outubro, 2015

Edgard Matsuki
Do UOL, em Brasília 13/05/201505h30 > Atualizada 14/05/201508h49

zumib-179x300No dia 13 de maio de 1888, a promulgação da Lei Áurea fez com que o Brasil se tornasse o último da América Latina a abolir a escravatura. Exatamente 127 anos após o país tornar ilegal a prática, mitos e polêmicas sobre como foi o período ainda persistem. Até hoje, algumas histórias que estão nos livros de história, senso comum e imaginário popular geram controvérsias.

O UOL separou sete mitos refutados por pesquisadores. Na lista, há elementos que mostram Zumbi dos Palmares como uma figura diferente da descrita, por exemplo, no Livro de Heróis Nacionais. Louvado como defensor da dignidade e igualdade dos negros, ele é apresentado por alguns pesquisadores como escravocrata, truculento e centralizador.

A origem de elementos presentes na cultura brasileira também gera confusões. Enquanto o senso comum aponta a capoeira como uma dança trazida de africanos para o Brasil e a feijoada como um prato tipicamente brasileiro, a realidade aponta que a capoeira é brasileira e a feijoada foi criada por europeus.

O próprio fim da escravidão também gera controvérsias. Enquanto alguns livros, como o best-seller “O Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”, de Leandro Narloch, apontam que os ingleses tinham motivos ideológicos para pressionar pelo fim da escravidão, pesquisadores levantam que o interesse era econômico e estava relacionado com o preço do açúcar exportado da América Latina para a Europa. Entre tantas controvérsias, confira nossa lista:

Mitos 1 e 2 – Zumbi defendia o fim da escravidão e o Quilombo era um espaço de liberdade
Considerado um dos grandes heróis abolicionistas da história do Brasil, Zumbi dos Palmares é apontado como escravocrata por pesquisadores. Descendente dos imbangalas, os “senhores da guerra” na África Centro-Ocidental, ele tinha os seus próprios servos. De acordo com Leandro Narloch, Zumbi mandava capturar escravos para trabalhos forçados no Quilombo dos Palmares. O autor aponta que Zumbi lutou mais pelos seus interesses do que por liberdade para negros.

Coautora do livro “Palmares, Ontem e Hoje”, a pesquisadora Aline Vieira de Carvalho diz que é possível que Zumbi tivesse escravos, mas faz uma ressalva que eram outros tempos. “No século 17, a escravidão não é condenada. O fato de essas interpretações serem polêmicas revela mais sobre os preconceitos da sociedade atual e da forma como nos representamos hoje do que sobre o quilombo”.

Mito 3 – Escravos estavam fadados a ser escravos
Outro mito aponta para a impossibilidade de escravos não terem possibilidade de ascender socialmente. Narloch aponta, em seu livro, que alguns tinham, inclusive, outros escravos e uma pequena fortuna. Como exemplo, ele cita o caso de Bárbara Gomes de Abreu e Lima, que revendia ouro, tinha propriedades e sete escravos. De acordo com o autor, ela “representava, certamente, um modelo que a ser seguido por outras escravas libertas”.

Mito 4 – A capoeira veio da África
O senso comum aponta que a capoeira foi trazida da África por escravos. Porém, a história mostra que a mistura de dança e luta foi desenvolvida no Brasil. Tanto que o nome capoeira não é de origem africana. A palavra vem, na realidade, do tupi kapu’era (mata que foi). Apesar de brasileira, a dança realmente tem influência africana. Ela é descendente de uma dança africana chamada de n’golo (dança da zebra),

Mito 5 – A feijoada é um prato brasileiro
O senso comum também aponta a feijoada como um prato brasileiro e que foi criado por escravos. Esse é mais um engano. Na realidade, o prato nasceu na Europa e acabou sendo adaptado no Brasil. O historiador Henrique Carneiro aponta que um dos pratos que deu origem à feijoada é o cassoulet francês (feito com feijão branco). Ele diz que até mesmo na Polônia existe uma feijoada polonesa chamada tsholem. No Brasil, ela foi prato da elite na época da escravidão.

