O que chama a atenção na matéria é a capacidade do telescópio de identificar uma molécula orgânica contendo 13 átomos constituída de carbonos história e enxofre, coisa que leva horas para se identificar na realidade do laboratório de química analítica e em uma galáxia há 27 mil anos luz da terra, mas não é capaz de mostrar uma imagem decente do “lixo” que ficou na lua após as seis alunissagens bem sucedidas. Leia aqui