outubro, 2018

[singlepic id=3080 w= h= float=center]

Lançada em 2017 junto ao Galaxy S8 e S8 Plusa DeX Station foi a primeira proposta da Samsung para que seus usuários pudessem carregar em seus bolsos mais do que um smartphone, uma estação de trabalho completa. A dock permite que o usuário conecte além do seu smartphone Galaxy, um teclado, um mouse e um monitor, e desfrute de toda a experiência que um desktop pode oferecer.

No entanto, por mais que a proposta seja boa, nem todos os usuários se sentem tentados a comprar uma Dex, seja pelo preço um tanto quanto salgado, seja pela falta de praticidade de carrega-la consigo.

[singlepic id=3079 w= h= float=center]

Samsung Dex Station

Talvez por conta disso, a Samsung encurtou essa experiência com o lançamento do Galaxy Note 9, exigindo do usuário apenas um conversor de HDMI para USB-C para possibilitar usar o smartphone como um computador. Com o novo Note, basta utilizar o conversor para fazer a conexão com um monitor/TV e ligar teclado e mouse via Bluetooth – sendo possível usar também a tela do smartphone no lugar desses periféricos.

Agora, ao que parece, essa possibilidade será estendida para outros aparelhos da marca com a chegada do Android Pie 9.0 junto com a Samsung Experience 10. Além da nova interface e recursos, tudo indica que o Galaxy S9 Plus receberá funcionalidades vistas até então somente no Note 9, como a possibilidade de usar o Samsung DeX sem a dock e funções de câmera como Super Câmera Lenta, Emojis AR e Otimizador de Cena. Ainda não há confirmação de que o Galaxy S9 “comum” também receberá o suporte ao Samsung DeX sem a dock.

Confira no vídeo a seguir a demonstração da utilização do Samsung DeX no S9+ com a versão beta do Android Pie sem a necessidade da DeX Station.

Assim como relatamos várias vezes ao longo das últimas semanas, a Samsung está em um ativo período de testes da nova versão do sistema, com expectativa que ele chegue ao usuário final no começo do ano que vem. A etapa de testes da nova interface deverá começar muito em breve.

[Voltar]

Categoria(s): Informática |  Comente
Desmontando a urna eletrônica
30 de outubro de 2018 | Autor:

[Voltar]

Categoria(s): Informática |  Comente
Curitiba em dezembro de 1985
27 de outubro de 2018 | Autor:

Em dezembro de 1985, a tia Nice e sua ninhada resolveram nos visitar em Curitiba.

Eu estava na filial da Rua Paulo Kíssula, onde me divertia muito mexendo em tudo quanto era bucetinha que aparecia por lá.

Ao chegarem em casa, a nega quis me ver e pegou a bicicleta da farmácia matriz e foi até lá. Estava muito diferente. Não tinha nem a mesma cara de quando era menina, mas não cresceu muito. 

Comecei a jogar conversa nela e ela acabou dizendo que tinha corrimento. Já me prontifiquei a examinar o corrimento, mas ela não mostrou a buceta para mim. Apenas pegou um cotonete, enfiou na vagina e me deu a gosma para eu colocar no microscópio. Que frustração. Queria tanto ver como tinha ficado aquela que foi a primeira buceta que arreganhei os beiços e enfiei o dedo dentro.

Depois disso, nunca mais a vi. Faz 33 anos que isso aconteceu.

[Voltar]

Categoria(s): Zp |  Comente
Elas se mudaram (1978)
27 de outubro de 2018 | Autor:
Categoria(s): Zp |  Comente
Enfiando o dedo (1978)
27 de outubro de 2018 | Autor:
Categoria(s): Zp |  Comente

Algumas semanas após eu chegar em Umuarama e começarmos a nos mostrar, a Rosangela aprendeu a se masturbar. Encaixava sua vulva no meu joelho e ficava se esfregando, até eu mandar ela parar por ter alguém chegando perto. Era muito bom ver uma menininha de sete anos se masturbando e sentindo prazer.

Ficávamos o tempo todo nos mostrando, pois naquela idade elas já queriam ver meu pênis e eu me masturbava e mostrava para elas como se ejaculava. Elas tiravam as calcinhas e eu as penetrava com o dedo, mas elas não perdiam o cabaço, deviam ter hímen complacente ou a idade fazia dele mais elástico. Nunca as penetrei e nem ejaculei nelas.