Mito 6 – Princesa Isabel é uma heroína e libertou escravos
Se Zumbi dos Palmares não é um heroi, a Princesa Isabel também não pode ser considerada. Apesar de ter dado o “canetaço” que aboliu a escravatura no Brasil, ela nada mais fez do que acatar pressões vindas da Inglaterra (nação mais poderosa da época). A preocupação dos ingleses era com o baixo preço do açúcar, que caia com ajuda da mão de obra barata. A prova de que ela não fez “nada de mais” é que o Brasil foi o último país da América Latina a acabar com a escravatura.

Mito 7 – Lei Áurea acabou com a escravidão
Apesar de representar o fim de uma era, a Lei Áurea não resolveu o problema da escravidão. Apenas mudou a forma que era feita a atividade. “Livres”, os negros passaram a contrair dívidas praticamente impagáveis e ficavam o resto das vidas para pagar as dívidas. Até hoje, é possível encontrar trabalhos análogos à escravidão em alguns locais do Brasil também relacionados a dívidas. Ou seja, não foi a Lei Áurea que resolveu o problema.

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Inserir clipe em HTML no NVU
30 de outubro de 2015 | Autor:

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Biblioteca
30 de outubro de 2015 | Autor:

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São exatamente esses que ganham fortunas sem trabalhar, enquanto os concursados, que são servidores do quadro ativo permanente da União, ganha uma miséria para carregar o serviço público nas costas e ainda leva a culpa das falcatruas, dos déficits, da falta de dinheiro, dos rombos e tudo mais.

Se os procuradores do Ministério Público, os juízes de primeira instância e os policiais federais não fossem servidores públicos concursados, não existiria a operação Lava Jato e o Brasil continuaria atolado na lama da corrupção sem que o povo soubesse de nada e sem qualquer corrupto na cadeia. Leia aqui

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A geração de Proteus (1977)
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Explosão de bueiro na China
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Yakissoba (receita)
18 de outubro de 2015 | Autor:

Um prato tradicional da culinária oriental, o yakissoba é prático, feito com macarrão instantâneo e cheio de sabor.

[singlepic id=442 w=320 h=240 float=right]Para o macarrão:

  • Macarrão instantâneo, 200 g
  • Óleo de soja, 2 colheres (sopa)
  • Shoyu, 3 colheres (sopa)
  • Óleo de gergelim, a gosto

Para o molho:

  • Filé mignon, 300 g
  • Alho, 1 dente
  • Cebola, ½ unidade
  • Pimentão verde, 60 g
  • Cenoura, 100 g
  • Ervilha torta, 100 g
  • Repolho, ½ unidade
  • Cogumelo, 100 g
  • Shoyu, 3 colheres (sopa)
  • Sal, a gosto

Modo de preparo

  • Pré-cozinhe o macarrão instantâneo e reserve.
  • Depois, em uma panela wok bem quente, refogue o filé mignon em tiras com alho e cebola.
  • Acrescente o pimentão verde e siga mexendo. Coloque a cenoura, a ervilha torta, o repolho e o cogumelo, sempre respeitando o tempo de cozimento de cada um. Tempere com molho shoyu e acerte o sal. Você também pode acrescentar outros ingredientes da sua preferência, como abobrinha, broto de bambu, acelga etc.
  • Agora, em outra frigideira aquecida, frite o macarrão e adicione o óleo de gergelim e o shoyu.
  • Finalize despejando o macarrão frito na wok, misture bem todos os ingredientes e sirva.

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Yakissoba (vídeo)
18 de outubro de 2015 | Autor:

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Strogonoff
18 de outubro de 2015 | Autor:

Picadinho de carne, com molho à base de Creme de Leite.

Ingredientes

  • 4 colheres (sopa) de manteiga
  • 1 quilo de carne em tiras finas (filé mignon, contra-filé ou, alcatra)
  • 2 cebolas picadas
  • meia colher (sopa) de sal
  • 1 pitada de pimenta-do-reino
  • meia xícara (chá) de conhaque
  • 200 g de champignons em conserva fatiados
  • 3 tomates , sem pele e sem semente, picados
  • 2 colheres (sopa) de catchup
  • 1 colher (sopa) de mostarda
  • 1 lata de Creme de Leite NESTLÉ®

Modo de Preparo
Em uma frigideira grande, derreta três colheres (sopa) da manteiga, e doure a carne, aos poucos, em fogo alto, para não juntar suco. Reserve a carne, coloque na frigideira a manteiga restante e refogue a cebola. Junte a carne, tempere com o sal e a pimenta-do-reino. Despeje o conhaque, deixe aquecer e incline levemente a frigideira para que o conhaque incendeie. Deixe flambar até acabar a chama e junte os champignons. Acrescente os tomates, o catchup e a mostarda e misture bem. Abaixe o fogo, tampe a panela e deixe por cerca de 5 minutos. Incorpore delicadamente o Creme de Leite NESTLÉ e retire do fogo antes de ferver. Sirva a seguir com arroz branco e batata palha.

