julho, 2018

Serial pode ser facilmente desinstalado e usado em outra máquina.

Por Helito Bijora, para o TechTudo

25/07/2018 07h00 Atualizado há 11 horas

OWindows 10 permite que o usuário transfira a licença do sistema de PC. Para isso, é possível desinstalar o código sem precisar formatar a máquina. A ideia é útil para quem tem uma cópia original do sistema da Microsoft e pretende trocar de computador. Dessa forma, você pode remover o número de série do equipamento antigo e colocá-lo em uma novo de forma simples.

No tutorial a seguir, saiba como desinstalar o serial do Windows 10 de um PC e transferi-lo para outro. O procedimento vale para qualquer uma das edições do sistema — tanto a Pro quanto a Home. É necessário possuir acesso a uma conta de usuário com privilégios administrativos, ou seja, com permissão para alterar as configurações.

Quais licenças podem ser transferidas?
Basicamente, você pode transferir apenas licenças de cópias do Windows 10 adquiridos à parte — seja em mídia física ou formato digital (download). O mesmo vale para as versões anteriores do sistema, como o Windows 7 e 8, que receberam o upgrade. Neste caso, é possível usar a chave de ativação em qualquer computador.

Por outro lado, licenças do tipo OEM são atreladas ao hardware e só podem ser usadas no PC em que o sistema veio instalado originalmente. A condição também se aplica aos computadores adquiridos com o Windows 7 ou 8 e que foram atualizados para o sistema mais recente.

Como transferir a licença do Windows 10
Passo 1. No computador antigo, use a busca da Cortana e pesquise por “cmd”. Clique com o botão direito do mouse sobre o primeiro resultado e, no menu de contexto, clique em “Executar como administrador”;

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Passo 2. Agora, na janela do Prompt de Comando, digite “slmgr /upk” (sem aspas) e pressione “Enter”. Isso remove o serial e desinstala a licença do Windows 10 do PC antigo;

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Passo 3. No computador novo, abra o Prompt de Comando com privilégios administrativos, conforme o primeiro passo. Dessa vez, entre com “slmgr /ipk XXXXX-XXXXX-XXXXX-XXXXX-XXXXX” (sem aspas). Substitua os “Xs” pelo número de série da licença.

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Pronto. A licença será transferida para o seu novo PC. Caso queira conferir o resultado, use o comando “slmgr /dlv” e verifique a situação na linha “Status da Licença”.

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RESOLUÇÃO CFM nº 1.672/2003

 

Dispõe sobre o transporte inter-hospitalar de pacientes e dá outras providências.

 

 

                        O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958,e

 

                        CONSIDERANDO que os Conselhos Federal e Regionais de Medicina são os órgãos supervisores e disciplinadores da classe médica, bem como fiscalizadores do exercício profissional médico, devendo, portanto, zelar pelas condições adequadas dos serviços médicos prestados à população;

 

                        CONSIDERANDO que a responsabilidade fundamental da atividade médica é procurar preservar a vida, aliviar o sofrimento, promover a saúde e melhorar a qualidade e a eficácia do tratamento emergencial;

 

                        CONSIDERANDO a existência de serviços de atendimento pré-hospitalar que prestam atendimentos de urgência/emergência à população, com veículos já padronizados;

 

                        CONSIDERANDO que o transporte de pacientes através de ambulâncias, com os equipamentos necessários e competente classificação, está devidamente estabelecido pelas Resoluções CFM nº 1.671/2003 e nº 1.596/2000 (transporte aeromédico), além de normatização  específica do Ministério da Saúde;

 

                        CONSIDERANDO que a ambulância tipo A, denominada ambulância de transporte, é o veículo destinado ao transporte em decúbito horizontal de pacientes que não apresentam risco de vida, para remoções simples e de caráter eletivo;

 

                        CONSIDERANDO que a ambulância tipo B, denominada ambulância de suporte básico, é o veículo destinado ao transporte pré-hospitalar de pacientes com risco de vida desconhecido e transporte inter-hospitalar, contendo apenas os equipamentos mínimos à manutenção da vida;

 

