novembro, 2016

Qualquer navegador é inseguro no M$-rWindows. Tanto faz ser o Firefox, o Chrome, o Vivaldi, o próprio Edge, o Internet Explorer, o Opera e até mesmo o TorBrowser (baseado no Firefox e compilado para navegação anônima).

O problema não está nos navegadores, mas sim, no sistema que é vulnerável a qualquer tipo de ataque.

A Micro$oft está desesperada porque o Android reina soberano nos smartphones e dispositivos móveis; o IOS dos IPhones e IPads é preferido pela segunda maior parcela de usuários e seu M$-rWindows Mobile “patina no seco” e não “emplaca”, sendo um retumbante fracasso, rendendo à gigante de Redmond um vergonhoso e vexaminoso último lugar com pouquíssimas unidades licenciadas. Até o Bada e o Tizen, ambos baseados no kernel Linux, tem mais usuários que o M$-rWindows Mobile. O Android é baseado no kernel Linux e coloca o sistema criado por Linus Torvalds na primeira posição absoluta de uso no mundo. O M$-rWindows pode estar presente me 90% dos microcomputadores de mesa (PCs) e portáteis (notebooks, netbooks e outros portáteis) da família X86, mas a liderança absoluta e esmagadora em computação móvel é do Android. São mais de bilhões de dispositivos móveis usando Android Linux contra algumas centenas de milhões de PCs e notebooks usando M$-rWindows 10 (irc!)

Abandonei o M$-rWindows desde a versão 8, cuja licença comprei e joguei no lixo. Tenho todas as licenças desde o DOS 6.22, que era o sistema operacional na época em que comprei meu primeiro micro, sendo o Windows 3.1 apenas um gerenciador de janelas do DOS. Comprei, também, as licenças do Wndows 95, Wndows NT 4 Workstation, Wndows 98,Wndows 2000 Pro, Wndows Millenium, Wndows  XP Pro, Wndows 7 Ultimate e Wndows 8 Pro.

A partir de 1999 comecei a usar Linux em dual boot com o M$-rWindows. A primeira distribuição Linux que instalei e usei foi o Conectiva Linux 7, apesar ter adquirido a caixa do Conectiva Linux 5, que não consegui instalar devido a uma omissão na documentação que acompanhava o pacote. Depois passei para o Kurumin Linux, em 2004, quando conheci o gênio fabuloso Carlos Eduardo Morimoto, que ministrou um curso intitulado “Aprendendo e Dominando o Linux”, do qual participei com entusiasmo.

Com o fim do Kurumin Linux, em 2008, adotei o Debian, a distribuição mãe do Kurumin, do Ubuntu e de milhares de outras que vieram e se foram. 

Utilizo também e com grande frequência o ChromeOS,sistema baseado no Gentoo Linux do meu Samsung Chromebook 3, e o Android do meu telefone celular, na maior parte do tempo. 

Obviamente, não sou um evangelizador do Linux. Não faço cruzada contra o M$-rWindows. Tenho, dentro do meu Debian 8, o pacote Virtualbox no qual instalei o Windows XP Pro e também o Windows 7 Ultimate, cujas licenças adquiri regularmente, nas quais “rodo” aplicativos cujas licenças adquiri (paguei caro nelas). Leia mais

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Autobahn (1974)
27 de novembro de 2016 | Autor:

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Filminho interessante
25 de novembro de 2016 | Autor:

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Quando o avião virou arma
25 de novembro de 2016 | Autor:

Itália foi o primeiro país a usar aviões em combate, em 1911, contra o antigo Império Otomano.

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Antiga ilustração mostra o drama de soldados otomanos próximos do ataque de um Taube italiano (Domínio Público)

O primeiro voo do 14 Bis em Paris aconteceu em 23 de outubro de 1906, surpreendendo de imediato toda a Europa e o mundo. Estava provado, o homem podia voar. Alberto Santos Dumont, que tratava o avião como uma arte, porém, não imaginava que em pouquíssimo tempo seu invento seria transformado em uma mortífera máquina de guerra.

