fevereiro, 2009

Estes exemplos aos pares demonstram a dificuldade era estabelecer o grau de anormalidade esperada pelo aspecto de células endometriais atípicas como as vistas no esfregaço cervicovaginal. Há de ser Lembrado que as células vieram da cavidade uterina, no fluido menstrual ou seroso, e algum grau de degeneração seria esperado. Em cada um destes pares o exemplo de adenocarcinoma é apresentado primeiro. Em todos estes casos a curetagem foi essencial para estabelecer o diagnostico. Leia mais…

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Citologia endometrial
15 de fevereiro de 2009 | Autor:

É usual ver células endometriais no esfregaço cervicovaginal relacionadas à menstruação e exemplos são mostrados no Capítulo 1. Na presença de adenocarcinoma do endométrio a esfoliação profusa no diagnóstico de células malignas ocorre em, talvez, 20% dos casos; em outros 20% pode não haver esfoliação e nenhuma característica para causar suspeitas de patologia endometrial. Na maioria restante, embora células diagnosticadas não sejam vistas, pode haver características as quais indicam a necessidade de investigação adicional. O diagnóstico final deve ser histológico. Leia mais…

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Casos variados
15 de fevereiro de 2009 | Autor:

O carcinoma da cérvix pode ser tanto do tipo adenoescamoso como escamoso. Nestes casos tanto um como ambos os elementos podem ser in situ ou invasivos. Leia mais…

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Exemplos de casos com adenocarcinoma da cérvix
15 de fevereiro de 2009 | Autor:

Existem três tipos principais de adenocarcinoma da cérvix. O padrão do tumor pode ser endocervical, endometrial ou de células claras (mesonefróide). Leia mais…

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Critério de Malignidade
15 de fevereiro de 2009 | Autor:

Quando preparações citológicas não ginecológicas são realizadas é necessário distinguir entre células normais reativas e malignas. Nas preparações ginecológicas há a complicação adicional de reconhecer células discarióticas, as quais é necessário distinguir entre uma lesão intra-epitelial e uma invasiva. A confiabilidade do relatório depende do reconhecimento de um bom critério de malignidade e em muitos casos o diagnóstico pode ser tão acurado como em um corte de tecidos. Contudo, tem que ser aceito que há casos nos quais os critérios de malignidade são insuficientes, embora características suspeitas possam estar presentes. Nestes casos as células anormais seriam descritas como discarióticas, com uma afirmação suplementar esboçando as razões para suspeita de uma lesão invasiva. É importante como isto modificará a conduta clínica do caso, particularmente com respeito ao tamanho e profundidade da biópsia. Leia mais…

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Câncer invasivo da cérvix
15 de fevereiro de 2009 | Autor:

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Casos clínicos de NIC
15 de fevereiro de 2009 | Autor:

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Células discarióticas
15 de fevereiro de 2009 | Autor:

Papanicolaou (1954) introduziu o termo “discariose” para descrever células apresentando anormalidades nucleares as quais variam de alterações leves para lesões apresentando suspeita de invasão. Após um intervalo no qual a terminologia tornou-se confusa por causa da variação entre laboratórios, um grupo de trabalho da Sociedade Britânica de Citologia Clínica (Spriggs et al., 1978) recomendou um retorno ao uso de “discariótica” para descrever células descamadas de lesões variando de NIC I (displasia leve) para lesões apresentando suspeita de invasão. Foi recomendado que o termo “célula maligna” poderia ser usado somente quando o esfregaço apresentasse diagnóstico característico de invasão. Em 1986 um grupo de trabalho da Sociedade Britânica de Citologia Clínica (Evans et al., 1976) ampliou as recomendações de 1978, mas manteve o uso do termo discariose. Para anormalidades não equivalentes à discariose, foi estabelecido que o termo “alterações borderline” seria usado. Leia mais…

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Neoplasia intra-epitelial cervical (NIC)
15 de fevereiro de 2009 | Autor:

Carcinoma de célula escamosa de cérvix, comumente desenvolve-se em epitélio metaplásico de zona de transformação; neoplasia intra-epitelial cervical é raramente vista além da última glândula (Burghardt, 1976). Coppleson & Reid (1973), apresentaram a teoria de que células metaplásicas imaturas são vulneráveis a agentes carcinogênicos (virais ou outros) os quais são transmitidos no coito e alteram o genoma celular para produzir uma linhagem celular que tem potencial neoplásico. Pode ser que anos após este início outros fatores desencadeiem a progressão. É provável que muitos cânceres passem por uma fase intra-epitelial antes de tornarem-se invasivos, mas a cérvix é a única que sendo facilmente acessível permite que as mulheres possam ser examinadas para detectar e tratar a doença em uma fase pré-invasiva. Além disso, o auxílio complementar da colposcopia pode ser utilizado para identificar área de epitélio anormal e assim biópsias dirigidas podem ser feitas para confirmação histológica. Leia mais…

