A medicina de hoje é a mesma de 100, 200, 300 anos atrás.
Vive pendurada em outras ciência e se apropriando do conhecimento gerado e das descobertas e inovações da Farmacologia, bioquímica, imunologia, ENGENHARIA (os equipamentos “médicos” são idealizados, projetados e construídos por ENGENHEIROS).
Medicina não é ciência, é uma profissão que ainda não tem 1000 anos, sendo instituída pelo decreto régio do imperador Frederico II em 1244AD.’., que a criou a partir de uma proto ciência da Saúde, para dar estatus diferenciado a alguns de seus mais fiéis e leais puxa-sacos e dando o nome de medicina em homenagem ao Papa da época, que era da dinastia dos Medicis, ricos comerciantes de Florença que dominava e igreja católica, da qual o imperador tinha sido escomungado e precisava desesperadamente ser rebatizado para não perder o trono.
A “medicina” não existe desde Hipócrates de Cós, menos ainda teve esse nome dado por ele, devido ao termo “médico” ser aplicado, naquele tempo, aos persas, inimigos mortais dos gregos (lembram-se das guerras médicas, entre gregos e persas, lá das aulas de históriado cursinho pré vestibular?).
O “juramento médico” tem dois erros históricos. Se Hipócrates tivesse escrito “juro por Apolo, o médico…” conforme está na primeira frase do juramento, teria tido o mesmo destino de Sócrates: teria sido cicutado por traição!