As pessoas que mal dominam um micro com M$-Windows pensam que a inteligência artificial é a maior revolução de todos os tempos, mas ela não é.
A IA seria uma revolução se fosse escrita em linguagem não binária (0 e 1, o bit).
Fiz uma disciplina de Inteligência Artificial no Programa de Pós-graduação em Bioinformática (mestrado e doutorado) da UFPR com o Prof. Dr. Roberto Tadeu Raitz, uma das maiores autoridades da área no Brasil, e o que ele nos mostrou é que ela tem mais limitações que aplicações.
O tão falado e festejado “aprendizado de máquina” é coisa velha. Nas distribuições Linux já existe há décadas pois o sistema operacional aprende a comparar versões de pacotes e decidir por conta própria se atualiza cada um ou não.
O IBM Via-Voice, um programa de ditado que converte voz em texto, lançado pela IBM em 1998, há 27 anos atrás, já trazia embutido um subsistema de reconhecimento de palavras novas e treinamento de ditado.