novembro, 2015

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Such a funny night (ao vivo 1969)
23 de novembro de 2015 | Autor:

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Vídeos diversos do primeiro disco (1969)
23 de novembro de 2015 | Autor:

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De um lado estão os sádicos e mercenários que adoram enfiar o dedo no cu dos homens e de outro os que tem um pouco de juízo e bom senso. Ler aqui

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Se o STF tivesse vergonha na cara…
20 de novembro de 2015 | Autor:

“É um quadro muito triste. É lastimável o que nós estamos presenciando. Porque se aguarda daqueles que ocupam cargos importantes, como são os cargos nas chefias do Legislativo, do Executivo e do Judiciário, uma postura que sirva de norte ao cidadão. E essa postura nós não estamos constatando”, Marco Aurélio Mello ao Globo, sobre a situação política brasileira.

Belíssimo o discurso, mas e a ação? Se este ministro realmente quisesse resolver alguma coisa, reuniria os ministros do STF que ainda tem alguma decência e cassariam e enjaulariam a escória petralha que faliu o país e roubou o contribuinte.

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Guerreiros do povo brasileiro?
20 de novembro de 2015 | Autor:

José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoíno, João Paulo Cunha e João Vaccari Neto são guerreiros do povo brasileiro?

Quem foi o filho da puta que disse isso? Quem afirmar tal absurdo tem que ir para a cadeia por incitação, favorecimento e apologia ao crime.

Esses psicopatas que os comunas safados e corruptos querem transformar em guerreiros do povo não passam de ladrões, assassinos, corruptos, sequestradores, torturadores, comunistas acéfalos, tiranos, e outro monte de xingamentos justos e merecidos, e deveriam estar apodrecendo no fundo da terra junto com Dilma, Lula, Franklin Martins, Erenice Guerra e outros tantos comunas criminosos e imprestáveis que emporcalham esta nação.

Na juventude petista só tem idiotas e militontos acéfalos que não enxergam um palmo na frente do nariz. Já fui um militonto do PT, mas acordei a tempo.

Se os milicos tivessem mandado esta escória para o inferno quando os tiveram nas mãos, o contribuinte brasileiro não teria sido roubado como foi nos últimos 13 anos.

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jim_jones

Até os ataques de 11 de Setembro, a maior tragédia envolvendo ações deliberadas contra civis americanos teve lugar em meio à floresta amazônica, no território da Guiana. Há exatamente 37 anos.

Em 18 de novembro de 1979, 918 pessoas morreram em um misto de suicídio coletivo e assassinatos em Jonestown, uma comuna fundada por Jim Jones, pastor e fundador do Templo Popular, uma seita pentecostal cristã de orientação socialista.

Embora algumas pessoas tenham sido mortas a tiros e facadas, a grande maioria pereceu ao beber, sob as ordens do pastor, veneno misturado a um ponche de frutas.

Foi um fim trágico para um projeto utópico iniciado em 1956, no Estado americano de Indiana. Apesar de promover curas “milagrosas” fraudulentas, Jones promoveu ideais igualitários, como impor vestuário modesto para os frequentadores de cultos, distribuição de comida gratuita e mesmo o fornecimento de carvão para famílias mais pobres no inverno, o que atraiu um imenso contingente de fiéis de perfis raciais mais diversos.

Messiânico
Em meados dos anos 60, o Templo Popular se mudou para a Califórnia, um local mais apropriado para os ideais esquerdistas do pastor. Nos anos seguintes, o movimento ganhou popularidade suficiente para que Jones circulasse entre os poderosos – a primeira-dama Rosalynn Carter, por exemplo, encontrou-se várias vezes com ele.

Mas a seita também despertou suspeitas e investigações da mídia americana, que explorou relatos de dissidentes sobre um suposto estilo messiânico e ditatorial do pastor. O escrutínio levou Jones a buscar refúgio na Guiana, onde conseguiu permissão das autoridades locais em 1974 para arrendar um terreno em meio à selva e criar uma comuna longe de olhos mais curiosos.

Jonestown, como o assentamento foi batizado, tinha uma escola, bangalôs e um pavilhão central, além de espaço para que os habitantes plantassem verduras e legumes. O pastor e centenas de seguidores se mudaram para lá em meados de 1977. A única forma de contato com o mundo era um rádio de ondas curtas. Houve relatos de que Jones promovia um regime ditatorial, marcado por punições severas e pela presença de guardas armados para tentar evitar fugas.