Dicas
Para que a carne fique macia e suculenta, ela deve ser preparada em fogo alto e aos poucos.
Se preferir, substitua a carne pela mesma quantidade de filé de frango em tiras finas ou camarões limpos.
Flambar é a técnica de incendiar os alimentos com bebidas alcoólicas. Desse modo, o álcool evapora e obtemos apenas o aroma da bebida usada.

Sobre a receita
Rendimento: 10 porções
Categoria da Receita: Prato Principal
Tipo de Prato: Carnes vermelhas
Tempo de Preparo: 60 min.
Tempo Total de Preparo: 60 min.
Nível de Dificuldade: Fácil
Custo: $$ – Baixo

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Sem medo do hashi
18 de outubro de 2015 | Autor:

Aprenda como se comportar no restaurante japonês

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Sushis e sashimis não são mais novidades para o público brasileiro. Há tempos, os restaurantes japoneses invadiram o país e (quase) todo mundo sabe comer com os pauzinhos. Em São Paulo, mesmo com a enorme influência da imigração italiana na culinária, existem mais casas desse tipo do que pizzarias.

Mas, apesar de as crianças de hoje em dia terem crescido achando usual comer fatias de salmão cru, muita gente ainda não sabe o que deve ou não fazer diante de uma barca cheia de sashimi, simplesmente, da toalhinha umedecida que chega antes da refeição começar (não, você não deve tomar banho com ela).

O UOL Comidas e Bebidas ouviu o especialista no assunto Jo Takahashi, produtor cultural nissei e autor do blog Jojoscope – conexão Brasil – Japão, e esclarece tudo o que é importante saber para nunca mais dar gafe no japa.

A saudação
Não parece fácil a tarefa, mas, mesmo com toda a concentração no corte preciso do peixe, os sushimen reparam quando você entra no restaurante. E junto com os garçons, gritam: “irashaimase”. É normal não saber como reagir nessa hora. “Não precisa fazer nada. Se quiser, pode só acenar para eles”, afirma Jo. A saudação quer dizer bem-vindo — é para se sentir querido, não intimidado.

Os sapatos
Se for sentar em uma daquelas salinhas com mesas baixas e tatames no chão, precisa tirar os sapatos. Eles trazem sujeira das ruas e não combinam nada com comida. Assim, antes de ir a um restaurante japonês é bom se certificar de que a meia está limpinha e sem furos. Chulé e dedo de fora tampouco vão bem em um ambiente desse tipo.

[singlepic id=438 w=320 h=240 float=left]A toalhinha
Umedecida com água morna, ela chega enrolada, em cima de um pratinho. E você, que trabalhou o dia inteiro, achou o momento perfeito para dar uma geral na sujeira do rosto, do pescoço, dos braços. Tem um lugar especial para isso chamado banheiro. A toalhinha branca – que também pode ser uma cápsula regada com água quente, que cresce na sua frente – serve só para limpar as mãos. “A mania começou nos balcões de sushi, onde o correto é pegar o bolinho de arroz com peixe com as mãos”, conta Jo. Mas isso é outro capítulo.

Os pauzinhos
Se você não sabe manusear os tais palitinhos, chamados de hashi, solicite ao garçom um com elástico na ponta. “Todos os restaurantes já têm isso pronto, não há constrangimento algum em pedir”, afirma o especialista. Algumas casas dispõem inclusive de talheres de modelo ocidental. A única coisa proibida de ir à mesa são as facas, que são consideradas armas. “Por isso, até os empanados vêm fatiados”, conta Jo. Quando não os tiver usando, deixe-os descansando no suporte próprio para isso, apoiados apenas pela ponta, paralelos à borda da mesa, em vez de ficar conversando com eles na mão.