                        CONSIDERANDO que a ambulância tipo C, denominada ambulância de resgate é o veículo de atendimento de emergências pré-hospitalares de pacientes com risco de vida desconhecido, contendo os equipamentos necessários à manutenção da vida;

 

                        CONSIDERANDO que a ambulância tipo D, denominada ambulância de suporte avançado (ASA) ou ambulância UTI móvel, é o veículo destinado ao transporte de pacientes de alto risco de emergências pré-hospitalares e transporte inter-hospitalar, contendo os equipamentos médicos necessários para esta função, sendo obrigatória, quando em serviço a presença do médico em seu interior;

 

                        CONSIDERANDO que a ambulância tipo E, denominada aeronave de transporte médico, é a aeronave de asa fixa ou rotativa utilizada para transporte de pacientes por via aérea, dotada de equipamentos médicos homologados pelos órgãos competentes;

 

                        CONSIDERANDO que a ambulância tipo F, denominada nave de transporte médico, é o veículo motorizado hidroviário destinado ao transporte de pacientes por via marítima ou fluvial, devendo possuir os equipamentos médicos necessários ao atendimento dos mesmos conforme sua gravidade;

 

                        CONSIDERANDO que, de acordo com o Decreto Lei nº 20.391/32 e as Resoluções CFM nºs 1.342/91 e 1.352/92, nenhum estabelecimento de assistência médica pode funcionar sem um responsável médico;

 

                        CONSIDERANDO que os procedimentos e orientações nas ações de transferência da rede hospitalar devem ser supervisionados por médico, não podendo este se omitir na sua função tutelar da vida como bem indisponível;

 

                        CONSIDERANDO que os Conselhos devem regulamentar as condições dos transportes inter-hospitalares no atendimento prestado à população, visando que neles o desempenho ético-profissional da Medicina seja efetivo;

 

                        CONSIDERANDO, finalmente, o decidido na Sessão Plenária realizada em 9/07/03,

 

RESOLVE:

 

                        Art. 1º – Que o sistema de transporte inter-hospitalar de pacientes deverá ser efetuado conforme o abaixo estabelecido:

 

I- O hospital previamente estabelecido como referência não pode negar atendimento aos casos que se enquadrem em sua capacidade de resolução.

 

II- Pacientes com risco de vida não podem ser removidos sem a prévia realização de diagnóstico médico, com obrigatória avaliação e atendimento básico respiratório e hemodinâmico, além da realização de outras medidas urgentes e específicas para cada caso.

 

III- Pacientes graves ou de risco devem ser removidos acompanhados de equipe composta por tripulação mínima de um médico, um profissional de enfermagem e motorista, em ambulância de suporte avançado. Nas situações em que seja tecnicamente impossível o cumprimento desta norma, deve ser avaliado o risco potencial do transporte em relação à permanência do paciente no local de origem.

 

IV- Antes de decidir a remoção do paciente, faz-se necessário realizar contato com o médico receptor ou diretor técnico no hospital de destino, e ter a concordância do(s) mesmo(s).

 

V- Todas as ocorrências inerentes à transferência devem ser registradas no prontuário de origem.

 

VI- Todo paciente removido deve ser acompanhado por relatório completo, legível e assinado (com número do CRM), que passará a integrar o prontuário no destino. Quando do recebimento, o relatório deve ser também assinado pelo médico receptor.

 

VII- Para o transporte, faz-se necessária a obtenção de consentimento após esclarecimento, por escrito, assinado pelo paciente ou seu responsável legal. Isto pode ser dispensado quando houver risco de morte e impossibilidade de localização do(s) responsável(is). Nesta circunstância, o médico solicitante pode autorizar o transporte, documentando devidamente tal fato no prontuário.

 

VIII-  A responsabilidade inicial da remoção é do médico transferente, assistente ou substituto, até que o paciente seja efetivamente recebido pelo médico receptor.

  1. a)a responsabilidade para o transporte, quando realizado por Ambulância tipo D, E ou F é do médico da ambulância, até sua chegada ao local de destino e efetiva recepção por outro médico.
  2. b) as providências administrativas e operacionais para o transporte não são de responsabilidade médica.

