fevereiro, 2009

A piada do consentimento informado
19 de fevereiro de 2009 | Autor:

Como os Estados Unidos relaxaram, em favor da indústria de medicamentos, as normas sobre testes de novas drogas realizados no exterior. Leia mais…

Categoria(s): Notícias |  Comente
Por Nicholas Wade

Este artigo reforça a teoria de que recordações e comportamentos pode ser transmitidos via código genético.Leiam aqui o artigo intitulado Recordações de Vidas Passadas: uma teoria embasada na genética molecular, e tirem suas conclusões. Leia mais…
Categoria(s): 1a, HP |  Comente
Efeito Nocebo: o oposto do efeito placebo
19 de fevereiro de 2009 | Autor:


Alguns acreditam que as doenças, e até mesmo a morte, podem ser fruto apenas da imaginação. Esse conceito passou a ser chamado de “efeito Nocebo”, exatamente o oposto do “placebo”, pelo qual um “nada biológico” (isto é, algo incapaz de interagir com o organismo), pode provocar mal-estar, doenças orgânicas e até impedir o restabelecimento.

Pesquisas
Para estudar a indução psíquica da dor, os pesquisadores Schweiger e Parducci analisaram as reações de um grupo de 34 estudantes universitários aos quais foi dito que uma corrente elétrica estava atravessando seus cérebros. Na realidade, a corrente elétrica não existia, mas cerca de dois terços deles queixaram-se de dores de cabeça mais ou menos intensas.

Ao mesmo resultado chegaram outros estudiosos californianos que submeteram estudantes a dois estímulos absolutamente idênticos, porém apresentados um como inofensivo e outro como potencialmente nocivo e doloroso. Os estudantes “sentiram” como doloroso exatamente o estímulo apresentado como tal.

A porcentagem dos atingidos
Graças a experimentos análogos, afirma um neurofisiologista, pode-se estimar que a incidência do “efeito nocebo” – o mal-estar por auto-sugestão – sobre o público pesquisado é de 17%, e portanto, inferior a de seu oposto, o efeito placebo, que atinge de 20 a 40%.

Ao efeito nocebo podem relacionar-se muitos dos fenômenos ditos de “magia” que levam à doença e até mesmo à morte: mau-olhado, rituais tribais, vodu, perdem todo o seu mistério uma vez que são descritos e analisados cientificamente.

Crônica de uma morte anunciada
De modo geral, a “crônica de uma morte e/ou doença anunciada” parafraseando Garcia Márquez, tem, em todas as culturas, a mesma seqüência: fraqueza, desnutrição, mal-estar, enfim, a morte. Esta prostração progressiva chama-se anorexia, no caso, a psiquê está de tal forma envolvida no problema que provoca uma depressão tendente a alterar também o apetite, com o conseqüente sintoma anoréxico. Para os especialistas não há dúvida de que o “efeito nocebo” é uma “resposta depressiva”.

O neurologista inglês Peter Nathan confirma que pacientes de origem brasileira, praticantes de magia negra, quando se acreditavam vítimas de alguma feitiçaria, morriam de anorexia.

Há que se dizer que um estado depressivo grave, associado anorexia produz, no organismo suscetível, tipos distintos de infecções que pioram ainda mais o quadro, pela falta de defesas do corpo.

O efeito nocebo dos fármacos e dos terapeutas
As drogas também podem ter um efeito nocebo. De um lado substâncias absolutamente inofensivas tem condições de desencadear um agravamento do estado patológico do indivíduo, dependendo de seu estado psíquico. De outro, um estudo realizado nos EUA com 22.277 pacientes mostrou que 13,83% deles apresentou efeitos colaterais decorrentes exclusivamente da auto-sugestão.

O próprio terapeuta pode provocar um efeito nocebo ou placebo no cliente: a droga será mais eficaz e o restabelecimento mais rápido, quanto mais o psicoterapeuta conseguir convencer o cliente da necessidade de responder ao tratamento.

Além disso, o psicoterapeuta que mais transmite confiança é o que está, socio-culturalmente falando, mais próximo do paciente.

Curitiba, 23 de maio de 1989.
Vladimir Antonini


Copyright © por Vladimir Antonini Todos os direitos reservados.

