Donald Trump voltou…

E já está deixando o mundo em desespero.

Em Brasília já está faltando até folhas nos pés de goiabeira isso se já não estão fazendo chá com os galhos.

O luiz bebaço molusco da silva, o minúsculo, inútil e desprezível, um psicótico tóxico metabólico, vagabundo, corrupto, analfabeto que crucificou Tiradentes, condenado pela unanimidade do juízes de três instâncias por corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, descondenado pelo mais medíocre de seus jagunços togados, reeleito presidente da república fraudulentamente para restaurar os esquemas de corrupção espancados pela operação lava jato e que chamou Donald trump de nazista e agora está desesperado se borrando de medo e devendo ter acabado com todo o estoque de fraldas geriátricas de Brasília porque a resposta de Trump virá logo e certamente será com a revelação da delação e Hugo Carvajal, o frango venezuelano.

Trump tirou os EUA do acordo de Paris, que exige do mundo inteiro redução de emissões de carbono, prejudicado delicadamente as economias de praticamente todos os países e isenta a China de cumpri-lo, favorecendo, claramente a expansão dos tentáculos comunistas chineses sobre o mundo. Tirou os EUA da OMS, a mesma Organização Mundial da Saúde que sob interferência direta do genocida falsário Fauci, praticou o maior crime contra a humanidade depois do holocausto e da Unidade 731 de pesquisa com prisioneiros de guerra ao obrigar o mundo inteiro a ser vacinar com fármaco (vacinas são fármacos) cuja tecnologia farmacêutica não tinha passado por ensaios de farmacogenética e farmacotoxicidade, obrigatórios para qualquer produto a ser utilizado com fins terapêuticos em humanos.

Os militantes militontos da Rede Goebbes, a esgotosgera lulopetistE já estão se assanhando, alardeando que a republiqueta bananeira latRino-americana lulopetistE liderará o mundo no lugar dos EUA nas questões climáticas e de saúde pública, mas… O desgoverno do molusco etílico não consegue apagar um incêndio em uma cesta de papéis de banheiro e com a roubalheira que já permitiu na saúde tupiniquim deixou morrer mais brasileiros de dengue neste primeiro mês de 2025, que ainda não acabou, que a COVID matava em seu auge.

 

Trump tira EUA da OMS e do Acordo de Paris, mas não eleva tarifas

Após a cerimônia de posse ontem em Washington, Donald Trump assinou uma série de decretos, colocando em prática muitas de suas promessas de campanha.

O novo presidente, no entanto, não elevou as tarifas de importação no seu primeiro dia de governo, como disse que ia fazer. Trump afirmou que a iniciativa está em estudo e uma sobretaxa de 25% sobre produtos do México e do Canadá deve ser adotada a partir de 1º de fevereiro.

Entre as medidas confirmadas estão:

  • Os EUA deixam a OMS e o programa mundial de prevenção a pandemias e suspendem “futuras transferências de fundos do governo dos Estados Unidos, apoio ou recursos à OMS”.
  • Os EUA abandonam o Acordo de Paris, que prevê medidas para tentar conter o aquecimento global e as mudanças climáticas.
  • Cerca de 1,5 mil pessoas acusadas de invadir o Capitólio em janeiro de 2021 estão perdoadas. A medida não vale para aqueles acusados de cometer atos de violência.
  • Fica suspensa por 75 dias a lei que proíbe o TikTok nos EUA, caso o app não seja vendido para uma empresa americana. Segundo o jornal Wall Street Journal, a China avalia negociar o aplicativo com a rede X, de Elon Musk.
  • O governo dos EUA decreta estado de emergência nacional na fronteira com o México. A medida permite o emprego das forças armadas na região para evitar a entrada de imigrantes.
  • EUA voltam a classificar Cuba como um país “patrocinador do terrorismo” e passa a classificar cartéis internacionais de tráfico de drogas como “organizações terroristas”. A medida permite o uso das forças armadas americanas em ataques a essas organizações, mesmo em territórios estrangeiro soberanos.

Trump: Não precisamos do Brasil

Donald Trump disse que os Estados Unidos não precisam do Brasil. “Eles precisam de nós muito mais que nós deles. Nós não precisamos deles.”

Em seguida, ele acrescentou que espera uma relação bilateral “excelente” com o país.

Trump também voltou a ameaçar taxar em 100% produtos do países do Brics, caso o bloco tente usar moedas locais no comércio internacional, mas disse não acreditar que a ideia vá adiante. “Não há como fazer isso, Vão desistir.”

A proposta já foi levantada por alguns países do bloco, mas não há nenhum projeto concreto para colocá-la em prática. O Brasil faz parte do Brics e, atualmente, preside o bloco.

O presidente Lula disse esperar que os EUA continuem sendo “um parceiro histórico”. “Não queremos briga. Nem com a Venezuela, nem com os americanos, nem com a China, nem com a Índia e nem com a Rússia.”

Repercussão internacional

Líderes globais usaram as mensagens de felicitação a Donald Trump para expressar preocupações e desejos.

O russo Vladimir Putin afirmou estar “aberto ao diálogo” sobre a Ucrânia para alcançar uma “paz duradoura”, e não apenas “uma breve trégua”.

Já Volodymyr Zelensky afirmou que a volta de Trump à Casa Branca representa uma “oportunidade” para alcançar uma “paz justa” na Ucrânia.

De acordo com a comissária Ursula Von der Leyen, a União Europeia quer trabalhar com os EUA para enfrentar “desafios globais” e “fortalecer a segurança comum”.

E o papa Francisco disse esperar que, sob Trump, não haja espaço “para ódio, discriminação ou exclusão” na sociedade americana.

Biden perdoa

Em uma de suas últimas medidas no cargo, Joe Biden concedeu indulto presidencial preventivo a cinco familiares (três irmãos e dois cunhados) e a pessoas consideradas por Trump adversários políticos, como a ex-deputada republicana Liz Cheney e ex-conselheiro-médico da Casa Branca, Anthony Fauci, além de participantes da investigação sobre a invasão do Capitólio, em janeiro de 2021.

Em comunicado, ele justificou o ato como uma forma de prevenir que essas pessoas sejam “alvos de processos injustificados e politicamente motivados”.

Donald Trump ameaçou repetidamente usar o Departamento de Justiça e até as forças militares contra adversários políticos, incluindo a família Biden, após tomar posse.

Ontem, em mensagem a uma repórter da rede de TV NBC, ele classificou o perdão concedido por Biden de “uma vergonha” e afirmou que “muitos são culpados de crimes graves”.

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