 

IX- O transporte de paciente neonatal deverá ser realizado em ambulância do tipo D, aeronave ou nave contendo:

 

  1. a) incubadora de transporte de recém-nascido com bateria e ligação à tomada do veículo (12 volts), suporte em seu próprio pedestal para cilindro de oxigênio e ar comprimido, controle de temperatura com alarme. A incubadora deve estar apoiada sobre carros com rodas devidamente fixadas quando dentro da ambulância;
  2. b) respirador de transporte neonatal;
  3. c) nos demaisitens, deve contera mesma aparelhagem e medicamentos de suporte avançado, com os tamanhos e especificações adequadas ao uso neonatal.

 

                        Art. 2º – Os médicos diretores técnicos das instituições, inclusive os dos serviços de atendimento pré-hospitalar, serão responsáveis pela efetiva aplicação destas normas.

 

                        Art. 3º – Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, sendo revogadas as disposições em contrário.

Brasília-DF, 9 de julho de 2003.

 

EDSON DE OLIVEIRA ANDRADE                               RUBENS DOS SANTOS SILVA

                 Presidente                                                                  Secretário – Geral

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Antonina – janeiro de 2018
17 de julho de 2018 | Autor:

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Um muro invisível contra radiação
15 de julho de 2018 | Autor:

Um campo de força invisível e impenetrável, a cerca de 11 mil km da superfície da Terra, protege nosso planeta de doses letais de radiação. A descoberta surpreendente e até agora inexplicada foi feita por uma dupla de satélites da Nasa e reportada na edição de hoje da revista científica britânica “Nature”.

Lançadas em 2012, as Van Allen Probes tinham por principal objetivo estudar os chamados cinturões de Van Allen, dois anéis de radiação concentrada produzidos pela interação do campo magnético da Terra com a torrente de partículas carregadas emanada constantemente do Sol.

Os cinturões, aliás, foram a primeira descoberta da era espacial, feita em 1958 pelo cientista americano James Van Allen, da Universidade de Iowa, com dados colhidos pelo primeiro satélite ianque, o Explorer-1. A ambição original do pesquisador era estudar raios cósmicos, mas o satélite acabou fazendo a detecção de uma concentração anormal de partículas.

Originalmente foram detectados dois cinturões: um mais baixo, entre 600 e 10 mil km de altitude, concentra prótons de alta energia, e outro mais distante, entre 13,5 mil e 57,6 mil km de altitude, agrupa elétrons de alta energia.

A nova surpresa só foi possível agora, graças aos instrumentos mais sofisticados já usados para explorar o ambiente dos cinturões. Os cientistas liderados por Dan Baker, ex-aluno do próprio Van Allen e pesquisador da Universidade do Colorado em Boulder, perceberam que todos os elétrons com os níveis mais altos de energia, que viajam em velocidades próximas à da luz, eram barrados um pouco acima do primeiro dos cinturões. Nenhum deles conseguia passar a barreira dos 11 mil km.

Ainda bem para nós, pois essa seria uma radiação nociva, se chegasse à superfície da Terra. Mas a surpresa é que o bloqueio abrupto observado contraria a expectativa original dos pesquisadres. Eles imaginavam que esses elétrons fossem detidos gradualmente pela atmosfera terrestre, conforme aconteciam colisões entre eles e as moléculas de ar. Uma barreira distinta a 11 mil km é totalmente incompatível com essa premissa.

“É quase como se esses elétrons estivessem trombando com uma parede de vidro no espaço”, disse Baker, em nota. “É um fenômeno extremamente intrigante.”

Mistério
Os cientistas ainda não têm uma explicação clara do que daria origem à barreira, mas o campo magnético da Terra parece não ter nada a ver com isso. Para descartar essa hipótese, eles estudaram com especial atenção o comportamento dos elétrons sobre o Atlântico Sul. Por alguma razão pouco compreendida, o campo magnético do planeta é mais fraco naquela região — tanto que os cinturões de Van Allen chegam um pouco mais perto da superfície por ali. Se a barreira invisível fosse causada pelo magnetismo terrestre, seria natural que os elétrons conseguissem maior penetração por ali. Mas não. Mesmo naquele ponto o fim da linha é ao redor dos 11 mil km.