[Voltar]

Categoria(s): 1a, HP |  Comente
Dever ético dos profissionais da saúde
19 de fevereiro de 2009 | Autor:

Ao contrário do que se poderia imaginar, quando um fármaco novo é introduzido no mercado, dispõe-se, de maneira geral, apenas de dados suficientes para assegurar que sua margem de segurança é “aceitável” e, segundo Laporte e cols., neste momento pouco ainda se conhece sobre seus efeitos no organismo. Isto ocorre porque os ensaios clínicos aos quais os fármacos são submetidos antes de entrarem no mercado são limitados, não sendo capazes de detectar, por exemplo, reações adversas raras ou associadas ao uso prolongado.Quando um novo fármaco chega às prateleiras das farmácias, todo o conhecimento que se tem a seu respeito até então foi extraído dos estudos pré-comercialização. Nesses estudos, inicialmente avalia-se a toxicidade da nova molécula em animais de laboratório (estudos ou ensaios pré-clínicos) e, caso a toxicidade não seja inaceitável, são realizados estudos em humanos (estudos ou ensaios clínicos) para investigação de aspectos relacionados com a farmacocinética, a eficácia e a toxicidade. Mesmo com a realização desses ensaios, os dados obtidos são ainda considerados limitados, já que existem diferenças importantes entre as condições de uso do fármaco nos estudos clínicos e na prática clínica habitual. Leia mais…

Categoria(s): 1a, HP |  Comente
Creatinina
19 de fevereiro de 2009 | Autor:

1. FORMAÇÃO E CIRCULAÇÃO DESSAS MOLÉCULAS

A creatina é o ácido metil-guanidina acético. Ela é fabricada no fígado a partir do aminoácido glicocola, da arginina e de um doador de metila como a S-adenosil-metionina. Leia mais…

Categoria(s): 1a, HP |  263 Comentários
Coerência, independência e insubordinação
19 de fevereiro de 2009 | Autor:

Em uma decisão muito feliz, Brasil resolve “chutar o traseiro” da Micro$oft e diz não ao padrão de documentos que ela quer impor. Leia mais…

Categoria(s): Notícias |  Comente
Cabeça nas nuvens
19 de fevereiro de 2009 | Autor:

O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade não termina na infância. Ao contrário do que se supunha há alguns anos, pode prosseguir pela adolescência e chegar à idade adulta Leia mais…

Categoria(s): 1a, HP |  Comente
Bilirrubina Delta
19 de fevereiro de 2009 | Autor:
INTRODUÇÃO

Trabalhando com cromatografia líqüida de alta performance, um grupo de investigadores da Escola de Medicina da Universidade de Yale fez duas interessantes observações enquanto determinava as frações de bilirrubina em amostras seqüenciais obtidas de pacientes com uma variedade de distúrbios resultantes em hiperbilirrubinemia. Leia mais…

Categoria(s): 1a, HP |  Comente
Bilirrubina
19 de fevereiro de 2009 | Autor:
INTRODUÇÃO

A bilirrubina é a resultante do metabolismo da hemoglobina no sistema retículo endotelial, onde a hemoglobina é degradada em bilirrubina + ferro + globina. Esta bilirrubina é glicuronada no fígado (na forma de mono ou diolicuronato) a qual é chamada de direta. Essa bilirrubina vai para o intestino através da árvore biliar. Leia mais…
Categoria(s): 1a, HP |  Comente
Albumina
19 de fevereiro de 2009 | Autor:

Leia mais…

Categoria(s): 1a, HP |  Comente
Referências bibliográficas
18 de fevereiro de 2009 | Autor:

Leia mais…

Categoria(s): 1a, Heinz |  Comente
Vulvite
18 de fevereiro de 2009 | Autor:

Dependendo do agente etiológico, a inflamação da vulva pode aparecer sob diversas formas clínicas.

Vulvite séptica – é causada por bactérias sépticas, determinando a infecção das glândulas anexas (bartholinite e skenite) ou abscesso dos lábios menores do pudendo.

[singlepic id=527 w=320 h=240 float=center]
Abscesso de grande lábio

Vulvite aftosa – provavelmente de etiologia virótica ou bacteriana, determina lesões sob a forma de pequenas vesículas ulceradas ou lesões extensas com exudato.