[singlepic id=439 w=320 h=240 float=right]A sopinha
Chamada de missoshiru, o caldo de missô (tradicional pasta de soja) enriquecido por cubinhos de tofu (tipo de queijo de soja) e verduras, é ideal para abrir a refeição. “Ele é reconfortante”, afirma o produtor cultural. Por isso, é chamado de “molhar o hashi”. Serve, inclusive, para soltar supostos grãos de arroz que se prendam nos pauzinhos (atenção: nunca chupe um hashi para limpá-lo!). Mas dá para comer com palitinho? Claro que não. “O correto é pegar a cumbuca com as duas mãos e levá-la até a boca, sem se curvar.” E não precisa tomar tudo de uma vez. “É gostoso passear pelos os pratos e voltar para o missoshiru.”

Missoshiru é sopa tradicional nos restaurantes típicos japoneses.

[singlepic id=440 w=320 h=240 float=left]O sushi
O bolinho de arroz cozido com uma fatia de peixe, camarão ou ovas deve ser comido com as mãos (use, para isso, os dedos polegar, indicador e médio) e nunca pode ser furado — aliás, nenhum prato pode ser atravessado por hashis. “É como ferir o alimento, leva à boca algo que perdeu sua integralidade”, diz Jo. Cortá-lo também é pecado mortal. “Ele tem o tamanho exato para ser comido de uma vez só”, diz Jo. “Repare que o das mulheres, em geral, é menor.”

Em hipótese nenhuma faça isso com o sushi.

Outra coisa é maneira de temperá-lo. O peixe é que tem que ser levado ao shoyu, nunca o arroz. É ele também quem encosta na língua. “O arroz em contato com o céu da boa libera o vinagre e se expande.” E nada de fazer piscininha com eles. “Só um terço da proteína deve ir ao pratinho de molho de soja. E se o sushi vier com algum outro molhinho em cima, não precisa usar o shoyu.Sashimi
As fatias de peixe cru devem ser comidas de pauzinho mesmo e antes do sushi. É aconselhável começar pelos peixes brancos, passar para o atum, para o salmão e deixar o mais especial para o final. A mesma ordem vale para os sushis.

O gengibre
Aquelas fatias fininhas e ardidas são gengibre, raiz usada na culinária e na medicina. O correto é comer uma ou mais entre um e outro sushi para neutralizar o sabor da bocada anterior.

A raiz forte
Em vez de dissolver a bolinha verde que vem na lateral do prato no shoyu, coloque um pedacinho em cima de cada sushi e sashimi. Assim, seu peixe não terá o sabor mascarado.

[singlepic id=441 w=320 h=240 float=right]O yakisoba
Qualquer macarrão pode e deve ser sugado com muito barulho (sim, aquilo que aprendemos, ainda pequenos, que é feio). Como não dá para enrolar os fios no hashi, leve a tigela até perto da boca, empurre um tantinho da massa e sugue o resto. É para voltar a ser criança mesmo.

Sim, você pode fazer barulho para comer yakisoba.

O tempurá
Os deliciosos legumes e frutos do mar empanados vêm acompanhados de um caldo. Esqueça-o ou perderá toda a crocância do prato. “O ideal é comê-los só com sal”, diz Jo.

O saquê
Se servirem a bebida naqueles famigerados copos quadrados, recuse-a. “Aquilo era usado pelos antigos vendedores de arroz, como medida”, diz o especialista. É mais ou menos como tomar cerveja na concha que fica dentro do pote de feijão. Todo restaurante japonês que se preze tem que ter taças de cerâmica ou vidro para o saquê. E nem pense em botar sal na borda. “Isso é usado para mascarar o sabor de marcas de baixa qualidade.”

O chá
Mesmo que você seja viciado em café, dá para abrir uma exceção e tomar um chá verde esse dia. Vai ajudar na digestão e encerrar o ritual. Não custa experimentar. Ah, e não precisa adoçar. Ele é amargo, mas isso também faz parte.