Por enquanto, a melhor ideia com que Baker e seus colegas conseguiram se sair é a de que as poucas moléculas gasosas presentes àquela altitude formam um gás ionizado chamado de plasmasfera, que por sua vez emite ondas eletromagnéticas de baixa frequência. Seriam elas as responsáveis por rebater os elétrons altamente energéticos.

Como testar a hipótese? O segredo é continuar monitorando os cinturões, em busca de novas pistas do mistério. E é exatamente o que as Van Allen Probes vão fazer. Uma das descobertas já realizadas pelos satélites é que, durante momentos de grande atividade solar, os dois cinturões se desdobram em três. Recentemente, os pesquisadores envolvidos com a sonda desenvolveram software para apresentar as condições daquela região do espaço praticamente em tempo real, o que facilita o acompanhamento dinâmico dos cinturões.

A compreensão desses fenômenos é fundamental para proteger nossos satélites em órbita, que podem ser danificados pela radiação concentrada dos cinturões. E também é importante para garantir a saúde dos astronautas que porventura viajem além da órbita terrestre baixa. Os tripulantes das missões Apollo, que visitaram as imediações da Lua entre 1968 e 1972, tiveram de atravessar os cinturões.

Como a travessia foi feita rapidamente, em cerca de 30 minutos, isso não afetou de forma adversa os intrépidos viajantes espaciais. Um fenômeno curioso, contudo, é que muitos deles reportaram a visualização de flashes luminosos durante a travessia. E eles viam isso até quando estavam com os olhos fechados. As tais “visões” eram resultado de partículas energéticas do cinturão colidindo diretamente em células da retina.

NA TV: Neste sábado (29), na GloboNews, o Mensageiro Sideral irá contar a história da próxima espaçonave americana destinada a levar astronautas além da órbita terrestre. O primeiro lançamento de teste da cápsula Órion acontecerá no fim da semana que vem, num voo sem tripulação. E um dos objetivos da missão será justamente avaliar o impacto do mais interno dos cinturões de Van Allen sobre o ambiente no interior do veículo. Tudo isso e muito mais, neste sábado, a partir das 22h, no “Jornal das 10” da GloboNews!

Acompanhe o Mensageiro Sideral no Facebook e no Twitter

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Foram realizadas novas investigações que trouxeram resultados impressionantes relacionados com o primeiro ponto de um processo neurodegenerativo que leva à demência, com especial foco no Alzheimer.

Investigadores da Universidade de Southwestern descrevem a descoberta como sendo o “Big Bang” da doença de Alzheimer. Espera-se que o trabalho leve a novos tratamentos e formas de detetar a doença antes que os principais sintomas se instalem.

Poderá ser o Big Bang no combate ao Alzheimer

Um novo estudo publicado esta semana na eLife foca-se na proteína tau. Esta poderá ser a nova linha de investigação: estudar os emaranhados neurofibrilares que podem acumular e até matar neurónios. 

Esta é talvez a maior descoberta que fizemos até agora, embora, provavelmente, demore algum tempo até que qualquer benefício se materialize ao nível clínico. Isso muda muito a forma como pensamos sobre o problema.

Referiu Marc Diamond, um dos principais investigadores deste estudo.

A investigação moderna de Alzheimer concentra-se numa proteína específica chamada beta-amilóide e suspeita-se que a agregação dessa proteína seja a principal causa patológica dos sintomas da doença. Mas, depois de uma longa série de falhas em testes clínicos de medicamentos destinados a atacar essas placas de beta-amilóide, alguns cientistas estão a voltar as suas atenções para outras investigações.

A TAU poderá ser a chave…

Esta nova investigação concentra-se numa proteína diferente, chamada Tau. Descobriu-se que estas proteínas Tau formam aglomerados anormais no cérebro, chamados emaranhados neurofibrilares, que podem acumular e matar neurónios. Alguns cientistas acreditam que esta é realmente a principal fonte causadora da doença de Alzheimer.

