Por Que é Difícil Voltar à Lua, Mesmo Para a SpaceX?

Se, em pleno século XXI, com toda a evolução tecnológica, será difícil “voltar” à Lua, então como chegaram lá em 1969? O principal indício de fraude está nas fotografias, não nas sombras não paralelas, mas na simples existência delas, pois filmes fotográficos, que ainda são fabricados, suportam variações BRUSCAS de temperatura apenas na faixa entre +4ºC e +55ºC e na Lua a variação é de -150ºC na sombra a +150ºC na luz solar, segundo informações da própria NASA. Quem fez curso de fotografia profissional e quem trabalhou com chapas de raio X sabe disso.

Respeitosamente, todos os vossos argumentos podem ser convincentes para leigos, mas no frio do laboratório e da lógica científica eles não se sustentam. A questão é que, em 2002, um brasileiro muito esperto chamado André Basílio, que tinha um grande conhecimento de fotografia, física e química, encaminhou um e-mail ao suporte técnico da Kodak pedindo que indicassem uma película que suportasse uma variação NÃO BRUSCA de -88ºC, de Verkoynaski, na Sibéria, até +55ºC, de Azizia, no deserto da Líbia, para uma pesquisa climatológica que ele inventou. A Kodak respondeu dizendo que lamentava não haver, em nenhum fabricante, filme com tal capacidade. A própria Kodak desmentiu a NASA em 2002. Pena que o site dele tenha saído do ar. Todas as emulsões de filmes fotográficos são compostas principalmente de três elementos químicos inorgânicos: o cloro, o bromo e a prata. Estes elementos possuem constantes físicas e químicas imutáveis e, portanto, não é possível criar películas especiais a partir deles. Na revelação de chapas de raios-X, o maior cuidado é com a temperatura; se ela ultrapassar os 40ºC, a chapa vela (queima).