outubro, 2013

[singlepic id=2912 w=240 h=320 float=left]”Depois de muitos anos, descobri nos videoclipes da época que o imaginário visual que tornou a lambada uma febre havia sido criado por um cineasta francês, que passava férias nessa cidade perdida ao sul da Bahia”, contou em entrevista ao Virgula, em São Paulo. Segundo ele, Olivier Lorsac ficou deslumbrado com um casal de crianças que, tarde da noite, na década de 1980, dançava na praia. Olivier viu ali um possível hit para o verão europeu e montou a banda ao lado do francês Jean Karacos e do diretor musical Jean-Claude Bonaventure.

A vocalista Loalwa, hoje em carreira solo, foi encontrada em audições na França. Já o corpo de baile foi, primeiramente, recrutado em São Paulo. Não deu certo. Olivier queria que a dança tivesse sensualidade genuína, e portanto, voltou a Porto Seguro, onde encontrou Marilei da Silva e os irmãos Brás e Didi dos Santos, que dão seus depoimentos no filme.

No curta-metragem, rodado de forma independente com apoio de amigos e familiares, os integrantes do Kaoma falam do sucesso mundial – eles se apresentaram em mais de 110 países e venderam 30 milhões de discos, transformando a vocalista Loalwa em uma das 20 vozes mais ouvidas do mundo. A bem-sucedida estratégia de marketing dos franceses para promover – e lucrar – com o imaginário de um lifestyle tropical também é citada pelos ex-integrantes, muitas vezes com certo ressentimento.

Outra questão abordada é a origem de Chorando se Foi, uma versão não autorizada da dupla boliviana Los Kjarkas. Após um processo por plágio, os autores foram indenizados e receberam direitos autorais.

Após o lançamento em Porto Seguro, previsto para o fim de 2013, o plano é disponibilizar o documentário na íntegra na internet. “Acho importante fazer esse resgate neste momento, precisamos nos reapropriar desse fenômeno cultural e dar o devido valor a esses personagens”, conclui Yuri.

http://virgula.uol.com.br/diversao/cinema/documentario-sobre-lambada-conta-historia-do-genero-e-paradeiro-de-integrantes-do-kaoma

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Asteroide matador é do Brasil-sil-sil!
6 de outubro de 2013 | Autor:
Você enxerga a cratera de Araguainha nessa imagem feita por um satélite Landsat, da Nasa? - clique para ampliarVocê enxerga a cratera de Araguainha nessa imagem feita por um satélite Landsat, da Nasa? – clique para ampliar

Olha só: nunca antes na história deste país se teve notícia de uma tragédia parecida. A maior extinção em massa de todos os tempos pode ter começado a partir de um impacto de asteroide no Mato Grosso, cerca de 254 milhões de anos atrás.

A hipótese foi levantada por um grupo internacional de pesquisadores liderado por Eric Tohver, da University of Western Australia, e rendeu a capa da revista Pesquisa Fapesp deste mês, em competente reportagem do meu chapa Marcos Pivetta.

O trabalho, feito em colaboração com geólogos da USP, investiga a cratera de Araguainha, a maior das cicatrizes deixadas por asteroide no nosso Brasilzão. Eles estimam que um objeto de cerca de 4 km se chocou contra o nosso planeta naquela região e iniciou a cadeia de eventos que levaria à mais severa extinção em massa da história da Terra, com perda de 96% das espécies marinhas e 70% das espécies vertebradas terrestres.

Esse episódio de matança indiscriminada, conhecido também como a Grande Matança, ou evento de extinção do Permiano-Triássico, deixou a que aconteceria mais tarde — e acabaria com os dinossauros — no chinelo.

O que é curioso é que a morte dos gigantes lagartos (ou avós das galinhas, como queiram), ocorrida 65 milhões de anos atrás, foi ocasionada por um asteroide bem maior, com pelo menos 10 km de diâmetro. E, por incrível que pareça, foi menos severa do que a ocasionada pelo impacto de Araguainha, com um objeto menor.