Até agora, não se sabia como ou quando estas proteínas Tau começavam a acumular-se em emaranhados no cérebro. Acreditava-se anteriormente que as proteínas Tau isoladas não tinham uma forma distintamente prejudicial, até que se começaram a agregar com outras proteínas Tau. Mas, nesta nova linha de investigação, foi revelado que uma proteína Tau tóxica, na verdade, apresenta-se de forma desdobrada, expondo partes que geralmente são dobradas no interior, antes de se começarem a agregar.

São essas partes expostas da proteína que permitem a agregação, formando os maiores emaranhados tóxicos.

Olhamos para isto como o ‘Big Bang’ da patologia Tau. Esta é uma maneira de olhar para o início do processo da doença. Isso leva-nos de volta a um ponto muito discreto, onde vemos o aparecimento da primeira mudança molecular que leva à neurodegeneração na doença de Alzheimer.

Referiu Diamond.

Há agora novos caminhos possíveis…

A partir daqui, a investigação está definida para ter dois caminhos de prospeção diferentes. Um primeiro olhar para o desenvolvimento de um teste de diagnóstico simples para detetar sinais desta proteína Tau anormal, seja através de um exame de sangue, ou um teste de fluido espinhal (que não é o ideal). Se estas proteínas tóxicas da Tau puderem ser facilmente detetadas, os clínicos poderão diagnosticar a doença de Alzheimer antes que os principais sintomas cognitivos degenerativos se instalem.

O segundo caminho de investigação que flui para fora desta grande descoberta envolve investigar tratamentos prospetivos de drogas que poderiam interromper o processo de agregação de Tau. Os cientistas apontam para uma nova droga chamada Tafamidis, como o exemplo interessante de um medicamento similar projetado para estabilizar uma proteína que pode acumular-se e causar sintomas adversos.

O Tafamidis foi desenvolvido para retardar o comprometimento da função nervosa causado pela agregação tóxica de uma proteína normalmente inofensiva, chamada Transtirretina, e está atualmente aprovada para uso na Europa e no Japão. No entanto, a FDA (Food and Drug Administration) pediu mais provas clínicas antes de aprovar o medicamento para uso nos Estados Unidos.

Agora que essa alteração inicial na forma das moléculas de Tau foi identificada, os investigadores podem concentrar-se mais efetivamente nos possíveis alvos de drogas para inibir as agregações tóxicas nesse estágio.

Esta nova abordagem está já a permitir que se estudem novos medicamentos que sejam eficazes no bloqueio do processo neurodegeneração… logo no início deste. Se funcionar, a incidência da doença de Alzheimer pode ser substancialmente reduzida. Isso seria incrível.

Concluiu Diamond.

Pese o facto de ainda demorar algum tempo até os resultados serem passados para o nível de tratamento, é já uma nova luz no combate a uma terrível doença que desde há 25 anos para cá tem aumentado a usa incidência.

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Habilitando IPv6 no Linux
13 de julho de 2018 | Autor:

O primeiro código relacionado ao IPv6 foi adicionado ao kernel do Linux na versão 2.1.8 por Pedro Roque, ainda com muitas limitações. Com a versão 2.2.x o suporte ao IPv6 passou a ser compilado junto ao kernel e já apresentava maior estabilidade, entretanto ainda não vinha habilitado por padrão. Hoje em dia, a maioria das distribuições Linux já vem com o suporte ao IPv6 habilitado e com uma boa gama de funcionalidades disponíveis, possibilitando a utilização das principais novidades do IPv6. Para verificar se ele realmente está habilitado em sua máquina, execute em uma janela do terminal o seguinte comando:

       ping6 -c5 ::1

Se o resultado for o seguinte (ou similar):

       # ping6 -c 5 ::1
       PING ::1(::1) 56 data bytes
       64 bytes fro m ::1: icmp_seq=1 ttl=64 time=0.055 ms
       64 bytes fro m ::1: icmp_seq=2 ttl=64 time=0.020 ms
       64 bytes fro m ::1: icmp_seq=3 ttl=64 time=0.033 ms
       64 bytes fro m ::1: icmp_seq=4 ttl=64 time=0.046 ms
       64 bytes fro m ::1: icmp_seq=5 ttl=64 time=0.039 ms