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Nhoque de Espinafre e Ricota à Fiorentina
18 de outubro de 2015 | Autor:

Ingredientes

Nhoque

  • 1 xícara(s) de chá de espinafre cozido
  • 1 xícara(s) de chá de ricota fresca (200 g)
  • 1 colher(es) de sopa de cebola cortada finamente
  • noz-moscada a gosto
  • pimenta-branca moída na hora a gosto
  • queijo parmesão ralado na hora
  • ciboulette finamente picada, a gosto
  • 1 gema de ovo
  • sal refinado a gosto
  • 1/4 xícara(s) de chá de farinha de trigo (80 g)

Molho de manteiga

  • 1/2 xícara(s) de chá de manteiga (100 g)
  • 36 folha(s) de sálvia fresca
  • pinoles a gosto
  • flor de sal a gosto

Modo de preparo

Nhoque
Em uma tigela, junte o espinafre, a ricota ralada, a cebola, a noz-moscada, a pimenta-branca moída na hora, o parmesão, a ciboulette e a gema. Acerte o tempero com o sal, e misture tudo até formar uma massa homogênea.

Adicione a farinha de trigo e misture bem. Faça pequenas bolas e cozinhe em uma panela de água salgada fervente. Quando os nhoques emergirem da água, é sinal de que estão prontos. Remova-os da panela e coloque-os em um prato.

Molho de manteiga
Derreta a manteiga e uma panela até obter uma coloração dourada e forme espuma. Adicione as folhas de sálvia e retire do fogo.

Sirva os nhoques com a manteiga misturada com a sálvia, o parmesão ralado na hora e os pinoles. Salpique a flor de sal por cima antes de servir.

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Molho Curry
18 de outubro de 2015 | Autor:

Ingredientes
1 colher de chá de curry em pó
1 colher de chá de maizena
½ colher de café de sal
1 colher de sopa de margarina
1 lata de creme de leite sem soro

Como fazer
Bata no liqüidificador o leite, o curry, a maizena e o sal.
Em uma panela, esquente a margarina em fogo brando e acrescente aos poucos a mistura.
Acrescente o creme de leite e mexa delicadamente sem deixar ferver.

ATENÇÃO
Esse molho serve para acompanhar peixes ou frango.

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Molho barbecue
18 de outubro de 2015 | Autor:

Ingredientes

  • 1/4 xícara de vinagre de acerola
  • 1/4 xícara de catchup
  • 1 cravo
  • 3 colheres de sopa de açúcar mascavo
  • 3 colheres de sobremesa de páprica doce
  • 3 colheres de sobremesa de molho inglês
  • 2 colheres de sopa de óleo
  • 1 alho batido
  • 1 cebola pequena picada
  • 1 colher de sobremesa de suco de limão

Modo de Preparo
Refogue o alho e a cebola com o óleo, adicione os outros ingredientes e deixe encorpar
Sirva com assados, costela de boi inteira, frango etc

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Minipamonhas
18 de outubro de 2015 | Autor:

Ingredientes

  • 10 espigas de milho
  • 1 e 1/4 de açúcar
  • 300 mililitro (ml) de leite de coco

Modo de preparo
Limpe as espigas e reserve as palhas. Rale o milho para obter uma pasta, junte o leite de coco e coe o resultado. Coloque o açúcar aos poucos, mexendo sempre.

Passe as palhas por água fervente e, depois que esfriarem um pouco, encha-as com a mistura de milho. Amarre a ponta com um cordão ou barbante. Em uma panela grande com água fervente e fogo baixo, coloque as pamonhas costuradas e deixe cozinhar por cerca de uma hora e uma hora e meia.

Para saber se está no ponto, aperte as pamonhas com um garfo, elas devem estar firmes.

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Mapa do boi
18 de outubro de 2015 | Autor:

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O marinheiro de primeira viagem já passou por isso. Você está no açougue, olhando todos aqueles pedaços e nomes de carne. Para que servem cada um deles? Qual eu levo para fazer um picadinho? E a carne de panela da vovó, com que peça é feita?

Para acabar com essas e outras dúvidas, consultamos especialistas no assunto para localizar os cortes bovinos mais populares e apontar as melhores aplicações para cada um deles. Ao observar o mapa acima, tenha em mente que a imagem é uma representação plana do boi e que alguns cortes ficam sobrepostos aos outros.

Embora algumas pessoas ainda falem em carne “de primeira” e “de segunda”, essa classificação foi abandonada, já que não reflete a qualidade do corte, mas sim à quantidade de colágeno que cada um apresenta. “A primeira categoria tem pouco colágeno, a segunda um pouco mais e a terceira tem bastante”, diz Alain Poletto, chef e sócio do Bistrot de Paris.

