uma máquina virtual e que os arquivos contidos nesse HD Virtual não eram importantes. Apesar que em todos os testes os resultados foram positivos, sem nenhuma perda de dados, eu recomendo fortemente a realização de um backup de todos os arquivos e sistemas envolvidos, caso o leitor deseje efetuar essas conversões também.

Recomendo ainda que, assim como fiz, efetue esses testes primeiro em um ambiente virtualizado para não colocar em risco seus arquivos e sistemas. Não me responsabilizo por qualquer perda de dado que venha a ocorrer com o uso desta ferramenta.

A fonte de onde extraí boa parte das informações referentes a esse artigo, é do link abaixo:
Converting Filesystems with Fstransform » Linux Magazine

A tradução é livre e acrescentei algumas informações a mais baseadas na minha experiência de uso do programa.

Em meus testes, nenhum arquivo foi perdido, todos eles abriram normalmente. No entanto, reforço novamente: não faça nada sem backup.

No texto original, citado no link acima, o autor informa que somente são possíveis conversões entre os sistemas de arquivos tradicionais do Linux:

  • Ext2
  • Ext3
  • Ext4
  • JFS
  • XFS
  • ReiserFS

De Ext4 para NTFS, por exemplo, ele afirma que não é possível. Mas não foi bem isso que ocorreu nos meus testes.

Eu consegui efetuar as conversões entre os sistemas de arquivos tradicionais e até mesmo para sistemas de arquivos menos conhecidos como o F2FS e o Btrfs. E até mesmo para o NTFS e deste de volta para o EXT4. Tudo sem nenhuma corrupção de arquivos. Claro que nesses casos, tive que usar a opção “force-untested-file-systems”, o que não é recomendável em um ambiente de produção. Mas como estava em um ambiente virtualizado, resolvi testar. E toda a conversão foi efetuada com sucesso, sem perda de arquivos.

Para conversões entre os sistemas de arquivos Ext2/3/4 e destes para o Btrfs, eu recomendo seguir os procedimentos oficiais existentes. Esses no entanto, não serão abordados aqui.

De acordo com o autor, o espaço livre mínimo necessário é 5%. 10% para o caso do XFS. Por segurança, eu recomendo 10% para todos os casos.

É necessário que os pacotes de suporte aos sistemas de arquivos com os quais pretende-se trabalhar as conversões estejam instalados. Os principais são:

  • e2fsprogs
  • jfsutils
  • f2fs-tools
  • ntfs-3g
  • ntfsprogs
  • reiserfs
  • reiser4progs
  • xfsprogs
    • xfsdump
  • btrfsprogs

Dependendo da quantidade de arquivos, a conversão pode demorar e não pode ser interrompida sob risco de perda de dados.

Eu não realizei conversões de partições raiz. Essa conversão envolveria mudanças no processo de inicialização (boot) do sistema envolvido. Eu fiquei apenas em uma partição extra.

Fstransform – convertendo sistemas de arquivos

Intalando o FSTRANSFORM

No openSUSE Leap 42.2, atual versão, eu instalei adicionando o repositório:

  • http://download.opensuse.org/repositories/filesystems/openSUSE_Leap_42.2/

E depois, instalando com o comando:

# zypper in fstransform

Em outras distros eu não testei. Mas o autor do artigo citado afirma que basta fazer o download do arquivo no link

E, tendo o compilador C++ instalado, basta executar os tradicionais comandos:

./configure
make
sudo make install

Convertendo um sistema de arquivo

No meu primeiro exemplo, eu converti uma partição Ext4 em JFS. As partições precisam estar desmontadas. Para a conversão deste exemplo execute no terminal, logado como root, o comando:

# fstransform /dev/sda3 jfs

Durante a conversão será solicitado em um determinado momento que se pressione C para continuar e depois Enterpara confirmar.

No meu exemplo, a partição a ser convertida é a /dev/sda3. Substitua essa informação conforme o seu caso.

O resultado, podemos ver nas imagens abaixo, ao estilo antes e depois. Eu usei o GParted para visualizar as conversões, pois o mesmo identifica cada sistema de arquivo com uma cor. Isso destaca bem as operações de conversões.

Antes da conversão, partição /dev/sda3 em Ext4:

[singlepic id=2368 w= h= float=center]

Depois da conversão, partição /dev/sda3 em JFS:

[singlepic id=2369 w= h= float=center]

Basta montar a partição agora e conferir a integridade dos arquivos. Aqui, todos os arquivos estavam intactos

Outras conversões – opções seguras

De JFS para XFS:

[singlepic id=2370 w= h= float=center]

De XFS para Ext4:

[singlepic id=2371 w= h= float=center]

Opções seguras

Nos testes que fiz, usei o comando abaixo para converter uma partição Ext4 em Btrfs.