Menos de cinco anos após o voo do inventor brasileiro sobre a Praça de Bagatelle, na capital da França, a Itália já estava lançando bombas a partir do novo e revolucionário meio aéreo. Em 1911, a Itália de Benito Mussolini entrou em guerra contra o antigo Império Otomano, hoje a Turquia, no conflito atualmente conhecido como “Guerra Ítalo-Turca”.

No início do século XX, as técnicas de combate não eram tão diferentes quanto às que vinham sendo aplicadas nos últimos 100 anos. A base dos exércitos nesse tempo, mesmo os considerados mais modernos, era de soldados com fuzis de recarga manual, canhões e a cavalaria. Por conta desse “marasmo” tecnológico, o avião surgiu causando um impacto imenso, em todos os sentidos.

O primeiro avião militar foi o frágil Blériot XI, o mesmo utilizado por Louis Blériot em 1909 na primeira travessia aérea do Canal da Mancha. Era uma aeronave construída de madeira e tecido. O motor, de 25 hp, permitia voar a 75 km/h e alcançar até 1.000 metros de altitude. Em 1911, eram números que emocionavam generais.

Primeira missão

No dia 23 de outubro, o exército italiano executou o que é considerada a primeira operação militar da história com uma aeronave. Nesse dia, o capitão italiano Carlo Piazza voou com um Blériot XI sobre o interior de Trípoli, hoje na Líbia e na época um território otomano, em missão de reconhecimento para marcar as posições inimigas.

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Foto de 1911 mostra o capitão Piazza no posto de comando de um Blériot XI (Domínio Público)

Nove dia depois da missão de Piazza, em 1º de novembro, a Itália realizou o primeiro bombardeiro aéreo. O militar responsável pela proeza foi o tenente Giolio Gavotti, que lançou pequenas bombas manualmente sobre tropas otomanas em Trípoli, a partir de um Etrich Taube, avião fabricado na Alemanha – e também o primeiro avião militar alemão.

As bombas lançadas pelos bombardeiros italianos pesavam cerca de 1,5 kg. No Taube, era possível carregar quatro desses artefatos, com explosivos compostos de dinamite. O ataque era como o de uma granada de mão: o piloto puxava um pino (geralmente com a boca) e lançava a bomba em baixa altitude com uma mão para fora do avião, enquanto a outra permanecia no manche.

O Taube, que em alemão significa “Pomba”, era um pouco maior que o Blériot XI e também mais potente, com motor de 85 hp. Já o tecido que revestia a fuselagem era tão fino que o avião praticamente ficava invisível no céu quando voava a mais de 400 metros de altitude, fator que também o tornava uma plataforma ideal para operações de reconhecimento.

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O Taube, bombardeiro usado pelo italianos, podia carregar até quatro bombas de 1,5 kg (Domínio Público)

Após as primeiras experiências, o exército italiano continuou com os voos de reconhecimento e bombardeiro contra o Império Otomano, cujos combates ficaram concentrados na região costeira da Líbia. Invariavelmente, os italianos também tiveram a primazia de ter o primeiro avião abatido da história. Em 1912, soldados otomanos derrubaram um Taube a tiros de fuzil. Foi o único abate no conflito.

Os danos causados pelos aviões italianos contra as forças otomanas são desconhecidos, mas levam a crer que foram positivos. Em 18 de outubro de 1912, o conflito foi encerrado e a Itália incorporou o território da Líbia ao seu reino. Cerca de 12.000 militares e civis das duas nações morreram durante o conflito – a Líbia se tornou independente da Itália somente em 1952.

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O lançamento manual de bombas foi realizado até o final da Primeira Guerra Mundial (Domínio Público)

México, o outro pioneiro da guerra aérea

Ao mesmo tempo que o conflito entre Itália e o Império Otomano terminava, outro começava no México. Em 1910, o exército mexicano enfrentava dura oposição de rebeldes, que buscavam derrubar o regime político em vigor no país. Eram os primeiros capítulos da Revolução Mexicana, a primeira das grandes revoluções do século XX. E lá estava o avião.