No entanto, sua quantidade na carne não é algo que se veja a olho nu. Portanto, na hora de comprar, escolha a peça de acordo com a receita que vai fazer e observe a aparência: a carne deve estar fresca, firme e tenra, com uma cor vermelha intensa e uniforme, isto é, sem manchas. Uma boa embalagem e um rótulo completo, onde constem procedência, tipo e datas, também são bons indicativos de controle de qualidade.

Veja a seguir os principais cortes e os preparos adequados para cada um deles:

1 – Músculo dianteiro: um dos cortes mais saudáveis do boi, é uma carne fibrosa, saborosa, pobre em gordura, mas rica em colágeno. Seu cozimento pede bastante calor e umidade, sendo indicado para sopas, caldos de carne e carne de panela.

2 – Peito: possui uma gordura superficial que impede o ressecamento da carne durante o longo tempo de cozimento exigido. Pode ser usado em caldos, sopas, refogados e cozidos em molho.

3 – Pescoço: sendo a continuação do peito, é uma carne semelhante, que pode ser usada nos mesmos preparos. É um corte que requer cozimento longo e é indicado para ensopados, cozidos e caldos.

4 – Acém: é o maior e mais macio dos cortes dianteiros do boi. É uma carne relativamente magra, que requer bastante calor e umidade durante o cozimento e fica boa em ensopados, cozidos de panela e picadinhos.

5 – Cupim: situada no dorso de bois zebuínos originários da Índia, essa carne é fartamente entremeada de gordura e tem sabor único e acentuado. É um corte praticamente desconhecido nos países da Europa, nos Estados Unidos e nos vizinhos Uruguai e Argentina, onde se criam apenas raças europeias. Pede cozimento lento, preferencialmente enrolado em celofane culinário, para que se mantenham os sucos da carne.

6 – Paleta: da pata dianteira do boi, retiram-se três cortes, o peixinho, a raquete e o miolo de paleta. Menos nobres, são carnes suculentas e saborosas, mas que pedem cozimento lento e longo. São cortes indicados para o preparo de picadinhos e cozidos de panela.

7 – Capa de filé: é uma carne saborosa e com médio grau de dureza. Com grande quantidade de nervos e espessa camada de gordura, exige bastante tempo de cozimento. Indicada para ser usada moída, em ensopados e picadinhos.

8 – Filé de costela: também conhecida como costela de ripa ou apenas costela, é a carne que reveste a parte superior da caixa torácica do boi. Com ossos maiores e mais largos, é um corte saboroso que requer longo cozimento, seja no fogão ou na churrasqueira.

9 – Aba do filé: também conhecida como bife do vazio. Por ser uma carne extremamente enervada, é própria para ser preparada moída.

10 – Ponta de agulha: também conhecida como costela de minga, é a carne que reveste as últimas costelas do boi e pertence à categoria dos cortes com mais colágeno. É melhor aproveitada moída ou na churrasqueira.

11 – Contrafilé: também conhecido como entrecôte e bife chorizo, é uma peça grande de onde se origina a bisteca. É ideal para fazer bifes, medalhões e rosbife, podendo ser grelhado no fogão ou na churrasqueira, em alta temperatura e por pouco tempo. Deve ser servido mal passado ou ao ponto.

12 – Filé mignon: é o mais macio dos cortes bovinos e tem sabor menos acentuado que seus “vizinhos” alcatra e contrafilé. A peça é um músculo liso e comprido, sem nervos, fibras ou gorduras. Ideal para bifes altos como o tournedor e o medalhão, também pode ser empregado em rosbifes, picadinhos, estrogonofe, assados e refogados.

13 – Fraldinha: localizada na lateral do boi, é uma peça pequena, porém muito suculenta e macia, apropriada para a churrasqueira, mas também para cozidos de panela, estrogonofe e espetinhos.

14 – Maminha: corte retirado da alcatra, famoso pela maciez, suculência e sabor suave. É uma carne indicada para assados na churrasqueira e no fogão e cozidos de panela.

