O pouco que se sabe acerca do Alzheimer fundamenta-se no recobrimento de axônios por uma placa amilóide composta de quelantes de ferro e parece não ter relação alguma com açúcares, mas se a insulina funciona como uma espécie de antagonista, antígeno ou mesmo “detergente” removedora dos quelantes, colocará os ecotrouxas e ecovigaristas que demonizam o açúcar em uma bela enrascada.

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