# fstransform /dev/sda3 btrfs –force-untested-file-systems

O mesmo comando foi usado para converter Ext4 em NTFS e este, em Ext4 novamente. Nesse caso específico, de Ext4 para Btrfs, recomendo novamente usar o método oficial de conversão destes sistemas de arquivos.

De Ext4 para Btrfs:

[singlepic id=2372 w= h= float=center]

Conclusão

O método mais seguro para trocar um sistema de arquivos continua sendo ainda o tradicional backup dos arquivos em outro local, formatação da partição e o posterior retorno dos arquivos no local de origem.

No entanto, saber da existência de um programa como esse, pode ajudar em alguns casos específicos. Basta ter um bom backup e tempo de sobra.

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O Último Voo da Chapecoense
21 de dezembro de 2016 | Autor:

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postado em 13 de nov de 2011 14:06 por Cristiano Guilherme Oliveira Silva

Ao instalar o WordPress utilizando servidores Web locais (XAMPP, Vertrigo, EasyPHP, Apache…) durante a instalação é necessário informar a url absoluta do site.
Os campos são
Endereço do WordPress (URL):
Endereço do site (URL):

[singlepic id=2367 w= h= float=center]

Quando há esta necessidade de acesso externo ao WodPress desenvolvido localmente, é necessário copiar todo conteúdo para um domínio válido na internet (ex: http://www.seusite.com.br/wordpress) junto de seu banco de dados, executando as devidas atualizações de URL dehttp://localhost/wordpress para http://www.seusite.com.br/wordpress.
 
Neste post, não iremos configurar Roteadores, Firewall, DDNS e outros recursos que são necessários para acessar um site local a partir de uma rede externa. Vamos alterar as configurações do WordPress para que funcione em ambas as redes.
 
1 – FAÇA UM BACKUP (por precaução!)
 
2- Edite o arquivo wp-config.php, logo após a linha define(‘WP_DEBUG’, false); insira o texto abaixo, alterando o caminho de instalação do WordPress:
 
define(‘WP_HOME’, ‘http://’.$_SERVER[‘HTTP_HOST’].’/pastadeinstalaçãodowordpress’);
define(‘WP_SITEURL’, ‘http://’.$_SERVER[‘HTTP_HOST’].’/pastadeinstalaçãodowordpress’);
 
Exemplo:
define(‘WP_HOME’, ‘http://’.$_SERVER[‘HTTP_HOST’].’/wordpress’);
define(‘WP_SITEURL’, ‘http://’.$_SERVER[‘HTTP_HOST’].’/wordpress’)
 
3 – Salve o arquivo, reinicie o serviço Apache.
 
4 – Pronto!
 
Seu WordPress estará acessível em sua rede local e externa!

 

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O Maior Desastre Aéreo – Tenerife 1977
19 de dezembro de 2016 | Autor:

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Brincadeira Fatal
19 de dezembro de 2016 | Autor:

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Foco fatal
19 de dezembro de 2016 | Autor:

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Como sabemos, no mundo Linux são milhares as distribuições que estão disponíveis! O Pplware tenta sempre dar cobertura às distribuições mais populares mas também às distribuições que têm características diferenciadoras.

Hoje vamos conhecer a MX 16, uma distribuição baseada no Debian e com características da antiX.

[singlepic id=3009 w= h= float=center]

Para quem procura uma distribuição Linux leve mas com bom suporte, a nossa sugestão de hoje vai para a nova versão da distribuição MX. Baseada no Debian 8.6 ‘Jessie’ e com algumas características da distro da antiX, o MX-16 (Metamorphosis)vem com interface Xfce 4.12.2,o que a torna uma distribuição muito elegante, com boa performance e muito funcional.

[singlepic id=3010 w= h= float=center]

Em termos de aplicações/ferramentas, esta distribuição vem com o seguinte:

  • Browser: Firefox 50.0.2
  • Vídeo Player: VLC 2.2.4
  • Music Manager/Player: Clementine 1.3.1
  • Email client: Thunderbird 45.5.1
  • Office suite: LibreOffice 5.2.2
  • Backup: LuckyBackup 0.4.8
  • Security: Passwords e Keys 3.14.0
  • Terminal: Xfce4 Terminal 0.6.2

Mas há outras ferramentas incluídas que podem ser consultadas aqui.

Destaque ainda para o facto desta distribuição ser muito simples de instalar e de ter uma versão live, para experimentar sem instalar.

[singlepic id=3011 w= h= float=center]

Se procura uma distribuição Linux bastante leve mas muito funcional então experimente a MX 16. A performance é simplesmente fantástica e toda a interface é muito bonita e eficiente. O Pplware tem outras sugestões de distribuições Linux igualmente leves mas muito completas. Pode ver essas distribuições aqui.

A distribuição MX 16 está disponível nas arquitecturas de 32 bits e 64 bits e tem suporte para sistemas UEFI.

Original aqui

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AfroReggae – Me espere (2002)
13 de dezembro de 2016 | Autor:

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