Por quê? Ao que parece, a grande tragédia do impacto brasileiro foi ter acontecido num terreno com muito carbono orgânico armazenado. A pancada (que gerou a cratera que vemos hoje, com respeitáveis 40 km de diâmetro) liberou uma quantidade brutal de metano na atmosfera, causando um aquecimento global violento e quase instantâneo. Sem tempo para se adaptar, muitas espécies morreram, causando o colapso da cadeia alimentar.

Vale lembrar que a hipótese de que a extinção do Permiano-Triássico teria acontecido pelo impacto brasuca ainda é controversa. Até agora, o único episódio de morte maciça de espécies indubitavelmente ligado ao impacto de um pedregulho espacial, dos sete conhecidos, é mesmo o que acabou com a festa dos dinossauros.

De toda forma, o estudo é um lembrete que, quando um asteroide de grande porte cai por aqui, as coisas não costumam caminhar bem. Ignorar os assuntos espaciais é pedir para que algo assim aconteça de novo. Como dizia Arthur C. Clarke, “os dinossauros morreram porque não tinham um programa espacial”.

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Yakissoba
6 de outubro de 2013 | Autor:

Um prato tradicional da culinária oriental, o yakissoba é prático, feito com macarrão instantâneo e cheio de sabor.

Para o macarrão:

  • Macarrão instantâneo, 200 g
  • Óleo de soja, 2 colheres (sopa)
  • Shoyu, 3 colheres (sopa)
  • Óleo de gergelim, a gosto

Para o molho:

  • Filé mignon, 300 g
  • Alho, 1 dente
  • Cebola, ½ unidade
  • Pimentão verde, 60 g
  • Cenoura, 100 g
  • Ervilha torta, 100 g
  • Repolho, ½ unidade
  • Cogumelo, 100 g
  • Shoyu, 3 colheres (sopa)
  • Sal, a gosto

Modo de preparo

  1. Pré-cozinhe o macarrão instantâneo e reserve.
  2. Depois, em uma panela wok bem quente, refogue o filé mignon em tiras com alho e cebola.
  3. Acrescente o pimentão verde e siga mexendo. Coloque a cenoura, a ervilha torta, o repolho e o cogumelo, sempre respeitando o tempo de cozimento de cada um. Tempere com molho shoyu e acerte o sal. Você também pode acrescentar outros ingredientes da sua preferência, como abobrinha, broto de bambu, acelga etc.
  4. Agora, em outra frigideira aquecida, frite o macarrão e adicione o óleo de gergelim e o shoyu.
  5. Finalize despejando o macarrão frito na wok, misture bem todos os ingredientes e sirva.

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Nhoque de Espinafre e Ricota à Fiorentina
6 de outubro de 2013 | Autor:

Nhoque

  • 1 xícara(s) de chá de espinafre cozido
  • 1 xícara(s) de chá de ricota fresca (200 g)
  • 1 colher(es) de sopa de cebola cortada finamente
  • noz-moscada a gosto
  • pimenta-branca moída na hora a gosto
  • queijo parmesão ralado na hora
  • ciboulette finamente picada, a gosto
  • 1 gema de ovo
  • sal refinado a gosto
  • 1/4 xícara(s) de chá de farinha de trigo (80 g)

Molho de manteiga

  • 1/2 xícara(s) de chá de manteiga (100 g)
  • 36 folha(s) de sálvia fresca
  • pinoles a gosto
  • flor de sal a gosto

Modo de preparo

Nhoque

Em uma tigela, junte o espinafre, a ricota ralada, a cebola, a noz-moscada, a pimenta-branca moída na hora, o parmesão, a ciboulette e a gema. Acerte o tempero com o sal, e misture tudo até formar uma massa homogênea.

Adicione a farinha de trigo e misture bem. Faça pequenas bolas e cozinhe em uma panela de água salgada fervente. Quando os nhoques emergirem da água, é sinal de que estão prontos. Remova-os da panela e coloque-os em um prato.

Molho de manteiga

Derreta a manteiga e uma panela até obter uma coloração dourada e forme espuma. Adicione as folhas de sálvia e retire do fogo.

Sirva os nhoques com a manteiga misturada com a sálvia, o parmesão ralado na hora e os pinoles. Salpique a flor de sal por cima antes de servir.

Receita do restaurante Benedictine
Rua Dr. Mario Ferraz, 37, São Paulo, SP
Tel.:  (11) 3034-3125

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