outubro, 2015

Chorizo de Kobe Beef
18 de outubro de 2015 | Autor:

Ingredientes

  • 1 bife(s) de chorizo de Wagyu
  • sal e pimenta-do-reino a gosto
  • azeite para pincelar

[singlepic id=435 w= h= float=right]Modo de preparo
Em um açougue que ofereça cortes da raça Wagyu, peça um bife de chorizo com 2,5 a 3 cm de espessura.

Relativamente recente no Brasil e ainda pouco comum no país, Kobe Beef é o nome que se dá a qualquer corte do boi da raça Wagyu, de origem japonesa.

A grande diferença da carne desta raça em relação às outras é a farta quantidade de gordura entremeada, o famoso marmoreio, que proporciona sabor e maciez.

Como com qualquer outra carne, o tempo de grelha vai depender do gosto e da potência do fogo. O melhor indicativo de que é hora de virar o bife é a cor bem dourada.

Só depois de um lado selado é que ele pode ser untado com o azeite e temperado com o sal. Fique atento à superfície já dourada: quando começarem a se formar bolhinhas de sangue, é hora de tirar do fogo.

Uma vez fora do fogo, é hora de moer a pimenta-do-reino sobre a carne. No restaurante, ela é servida à parte.

Devido ao sabor amanteigado inigualável, o chef Cortés sugere um acompanhamento mais leve, como uma salada ou legumes grelhados.

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Chili com Carne
18 de outubro de 2015 | Autor:

Ingredientes:

  •     250 grama(s) de feijão
  •     1 cebola grande picada
  •     250 grama(s) de bacon picado
  •     3 dente(s) de alho amassados
  •     500 grama(s) de carne moída
  •     1 pimentão vermelho picado
  •     1 pimentão amarelo picado
  •     1 frasco de ketchup picante
  •     1 lata(s) de extrato de tomate
  •     sal a gosto
  •     1 vidro(s) de azeitonas verdes picadas (opcional)
  •     300 grama(s) de queijo prato ou mussarela ralados

Modo de preparo:
Cozinhe o feijão por cerca de 40 minutos, até que ele esteja macio e praticamente sem caldo. Reserve.

Em uma panela, coloque a cebola e o bacon e deixe dourar. Acrescente o alho e a carne moída e refogue. Junte os pimentões e refogue por mais alguns minutos.

Acrescente o ketchup e o extrato de tomate, e tempere a gosto. Em seguida, coloque o feijão e mexa bem. Se quiser, adicione as azeitonas e o molho de pimenta.

Transfira o Chili para uma forma refratária. Espalhe o queijo por cima e leve ao forno preaquecido em temperatura moderada (180 ºC) para gratinar. Sirva com nachos.

 

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Há quem prefira mais fininho e quem prefira mais alto. Há quem goste dos mais magros e quem aprecie uma gordurinha. Há as turmas do “mal passado”, do “ao ponto” e até do “bem passado”. Mas todo mundo concorda que escolher o melhor ingrediente é o caminho mais curto para se chegar ao bife ideal.

“As carnes de primeira, localizadas na parte traseira do boi, como o contrafilé, a fraldinha e a picanha, dão excelentes bifes”, explica Ricardo Bertoni, chef e sócio do Empório San Martin, de São Paulo.

De primeira não quer dizer melhor
O termo “de primeira”, no entanto, nada tem a ver com a qualidade do corte, mas com sua classificação. Os cortes se dividem em três categorias diferentes de acordo com a quantidade de colágeno que apresentam. “A primeira categoria tem pouco colágeno, a segunda mais ou menos e a terceira tem bastante”, diz Alain Poletto, chef e sócio do Bistrot de Paris.

“Quanto mais colágeno tiver um corte, maior será seu tempo de cocção e mais líquido será necessário durante o seu cozimento”, esclarece Poletto. Ele também insiste que a carne não precisa ser cara e que, pessoalmente, prefere a alcatra ao filé mignon na hora de fazer um bife.