15 – Alcatra: junto com filé mignon, o contrafilé e a picanha, essa carne faz parte do quarteto nobre das carnes bovinas. É um corte magro e saboroso, do qual se originam outros cinco cortes: a picanha, a maminha, o miolo de alcatra ou baby beef, o tender steak e o top sirloin.

16 – Picanha: criado na década de 1970, é um corte caracterizado pelo sabor acentuado e maciez, garantidos pela camada de gordura externa que o reveste. Famosa no churrasco, também se presta ao preparo de cozidos e assados no forno e na panela.

17 – Patinho: carne magra, com fibras macias, ideal para bife a milanesa, escalopes e carne moída, mas pode ser usada também em cozidos, ensopados e picadinhos.

18 – Coxão mole: como o próprio nome diz, faz parte da coxa do boi. Também conhecido como chã de dentro, é o corte constituído das massas musculares da face interna do coxão, separado do patinho, do lagarto e do coxão-duro. Macio, é ideal para assados, ensopados, picadinhos, escalopes, bife a milanesa ou para carne moída.

19 – Lagarto: localizada na parte traseira do boi, é a peça que separa o coxão duro do coxão mole. Com fibras longas e duras e gordura externa, é uma carne saborosa e versátil, mas pouco suculenta, ideal para assados e cozidos, preferencialmente com molho.

20 – Coxão duro: também conhecido como chã de fora, pois fica na face externa do coxão, é um corte com fibras mais duras e necessita de cozimento mais longo. Apropriado para o preparo de carnes recheadas, cozidos de panela e rosbife, ou moído em refogados e molhos.

21 – Músculo traseiro: é dessa peça que se extrai o ossobuco, famoso corte redondo, com osso e tutano, que deve ser cozido lenta e longamente.

Além de todos esses cortes, que são os mais populares nos açougues e mesas do Brasil, há ainda os chamados miúdos. Trata-se do grupo que engloba os órgãos internos do boi, como fígado, língua, rim, coração e miolo, mais o rabo. Com diferentes sabores e texturas, requerem cuidados especiais de limpeza ou preparo, e sua utilização varia conforma a região e a cultura local.
Fontes: Ministério da Agricultura; Instituto de capacitação profissional CPT – Centro de Produções Técnicas; SIC – Serviço de Informações da Carne; Livro “Carne & Cia”, Nancy de Pilla Montebello e Wilma Maria Coelho Araújo, Editora Senac; Livro “Carnes com prazer”, Ivo Camargo, Dash Editora.

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Macarrão, alho e óleo
18 de outubro de 2015 | Autor:

Ingredientes

  • 1 pacote de macarrão de macarrão 500 g (tipo do macarrão, a gosto)
  • 1 saquinho de alho granulado
  • 1/2 tablete de manteiga (não margarina)
  • 1 colher de sopa de óleo de azeite extra virgem
  • Ervas (manjericão, orégano, salsa, cebolinha, tomilho, vai do gosto)
  • Sal
  • 1 dente de alho
  • Gengibre em pó a gosto
  • 1 folha de louro

Preparo
Quando faltar mais ou menos 5 minutos para ficar no ponto de escorrer o macarrão, comece o preparo da receita
O dente de alho, serve para você untar os pratos onde serão servido o macarrão,
coloque as porções nos pratos já com o cheiro do alho, e enfeite com algumas ervas
Na frigideira quente coloque a manteiga, o azeite, a folha de louro, e o alho granulado
Nesta hora um pouco de agilidade, pois o macarrão escorrido vai para a frigideira, sendo mexido e dosado com sal a gosto, as ervas, o gengibre em pó a gosto também.
Informações Adicionais
Não lave o macarrão nem passe óleo ou gordura nele depois de escorrê-lo. Coloque direto na frigideira.

Receita original aqui

==> Outra receita mais simples, no mesmo site:

Ingredientes

  • 250 g de macarrão espaguete
  • 3 colheres de sopa de óleo de algodão
  • 5 alhos amassados
  • Sal a gosto

Modo de preparo
Cozinhe o macarrão
Em outra panela refogue o alho, com o óleo de algodão e o sal
Mexa bem para não queimar e depois coloque o macarrão
Misture bem e sirva a seguir
E fica a gosto colocar umas pitadas de orégano, dá um gostinho todo especial.

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Como amolar a faca corretamente
18 de outubro de 2015 | Autor:

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