Categoria(s): Zp |  Comente
Nega e o algodãozinho (1978)
27 de outubro de 2018 | Autor:
Categoria(s): Zp |  Comente
Categoria(s): Zp |  Comente
A calcinha queimada (1977)
27 de outubro de 2018 | Autor:
Categoria(s): Zp |  Comente
Categoria(s): Zp |  Comente
Chegando tarde da noite em Umuarama (1977)
27 de outubro de 2018 | Autor:
Categoria(s): Zp |  Comente
Punhetando o brotinho (1977)
27 de outubro de 2018 | Autor:
Categoria(s): Zp |  Comente
As tias e a vó no mercado (1978)
27 de outubro de 2018 | Autor:

Todas as tardes as tias e a vovó saíam para fazer compras em um supermercado no centro e eu ficava sozinho com as duas, a mais velha já com sete anos e a caçula com seis anos. Elas ficavam o tempo todo só de calcinha, coisa normal naquela época, onde não existia a malícia de hoje e as crianças eram mais livres e mais inocentes.

Categoria(s): Zp |  Comente
Mudando para Umuarama – o colégio (1978)
27 de outubro de 2018 | Autor:

Em 1978 eu fui morar com minha avó para fazer o colegial. Meu avô morrera no mês de março de 1977 e minha avó morava com o único irmão que minha mãe tinha e estas primas moravam nos fundos da casa deles.

Categoria(s): Zp |  Comente
Carnaval em Altônia (1980)
27 de outubro de 2018 | Autor:

No carnaval de 1980 elas vieram nos visitar.

Peguei a Brasília vermelha do meu pai e levei a familhagem para conhecer a Lagoa Xambrê. 

Todos se empolgaram e resolveram entrar na água e a Nega e a Dria tiraram as camisetas e as calças jeans e ficaram só de calcinha. Comecei a brincar com a Nega, que já estava com nove anos. Abraçava ela, afundava até o pescoço na água e depois a pegava no colo e por baixo d’água, enfiava os quatro dedos da mão direita na xoxota dela e fazia cócegas e tentava enfiar pelo menos um dedo na vagina dela. Ela saltava e ria de prazer e felicidade, mas não pude puxar sua calcinha de lado e arregaçar seus beiços porque tinha muita gente por perto olhando. O mais engraçado é que a tia parecia que não estava notando o que eu estava fazendo com a priminha.

Voltamos para casa, eu dirigindo a brasília vermelha do meu pai. Elas tomaram banho e foram para uma casinha de madeira que meu pai fez no fundo para guardar tranqueiras e para ser o sanctum celestial em seus estudos rosacruzes. A Dria saiu e me deixou sozinho com a nega. ela estava com uma calça jeans, mas sem calcinha. Aproveitei e abri o ziper da calça e enfeie o dedo no meio de seus beiços, dei uma masturbadinha e depois empurrei para dentro da vagina dela. Entrou até a metade. Não entrou tudo por causa da posição. Não tinha como fazer uma curva com o dedo para ele entrar inteiro. Ela não reclamou, não impediu e até suspirou.

Tirei o dedo do meio da xoxota dela e cheirei. Como ela tinha acabado de tomar banho não estava com o costumeiro cheiro de mijo, comum de bucetas de crianças. Não deu para fazer nada além disso, pois imediatamente a tia a chamou para voltarem à Umuarama e meu pais as levou. Fiquei só na vontade de ver a buceta dela e, quem sabe, meter nela.

  

[Voltar]

Categoria(s): Zp |  Comente
Punhetando o cachorro (1977)
27 de outubro de 2018 | Autor:
Categoria(s): Zp |  Comente
A doença do vô e a trepada flagrada (1977)
27 de outubro de 2018 | Autor:
Categoria(s): Zp |  Comente
Ensinando a nega e o tom a trepar (1977)
27 de outubro de 2018 | Autor:

Em 1977, durante a doença do nosso avô, mais precisamente em março de 1977, a mais velha, já com seis anos, teve relações sexuais com o primo de sete anos, mas não conseguiram ter um orgasmo porque, além dele não conseguir penetra-la, ele tinha fimose, que lhe causava dor e, ainda, uma tia flagrou e fez o maior escândalo. Ela levou uma surra de chinelo do tio Lore, ele levou uma bronca eu saí no lucro. Desconfiaram de mim, mas ninguém conseguiu provar que eu estava envolvido. Os dois não me delataram.

Categoria(s): Zp |  Comente
Categoria(s): Zp |  Comente
Conversando sobre sexo (1977)
27 de outubro de 2018 | Autor:

Na Prefeitura de Pinhalão eu ficava na biblioteca e lá não tinha quase nada para fazer e para passar o tempo, resolvi ler tudo o que eu achava interessante e aos 12 anos, com o saco enchendo de cabelos e o pinto cuspindo uma gosma com cheiro de água sanitária cada vez que eu gozava na punheta, resolvi ler os livros sobre sexo.

Comecei por uma coleção chamada SAV, que tinha belas imagens de bucetas desenhadas a mão pelos ilustradores do livro. Li e reli diversas vezes e, como tenho uma boa memória e grande capacidade de memorização, decorei o que estava escrito nos livros.

Categoria(s): Zp |  Comente