Porfírio Diaz, ditador do México entre 1876 e 1911, foi um dos primeiros governantes do mundo nesse tempo que se interessou pela aviação. Em 1912, o exército mexicano já estava equipado com dois monoplanos Moisant-Blériot, uma versão mais avançada do Blériot XI desenvolvida pelo engenheiro aeronáutico norte-americano John Moisant em parceria com Louis Blériot. Um modelo tinha motor de 60 hp e outro com 100 hp, um “jato” naquela época.

Nesse mesmo ano, esses aviões foram utilizados em operações de reconhecimento durante a “Rebelião de Orozco”, liderada pelo revolucionário mexicano Pascual Orozco. Entusiasmado com os resultados obtidos, o ditador mexicano bancou a formação de 31 pilotos militares na França e adquiriu mais 20 aviões.

A técnica de bombardeiro usada pelos aviadores italianos também foi aplicada no México. O primeiro ataque desse tipo no país aconteceu em abril de 1913, quando aviões da forças federais bombardearam alvos no Campo de Balbuena, na capital Cidade do México.

Um ano depois, em 14 de abril de 1913, o aviador mexicano Gustavo Salinas realizou o primeiro ataque aéreo da história contra uma embarcação. No episódio, que ficou conhecido como “Batalha de Topolobampo”, um rústico biplano Glenn Martin Sonora lançou bombas contra o navio Huerta Guerrero. Nenhuma delas acertou o alvo, mas foi o suficiente para espantar a ameaça das proximidades.

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O primeiro ataque aéreo contra um navio foi realizado pela aviação mexicana, em 1913 (Domínio Público)

Até mesmo Pancho Villa, famoso líder da Revolução Mexicana, precisou fugir de aviões, especialmente durante o período da intervenção dos Estados Unidos no conflito, que já batia em sua fronteira no sul. Em 1916, as forças americanas organizaram diversos meios para “caçar” o líder revolucionário e suas tropas e um deles era busca inédita com ajuda de aviões, missão incumbida ao primitivo biplano Curtiss JN-3 “Jenny”. Já o exército de Emiliano Zapata foi perseguido por tropas e aviões mexicanos.

Os primeiros conflitos do século XX logo evidenciaram a importância e a eficiência da “arma aérea”. A consagração da tecnologia aconteceu durante a Primeira Guerra Mundial, entre 1914 e 1918, com importantes evoluções de motorização e armamentos que permitiram a criação de aviões de reconhecimento de longo alcance, bombardeiros capazes de carregar até uma tonelada de bombas e, por consequência, as aeronaves de caça capazes de derrubá-los.

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A GVT virou VIVO e MORREU
24 de novembro de 2016 | Autor:

A empresa de telefonia fixa chamada Global Village Telecom, cuja sigla era GVT, foi comprada pela empresa espanhola Telefônica, detentora da marca Vivo no Brasil e desde a sua fusão com a Vivo, a GVT morreu, em todos os sentidos. Leia mais…

Categoria(s): Informática |  Comente
Xfce e ferramentas úteis
19 de novembro de 2016 | Autor:

Se você utiliza o Xfce, experimente estas ferramentas:

1. Editor de Texto na interface gráfica
Dois editores muito práticos:
# apt-get install geany bluefish mousepad

2. Navegador
Três opções de navegadores:
# apt-get install midori chromium iceweasel

3. Gravar CD/DVD
# apt-get install xfburn

4. Audio & Video Player
# apt-get install xfmedia

5. Visualizador de imagem
Duas opções:
# apt-get install ristretto mcomix

6. Captura de tela
# apt-get install shutter

7. Leitor de arquivos pdf
# apt-get install xpdf

8. Instant messenger
# apt-get install pidgin

9. cliente de ftp
# apt-get install gftp

10. Midia player
# apt-get install gxine

11. Multimedia Playback
Três opções:
# apt-get install xmms2 audacious vlc smplayer

12. “Ripar” DVD
# apt-get install handbrake

13. Editar vídeo
# apt-get install openshot kdenlive

14. Multimedia Misc
Um construtor de DVD e de vídeo slide-show leve e simples
# apt-get install imagination

15. Ferramenta de diagramação
# apt-get install dia

16. Calculadora
# apt-get install galculator

17. Torrent
A distribuição Debian inclui diversas ferramentas para torrent, tais como: Azureus, BitTornado, KTorrent, Transmission e o original BitTorrent. Por ser muito simples e leve, atualmente estou preferindo o transmission.
# apt-get install transmission

18. Seletor de cores
# apt-get install gcolor2

19. Drivers multimidia
apt-get install ffmpeg mencoder smplayer vlc gxine gstreamer0.10-plugins-ugly libdvdcss2 libdvbpsi9 libdvdread4 libdvdnav4 lsdvd lame easytag soundconverter asunder libdca0 libmad0 mpg123 mpg321 twolame easymp3gain-data

Ou ainda, juntando tudo (exceto os drivers multimidia)…
# apt-get install geany bluefish mousepad midori chromium iceweasel xfburn xfmedia ristretto mcomix xpdf pidgin gftp gxine xmms2 audacious vlc smplayer handbrake openshot imagination dia galculator transmission gcolor2 kdenlive

Referências:
Xfce suggested applications

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Humor
16 de novembro de 2016 | Autor:
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Pastor Adélio – Física quantica de Jesus
16 de novembro de 2016 | Autor:

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Boy Meet Girls – Waiting for a start to fall
16 de novembro de 2016 | Autor:

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Radioactivity
3 de novembro de 2016 | Autor:

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Dicas de linhas de comando no servidor
3 de novembro de 2016 | Autor:
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Maria Isabel – Espanha
3 de novembro de 2016 | Autor:
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Varig 254 (1989)
2 de novembro de 2016 | Autor:

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Acidentes e desastres
2 de novembro de 2016 | Autor:

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Porque te vas (ao vivo – 1974)
2 de novembro de 2016 | Autor:

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Mesmo com o atraso da Anvisa (agência reguladora) para definir as normas para vacinação e atendimentos clínicos em farmácias, as grandes redes do setor já se preparam para oferecer o serviço.

No caso da Pague Menos, mais da metade das lojas já têm um espaço para atendimento. “Até o fim de 2017, todas as unidades terão estrutura”, diz o fundador da empresa, Deusmar Queirós.

As companhias têm se reunido com fornecedores nos últimos meses com a expectativa de que as regras saiam até o fim de 2016, segundo Sérgio Mena Barreto, presidente-executivo da Abrafarma, que reúne as grandes redes.

A Ascensia, que planeja fazer monitoramento de glicemia nas lojas, já tem parcerias com farmácias, “que serão implementadas assim que as regras forem aprovadas”, afirma Patricia Gaillard, gerente-geral da empresa no país.

A Anvisa ainda não tem uma previsão para as normas.

A prestação de serviços não é proibida por lei, mas, sem uma regulamentação específica, não há segurança jurídica para a implementação, avalia o sócio da Trench, Rossi e Watanabe, Henrique Frizzo.

Em abril, a Anvisa prometera resolver a questão, mas postergou o processo após avaliar que seria preciso fazer uma nova resolução.

Algumas redes já oferecem os serviços, respaldadas por regras locais, como a carioca A Nossa Drogaria.

“Se a Anvisa não regular nacionalmente, iniciativas vão ser aprovadas em municípios e Estados. Vai virar uma colcha de retalhos legislativa”, afirma o sócio-diretor da empresa Eduardo Pereira.

Faturamento em bilhoes das farmacias

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Janeiro a agosto

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