O pastor também avisava aos seguidores que os serviços de segurança americanos estavam “conspirando contra Jonestown” e que uma das soluções seria um “suicídio revolucionário”. Algo que, por sinal, teria sido ensaiado algumas vezes em assembleias.

Em 1978, alertado pela preocupação de parentes de integrantes da comuna, o deputado federal Leo Ryan viajou à Guiana com uma delegação de 18 pessoas para visitar Jonestown, Depois de negociar entrada no local, a visita ocorreu em 17 de novembro. No dia seguinte, Ryan e mais quatro pessoas morreram a tiros em uma pista de pouso próxima ao assentamento. Poucas horas depois ocorreu o suicídio coletivo.

Os relatos de sobreviventes falam em um “estado de transe coletivo”, mas uma sinistra gravação dos procedimentos, que inclui discursos de Jones, contém gritos de agonia das pessoas envenenadas. Quem tentou fugir foi morto.

Quando autoridades da Guiana chegaram a Jonestown, o pastor foi encontrado morto com um tiro na cabeça, em uma posição que sugeriu suicídio. Dos habitantes que estavam em Jonestown naquele dia, apenas 35 sobreviveram. Mas também são considerados sobreviventes pessoas como Laura Johnston Kohl, que naquele dia estava na capital guianesa, Georgetown, comprando mantimentos para a comuna.

“Nós éramos visionários que deixaram para trás os confortos da vida urbana e se mudaram para o meio da floresta para criar um modelo de comunidade para o resto do mundo. Jim Jones era articulado para mascarar as partes dele que eram corruptas ou doentes”, explica Kohl, autora de um livro em que relatou suas experiências no culto.

Mais de três décadas depois da tragédia, Jonestown ainda provoca polêmica na Guiana. O terreno da comuna foi “reconquistado” pela floresta, mas há no país quem queira ver o local explorado como ponto turístico, assim como acontece nos antigos campos de concentração nazistas na Europa, por exemplo. Mas o governo do país tem se recusado a considerar a possibilidade.

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Documentos diversos
17 de novembro de 2015 | Autor:

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Voulez Vous
13 de novembro de 2015 | Autor:

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A cartilha do PT
13 de novembro de 2015 | Autor:

O PT divulgou uma cartilha com ataques ao juiz Sergio Moro, aos procuradores da Lava Jato e à imprensa. O texto mostra que o partido não aprendeu com o mensalão. Em vez de apresentar uma defesa convincente, insiste em negar fatos e se dizer vítima de perseguição.

O texto afirma que “o PT nasceu contra a vontade dos poderosos e, por isso, sempre foi perseguido e caluniado”. O discurso poderia funcionar nos anos 80, quando os petistas vendiam estrelinhas e camisetas para financiar suas campanhas.

Para engoli-lo em 2015, seria preciso ignorar a aliança do partido com bancos alimentados por juros altos, frigoríficos alavancados por empréstimos camaradas e empreiteiras abastecidas pelo petrolão.

A cartilha afirma que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso “abriu as portas da política para o poder econômico”. É uma distorção em dose dupla. As portas já estavam abertas há décadas, e continuaram escancaradas nos governos do PT.

Em outra passagem, os petistas culpam FHC pela ruína da Petrobras, mas adotam a tática do “esqueçam o que escrevi”. Há seis meses, o PT prometeu expulsar os filiados condenados na Justiça por corrupção. Agora, sai em defesa do “companheiro” João Vaccari, condenado a 15 anos de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Entre críticas à Lava Jato e ao juiz Moro, a direção do PT diz “lamentar” que “todo o esforço para investigar e punir os desvios ocorridos na Petrobras” corra o risco de ser “comprometido” por abusos de autoridade e falhas processuais. O lamento é tão sincero quanto a torcida de um palmeirense pelo título do Corinthians.

A cartilha também diz que “no fim da linha está o objetivo de cassar o registro do partido, como ocorreu em 1947 com o antigo PCB”. A comparação ofende a memória dos comunistas da época, como Jorge Amado e Carlos Marighella. Eles foram perseguidos e cassados por suas ideias, não por receber pixulecos.