As carnes que rendem bons bifes são aquelas com pouco colágeno porque para se chegar àquela incrível crostinha marrom com interior rosado e tenro é preciso muito calor, por pouco tempo e com pouco líquido na frigideira. Esse é o famoso processo de “selar” a carne, que cria uma camada externa envelopando a carne e mantendo seu suco na parte interna. Para selar a carne, basta colocar um fio de azeite na frigideira bastante quente e deixar o bife fritar por pouco tempo dos dois lados para fazer aquela crosta douradinha.

E a gordura?
“Na quantidade certa, a gordura derrete durante a cocção, seja na grelha ou no fogão, e confere sabor e maciez ao corte”, explica Bertoni. O chef destaca que ela é sempre importante, seja entremeada na carne, como no bife ancho, ou por cima e por fora, como no contrafilé, e não deve ser retirada antes do preparo.

Outro critério a ser considerado no momento da compra é a altura do bife. É ela quem vai determinar o tempo de preparo e o tipo de bife servido, pois ele pode ser tão alto quanto o gosto de quem faz. Mas os especialistas alertam que se a altura não for de ao menos 1 dedo, a carne não poderá ser propriamente selada. “Se for fino demais, o corte ou ficará cozido por dentro ou não será dourado por fora”, alerta Poletto, que recomenda que se tire a carne da geladeira cerca de dez minutos antes do preparo. No caso de cortes muito altos, a carne pode ficar muito mal passada.

O francês, aliás, fala do assunto com a autoridade de quem – se não salvou – já deu uma força a um casamento. Ele conta que a empregada de sua namorada enfumaçou todo o apartamento tentando fritar um bife em muito óleo e fogo alto. O chef então passou a ela as preciosas dicas listadas acima. Dias depois, ela o chamou para agradecer: “Seu Alain, meu marido falou que, em 25 anos de casada, é a primeira vez que eu acerto o bife”.

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Carne de panela
17 de outubro de 2015 | Autor:

Você pode cozinhar a carne na panela comum ou de pressão. A diferença fica por conta do modo de preparo e do corte que você vai usar;

– Limpe bem a carne, antes de botá-la no fogo;

– Se colocar todos os ingredientes na panela e encher o recipiente de água, a receita ficará com gosto insosso, sem graça. É importante respeitar as etapas de preparo, seja qual for o recipiente que você vai usar;

– Para um prato gostoso, coloque gordura (óleo, azeite ou manteiga) na panela e doure a carne. Depois, retire-a e refogue o tempero. Pode ser cebola, cebola e alho, cenoura e alho poró ou o que você quiser que perfume a sua receita;

– Ao fundinho que fica grudado na panela, junte alguma bebida alcoólica. Pode ser vinho, cerveja, conhaque ou cachaça;

– Acrescente molho de tomate, mostarda ou o que você mais gostar. Ponha de novo a carne na panela;

– Tempere com ervas que você mais gostar. Pode ser louro, salsinha ou cebolinha verde, por exemplo;

– Cubra com água até dois dedos acima da carne e feche a panela. Se estiver fazendo na panela de pressão, coloque a água de uma vez só. Se for na panela comum, vá pingando água fervente aos poucos;

– Carnes mais macias como coxão mole, patinho, miolo de alcatra e maminha ficam prontas rapidinho. Por isso, valem a pena serem cozidas na panela comum;

– Cortes mais duros como coxão duro, músculo ou lagarto compensam o uso da panela de pressão, pois demoram muito para ficarem prontos;

– Veja algumas combinações de molho que funcionam: cebola em fatias com cerveja, vinho com tomate e azeitonas, molho de tomate com caldo de carne ou água;

–  Se for usar filé-mignon ou outras carnes mais magras, faça uma cama de gordura com barriga de porco ou bacon. Assim, você vai dar a consistência que a receita pede, sem pesar no sabor;

– O tempo de cozimento varia de acordo com o corte, o tamanho do pedaço (pode ser em cubos, em fatias ou inteiro) e o fogo;

– Se tiver usando a panela de pressão, use fogo alto até começar a apitar.