[singlepic id=528 w=320 h=240 float=center]
Vulvite aftosa

Úlcera de Lipschütz – apresenta-se sob a forma de úlceras recobertas de secreção purulenta. Sua etiologia é discutível, sendo atribuído ao “Bacillus crassus”.

[singlepic id=529 w=320 h=240 float=center]
Úlcera de Lipschültz

Vulvite herpética – causada por herpes-vírus, apresenta-se sob a forma de úlceras múltiplas e confluentes, provocando adenite inguinal.

[singlepic id=942 w=320 h=240 float=center]

Herpes genital em adolescente

Vulvite diabética – conseqüente às diabetes melitus, acomete as formações labiais sob a forma de eczema e prurido intenso.

Vulvite sifilítica – seu período primário se traduz pelo cancro duro, e o secundário, pelos condilomas planos, que são pápulas numulares de aspecto hipertrófico.

[singlepic id=530 w=320 h=240 float=center]
Vulvite sifilítica

Vulvite verrucosa – o condiloma acuminado, com seu crescimento, pode apresentar aspecto tumoral exofítico (figura 32). A doença causada por vírus, e seu desenvolvimento favorecido pelas condições locais de calor e umidade.

[singlepic id=531 w=320 h=240 float=center]
Condiloma acuminado

[singlepic id=532 w=320 h=240 float=center]
Molluscum contagioso


Liquen esclero-atrófico – faz parte do quadro das distrofias vulvares crônicas, podendo constituir substrato de inflamações de natureza inespecífica ou micótica. Apresenta-se com aspecto de placas brancas, confluentes e pruriginosas

[singlepic id=533 w=320 h=240 float=center]
Líquen esclero-atrófico

Outros casos de Líquen esclero-atrófico:

[singlepic id=534 w=320 h=240 float=center]
Líquen esclero-atrófico

[singlepic id=535 w=320 h=240 float=center]
Líquen esclero-atrófico


Aderência dos pequenos lábios ou aglutinação das ninfas (pequenos lábios) – a erosão da mucosa de revestimento dos lábios menores têm, provavelmente causa inflamatórias, e se ocorre nos primeiros anos de vida, provoca o acolamento dos lábios menores na linha median (figura 34).

[singlepic id=536 w=320 h=240 float=center]
Aderência dos pequenos lábios ou aglutinação das ninfas

Outros casos de aderência labial:

[singlepic id=537 w=320 h=240 float=center]
Aderência dos pequenos lábios ou aglutinação das ninfas

[singlepic id=538 w=320 h=240 float=center]
Aderência dos pequenos lábios ou aglutinação das ninfas

Secreção sebácea da vulva:

[singlepic id=539 w=320 h=240 float=center]
Secreção sebácea

Propedêutica
As diversas formas de vulvite ocasionam irritação do tegumento cutâneo- mucoso da vulva. Tal irritação produz alguns sintomas: dor, disúria, ardor e prurido.

A inspeção nos órgãos genitais externos deve ser feita, em certos casos, com o auxílio de lupa, para se avaliar melhor verificação do aspecto das lesões. Frequentemente é necessária a colaboração do dermatologista, para o diagnóstico das lesões da vulva. O seguintes exames complementares podem ser realizados:
– exame microscópico direto do raspado das lesões.
– exame microscópico em campo escuro.
– cultura das secreções.
– reações sorológicas para diagnóstico de lues.
– dosagem de glicemia.
– pesquisa de glicosúria.
– biópsia.

Tratamento
É variável, dependendo do agente etiológico.

Vulvite aftosa, úlcerativa séptica – cuidados de higiene local pela aplicação de sabões neutros ou desinfetantes. Administração de antibiótico de largo espectro, por via oral ou parenteral. Em caso de abscesso, drenagem cirúrgica.

Vulvite por herpes-vírus – não há tratamento específico para este tipo de vulvite. Recomenda-se o uso de Zovirax tópico, oral ou parenteral, conforme a gravidade do caso.

Vulvite diabética – trata-se a diabete e, havendo infecção local por fungos, aplica-se violeta de genciana, em solução aquosa a 2%, três vezes por semana, no total de seis aplicações.

