Tradução texto Santos 2025

mune of Biology, University of Campinas (UNICAMP), 13083-864, Campinas, Sao Paulo, Brasil Chamary, University of Campinas (UNICAMP), 13083-970, Campinas, Sao Paulo, Brazil

RESUMO

Dipirona é um pró-fármaco analgésico usado clinicamente para controlar dor moderada com alta eficácia analgésica e baixa toxicidade. A dipirona é hidrolisada em 4-metilaminoantipirina (4-MAA), que é metabolizada em 4-aminoantipirina (4-AA). Aqui, investigamos o envolvimento do canabinoide periférico CB e da ativação do receptor opioide no efeito anti-hiperalgésico local da dipirona e do 4 MAA. O agente inflamatório, carragenina, foi administrado na pata traseira de ratos Wistar machos, e o limiar nociceptivo mecânico foi quantificado pelo teste eletrônico de von Frey. Dipirona ou 4-MAA foram administrados localmente 2,5 h após a carragenina. Após a injeção de dipirona, o tecido da pata traseira foi coletado e sua hidrólise para 4-MAA foi analisada por espectrometria de massa (MS). O CB seletivo, antagonista do receptor (AM630), naloxona (um antagonista do receptor opioide não seletivo), nor BNI (um receptor opioide kappa seletivo), CTOP (um receptor opioide mo seletivo) ou naltzindol (um receptor opioide deita seletivo) foi administrado 30 min antes do 4-MAA. Os resultados demonstram que a hiperalgesia mecânica induzida por carragenina foi inibida pela dipirona ou 4-MAA de forma dependente da dose. A dipirona administrada na pata traseira foi completamente hidrolisada para 4-MAA. O efeito anti-hiperalgésico do 4-MAA foi completamente revertido pelo AM630, naloxona e nor-BN1, mas não pelo CTOP ou naltrindol. Esses dados sugerem que o efeito analgésico local da dipirona é mediado por sua forma bioativa hidrolisada, 4-MAA e, pelo menos em parte, depende da ativação do CB, do receptor e do receptor opioide kappa. Concluindo, o efeito analgésico da dipirona pode envolver uma possível interação entre o sistema canabinoide e o sistema opioide no tecido periférico.

4-AA, que também são conhecidos como metabólitos bioativos da dipirona (Pierre

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Dez frutas mais perigosas do mundo

Diz ainda a chamada sensacionalista típica de vídeos caça-cliques” que mostra em sua capa uma psaia e uma carambola:

Cuidado, elas são mortais!

Não é tanto assim. São perigosas, mas em excesso.

A psaia é uma das febres do momento devido ao seu exotismo e a carambola já se sabe de sua ação nefrotóxica há muito tempo, mas nenhuma delas causou, até agora, uma catástrofe que leve a decretação de emergência de saúde pública.

Aliança confirmada: ação conjunta de Trump e Milei

O presideMEnte presidenGUE, psicótico tóxico-metabólico, corrupto, vagabundo, analfabeto que crucificou Tiradentes sacará dinheiro escondido em paraísos fiscais e no banco do Vaticano para comprar os deputados de sempre, que se vendem igual a prostitutas aos políticos que pagam mais, para enterrarem qualquer tentativa de enxotarem-no da presidência.
O Congresso Nacional dá nojo.

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Optometrista é preso por exercício irregular da medicina durante mutirão de exames oftalmológicos em Poços de Caldas, MG | Sul de Minas | G1

Não digam que não avisei…

Aquele velho ditado que diz: “de médico, músico, farmacêutico e louco, o braseiro tem de tudo um pouco”, é bem verdadeiro. Povinho que se mete, sem a competência técnica (o diploma) e legal (a inscrição no conselho) na profissão dos outros.

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🚨 BOMBA: ELON MUSK e TRUMP mandam RECADO pro BRASIL

Boa Enzu. Queria ver um “homem trans” no boxe profissional tendo as fuças amassadas à bordoadas.
Não foram psiquiatras e psicólogos (os que são cientistas) que excluíram os homossexuais da classe F do CID-10. Foram políticos esquerdistas que usam gente com sexualidade doentia como massa de manobra para destruir a sociedade e facilitar a escravização do país e dos trans, também, que criaram o tal DSM (diagnóstico de saúde mental), que desvirtuou a classe F (das doenças mentais) do Código Internacional de Doenças (CID).
O cúmulo da hipocrisia é um LGBTQIAPN+ se alienar na defesa da natureza sendo ele o primeiro a renegá-la.

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Declaração de óbito cita que uso de anabolizante contribuiu para morte de influenciador

Família disse à Polícia Civil que o empresário não usava as substâncias há cerca de 5 meses e que fez exames que indicaram aptidão ao procedimento. Além disso, corpo não passou por perícia.

A declaração de óbito de Ricardo Godoi, morto em Itapema ao tomar anestesia geral para fazer uma tatuagem, citou o uso de anabolizante como uma “condição significativa” que contribuiu para a morte (veja exatamente o que diz o atestado mais abaixo). O documento foi emitido pelo hospital.

A família, no entanto, afirmou à Polícia Civil que o empresário não usava as substâncias há cerca de cinco meses e que fez exames que indicaram aptidão ao procedimento. Além disso, o corpo não passou por perícia.

A delegacia da cidade no Litoral de Santa Catarina investiga o caso, ocorrido na segunda-feira (20), como suposto homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Nesta quarta (22), o corpo do empresário foi exumado para passar por exames.

Godoi tinha 46 anos, era pai de quatro filhos, casado e dono de uma empresa de carros de luxo. Ele morreu no Hospital Dia Revitalite. A unidade de saúde ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.

Segundo o delegado Aden Claus, responsável pela investigação, representantes do hospital não haviam sido ouvidos até a tarde desta quarta. O investigador, porém, conversou com uma familiar do empresário sobre a possível causa da morte:

“A certidão de óbito que tivemos acesso, conta lá, parada respiratória, parada cardíaca e devido ao uso de anabolizantes. Conseguimos, já no final da tarde de ontem, conversar com a familiar do Ricardo. Ela confirmou que ele não fazia mais uso de anabolizantes há uns cinco meses e, por isso, teria realizado alguns exames também, e estaria apto para fazer a tatuagem”, explicou.

O Hospital Dia Revitalité demonstrou em nota “condolências aos familiares do Sr. Ricardo Godoi”. Também disse que o procedimento que resultou na morte de Ricardo foi feito por um “médico particular contratado pelo estúdio de tatuagem e pelo próprio falecido”.

Afirmou ainda que “a atuação do hospital se limitou à disponibilização de uma sala operatória e demais equipamentos necessários homologados pelo CRM/SC [Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina] e que compõem uma sala cirúrgica completa” (veja a íntegra da nota abaixo).

O que cita a declaração
A declaração de óbito, assinada pelo médico Clício J. Dezorzi, diretor do hospital, e a qual o g1 teve acesso, cita no campo “condições e causas do óbito” os termos “indução anestésica”, “parada respiratória” e “parada cardíaca”.

Em um espaço abaixo, onde se pede “outras condições significativas que contribuíram para a morte, e que não entraram, porém, na cadeia acima, foi escrito “uso de anabolizante” (veja a imagem abaixo).

Declaração de óbito de influenciador dee SC morto após anestesia para tatuagem aponta uso de anabolizante

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