setembro, 2018
Procedimento em um ambiente com NGINX e Ubuntu.
Basicamente se você instalou o PHP com os pacotes padrões (apt-get install php5-fpm etc.) ou similar como root e após instalar/configurar via wget o WordPress viu aquelas mensagens irritantes “não foi possível criar o diretório” (Could not create directory) ao tentar instalar ou atualizar plugins, talvez as etapas abaixo resolva:
Edite o arquivo wp-config.php:
nano wp-config.php
Insira a constante:
define(‘FS_METHOD’, ‘direct’);
Salve e agora mude seu usuário para o ubuntu:
su – ubuntu
Execute na pasta raíz do seu wordpress os comandos (pode selecionar as 3 linhas, colar e dar ENTER):
sudo chown www-data:www-data -R *
sudo find . -type d -exec chmod 755 {} \;
sudo find . -type f -exec chmod 644 {} \;
A primeira linha dará permissão de dono para usuário e grupo www-data. A segunda linha vai dar permissão 755 para todas as pastas, e a terceira dará permissão 644 para todos os arquivos.
Caso ainda não funcione, tente trocar as permissões 755 para 775 e 644 para 664. No meu caso, com 755 e 644 funcionou.
Jamais, em hipótese alguma dê permissão 777, mas isso você já sabe…
[Voltar]
[Voltar]
A chupeta que o cara está usando é muito dura e pode machucar o clitóris e a uretra da bebezinha.
[Voltar]
Três meninas de 6 a 8 anos e um moleque de uns 8 anos. As meninas chupam o pinto dele, deixam-no durinho. Uma delas senta no bilauzinho e parece que entra dentro dela.
[Voltar]
O cabaço da garota de 10 anos está tão arrombado que o cara enterrou na vagina dela, mas gozou na punheta fora e o que escorreu de esperma, entrou sozinho na vagina dela.
[Voltar]
Papai masturbou um tempão e ela nem se mexeu. Não deu um suspiro ou um espasmo sequer. Não gozou de jeito nenhum.
[Voltar]
[Voltar]
[Voltar]
Duas garotas, uma de 12 e outra de 14 anos dando para um cara que termina gozando na mais velha, por trás. Não deu para ver se foi no cu ou na vagina.
[Voltar]
Mas acabou punhetando o pai. Por que ele não gozou na buceta dela? Ficou com medo dela engravidar? Sem chance…
[Voltar]
Mas entrou. A garotinha chorou com a estocada do pirralho. Só não deu para ver se foi no cu ou na buceta.
[Voltar]
Depois de gozar sendo lambida, a garota berrou com as estocadas do cacete do paizão, que não teve piedade da buceta de filhota.
[Voltar]
[Voltar]
- Ejaculada na bucetinha
- Ejaculada na roupa
- Enterrada na buceta
- Masturbadas no sofá
Colaboração: Alessandro de Oliveira Faria
Data de Publicação: 19 de setembro de 2018
Neste século XXI a profissão mais solicitada é a programação, que agora parece receber uma excelente ferramenta, a inteligência artificial. Veremos neste documento como utilizar um projeto de software livre que recorre aos recursos de inteligência artificial para criar programas, mais especificamente sub-rotinas, métodos e/ou funções.
O projeto denominado BAYOU foi criado por cientistas da computação da Universidade de Rice com o financiamento da Google e militares. A técnica utilizada é deep learning, tomando como princípio computacional a pesquisa para codificação baseado em tags/palavras-chave para o sistema desenvolver o software solicitado. O resultado do processamento é um código java criado pelo sistema conforme requisitado pelo “operador”.
Linux: A Inteligência Artificial que escreve programas
A tecnologia foi construída por técnicos da Universidade de Rice com verbas disponibilizadas pelo exército americano e Google. Resumidamente o sistema analisa cerca de 1500 código fontes de aplicativos Android, com aproximadamente 100 milhões de linhas.
Com toda esta base de informação, alimentou-se a inteligência artificial e o resultado foi um software para elaborar outro software. O aprendizado da informação contextual é o diferencial do projeto que permite obter linhas de código baseado apenas em tags/palavras chaves. Acredito ser uma excelente notícia, para o mundo da tecnologia, para melhorar cada vez mais a qualidade de código, obter ganhos de produtividade e utilizar o talento dos programadores para resolver problemas realmente complexo e não tarefas que exige uma simples CRTL+C CRTL+V.
O projeto ainda é embrionário, mas promissor e não tem o propósito de substituir programadores, como um corretor de texto não substituiu um escritor. Pelo menos neste momento, o projeto gera rascunho /sugestões de linhas de código relevantes para o trabalho que um desenvolvedor precisa elaborar. Mesmos assim acredito ser um passo muito importante para a ciência da computação e o projeto pode servir como base para um conceito muito inovador.
MÃO NA MASSA
Aqui veremos o que será necessário para executar o projeto BAYOU, desde os seus requisitos até a instalação e execução.
Requisitos:
- Linux (CLARO!)
- Maven
- Mavn-jansi
- Tensorflow
- Scikit-learn
Para o texto tornar extenso, assumirei que o ambiente Linux com Java, Python e Maven está devidamente instalado e configurado.