Vulvite verrucosa – aplicações de podofilina em solução oleosa a 25%, ou exérese cirúrgica, com bisturi elétrico, se as lesões forem grandes e confluentes.

Liquen esclero-atrófico – Recomenda-se aplicação local de corticóides, sob a forma de cremes. Estas lesões tendem a melhorar ou desaparecer na puberdade.

Aglutinação das ninfas – se o acolamento é frouxo, a simples tração lateral das formações labiais separa as ninfas. Seguem-se aplicações locais de crime de estrogênio, durante quinze dias, para facilitar a reepitelização. Se o acolamento é firme, a aplicação do creme de Estrogênios, por quinze dias, deve anteceder a manobra descrita acima. Esta medida facilita a resolução do processo.

figuras 42 e 43
Categoria(s): 1a, Heinz |  536 Comentários
Tumores
18 de fevereiro de 2009 | Autor:

Quase todos os tipos de tumores encontrados na mulher adulta podem ser observados em crianças e em adolescentes. Leia mais…

Categoria(s): 1a, Heinz |  Comente
Traumas
18 de fevereiro de 2009 | Autor:

Traumas do aparelho genital ocorrem com relativa frequência na infância e na adolescência; e exige diagnóstico preciso e tratamento adequado, pois em alguns casos há risco de vida. Leia mais…

Categoria(s): 1a, Heinz |  Comente

A seqüência de eventos que caracteriza a maturação da menina durante a puberdade é muito variável, mas vida de regra: Leia mais…

Categoria(s): 1a, Heinz |  141 Comentários
Patologia mamária
18 de fevereiro de 2009 | Autor:

Os aspectos mais importantes da patologia mamária na adolescência referências anomalias do desenvolvimento das mamas. Outras entidades patológicas, tais como inflamações, displasias e tumores são raros antes dos 16 anos. Leia mais…

Categoria(s): 1a, Heinz |  Comente
Maturação sexual tardia
18 de fevereiro de 2009 | Autor:

Leia mais…

Categoria(s): 1a, Heinz |  Comente

O exame ginecológico da criança e da adolescente obedece aos mesmos tempos daquele praticado na mulher adulta. Alguns aspectos especiais, porém, se fazem presentes e serão ressaltados aqui. Cumpre assinalar que nem sempre é possível completar o exame ginecológico na primeira consulta. É importante que o examinador compreenda o temor da paciente jovem com relação ao exame dos órgãos genitais. É preciso, de início, captar a confiança da cliente, aliviando sua tensão emocional, para completar o exame em consultas subseqüentes. Leia mais…

Categoria(s): 1a, Heinz |  Comente
Maturação sexual precoce
18 de fevereiro de 2009 | Autor:

É clássico o conceito de que os caracteres sexuais secundários começam a aparecer em torno dos 9 anos de idade, quando se admite ter início a puberdade. Sabe-se, no entanto, que do ponto de vista hormonal, o período de transição entre a infância e a puberdade surge antes, pela participação do eixo hipotálamo-hipofisário. Nos últimos anos da infância, as gonadotrofinas secretadas pela hipófise começam a agir sobre os ovários, determinando o crescimento desordenado dos folículos, que passam a produzir estrogênios. Estes hormônios atuam sobre o útero e sobre a mucosa vaginal, promovendo seu crescimento. Leia mais…

Categoria(s): 1a, Heinz |  Comente
Maturação sexual precoce
18 de fevereiro de 2009 | Autor:

É clássico o conceito de que os caracteres sexuais secundários começam a aparecer em torno dos 9 anos de idade, quando se admite ter início a puberdade. Sabe-se, no entanto, que do ponto de vista hormonal, o período de transição entre a infância e a puberdade surge antes, pela participação do eixo hipotálamo-hipofisário. Nos últimos anos da infância, as gonadotrofinas secretadas pela hipófise começam a agir sobre os ovários, determinando o crescimento desordenado dos folículos, que passam a produzir estrogênios. Estes hormônios atuam sobre o útero e sobre a mucosa vaginal, promovendo seu crescimento. Leia mais…

Categoria(s): 1a, Heinz |  Comente