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Barreado
17 de outubro de 2015 | Autor:

[singlepic id=434 w=320 h=240 float=right]Ingredientes:
5 kg de paleta de alcatra
1 kg de tomates pelados e sem pele
1 kg de cebolas
3 talos de salsão (aipo) picados
3 alhos poró picados
500g de bacon fatiado
1 colher sopa de cominho em pó
5 colheres de sopa de sal
3 colheres de sopa de extrato de tomate
3 folhas de louro
1 cabeça de alho descascado e moído
3 noz moscada moído
4 colheres de sopa de vinagre
3 folhas de verde e pequenas de bananeira
1 kg de farinha de mandioca fina.

Modo de preparo:
Corte a carne em tiras e reserve em uma tigela. Misture tomates, cebola e salsão, alho poró e cheiro verde, bem picados.

Forre o fundo de uma panela de barro com uma fina camada de bacon. Cubra com uma camada de temperos picados e outra de tiras de carne.

Repita até preencher 3/4 da panela.

Regue com os caldos da carne e do tempero. Polvilhe o cominho, orégano, sal e noz moscada. Espalhe o extrato de tomate misturado ao alho e ao louro. Regue com vinagre e cubra com as folhas de bananeira cortadas em círculos um pouco maiores que a boca da panela. Tampe e leve ao fogo brando, protegendo o fundo da panela com uma chapa.

Numa tigela, misture metade da farinha de mandioca e a água até o ponto de enrolar e use para lacrar (barrear) a tampa para que o vapor não escape.

Refaça o lacre sempre que rachar. Deixe cozinhar por cerca de dezoito horas.

Sirva acompanhado de banana, laranja e um pirão feito com o próprio caldo.

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O baile da política em Brasília já transitou do trágico ao cômico e agora atravessa a fase do surreal ao deprimente. O país afunda em uma de suas maiores crises da história, moral e econômica, e vai revelando do que realmente somos feitos.

O impasse já dura quase um ano. Em jogo, um empobrecimento a jato de um país que já é pobre e a perda de anos para voltarmos a um ponto que ainda estava longe de ser muito promissor.

Dilma Rousseff é o bode sujo e mal cheiroso no meio desta sala. Venceu a eleição enganando o país e agora paga o preço como a Geni nacional.

A presidente se manteve o quanto pôde em uma espécie de universo paralelo ao lado de seu Rasputin palaciano. Como prêmio de consolação por sair à revelia, agora o apegado Aloizio Mercadante ganha de volta o Ministério da Educação, rebotalho da Pátria Educadora de Dilma.

Lula volta como uma espécie de Sir Lancelot para tentar salvar o que vai restando do PT. Diz ao partido para aceitar a perda de cargos para “aliados” com o objetivo maior, do seu ponto de vista, de preservar o Palácio.

O grande “aliado”, o PMDB, é o PMDB. Nenhuma novidade aí. A não ser o fato de mostrar uma resistência acima de qualquer suspeita. Eduardo Cunha foi delatado cinco vezes e agora se materializam contas na Suíça atribuídas a ele, fruto de corrupção.

Mas o presidente da Câmara continua no comando do processo de desintegração da esperança de um ajuste nas contas. Em breve perderemos os dois selos de confiança que faltam para o país acentuar a vertiginosa queda da economia.

Na oposição irresponsável, o PSDB acelera a desintegração. Na última votação dos vetos de Dilma à “pauta bomba”, de gastos impagáveis que jogariam de uma vez tudo para os ares, os tucanos votaram a favor do caos. Sem rumo, o partido de FHC assume o pior papel que já foi do PT. O do quanto pior melhor.

Há quem acredite que matar o bode indesejável possa dar um novo rumo às coisas. Que isso aliviaria o ambiente. E que imprimiria urgência a uma dinâmica capaz de reorientar o país e a política rumo a uma racionalidade que nos resgate desse afogamento.

Nem isso parece mais certo. Talvez já tenhamos ido longe demais. Dólar, inflação e recessão fora de controle são sintomas evidentes disso.

Por: Fernando Canzian

Original aqui

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