A história da humanidade está repleta de exemplos de que, quando as instituições se corrompem, aqueles que as corromperam saem do poder apenas para o túmulo, como aconteceu na Revolução Francesa, cujo desfecho foi a realeza, a nobreza e os corruptos sendo guilhotinados.

O Brasil atual, com seu poder legislativo composto por uma maioria de oportunistas e corruptos, sequestrado por um associação criminosa formada pelos membros do poder judiciário que tiraram da cadeia, descondenou e elegeu para a presidência da república um bêbado, corrupto e analfabeto que foi condenado pela unanimidade dos juízes de três instância por corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha e cuja missão dada e cumprida era restaurar os esquemas de roubalheira estancados pela operação lava-jato, é tão certo quanto a matemática básica de que o mesmo que aconteceu na França em 1792, se repetirá no Brasil de hoje.

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