fevereiro, 2009

Bronca do dia
16 de fevereiro de 2009 | Autor:

Acabei de ver na televisão uma reportagem sobre corrida de rua, na qual o apresentador dizia, enfaticamente, que precisa de orientacão e acompanhamento médico para sua prática. Será que até para fazer qualquer tipo de atividade física precisa de orientação e autorização médica? Onde fica o princípio constitucional do direito à privacidade? Onde fica o artigo da CF que diz ” ninguém será obrigado a fazer, ou deixar de fazer qualquer coisa senão em virtude da lei”. Esse tipo de tentativa de ingerência na vida das pessoas é crime, pois viola o sagrado e inalienável direito à privacidade. Médico não é nenhum deus. Não é melhor que ninguém. São os profissionais que mais erram, especialmente na prescrição de fármacos, dos quais sabem, mal e porcamente, o que está escrito nas bulas ou o que os representantes falam. Se essa besteira for levada a sério, logo teremos que contratar um médico para orientar e acompanhar até relações sexuais.

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Seque 3 kg em 3 dias
16 de fevereiro de 2009 | Autor:

Mais uma da série “besteirol diário em doses cavalares”: “Desenvolvido pelo britânico Jason Vale, este programa à base de sucos poderosos – e deliciosos! – melhora seu corpo em apenas 72 horas”. Ao invés de lerem e acreditarem nestas idiotices, leiam um bom livro de bioquímica e descobrirão o quanto charlatões, oportunistas e pseudo-cientistas tentam manipular, com falsas notícias, o povão leigo que acredita em papai-noel, fada-madrinha, duende, pedra filosofal, elixir da longa vida e etc., buscando ascensão meteórica para suas carreiras. -Leiam e tirem suas conclusões. Leia mais…

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Dieta do ovo: coma e fique magrinha!
16 de fevereiro de 2009 | Autor:

“Inclua esse alimento simples e barato no seu cardápio e enxugue até 2 kg em uma semana.” Isso é o que diz a chamada da reportagem, mas onde está publicado este estudo? Quem o fez? Qual o método experimental e estatístico utilizado? Porquê muitos “pesquisadores” e cardiologistas dizem que o ovo tem colesterol e deve ser banido do cardápio? Ou ninguém sabe nada e todos estão errados, ou tem gente que pensa que todos os leitores são idiotas. Leia a reportagem e tire suas próprias conclusões. Leia mais…

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Durante décadas, convivemos com as lâmpadas incandescentes, que com seu devido mérito, cumpriram a missão de levar a luz elétrica a todos – até a chegada das lâmpadas fluorescentes, que são muito mais eficientes, mais econômicas, duram mais e por esses motivos são mais “amigas da natureza”. Leia mais…

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O Centro de Estudos de Reumatologia do Hospital de Clínicas da UFPR precisa de voluntários para realizar estudos de novos medicamentos para tratamento do lúpus eritematoso sistêmico e da artrite reumática. Leia mais…

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As pessoas não usam o M$-rWindows por ser mais fácil, mas sim por causa do mito da facilidade que se criou em torno dele. Este experimento destes dois australianos demonstrou claramente a cultura do “pago é melhor”, sendo que é exatamente o contrário. Paga-se para ter dor de cabeça, pois o M$-rWindows não é seguro e muito menos estável e, ainda, não tem o vasto repertório de aplicativos gratuitos (mais de 18.000 no repositório Debian) disponíveis, todos com qualidade, estabilidade e UTILIDADE, enquanto muitos dos programas proprietários são inúteis, instáveis e caros. Leia mais…
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A Índia que a novela da Globo não vai mostrar
15 de fevereiro de 2009 | Autor:

Um país pobre, sujo, atrasado, no qual a vida de uma vaca vale muito mais que a de um ser humano. As imagens são chocantes e deprimentes. Só abra se você tiver muita coragem. Leia mais…

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Células pequenas indiferenciadas
15 de fevereiro de 2009 | Autor:

O próximo grupo de casos ilustra o alcance das lesões que podem apresentar-se como pequenas células no esfregaço cervical. Estas podem ser encontradas como células isoladas, quando isto é freqüentemente possível para identificar as características nucleares e citoplasmáticas que indicam a natureza das lesões, mas em muitos casos estas células foram achadas em placas densas ou grupos, os quais fazem a avaliação da morfologia celular individual muito difícil. Sob estas circunstâncias é somente possível dar uma avaliação do diagnóstico diferencial.