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Thomas Hicks é o nome do britânico-americano que protagonizou uma das histórias mais inacreditáveis de todos os Jogos Olímpicos da história moderna. E, como estamos em meio a uma grande polêmica envolvendo doping, o capítulo da história dos Jogos dedicado a Hicks tem uma pitada, podemos dizer, quase fatal de drogas para melhorar a performance esportiva.

Seu ouro olímpico veio após consumir duas doses de estricnina, comumente usado como veneno de rato, mas que em algum momento foi usado como estimulante, por atuar no sistema nervoso central.

Fazia calor, estava muito úmido, o percurso contava com oito morros para serem vencidos pelos maratonistas, a largada ocorreu às 15h. Dos 32 competidores, 18 desistiram no meio do caminho. Um deles quase morre com uma hemorragia no esôfago provocada pela poeira levantada pelos carros que acompanharam os atletas no trajeto até a linha de chegada. A pista era de terra batida. Só havia uma estação para hidratação ao longo dos 42 quilômetros.

O quarto colocado foi um carteiro cubano que simplesmente parou e tirou um rápido cochilo no meio da prova, porque quilômetros antes ele comera algumas maçãs podres que colhera no percurso.

O primeiro a completar a maratona foi o nova-iorquino Fred Lorz, mas não levou o ouro para casa. Descobriu-se, após a chegada de Lorz, que ele pegara uma carona com seu treinador após o 14º quilômetro, sob a alegação de estar exausto, e fizera boa parte da maratona de carro.

Assim, ele foi desqualificado e o ouro foi para Thomas Hicks.

Hicks, por sua vez, cumpriu os últimos metros carregado pelos ombros pelo treinador. Ele fez boa parte da prova caminhando, e sabia que Lorz já havia cruzado a linha de chegada em primeiro lugar. Para não desistir, recebeu duas doses estricnina que somadas, eram inferiores a 1g.

Para que o “doping” descesse melhor goela abaixo, ingeriu a estricnina com clara de ovos crus. Ainda tomou umas doses de brandy (uma forte bebida alcoólica) para recuperar o fôlego. O historiador George R. Matthews, garante que uma terceira dose de estricnina, com clara de ovo, brandy ou qualquer outra coisa, ocasionaria a morte de Hicks.

Apesar dos estimulantes, não foi desclassificado, e com a exclusão de Lorz, que tomara uma carona no carro do treinador, Thomas Hicks sagrou-se um inacreditável campeão olímpico com o tempo de 3h28s53 – o pior tempo já registrado em todos os tempos em Olimpíadas.

Túnel do tempo
Importante lembrar que isso ocorreu na maratona olímpica de Saint Louis, nos Estados Unidos, em 1904. A prova mais surreal da história dos Jogos Olímpicos.

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Exaustão com esculhambação
11 de novembro de 2015 | Autor:

Faz um mês, havia discussões frenéticas sobre o tamanho da pindaíba do governo, sobre o deficit. Agora, até as previsões dos economistas “do mercado” estão às moscas. Meio que ninguém liga, faz estimativa nova ou acredita em número oficial. As projeções econômicas ora são, na média, uma numeralha incoerente (mais sobre isso mais abaixo).

Em setembro, havia discussões exaltadas sobre o impeachment, nas semanas que se seguiram a mais uma grande manifestação de rua. No final daquele mês, porém, Lula assumiria a regência provisória do governo e, também por isso, “a festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu”. O VemPraRua etc. foram para casa, com perdão da mistura de verso de Drummond com uma nota sobre a militância janota. Sem a perspectiva de derrubada de Dilma, a oposição não tem programa.

O espectro de Eduardo “Presuntada Suíça” Cunha e demais zumbis investigados do Congresso governa o restolho da política do presente. A política do futuro, por assim dizer, por um lado é a “Ponte para o Futuro”, o pré-programa ultraliberal com o qual o PMDB acabou de transformar o PSDB em coadjuvante patético. Por outro lado, é a ponte para o abismo, pois não há governo.

Tudo isso lembra a sujeira que resta de um fim de festa ruim.

Considere-se a conversa econômica. Parece que o deficit primário será de 2,1% do PIB neste ano. Pelo menos é o que se soube ao fim da barafunda estatística da semana passada.

No entanto, a previsão mediana mais recente dos economistas do mercado, de sexta-feira, era de déficit de 0,9% do PIB. A mais pessimista da centena de projeções coletadas semanalmente pelo Banco Central é de deficit de 2% do PIB.