       --- ::1 ping statistics ---
       5 packets transmitted, 5 received, 0% packet loss, time 3996ms
       rtt min/avg/max/mdev = 0.020/0.038/0.055/0.013 ms

significa que o IPv6 está instalado corretamente. No entanto, se sistema não reconhecer este comando ou retornar algum erro, siga as instruções abaixo: Primeiramente, certifique-se de que o kernel suporta IPv6. Tente carregar o módulo IPv6 digitando em uma janela do terminal:

       modprobe ipv6

Se este comando retornar um erro, significa que seu kernel não tem suporte ao IPv6. Nesse caso você deverá recompilar um kernel com suporte ao IPv6. Caso contrário, basta configurar sua distribuição Linux para carregar o módulo IPv6 automaticamente adicionando a linha:

       alias net-PF-10 ipv6

aos seguintes arquivos: 

RedHat – Fedora – Mandriva – SuSE

/etc/modprobe.conf 

Ubuntu – Debian – Slackware

/etc/modprobe.d/aliases 

Se algum dos arquivos citados acima não for encontrado procure por 

/etc/modules.conf. 

Para desabilitar o suporte ao IPv6 basta alterar a linha citada acima para:

       alias net-PF-10 off

Agora, com o IPv6 já instalado, siga as instruções no topo desta página e certifique-se que ele está funcionando corretamente. Para tornar as configurações de endereçamento permanentes:

RedHat – Fedora – Mandriva – SuSE

Adicione ao arquivo 

etc/sysconfig/network 

a seguinte linha:

       NETWORKING_IPV6=yes
       IPV6_DEFAULTGW='endereço IPv6 do gateway'

E adicionar ao arquivo 

/etc/sysconfig/network/ifcfg-'nome da interface' 

a seguinte linha:

       IPV6INIT=yes
       IP6ADDR='endereço IPv6/prefixo'

Em seguida, reinicie as interfaces de rede:

       service network restart

ou

       /etc/init.d/network restart

Ubuntu – Debian – Slackware

Adicione ao arquivo /etc/network/interfaces o seguinte:  

iface eth0 inet6 static

       pre-up modprobe ipv6
       address 'endereço IPv6'
       netmask 64
       gateway 'endereço IPv6 do gateway'

E reinicie a interface de rede:

       ifup –force eth0
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Lula e os 600 milhões de desempregados
13 de julho de 2018 | Autor:

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Servidores
12 de julho de 2018 | Autor:

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Tecnologia
10 de julho de 2018 | Autor:

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Motor rotativo
10 de julho de 2018 | Autor:

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Jack e Gilbert – amigos para sempre
5 de julho de 2018 | Autor:

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Nelma na dança de roda
5 de julho de 2018 | Autor:

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História do Windows – do 1.0 ao 10
4 de julho de 2018 | Autor:

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Sistemas Operacionais
4 de julho de 2018 | Autor:

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Se você quer ver cursos online, mesmo estando offline, instale o Udeler para baixar os vídeos de cursos da Udemy e resolva o seu problema.

Udeler é um aplicativo de download de código aberto e multiplataforma com o qual você pode baixar os vídeos de cursos da Udemy para o seu PC, gratuitamente.

Atualmente, existe uma série de centros de educação em estudo on-line. Alguns deles se concentram apenas na programação e tópicos relacionados à ciência da computação, enquanto outros têm um alcance de tópicos mais amplo. Alguns sites são totalmente gratuitos ou pagos, e outros oferecem cursos pagos e gratuitos.

Tal como a Khan Academy e a Code Academy, a Udemy não é uma recém-chegada neste domínio. É um site onde você pode aprender uma variedade de cursos on-line no seu próprio ritmo, com alguns deles disponíveis gratuitamente.

O problema, porém, é que os usuários às vezes são obrigados a seguir os vídeos apenas quando estão conectados à internet, pois não há uma opção nativa para baixar os vídeos do curso para assistir mais tarde, especialmente quando o usuário está offline.

Felizmente, com o Udeler, você pode resolver essa limitação e assistir os vídeos onde e quando quiser. Nele você visualiza uma lista de todos os seus cursos e pode baixá-los.

Udeler foi escrito em Electron para ter uma interface de usuário minimalista, intuitiva e uniforme em Linux, Mac e Windows OS.