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Contaminantes
12 de fevereiro de 2009 | Autor:

Organismos inesperados e estruturas podem ser achados no material cervicovaginal. Em alguns casos isto é causado por difusão de infecção extragenital ou contaminação da lâmina de vidro durante o uso ou Durante o processamento. Leia mais…

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Exemplos de citologia heterogênica
11 de fevereiro de 2009 | Autor:

As alterações celulares apresentadas nesta secção são causadas por terapia. Será notado que há semelhança na aparência das células causada por diferentes formas de tratamento, como em todos os casos, teria ocorrido distúrbio básico no metabolismo celular. Células muito grandes (macrocitose) e formas celulares bizarras são características são vistas em mulheres com deficiência de ácido fólico onde há alterações no metabolismo de DNA (von Niekerk, 1966) sendo uma provável etiologia comum. Leia mais…

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Adenose vaginal
11 de fevereiro de 2009 | Autor:

Adenose vaginal pode ocorrer como uma anormalidade congênita e também com a exposição do feto ao dietilestilbestrol (DES) no útero (Prins et al., 1976). Por causa da associação de exposição ao DES com adenocarcinoma de vagina, meninas conhecidas por terem sido expostas desta maneira, têm sido controladas com esfregaços por aspiração vaginal. A presença de células colunares alerta para a necessidade de investigação adicional. Em outros casos, em algumas não expostas ao DES, o exame vaginal por outras razões tem mostrado anormalidades nos fórnices. O caso ilustrado aqui cai dentro desta categoria; ela não tinha sido exposta ao DES. Leia mais…

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Reação tecidual
11 de fevereiro de 2009 | Autor:

Durante a gestação, focos de decídua podem se formar em qualquer epitélio que deriva do ducto mülleriano. Quando isto ocorre na cérvix, as células descamadas da área são características, mas podem causar preocupação se não reconhecidas. Leia mais…

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Cervicite folicular
11 de fevereiro de 2009 | Autor:

Esta é uma reação linfocitária a qual é usualmente vista na profundidade do epitélio cervical, mas tem sido encontrada no fundo do epitélio vaginal. A coleção de linfócitos apresenta folículos normais com linfócitos maduros na periferia e formas imaturas no centro. A condição é mais comum nas mulheres pós-menopáusicas, mas também é vista como reação da infecção de Chlamydia (66). Nesses casos a cérvix é granular no exame colposcópico. Leia mais…

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Vaginite atrófica
11 de fevereiro de 2009 | Autor:

Esfregaços de mulheres pós-menopáusicas com vaginite atrófica mostram uma variedade ampla de alterações celulares resultantes da associação com infecção inespecífica. Em alguns casos o grau de anormalidade pode ser tão acentuado que causa suspeita de discariose. Com este grau de anormalidade é aconselhável repetir o esfregaço após o uso de creme estrogênico por quatro semanas. O tratamento causa maturação do epitélio escamoso pelo efeito direto de estrógeno no órgão alvo (vagina). Este é mais seguro que o estrógeno sistêmico, já que a resposta do órgão alvo varia com o tratamento sistêmico. Além disso, o epitélio atrófico é fino e facilmente traumatizável. A lesão pode ser microscópica, mas é refletida pelo conteúdo do esfregaço. Em três casos histiócitos e polimorfos estão presentes com histiócitos multinucleados e fibroblasto, os quais sugerem uma reação granulomatosa como a vista no tecido de granulação. Ulceração clínica também resulta em um quadro celular característico e esta pode ocorrer em mulheres com prolapso ulcerado ou em quem está usando anéis pessários. Leia mais…

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Reações da superfície
11 de fevereiro de 2009 | Autor:

Esta pode resultar de trauma persistente e infecção crônica e em particular da infecção pelo vírus do papiloma humano (HPV). O quadro histológico é de hiperqueratose, com células escamosas queratinizadas anucleadas ou paraqueratose, quando são vistas células queratinizadas com núcleos picnóticos degenerados. Leia mais…

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Infecção e alterações reativas
11 de fevereiro de 2009 | Autor:

Alterações reativas nas células são normalmente inespecíficas e independentes do fator causal. A infecção é uma causa comum, mas a reação também segue o trauma e concomitantemente reparação tecidual. Leia mais…

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Esfregaço insatisfatório
11 de fevereiro de 2009 | Autor:

Para um relatório confiável é essencial que o material na lâmina seja distribuído uniformemente, bem fixado, não obscurecido por sangue, células inflamatórias ou muco. Deveria também conter um número adequado de células escamosas e um componente endocervical. As quatro figuras seguintes ilustram lâminas as quais deveriam ser rejeitadas. Leia mais…

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