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Os casos apresentados nesta seção ilustram algumas das circunstâncias, nas quais isto pode ocorrer. Subestimação do grau de anormalidade no esfregaço cervical ocorre quando os esfregaços são feitos abaixo do ideal e quando estão presentes relativamente poucas células anormais. Meticuloso reexame nestes casos normalmente identifica umas poucas células as quais teriam causado suspeita de anormalidades. Este é o tipo do caso que é perdido, quando citologistas estão sob pressão para examinar um número excessivo de lâminas e demonstra a necessidade de uma equipe adequada no laboratório de citologia (publicação do Grupo de trabalho do Colegiado de Citologia Cervical, 1987). Em outros casos, a aparência pode ser mal-interpretada e isto normalmente resulta em infecção ou degeneração. Há também casos quando o prognóstico citológico da anormalidade não é confirmado por biópsia cervical (Byrne et al., 1988). Com o aumento da incidência de infecção por HPV, esfoliação pode ser prevenida por hiperqueratose e paraqueratose e a presença de células queratinizadas no esfregaço é um marco para indicar a necessidade de um seguimento cuidadoso. Os casos 2 a 7 foram tirados de um estudo no qual 902 mulheres foram examinadas colposcopicamente, assim como retirado esfregaço cervical. Vinte e nove mulheres apresentaram anormalidades colposcópicas enquanto seus esfregaços cervicais eram negativos, ou foram descritos como tendo somente alterações infamatórias borderline. Revisão dos materiais citológico e histológico foi possível em 11 casos, proporcionando 22 esfregaços cervicais e 14 espécimes de biópsia. Uma estimativa foi feita para identificar marcadores no esfregaço cervical, os quais poderiam alertar os citologistas para a necessidade de um seguimento adicionaI. Em paralelo, uma série controle de 22 esfregaços sabidamente negativos foram estudados aplicando o mesmo critério. A maioria das características descobertas foram as seguintes: Leia mais…

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Casos problemas
15 de fevereiro de 2009 | Autor:

Nos capítulos anteriores, foi feita uma tentativa para ilustrar o alcance dos aspectos citológicos encontrados nos tipos celulares específicos e também com diferentes lesões patológicas. Este capítulo apresenta casos de maior extensão para ilustrar várias áreas problemáticas na citologia ginecológica. Estas incluem a necessidade de reconhecer os múltiplos tipos de células anormais na lesão combinada, a falha aparente da correlação cito-histológica e o diagnóstico diferencial nas lesões de pequenas células indiferenciadas.

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Ovário
15 de fevereiro de 2009 | Autor:
A citologia dos tumores ovarianos normalmente ocupa-se do estudo do fluido peritoneal ou aspiração com agulha fina de massas ovarianas, e aos leitores são recomendados textos nos quais o assunto é discutido, para maiores detalhes. Esta sessão ilustra os casos ocasionais nos quais o exame do esfregaço vaginal ou cervical sugere a presença provável de carcinoma ovariano. Leia mais…
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Vagina
15 de fevereiro de 2009 | Autor:
Um caso de adenose vaginal benigna é ilustrado em 108 a 112. Aquela paciente não havia sido exposta ao DES intra-útero, assim, foi este um exemplo de adenose vaginal congênita. Casos de adenocarcinoma desenvolvidos em meninas expostas ao DES têm sido mais raros neste país (Inglaterra) do que nos EUA, mas aqui apresentado foi um deles (Buckley et al., 1982). A paciente tinha sido exposta ao DES no primeiro trimestre da gestação de sua mãe. Ela teve uma menarca precoce mas por outro lado esteve bem até começar a usar contraceptivos orais com 16 anos. Aos 17 anos de idade ela apresentou-se com sangra-mento pós-coito, e um tumor foi achado ao exame clínico. Leia mais…
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Citologia de outros locais
15 de fevereiro de 2009 | Autor:

Diversos tipos de cânceres desenvolvem-se em outras estruturas genitais femininas, dentre elas estão: Leia mais…

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Método de blocos celulares
15 de fevereiro de 2009 | Autor:

Como mostrado anteriormente, muito do material coletado da cavidade endometrial é na forma de fragmentos de tecidos ou microbiópsias. Quando concentrados dentro de um bloco celular e processados histologicamente, cortes são semelhantes aos da curetagem endometrial. Esta tem a vantagem de mostrar o padrão tecidual, mas morfologia celular individual pode ser desapercebida, Como o bloco consiste de múltiplos fragmentos com uma variedade de aspectos histológicos, é essencial fazer cortes seriados do bloco, examinando cada parte corte.

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Adenocarcinoma do endométrio
15 de fevereiro de 2009 | Autor:

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Citologia dos aspirados endometriais
15 de fevereiro de 2009 | Autor:

As dificuldades no diagnostico de lesões endometriais através de células presentes no material cervicovaginal têm sido ilustradas. Espera-se que o resultado seja mais seguro com material bem preservado, aspirado diretamente da cavidade uterina. Excelentes resultados têm sido obtidos por alguns (Morse et al., 1982; Skaarland, 1986), mas a interpretação é ainda difícil e além da perícia citológica, destreza considerável é necessária na coleta do aspirado. Leia mais…

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Mola hidatiforme
15 de fevereiro de 2009 | Autor:

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É importante lembrar que o adenocarcinoma do endométrio pode ser perdido pela curetagem (Butler et al., 1971). Devido a isto, ênfase oportuna deve ser dada na presença de células colunares malignas no esfregaço, e uma curetagem negativa não excluiriam investigação adicional. Leia mais…

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Não é excepcional ter alterações escamóides benignas em um adenocarcinoma do endométrio, e esta condição é chamada adenocantoma, Mais raramente o componente escamoso é também maligno e a lesão é então um carcinoma adenoescamoso. A distinção é importante por causa do prognóstico menos favorável no caso de carcinoma adenoescamoso. O diagnóstico é normalmente feito histologicamente, embora a probabilidade de um componente escamoso possa ser predita pela presença de células escamosas anormais no esfregaço. Contudo não é normalmente possível decidir se tais células escamosas são benignas ou malignas. Casos 6 e 7 ilustram este fato. Leia mais…

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Exemplos de adenocarcinoma do endométrio
15 de fevereiro de 2009 | Autor:

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