Sim, tudo menor que o deficit já admitido pelo governo. Isto é, ninguém nem mais se deu ao trabalho de atualizar o que em tese é uma projeção importante. Para piorar, Congresso e governo deixam ainda mais no escuro o que será do déficit de 2016 (e seus impactos na economia).

No caso da inflação, a estimativa para 2016 vem subindo e chegou ao teto da meta oficial. Não obstante, prevê-se que a taxa básica de juros, a Selic, vai cair no ano que vem.

Isso seria então previsão de um regime de “dominância fiscal”, debate no qual economistas se engalfinham? Sabe-se lá, pois mal se entendem sobre o uso do conceito de “dominância fiscal”. Por uma versão dele, o BC não elevaria a taxa de juros apenas para não piorar ainda mais a conta de juros da dívida e, pois, o deficit fiscal do governo. Por outra versão, elevar os juros provocaria mais inflação (a política monetária funcionaria de modo invertido). Há mais variantes.

Seja qual for a versão, não se entendem se já estamos em “dominância fiscal”. Se estamos, há polêmica sobre o que fazer a respeito.

Quanto ao BC, insinuou energicamente (sic) que vai elevar a Selic caso exista risco de que inflação de 2016 fure o seu já muito esburacado teto (6,5%) e sobrevenha risco de não se acertar a meta de 4,5% em 2017. Mas isso já é o que o “mercado” está prevendo agora. Pode haver reversão? Sim, se a inflação for puxada para baixo, levada pela atividade econômica para o buraco profundo do inferno onde ela cai, como corpo morto cai. Mas sabe-se lá.

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Estamos à deriva.

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Pior do que Hiroshima
10 de novembro de 2015 | Autor:

O mundo interconectado, como um organismo, é ao mesmo tempo muito resistente e muito sensível a infecções. A mesma rede que promove uma evolução sem precedentes pode ser usada para interferir, sabotar ou destruir estruturas no mundo que teimamos em chamar de “real”. Um bom exemplo está na Stuxnet, bomba digital criada por uma ação conjunta dos governos dos EUA e Israel para desmontar o programa atômico iraniano.

O ataque foi o primeiro caso de violação do espaço soberano de uma nação por outra que não estivesse em guerra declarada, o que abre um precedente para ataques futuros contra serviços de infraestrutura pelo mundo, sem que ocorra uma discussão pública a respeito de suas consequências.

Aonde vão os EUA, o resto do mundo tende a seguir. Vários países já declararam desenvolver seus programas bélicos digitais, entre eles China, Rússia, Reino Unido, França, Alemanha, Irã e Coreia do Norte. Outros têm suas operações digitais camufladas, por medo de alguma represália comercial ou diplomática.

Uma das poucas vantagens de uma guerra é que até hoje o seu custo e os horrores causados por ela são tão grandes que normalmente boa parte dos países opta pela diplomacia em vez da batalha. O ataque digital, ao eliminar boa parte desses custos e camuflar eventuais consequências, pode ser muito mais tentador.

A questão tem preocupado a comunidade científica. Kennette Benedict, diretora do Bulletin of the Atomic Scientists, identificou em um editorial diversos paralelos entre os ataques promovidos por EUA e Israel e as primeiras bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki. Entre eles está a falta de cuidado com que a tecnologia foi desenvolvida.

Em ambos os casos, líderes do governo e da comunidade científica correram para desenvolver suas armas “antes que o outro lado o fizesse” e ignoraram eventuais consequências não só com relação aos danos causados como também com relação à corrida armamentista que surgiria.

A arma digital está deixando de lado seus dias de inocência, em que poderia ser desenvolvida por um adolescente em seu quarto e cujos efeitos mais daninhos poderiam ser a interrupção de algum serviço digital, o furto de informações ou algum dano financeiro.

Hoje um ataque digital pode transformar qualquer coisa em arma, rompendo barragens, incendiando torres de transmissão ou queimando usinas. Desde que os atentados de 11 de Setembro de 2001 nos EUA mostraram que um avião comercial pode ser transformado em míssil, não é preciso detalhar a gravidade de tais eventos.

Como agentes químicos ou biológicos, armas digitais podem ser difíceis de identificar, determinar a origem e, principalmente, controlar. Elas não podem ser recolhidas, seus efeitos dificilmente são precisos e poucas têm a capacidade de autodestruição.