Instalando os pacotes Tensorflow e Scikit-learn
Com o ambiente python funcionando corretamente, utilize os comandos abaixo como super-usuário para resolver as dependências python do projeto Bayou:
# pip install tensorflow # pip install scikit-learn
Para testar o funcionamento adequado do tensorflow, utilize as instruções a seguir. Se o resultado for similar, significa que o ambiente python está devidamente configurado.
$ python
>>> import tensorflow as tf
>>> hello = tf.constant('Hello, TensorFlow!')
>>> sess = tf.Session()
>>> print(sess.run(hello))
b'Hello, TensorFlow!'
Agora efetue o download a partir do código fonte.
$ git clone https://github.com/capergroup/bayou.git
Após o download, siga o exemplo a seguir para resolver as dependências java:
$ cd bayou/tool_files/build_scripts $ sudo ./install_dependencies.sh
A compilação é efetuada com o comando build:
./build.sh
Agora para executar o motor principal, entre na pasta out e execute o comando start_bayou.sh:
$ cd out/
$ ./start_bayou.sh
2018-09-08 20:53:52.604:INFO::main: Logging initialized @2482ms to org.eclipse.jetty.util.log.StdErrLog
2018-09-08 20:53:52.896:INFO:oejs.Server:main: jetty-9.4.z-SNAPSHOT
2018-09-08 20:53:52.992:INFO:oejs.AbstractConnector:main: Started ServerConnector@2cbb3d47{HTTP/1.1,[http/1.1]}{0.0.0.0:8081}
2018-09-08 20:53:52.993:INFO:oejs.Server:main: Started @2871ms
2018-09-08 20:53:52.994:INFO:oejs.Server:main: jetty-9.4.z-SNAPSHOT
2018-09-08 20:53:52.995:INFO:oejs.AbstractConnector:main: Started ServerConnector@7ea37dbf{HTTP/1.1,[http/1.1]}{0.0.0.0:8080}
2018-09-08 20:53:52.995:INFO:oejs.Server:main: Started @2873ms
===================================
Loading Model. Please Wait.
===================================
INFO:tensorflow:Restoring parameters from model49.ckpt
===================================
Bayou Ready
===================================
* Serving Flask app "ast_server" (lazy loading)
* Environment: production
Use a production WSGI server instead.
* Debug mode: off
Agora crie um arquivo .java onde desejamos que a inteligência artificial atue, coloque a TAG FILEWRITE para escrita de arquivo utilizando BUFFER.
import java.io.*;
import java.util.*;
public class Test {
void write(File file, String toWrite) {
{
/// call:write type:FileWriter type:BufferedWriter
}
}
}
Agora utilize o comando synthesize para o sistema devolver o resultado do problema proposto:
./synthesize.sh exemplo/Test.java
Veja o resultado:
---------- BEGIN PROGRAM ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.File;
import java.io.IOException;
import java.io.BufferedWriter;
import java.io.FileWriter;
public class Test {
void write(File file, String toWrite) {
{
FileWriter fw1;
BufferedWriter bw1;
try {
fw1 = new FileWriter(file);
bw1 = new BufferedWriter(fw1);
bw1.write(toWrite);
bw1.close();
} catch (IOException _e) {
}
return;
}
}
}
—-------- BEGIN PROGRAM ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.IOException;
import java.io.BufferedWriter;
import java.io.FileWriter;
public class Test {
void write(File file, String toWrite) {
{
FileWriter fw1;
BufferedWriter bw1;
try {
fw1 = new FileWriter(toWrite);
bw1 = new BufferedWriter(fw1);
bw1.write(toWrite);
bw1.close();
} catch (IOException _e) {
}
return;
}
}
}
—-------- BEGIN PROGRAM ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.File;
import java.io.IOException;
import java.io.BufferedWriter;
import java.io.FileWriter;
public class Test {
void write(File file, String toWrite) {
{
FileWriter fw1;
BufferedWriter bw1;
try {
fw1 = new FileWriter(file);
bw1 = new BufferedWriter(fw1);
bw1.write(toWrite);
} catch (IOException _e) {
}
return;
}
}
}
—-------- BEGIN PROGRAM ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.File;
import java.io.IOException;
import java.io.BufferedWriter;
import java.io.FileWriter;
public class Test {
void write(File file, String toWrite) {
{
FileWriter fw1;
BufferedWriter bw1;
try {
fw1 = new FileWriter(file);
bw1 = new BufferedWriter(fw1);
bw1.write(toWrite);
bw1.newLine();
} catch (IOException _e) {
}
return;
}
}
}
—-------- BEGIN PROGRAM ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.IOException;
import java.io.FileWriter;
public class Test {
void write(File file, String toWrite) {
{
FileWriter fw1;
try {
fw1 = new FileWriter(toWrite);
fw1.write(toWrite);
fw1.close();
} catch (IOException _e) {
}
return;
}
}
}
—-------- BEGIN PROGRAM ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.File;
import java.io.IOException;
import java.io.FileWriter;
public class Test {
