Finalmente um pouco de lucidez.
A tecnologia farmacêutica usada na vacina de RNAm não passou por ensaios de farmacogenética e de farmacotoxicidade que demonstrassem sê-la isenta de toxicidade a longo prazo e também de atividade sobre a duplicação do DNA e a transcrição do RNA mensageiro, não havendo garantias de quer ela não passa causar mutações que lembrem à anomalias genética e ao surgimento de novas doenças degenerativas e de novos tipos de cânceres. Leia aqui