Stuxnet tinha uma instrução que impedia sua propagação depois de três anos de infecção. Isso era uma característica de seu projeto, não um requisito para seu funcionamento. Outras armas podem simplesmente ignorá-la. O que aconteceria se saíssem do controle?

Para piorar, cada arma digital carrega em seu código a estrutura para que novas armas sejam construídas a partir dela. Depois que um dos componentes do programa americano e israelense foi descoberto em 2011, novos ataques explorando a mesma vulnerabilidade apareceram em diversos kits vendidos no mercado negro. Em um ano, essa era a principal porta de entrada usada por criminosos para instalar malware e roubar dados bancários.

O alvo de um ataque digital ou de seu efeito colateral pode ir muito além do projetado. Sistemas logísticos, indústrias, redes de telecomunicações, fornecimento de água, saneamento básico, transações financeiras e parte considerável da Internet podem ser facilmente inutilizados. Sua recuperação, se possível, tende a ser muito lenta. Não há mais áreas isoladas ou protegidas. Todos são igualmente vulneráveis.

A ameaça de um eventual holocausto eletrônico ainda está em seus primeiros dias. Neste estágio, ainda é muito difícil antever o tamanho do dano que poderá ser causado em uma sociedade vítima de suas armas. Se elas não causam os horrores imediatos de Hiroshima e Nagasaki, o caos que podem criar pode ser mais duradouro ou até mais daninho, sobretudo pela dificuldade maior de identificá-lo.

É preciso chamar a atenção para os perigos dos ataques bélicos que utilizem a Internet, e criar uma rede de cooperação internacional que estabeleça instituições para legitimar, controlar e atribuir responsabilidades a determinadas tecnologias e seus usos, prevenindo danos antes que seja tarde demais. Como em todas as outras revoluções digitais, a guerra eletrônica poderá criar uma nova escala de destruição que ofuscará o que foi feito anteriormente.

Chega a ser irônico pensar que o primeiro uso reconhecidamente militar de ataque cibernético tenha sido usado para impedir o avanço no desenvolvimento de armas atômicas, abrindo caminho para uma nova era de destruição em massa sem precedentes.

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Podem ter certeza que isso não foi prejuízo, mas sim ROUBO!

Os brasileiros podem ter certeza que a quadrilha lulo-petista embolsou o dinheiro do contribuinte “na cara-dura”, para pagar as contas da mordomia do molusco imprestável. Leia mais

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Para celebrar o lançamento de seis milhões de libras em bomba no Vietnã do Norte, a Marinha dos EUA marcou a ocasião lançando um vaso sanitário sobre o inimigo.

Essa foto com o avião de ataque Douglas AH-1 Skyraider “armado” com um vaso sanitário pode parecer mentira, mas é real e ele decolou desta forma. Para celebrar os seis milhões de libras (2.721.554 kg) em bombas lançadas sobre o Vietnã do Norte, pilotos da Marinha dos EUA (US Navy) tiveram a brilhante ideia de lançar uma privada sobre o inimigo.

O avião, com codinome “Paper Tiger II” nessa missão, decolou do porta-aviões USS Midway com sua arma “especial” em outubro de 1965 para atacar objetivos no Delta de Mekong, no então Vietnã do Norte. O aparelho foi conduzido pelo comandante Clarence J. Stoddard, que voou acompanhado de seu ala Robin Bacon.

Segundo relato de um controlador de voo que acompanhou o ataque da “bomba-privada”, quando o vaso foi lançado por muito pouco ele não acertou o Skyraider comandado por Bacon, que vinha logo atrás em voo picado (mergulhando). Devido a resistência aerodinâmica e o baixo peso, o objetivo caiu de forma descontrolada e assoviando. Após o ataque, os aviões retornaram com segurança ao USS Midway.

A brincadeira não foi divulgada no porta-aviões e quando a aeronave surgiu no convés de voo com a privada debaixo das asas todos levaram um susto. Passado o ataque e a celebração, os pilotos criaram uma série de piadas para explicar a missão, como a de um ataque bioquímico.

O comandante Clarence J. Stoddard foi o único piloto de Skyraider que conseguiu abater um jato durante a Guerra do Vietnã, um MiG-17. Em 14 de setembro de 1966, Stoddard, porém, acabou abatido por um míssil anti-aéreo e morreu na sequência da queda.

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