void write(File file, String toWrite) {
{
FileWriter fw1;
try {
fw1 = new FileWriter(file);
fw1.write(toWrite);
fw1.close();
} catch (IOException _e) {
}
return;
}
}
}
—-------- BEGIN PROGRAM ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.IOException;
import java.io.BufferedWriter;
import java.io.FileWriter;
public class Test {
void write(File file, String toWrite, boolean _arg11) {
{
FileWriter fw1;
BufferedWriter bw1;
try {
fw1 = new FileWriter(toWrite, _arg11);
bw1 = new BufferedWriter(fw1);
bw1.write(toWrite);
bw1.newLine();
bw1.flush();
bw1.close();
} catch (IOException _e) {
}
return;
}
}
}
—-------- BEGIN PROGRAM ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.File;
import java.io.IOException;
import java.io.BufferedWriter;
import java.io.FileWriter;
public class Test {
void write(File file, String toWrite, boolean _arg11) {
{
FileWriter fw1;
BufferedWriter bw1;
try {
fw1 = new FileWriter(file, _arg11);
bw1 = new BufferedWriter(fw1);
bw1.write(toWrite);
bw1.close();
} catch (IOException _e) {
}
return;
}
}
}
—-------- BEGIN PROGRAM ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.File;
import java.io.IOException;
import java.io.BufferedWriter;
import java.io.FileWriter;
public class Test {
void write(File file, String toWrite, boolean _arg11) {
{
FileWriter fw1;
BufferedWriter bw1;
try {
fw1 = new FileWriter(file, _arg11);
bw1 = new BufferedWriter(fw1);
bw1.write(toWrite);
bw1.newLine();
bw1.flush();
bw1.close();
} catch (IOException _e) {
}
return;
}
}
}
—-------- BEGIN PROGRAM ----------
import java.io.*;
import java.util.*;
import java.io.File;
import java.io.IOException;
import java.io.BufferedWriter;
import java.io.FileWriter;
public class Test {
void write(File file, String toWrite, boolean _arg11) {
{
FileWriter fw1;
BufferedWriter bw1;
try {
fw1 = new FileWriter(file, _arg11);
bw1 = new BufferedWriter(fw1);
bw1.write(toWrite);
bw1.newLine();
} catch (IOException _e) {
}
return;
}
}
}
Resumidamente, recebemos diversos exemplos de como escrever um método para escrever um arquivo! Genial…
A seguir um vídeo demonstrativo da implementação do Bayou no meu projeto Modoki de código aberto.
| Comando | CLI | Objetivo |
|---|---|---|
| autostart | dropbox autostart [y/n] | As opções aqui incluem:
Observe que esse comando só pode funcionar nas distribuições Ubuntu compatíveis atualmente. |
| exclude | dropbox exclude [list] | Quando o comando list é usado sem argumentos, ele exibe uma lista de diretórios atualmente excluídos da sincronização. |
| dropbox exclude add [DIRECTORY] [DIRECTORY] … | Adiciona um ou mais diretórios à lista de exclusão e, em seguida, sincroniza o Dropbox. | |
| dropbox exclude remove [DIRECTORY] [DIRECTORY] … | Isso remove um ou mais diretórios da lista de exclusão e, em seguida, sincroniza o Dropbox novamente. Observe que qualquer caminho especificado deve estar dentro da pasta Dropbox. | |
| filestatus | dropbox file status [-l] [-a] [FILE]… | Exibe o status atual de cada ARQUIVO. As opções incluem:
Aliases incluem stat. |
| help | dropbox help [comando] | Sem argumentos, exibe uma lista de comandos e uma breve descrição de cada um. Com um comando, exibe uma descrição de ajuda para usar o comando. |
| lansync | dropbox lan sync [y/n] | As opções aqui incluem:
|
| ls | dropbox ls [FILE]… | Esse é um alias para filestatus -l. |
| proxy | dropbox proxy MODE [TYPE] [HOST] [PORT] [USERNAME] [PASSWORD] |
Para definir manualmente as configurações de proxy para o Dropbox:
|
| puburl | dropbox puburl FILE | Exibe uma URL de link público para ARQUIVO. Só se aplica se você tiver uma pasta Pública habilitada na sua conta. Esse comando só pode ser usado em arquivos na pasta Pública. |
| running | dropbox running | Resulta em 1 se o daemon estiver em execução e em 0 se não estiver em execução. Esse comando só pode ser usado em scripts para verificar se o Dropbox está em execução. O comando não resulta em nada na interface da linha de comando. |
| sharelink | dropbox sharelink FILE | Exibe um link compartilhado para o ARQUIVO.
|
| start | dropbox start [-i] | Inicia o Dropbox daemon. Se o daemon já estiver em execução, o comando não resulta em nada. As opções são -i ou i–install para autoinstalar o Dropbox daemon se não estiver disponível no sistema. |
| status | dropbox status | Exibe o estado atual do Dropbox daemon. |
| stop | dropbox stop | Encerra o Dropbox daemon. |
| throttle | dropbox throttle DOWNLOAD UPLOAD | Define limites de largura de banda para sincronização de arquivos:
|
[Voltar]