Para instalar o Udeler no Linux via arquivo AppImage e baixar os vídeos de cursos da Udemy, você deve fazer o seguinte:

Passo 1. Abra um terminal (No Unity, use o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Confira se o seu sistema é de 32 bits ou 64 bits, para isso, use o seguinte comando no terminal:
Passo 3. Se seu sistema é de 64 bits, use o comando abaixo para baixar o programa. Se o link estiver desatualizado, acesse essa página, baixe a última versão e salve-o com o nome udeler.appimage:

wget https://github.com/FaisalUmair/udemy-downloader-gui/releases/download/v1.6.0/Udeler-1.6.0-linux-x86_x64.AppImage -O udeler.appimage

Passo 4. Dê permissão de execução para o arquivo baixado;

chmod +x udeler.appimage

Passo 5. Agora instale o programa com o comando;

sudo ./udeler.appimage

Passo 6. Quando você inicia o arquivo pela primeira vez, será perguntado se deseja integrar o programa com o sistema. Clique em “Yes” (Sim) se quiser integrá-lo ou clique em “No” (Não), se não quiser. Se você escolher Sim, o iniciador do programa será adicionado ao menu de aplicativos e ícones de instalação. Se você escolher “No”, sempre terá que iniciá-lo clicando duas vezes no arquivo AppImage.

Assim que você executa o aplicativo, aparece uma tela de login para que você insira as credenciais da sua conta Udemy. Uma vez feito isso, você pode acessar diretamente seus vídeos do curso.

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Banco de dados – midia
4 de julho de 2018 | Autor:

mysqldump -u root -p midia -x -e |gzip > midiazp-x-.sql.gz

mysql -u heinz -p midia

UPDATE wp_options SET option_value = ‘http://zp/midia’ WHERE option_id = 1;

UPDATE wp_options SET option_value = ‘http://zp/midia’ WHERE option_id =37;

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Campeões do mundo de futebol
4 de julho de 2018 | Autor:

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 Ano  Campeão  Vice  Final  Sede
2018 França Croácia 4×2 Russia
2014 Alemanha Argentina 1×0 Brasil
2010 Espanha Holanda 1×0 África do Sul
2006 Itália França 1×1 (5×3 pen) Alemanha
2002 Brasil Alemanha 2×0 Coreia do Sul e Japão
1998 França Brasil 3×0 França
1994 Brasil Italia 0x0 (3×2 pen) Estados Unidos
1990 Alemanha Ocidental Argentina 1×0 Italia
1986 Argentina Alemanha Ocidental 3×2 Mexico
1982 Italia Alemanha Ocidental 3×1 Espanha
1978 Argentina Holanda 3×1 Argentina
1974 Alemanha Ocidental Holanda 2×1 Alemanha Oc.
1970 Brasil Italia 4×1 Mexico
1966 Inglaterra Alemanha Ocidental 4×2 Inglaterra
1962 Brasil Tchecoslovaquia 3×1 Chile
1958 Brasil Suecia 5×2 Suécia
1954 Alemanha Ocidental Hungria 3×2 Suiça
1950 Uruguai Brasil 2×1 Brasil
1938 Italia Hungria 4×2 França
1934 Italia Tchecoslovaquia 2×1 Italia
1930 Uruguai Argentina 4×2 Uruguai
 
 

Observações:

» Resultados de jogo decididos após prorrogação: 1934, 1 a 1 no tempo normal e 2 a 1 resultado final após prorrogação; 1966, 2 a 2 no tempo normal e 4 a 2 após prorrogação; 1978, 1 a 1 e 3 a 1 após prorrogação; 1994, 0 a 0 no tempo normal e após prorrogação, sendo decidido nos penais; 2010 e 2014, 0 a 0 no tempo normal e 1 a 0 na prorrogação.

» A Alemanha é a reunificação da Alemanha Ocidental com a Alemanha Oriental.
» A Russia herdou todas as estatisticas da antiga União Sovietica.
» A Tchecoslováquia não mais existe pois se dissolveu em duas Nações: Republica Checa e Eslováquia.
» Em 1942 e 1946 não houve competição devido a segunda guerra mundial.

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