Seguindo determinação de Trump, Nasa apaga do site promessa de levar a primeira mulher e a primeira pessoa negra à Lua

A questão não é de racismo os misoginia (palavrinha inventada por ideologias inúteis e sem nenhum sentido prático além de ofender quem discorda de ideias esdrúxulas, mas de realmente terem pousado na lua.

As dificuldades que SpaceX, Boing e Blue Orign estão tendo para construir um foguete que saia do chão e consiga chegar ao espaço além da órbita da terra sem grandes possibilidades de explodir, coloca êxito das missões Apollo sob alvo de sérias dúvidas, pois mandaram para a lua 10 missões usando um foguete projetado e construído há mais de 60 anos e nenhum deles explodiu. Será que os engenheiros mecânicos do século XXI emburrecem, tornaram-se incompetentes e a engenharia involuiu?

Desceram ao solo lunar com módulos de alunissagem (pouso no solo lunar) extremamente frágeis, com partes aparentemente feitas de papel celofane e cujas dimensões vistas nas fotografias não tinham como comportar os equipamentos, peças do jipe lunar e mais combustível para retornar ao módulo de comando, há mais de sessenta anos.

Falando em fotografias, o maior nó técnico das missões Apollo são as fotografias, mas não pelos motivos que muitos apontam como por exemplo as sombras convergentes, pois consegui este efeito aqui na terra. Quem já trabalhou em estúdio ou laboratório fotográfico ou na revelação de chapas de raposa X em clínicas de diagnóstico por imagens nos tempos em que não existia senadores digitais e usava-se películas de cloro-brometo de prata para fotografar sabe que elas não suportam variações abruptas de temperatura e na lua a temperatura varia de -150ºC,  na sombra para +150°C no sol segundo números da própria NASA, e os filmes fotográficos de 120mm da Kodak não teriam chegado viáveis à terra, não trazendo imagem alguma.

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